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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - A preocupação com o avanço do desmatamento no Cerrado, na contramão do que acontece na Amazônia, mobilizou a criação de uma força-tarefa do governo federal com sete estados, mais o Distrito Federal, que detêm porções do segundo maior bioma brasileiro, que ocupa 25% do território nacional. A inciativa é parte dos desdobramentos do Plano de Ação Contra o Desmatamento do Cerrado (PPCerrado), que foi retomado no ano passado.

Uma reunião no Palácio do Planalto, coordenada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, na quarta-feira (27), contou com a participação dos governadores Carlos Brandão (Maranhão), Romeu Zema (Minas Gerais), Ronaldo Caiado (Goiás), Mauro Mendes (Mato Grosso), Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul), Wanderlei Barbosa (Tocantins), da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão; e do secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eduardo Sodré.

Também participaram da agenda os ministros Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

"Na Amazônia, o governo federal tem um poder de ação muito maior. No Cerrado, são os estados que têm um poder de ação maior", afirmou a ministra Marina Silva a jornalistas, após o encontro. "A grande participação de governadores é uma demonstração de que o problema será resolvido, em um pacto que envolve o governo federal, os governos estaduais, envolve o setor produtivo, a sociedade civil e a comunidade científica", acrescentou.

Além da criação de uma força-tarefa com a participação direta dos próprios governadores, as ações propostas incluem um trabalho de unificação das bases de dados dos estados com o governo federal.

A ideia é retomar a alimentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que foi enfraquecido no governo anterior, levando os estados a desenvolverem suas próprias plataformas de acompanhamento da situação dos imóveis rurais, segundo o governo federal. Além da unificação e cruzamento de informações, de acordo com a Casa Civil, um grupo de trabalho entre ministros e governadores se reunirá periodicamente para acompanhar os dados e tomar decisões.

Fonte de 40% da água doce do país, o Cerrado teve um aumento de 19% nos alertas de desmatamento no mês passado, na comparação com fevereiro de 2023. O bioma perdeu 3.798 quilômetros quadrados (km²) de vegetação nativa, no acumulado de agosto de 2023 a fevereiro deste ano, de acordo com o monitoramento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A situação é mais grave e preocupante na região dos estados do Maranhão, de Tocantins, do Piauí e da Bahia - área conhecida pela sigla Matopiba, apontada como a nova fronteira agrícola do país. Quase 75% do desmatamento no Cerrado ocorre nesses quatro estados. Dos 52 municípios responsáveis por metade dos desmatamentos, 50 deles estão no Matopiba.

Durante a reunião, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima fez um alerta sobre os impactos de décadas de degradação do solo com desmatamento, além dos efeitos das mudanças climáticas.

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"Estamos observando uma mudança no regime de chuvas, sobretudo naquela região ali do Matopiba, uma diminuição no volume de água dos rios, na vazão dos rios, algo em torno de 19 mil metros cúbicos por segundo (m³/s) e outros problemas que podem criar graves situações em relação aos processos econômicos para a agricultura familiar, para o agronegócio", destacou Marina Silva. A ministra também falou sobre um processo sem precedentes de desertificação de áreas próximas ao Cerrado.

A pasta do Meio Ambiente informou que o apoio dos estados na força-tarefa pode garantir a liberação de recursos do Fundo Amazônia para financiar ações, considerando que até 20% dos recursos podem ser aplicados em medida de monitoramento e controle em outros biomas. 

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

Além de praticar exercícios físicos e ter uma alimentação saudável também é preciso ficar de olho em alimentos que podem desencadear tumores de intestino

 

SÃO PAULO/SP - O março Azul é o mês de conscientização do chamado câncer de intestino ou câncer colorretal, um dos mais frequentes tipos de cânceres no Brasil. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, o país possuirá mais de 45 mil novos casos da doença em cada ano do triênio 2023/2025, afetando potencialmente mais de 136 mil brasileiros. Ao todo, são 21,10 casos por 100 mil habitantes.

Segundo a proctologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Maristela Almeida, o fato genético existe, mas a maioria dos tumores de intestino estão relacionados aos hábitos. “Isso significa que a ocorrência de câncer colorretal está muito ligada aos nossos hábitos alimentares, atividades físicas e a tomada de atitudes preventivas”, destaca.

Em relação à alimentação, há muitos alimentos que podem favorecer o aparecimento desse tipo de câncer, seja por conter substâncias tóxicas, seja por deixar as fezes com mais tempo de contato com a parede intestinal. “Por exemplo, alimentos com poucas fibras podem levar a constipação intestinal, que deixa resíduos tóxicos com maior contato com a mucosa intestinal. Carnes, a depender da maneira que são preparadas como é o caso daquelas assadas em churrasqueiras, podem conter substâncias cancerígenas, devendo ser consumidas com muita moderação”, detalha.

Para se antecipar à doença, a melhor prevenção é adotar hábitos de vida saudáveis, como a dieta rica em fibras, atividade física, evitar alimentos gordurosos e carnes em excesso, além de realizar os exames preventivos. “É importante procurar um médico para indicar exames para a prevenção do câncer colorretal como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia. Ambos servem para identificar pacientes que, mesmo sem sintomas, podem apresentar pólipos, que são as lesões que, em mais de 90% dos casos, dão origem ao câncer de intestino grosso. O ideal é realizar acompanhamento a partir dos 45 anos nos pacientes sem sintomas ou em qualquer idade caso haja algum sintoma que leve à suspeita dessa doença”, explica a especialista.

Segundo ela, a realização de um diagnóstico precoce é essencial para a cura da doença e para evitar metástases em outros órgãos, o que torna o tratamento mais penoso e menos eficaz. Por isso, também é importante ficar atento a alguns dos sintomas mais comuns e de sinais de alerta. “Estão entre esses sinais de alerta o sangramento visível nas fezes, anemia ou emagrecimento sem causa aparente, alteração do funcionamento do intestino por mais de 40 dias (como é o caso de pessoas que evacuavam diariamente e passam a apresentar constipação ou diarreia). Na presença desses sintomas é necessária avaliação médica para os exames necessários”, finaliza.

SÃO CARLOS/SP - Como forma e planejamento para as festividades de final de ano, a nova presidente da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), Ivone Zanquim, visitou a fábrica da Induspar, na cidade de Ibaté.

Ao lado de Alexandre Rosa, gerente Administrativo e Financeiro da entidade, Ivone foi recebida pela empresária Mara Nicolau, onde pode conhecer o parque fabril da Induspar e as tendências de estruturas natalinas para este final de ano. “A gente fica encantada com tudo o que vê por aqui. É uma infinita variedade em itens de decorações iluminadas para o Natal. Fica difícil até escolher em meio à tanta coisa maravilhosa que vimos aqui”, afirmou a presidente.

Alexandre ressalta que a empresa é uma grande parceira da ACISC. “Estamos com o projeto ‘Vila de Páscoa’, na Praça do Mercado Municipal, que foi uma grande parceria da nossa entidade com a Induspar, a qual presenteou o comércio são-carlense com uma decoração maravilhosa de Páscoa. E agora a presidente Ivone vem conhecer a fábrica para já tratarmos sobre a iluminação natalina, que tende a ser maravilhosa também”, destacou.

Durante o encontro ficou acordado que a empresa irá preparar um projeto diferenciado para atender a ACISC. “Vamos preparar uma decoração natalina bastante especial e maravilhosa, atendendo aos anseios da nova Diretoria. A população são-carlense, com certeza, ficará bastante encantada”, afirmou Mara Nicolau.

Guilherme Nicolau e Danieli Ravazoli, respectivamente, arquiteto e gerente comercial da Induspar também participaram do encontro.

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Vila de Páscoa

Até o próximo dia 31 de março, a população de São Carlos e toda a região pode visitar a “Vila de Páscoa” da ACISC/Induspar que está luxuosamente montada na Praça do Mercado Municipal. “O evento é propício à visitação de famílias. Todas as noites, até o final desse mês, crianças, jovens e adultos poderão seguir as pegadas e interagir com um coelho gigante. Também temos balões e um enfeite em formato de ovo de chocolate totalmente iluminados, que criam um ambiente cativante para todos”, afirmou Alexandre.

Ivone Zanquim lembra que o objetivo da ação é movimentar o comércio e fomentar as vendas de Páscoa, além de proporcionar a oportunidade única das famílias de São Carlos e região vivenciarem a magia e a importância desta data, que ganha mais vida com cada elemento desta decoração e as luzes cativantes. “É um momento para que as famílias possam vir passear, brincar, tirar fotos e se alegrar muito. Ficamos bastante maravilhados com essa decoração”, finalizou.

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos informou que o Banco de Sangue está com seus estoques baixos e precisa que as pessoas façam suas doações.

De acordo com a irmandade, os tipos de sangue que estão baixos são: A+, B- e a AB+.

Pratique esse gesto de solidariedade. O procedimento é rápido, seguro e, no mesmo dia, o seu organismo já repõe a quantidade de sangue retirada.

Como doar?

Fazer o agendamento e apresentar documento oficial de identidade com foto e alguns dados pessoais.

Canais para agendamento:

(16) 3509-1230, De segunda a sexta-feira, das 8h às 15h30

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Horários para doações:

Segunda a sexta-feira, das 8h às 11h45

Sábado, das 8h às 10h45 da manhã.

*Lembrando que o Banco de Sangue não abre aos feriados!

Estacionamento gratuito para doadores na frente da Santa Casa (PARAKI).

Requisitos para Doação

– Boas condições de saúde.

– Idade entre 16 e 69 anos.

– 50 kg ou mais.

– Não estar em jejum. É permitida ingestão de alimentos leves, como pão, leite, suco e frutas.

– Aguardar 3 horas após o almoço.

– Não ingerir bebida alcoólica 24h antes da doação.

– Não fumar 1 hora antes da doação.

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