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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Elton Carvalho (Republicanos) denunciou, durante a sessão da Câmara Municipal realizada nesta quarta-feira, a comercialização irregular de fogos de artifício com estampido em São Carlos. Segundo o parlamentar, em menos de 30 minutos foi possível adquirir, com facilidade, produtos cuja venda e utilização são proibidas pela legislação estadual e municipal.

De acordo com Elton, celebrações como a Copa do Mundo, festas juninas e demais eventos esportivos e culturais possuem grande importância para a população. No entanto, ele alerta que a utilização de fogos com estampido pode causar sérios impactos à saúde e ao bem-estar de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos, bebês, pessoas acamadas e animais sensíveis ao ruído, podendo, em situações extremas, provocar graves consequências e até mesmo óbitos.

"É inadmissível que, mesmo com a legislação estadual vigente e com a lei municipal recentemente aprovada, ainda seja tão fácil adquirir fogos de artifício com estampido em nossa cidade. Assim que constatamos a irregularidade, acionamos imediatamente os órgãos de fiscalização e cobramos da Prefeitura uma atuação firme, com medidas exemplares para garantir o cumprimento da lei e a proteção da população mais vulnerável", afirmou o vereador.

Elton ressaltou que não é contrário às festividades populares nem às manifestações de apoio à Seleção Brasileira, mas defende que essas comemorações ocorram de forma responsável e respeitosa.

"Sou favorável às festas, às tradições culturais e também estou na torcida pela nossa seleção. Faço apenas um apelo à conscientização e à empatia. A alegria de alguns não pode se transformar em sofrimento, trauma ou risco para tantas outras pessoas e animais", destacou.

O parlamentar informou que acompanhará o caso junto aos órgãos competentes e continuará cobrando ações efetivas de fiscalização para combater a comercialização e o uso irregular desses artefatos no município.

COMO DENUNCIAR

Em casos de comercialização ou soltura de fogos de artifício com estampido, a população pode registrar denúncia junto à Ouvidoria Geral do Município pelos telefones (16) 3362-1080 ou 0800 770 1552, além do atendimento eletrônico disponibilizado pela Prefeitura.

Situações que demandem atendimento imediato também podem ser comunicadas à Guarda Municipal pelo telefone *153. Em caso de indisponibilidade da linha, estão disponíveis os números alternativos (16) 98849-1151 e (16) 3364-2112.

BRASÍLIA/DF - O Instituto Sou da Paz lançou, nesta terça-feira (9), a campanha Vote pela Paz e a agenda eleitoral “Brasil em Ação pela Paz – Propostas para uma Segurança Pública de Verdade”. O objetivo é qualificar o debate eleitoral e pressionar candidaturas a apresentarem planos consistentes, metas e compromissos reais para reduzir a violência no país. A iniciativa se contrapõe a abordagens baseadas no improviso e no populismo.

“A população está cansada de frases de efeito, improviso e promessas simplistas na área da segurança pública. O que as pessoas querem é resultado concreto, proteção no cotidiano e políticas que funcionem de verdade. O período eleitoral é uma oportunidade importante para elevar a qualidade desse debate”, afirmou Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.

Embora alguns indicadores nacionais tenham apresentado melhora, como a queda dos homicídios, o Sou da Paz ressalta que o Brasil ainda enfrenta uma realidade em que mais de 44 mil pessoas são vítimas de morte violentas por ano. Há ainda a expansão do crime organizado, aumento das fraudes e extorsões digitais, medo dos roubos, especialmente de celulares, e crescente violência contra meninas e mulheres.

agenda de propostas apresenta ações aplicáveis nos âmbitos estadual e federal e é organizada em cinco eixos prioritários: proteção de meninas e mulheres; fortalecimento das polícias; enfrentamento ao crime organizado; redução dos roubos; e retirada de armas ilegais de circulação.

As propostas destacam a valorização dos profissionais de segurança, o fortalecimento da investigação criminal, o uso responsável de tecnologia, a integração entre instituições e o combate ao tráfico de armas.

Dados da pesquisa “O que pensa a população brasileira sobre segurança pública”, do Sou da Paz, mostram que 94% da população reconhece algum grau de violência na cidade onde vive, mais da metade (53%) evita sair à noite e um terço (31%) evita o uso de celular na rua, como forma de autoproteção.

“A sociedade quer firmeza, mas quer firmeza que funcione. Existe uma maioria favorável a soluções inteligentes, ao uso de tecnologia, à investigação e à profissionalização das polícias. O desafio agora é transformar essa demanda social em compromisso político concreto”, explica Carolina.  

A pesquisa mostra ainda que, para 82% das pessoas, as câmeras corporais são tecnologias que protegem os bons policiais e produzem provas contra criminosos; 73% acredita que mais armas significam mais mortes e mais violência; e 65% avalia que não é preciso mais policiais, e sim de uma polícia melhor e mais preparada.

Ainda sobre soluções mais eficazes, Carolina destacou a necessidade, por exemplo, de ampliar o olhar sobre o crime organizado, que não se restringe ao tráfico de drogas. “É preciso trazer o sistema financeiro para o debate, fazer investigação financeira e combate à lavagem de dinheiro.”

Crime organizado

Segundo dados compilados na agenda eleitoral, o crime organizado movimentou mais de R$ 350 bilhões nos últimos três anos, incluindo atividades como a venda de combustíveis, garimpo ilegal e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas.

Além de atingir os territórios, segundo o Sou da Paz, o crime organizado ataca o Estado Democrático de Direito ao se infiltrar na administração pública e na política, o que resulta em violência e falta de confiança da população nas instituições.

“Essa presença se reflete num crescimento de 335% de casos de violência política no Brasil nos últimos três anos - somente nos primeiros meses de 2022, foram 45 homicídios”, diz trecho da agenda.

Uma das ações propostas na agenda é o fortalecimento da integração e cooperação entre instituições como Receita Federal, Polícia Federal, Banco Central, Ministério Público e polícias estaduais, além de cooperações internacionais, propiciando estratégias de atuação conjunta contra a lavagem de dinheiro e os diversos mercados ilícitos.

Outra medida é o reordenamento da ação policial, priorizando investigações, investimento em inteligência e fortalecimento de perícias, com objetivo de asfixiar as organizações em suas bases financeiras e de comando. Para o Sou da Paz, as operações de incursão territorial devem ser consideradas de forma excepcional, somente se houver condições de segurança reais para a população e os policiais.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O Novo Desenrola, programa do governo federal voltado à renegociação de dívidas de pessoas físicas, já beneficiou, nos primeiros dias do programa, mais de 6 milhões de pessoas e famílias, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Deste total, cerca de 4 milhões de pessoas tiveram suas dívidas quitadas.

“São pessoas com dívidas pequenas de até R$ 100”, detalhou o ministro da Fazenda nesta terça-feira (9), durante entrevista concedida ao portal UOL.

O Novo Desenrola Brasil foi criado com o objetivo de reduzir a inadimplência e facilitar a recuperação do crédito. A iniciativa beneficia principalmente brasileiros de baixa e média renda, em especial quem ganha até cinco salários mínimos e tem dívidas bancárias em atraso.

Para tanto, são oferecidas condições mais favoráveis do que as disponíveis no mercado para quitar ou parcelar débitos.

Entre suas principais características estão descontos que podem chegar a até 90% sobre o valor da dívida e juros reduzidos (limitados a cerca de 1,99% ao mês). O parcelamento pode ser de até 48 meses.

Há também a possibilidade de uso de parte do FGTS para abater débitos e a “desnegativação” de consumidores com dívidas de pequeno valor.

Juros

Durante a entrevista, Durigan disse que a alta taxa de juros cobrada no Brasil é algo que, de fato, tem prejudicado as pessoas, mas que, por meio do programa, o governo tem ajudado a população a lidar com essa situação.

“Dados desta manhã mostram que mais de 6 milhões de pessoas e famílias já foram beneficiadas pelo Novo Desenrola logo nos primeiros dias do programa”, disse o ministro ao lembrar que essa é uma mobilização nacional que tem previsão de se encerrar no dia 2 de agosto.

Segundo Durigan, “cerca de 4 milhões de pessoas foram negativadas por terem dívidas pequenas, de até R$ 100; e 1,1 milhão de pessoas já pagaram suas dívidas à vista, com descontos médios superiores a 80%”.

“Essas pessoas limparam o nome e estão novamente aptas a consumir”, ressaltou.

Juros

O ministro da Fazenda negou que os juros no país estejam altos porque o governo gasta muito.

“Eles decorrem de desarranjos causados, em grande parte, pela guerra [dos EUA e de Israel contra o Irã]. Por isso, enquanto houver esse cenário, estamos adotando medidas de subvenção [de preços], como a da gasolina”, acrescentou ao reafirmar que, do ponto de vista fiscal, nada foi alterado.

“Nossas metas serão cumpridas”, concluiu o titular da Fazenda.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

EUA - Paul McCartney relembrou que a relação com John Lennon ficou tensa no fim dos Beatles e disse que as críticas do ex-parceiro o machucaram.

McCartney falou sobre a amizade e o atrito com Lennon em entrevista à NME. "Perto do fim dos Beatles, o John estava falando muito mal de mim", disse o músico.

Ele contou que, na época, sentiu o ataque como algo pessoal e difícil de engolir. "Na época, foi muito doloroso, como se cravassem pequenos punhais em mim. Era simplesmente irritante, porque você pensava: 'Tenho que responder a ele, o que eu vou fazer?'. Mas, de repente, eu percebi: 'Espera um minuto, é o John. Esse é o cara que eu conheço desde os 16 anos. É simplesmente o que ele faz'. Não doeu tanto assim quando percebi que era apenas o John sendo o John", afirmou.

O cantor também disse que não compõe pensando em uma obrigação de "homenagear" Lennon ou George Harrison. "Eu acho que sim, eu não penseo muito sobre isso", declarou.

Ao comentar letras do novo álbum, ele citou uma música em que menciona o início da parceria com Lennon em Liverpool. "Em uma das músicas, 'Days We Left Behind', eu falo sobre 'Nos conhecemos na Forthlin Road', que é onde eu costumava morar em Liverpool, e 'Nós criamos um código secreto para nunca ser falado'. Não sinto que tenho que ser respeitoso. Ele é apenas um amigo -é só esse cara que eu conheci, e nós escrevíamos músicas juntos, então não sinto um senso de responsabilidade. Espero que seja responsável", disse.

DISPUTA POR GESTÃO AJUDOU A RACHAR O GRUPO

McCartney relembrou que o desgaste entre os integrantes aumentou por divergências sobre quem deveria cuidar dos negócios da banda. Ele afirmou que defendia o advogado Lee Eastman, enquanto os outros preferiam o empresário Allen Klein.

Segundo McCartney, o tempo reforçou a avaliação dele sobre Klein e ajudou a reaproximação com Lennon. "Eu tive sorte porque nós tínhamos nos separado por causa dos problemas de negócios e tudo mais, e o John acabou concordando com o meu ponto de vista de que o cara que eles queriam trazer [Klein] era um vigarista, e eu tinha sofrido porque todos eles achavam que eu era o maluco, que eu era o vigarista", afirmou.

O músico disse que ouviu de Lennon um reconhecimento, ainda que a contragosto, e avaliou que o período difícil teve um lado necessário. "Então, quando se confirmou que eu tinha razão, foi bom ouvir o John dizer: 'Acho que o Paul talvez estivesse certo' -a contragosto", contou. "Embora tenha sido um período doloroso, nós meio que tínhamos que passar por isso, ou alguém teria nos roubado", completou.

 

 

por Folhapress

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