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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Na noite deste domingo, 8, por volta das 22h30, um paciente de 20 anos fugiu das dependências da Santa Casa, onde estava sendo atendido após sofrer uma fratura no tornozelo. Mesmo com a gravidade da lesão, o jovem se recusou a permanecer internado e deixou o hospital por vontade própria, estando ciente dos riscos que essa atitude poderia causar à sua saúde.

De acordo com o boletim de ocorrência, registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) por um supervisor da instituição, de 29 anos, o paciente, que já havia sido alertado sobre a necessidade de permanecer sob cuidados médicos, optou por desconsiderar as recomendações. No relato oficial, consta que ele foi informado dos perigos relacionados à sua fuga, incluindo complicações no tratamento da fratura, mas mesmo assim decidiu deixar o local.

O hospital seguiu os procedimentos legais e comunicou o caso às autoridades, mas não houve relato de qualquer tentativa de impedir fisicamente a saída do paciente, que agiu de forma independente. As circunstâncias que levaram à fuga ainda não foram completamente esclarecidas.

As equipes médicas da Santa Casa ressaltam a importância de que, em casos como esse, os pacientes sigam o tratamento adequado para evitar complicações futuras.

SÃO CARLOS/SP - Uma professora e seu marido, foram vítimas de uma agressão violenta na madrugada de domingo (8), após saírem de um baile em uml clube localizado no centro de São Carlos. O incidente aconteceu por volta de 1h40, quando o casal se dirigia para fora do evento.

De acordo com o relato da professora, enquanto se afastava do clube, foi surpreendida por uma mulher desconhecida que, sem qualquer explicação, passou a agredi-la com golpes de cinta, atingindo diversas partes de seu corpo. Em busca de ajuda, a vítima afirma ter se dirigido a um segurança do clube, mas, segundo ela, o funcionário não teria tomado nenhuma atitude para conter a agressão.

O marido da professora tentou intervir para protegê-la, mas também acabou sendo alvo da agressora, sofrendo golpes de cinta. A situação só foi parcialmente contida quando um homem que estava no local conseguiu segurar a agressora. Mesmo assim, a mulher continuou a ameaçar a professora, gerando ainda mais tensão no local.

O casal procurou as autoridades, e o caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de São Carlos. Até o momento, a motivação para o ataque permanece desconhecida, e a agressora ainda não foi identificada.

O clube onde o incidente aconteceu ainda não se manifestou sobre o caso.

SÃO CARLOS/SP - Uma estudante de 21 anos, moradora de São Carlos, foi vítima de violência doméstica e cárcere privado pela própria namorada, em um caso que ocorreu no bairro Jardim Esplanada, na cidade de Araraquara. O relacionamento, que durava cerca de três meses, terminou de forma trágica quando a vítima foi agredida e mantida em cativeiro pela companheira.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado, a estudante foi até Araraquara na quinta-feira (5) com a intenção de encerrar o relacionamento. No entanto, ao chegar na residência da namorada, ela foi recebida com violência. A agressora confiscou o celular da vítima, impedindo-a de buscar ajuda e a manteve presa no local.

Os relatos indicam que, durante a madrugada de sexta-feira (6), a situação piorou, com a jovem sendo novamente agredida e ameaçada pela namorada. O cárcere privado durou até sábado (7), quando a vítima, em um momento de oportunidade, conseguiu recuperar seu celular e contatou uma amiga para buscar ajuda.

Na tarde de sábado, o pai da vítima conseguiu entrar em contato com a filha por telefone. Preocupado, ele ameaçou acionar a polícia caso a jovem não fosse liberada. Pressionada pela situação, a agressora finalmente permitiu que a vítima deixasse o local, chamando um carro de aplicativo para levá-la até um posto de combustível, onde poderia encontrar-se em segurança.

A vítima agora busca apoio e proteção, enquanto a polícia investiga o caso para determinar as medidas cabíveis contra a agressora. O incidente destaca, mais uma vez, a gravidade da violência doméstica em relacionamentos afetivos, independentemente de gênero, e reforça a importância de denunciar esse tipo de abuso.

 

Violência Doméstica e Apoio às Vítimas

O caso de violência e cárcere privado envolvendo a jovem de São Carlos evidencia a necessidade de se discutir mais amplamente a questão da violência doméstica entre casais. Segundo especialistas, o ciclo de abuso em relacionamentos pode ser difícil de identificar, principalmente em fases iniciais, mas as consequências podem ser devastadoras.

Se você, ou alguém que você conhece, estiver em uma situação semelhante, é crucial procurar ajuda. No Brasil, o Ligue 180 oferece suporte gratuito e sigiloso para mulheres em situação de violência.

O caso continua sob investigação, e novas informações podem surgir conforme o inquérito policial avança.

BRASÍLIA/DF - Um incêndio iniciado na última quinta-feira (5) destruiu 10 mil hectares do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. De acordo com a administração da unidade de preservação, a área atingida é ainda uma estimativa e fica entre o Paralelo 14 e a Cachoeira Simão Correia.

Em nota divulgada ontem (7), a chefia do parque informou que ainda não sabia o que ou quem provocou o incêndio, o que sinaliza que a unidade de preservação entende que pode ter sido criminoso. Na mensagem, também destaca que, desde o começo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o PrevFogo, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), escalaram efetivos para ajudar a debelar o incêndio, junto com o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás. A expectativa era de que hoje fossem enviadas à localidade duas aeronaves, o que a reportagem não conseguiu confirmar, já que não teve sucesso nas tentativas de contato.

Um grupo organizado pelo Polo de EcoCiências do Cerrado realizou hoje (8), pelo segundo dia consecutivo, um mutirão para avaliar as condições da Reserva Privada do Patrimônio Natural (RPPN) Campo Úmido Voshysias, em Alto Paraíso de Goiás, próxima ao Parque Nacional. Assim como a RPPN Murundu, visitada neste sábado (7) no mesmo município, o local foi afetado por um incêndio e precisou ser examinado mais de perto, demandando também a retirada de espécies de plantas exóticas invasoras.

A rede de combate às chamas conta, ainda, com a Rede Contrafogo, que articula brigadas de voluntários, e o Instituto Biorregional do Cerrado (IBC). Em um vídeo postado nas redes sociais, Ivan Anjo, da Rede Contrafogo, compartilha informações sobre outro ponto atingido por chamas, o lixão de Alto Paraíso de Goiás.

"Todo ano é a mesma coisa. O lixão pega fogo sempre na mesma semana! Em 2021 foi no dia 7 de setembro, 2022 foi dia 4 de setembro, em 2023 não teve (oh glória) e esse ano, 6 de setembro iniciado perto das 22h, enquanto ainda cuidavam do fogo no Pouso Alto [também em Alto Paraíso]. Seria só coincidência? A prefeitura não se organiza pra fiscalizar, vigiar e muito menos pra combater. Parecem gostar que o lixão diminua seu volume todo ano pra ter menos o que administrar. Dezenas de famílias tiveram que abandonar suas casas ontem devido a essa incompetência. Ou seria maldade mesmo? O que você acha?", diz o texto que acompanha o vídeo. Nos comentários da postagem, moradores da cidade concordam com o brigadista e fazem críticas à gestão municipal.

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é um dos locais de preservação do Cerrado, conhecido como "berço das águas" e que, apesar disso, pode perder cerca de 34% do fluxo dos rios até 2050. De acordo com monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), somente este ano, até ontem (7), foram detectados 48.966 focos de queimada no bioma, que só perde para a Amazônia (79.175).

A Agência Brasil tentou contato com o ICMBio, o Ibama e a prefeitura de Alto Paraíso de Goiás, mas não teve retorno até o fechamento desta matéria.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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