Jornalista/Radialista
RIO CLARO/SP - A cidade de Rio Claro realizou na última segunda-feira (6) ação de fiscalização quanto ao uso de máscaras. O item de proteção obrigatório deve ser usado sempre que for necessário sair de casa como medida de proteção ao novo coronavírus.
“A fiscalização se faz necessária para que a comunidade entenda a importância de se adotar os cuidados para impedir contágio e transmissão da doença”, destaca o prefeito João Teixeira Junior. “O uso da máscara, higienização adequada e isolamento social são as ferramentas que temos para conter a Covid-19”, acrescenta o prefeito Juninho.
Equipes de fiscalização da Vigilância Sanitária, juntamente com a Polícia Militar e Guarda Municipal, percorreram a região central de Rio Claro e bairros Cidade Jardim e Alto do Santana. Não foi necessário nenhum auto de infração.
“A fiscalização continuará sendo feita e quem não estiver utilizando corretamente a proteção poderá ser multado”, observa Maurício Monteiro, secretário de Saúde. O mesmo vale para estabelecimentos comerciais que permitirem a presença de pessoas que estiverem sem máscaras.
Desde que o uso de máscara tornou-se obrigatório, as equipes vem atuando nos estabelecimentos e orientando a comunidade sobre a importância da proteção. As multas podem ser aplicadas em pessoas físicas ou jurídicas.
Quem for flagrado em espaços públicos sem o equipamento, ou usando-o de maneira incorreta, será multado em R$ 524,59. Já os estabelecimentos que permitirem a presença de pessoas sem a proteção adequada receberão multa de R$ 5.025,02, valor que será multiplicado pelo número de pessoas em situação irregular. Os estabelecimentos devem manter aviso em local visível informando sobre o uso obrigatório das máscaras. Além disso, deverão advertir os eventuais infratores sobre a proibição de entrada e permanência no local sem o uso da proteção. Podem ser utilizadas máscaras de tecido ou outro material adequado, de fabricação caseira ou industrial, e a máscara deve cobrir corretamente o nariz e boca. As pessoas devem usar proteção facial em qualquer via pública, praças, logradouros, passeios públicos, parques, repartições públicas, interior ou área adjacente de estabelecimentos essenciais de serviços ou comércio, na espera e durante a utilização de transporte coletivo, transporte por veículo de serviço de táxi ou de motorista por aplicativo ou transporte aéreo.
*Por: PMRC
BRASÍLIA/DF - A capixaba Natália Gaudio pratica ginástica rítmica desde os seis anos. Nessas mais de duas décadas, ela construiu uma carreira cheia de conquistas. O hexa brasileiro, hepta sul-americano, o bronze no Pan de Lima e a vaga olímpica para os Jogos de 2016 (Rio de Janeiro) no individual são algumas delas. Sem sombra de dúvidas, vitórias importantes dentro das quadras. Porém, a atleta busca uma outra conquista fora delas, o reconhecimento da importância de uma maior longevidade para ginastas da modalidade. “Infelizmente é uma carreira curta. Gostaria que fosse diferente, mas posso dizer que é praticamente a reta final da minha carreira”, declarou à Agência Brasil.
Muito da cultura de as atletas se aposentarem cedo na ginástica rítmica tem relação com a Rússia. “Eles têm pela ginástica rítmica o mesmo sentimento que os brasileiros têm pelo futebol. A Rússia tem muito material humano. As atletas acabam se tornando descartáveis. Um caso clássico é a Yevgeniya Kanayeva, única bicampeã olímpica, que se aposentou aos 22 anos”, diz.
Segundo Natália, “a ginástica precisa tratar melhor as atletas de mais idade. Somos mulheres na hora de entrar na quadra, temos uma experiência totalmente diferente. A ginástica rítmica foi feita também para nós. Tenho lutado muito por isso e gosto de ver que essa realidade tem mudado bastante aqui no Brasil”.
Vale lembrar que a modalidade é exclusivamente feminina, e ingressou no programa olímpico nos Jogos de 1984 (Los Angeles). Naquela edição, os países da antiga União Soviética não participaram por causa do boicote aos Estados Unidos. Depois, as atletas soviéticas garantiram uma hegemonia na modalidade com muitas conquistas (apenas em 1992 e 1996 o ouro não ficou com russas, mas foi para atletas da Ucrânia, outra antiga república socialista). A atleta mais velha em uma edição olímpica foi a espanhola Carolina Rodríguez, que participou dos Jogos do Rio de Janeiro com 30 anos.
E foi justamente na edição de quatro anos atrás que a brasileira quebrou uma marca de 24 anos sem representantes nacionais na prova individual olímpica, sendo também a terceira atleta a representar o país nos Jogos (a primeira foi Rosana Favila, em 1984, e a segunda foi Marta Schonhurst, em 1992): “Estar nos Jogos era meu maior sonho. Foi a maior emoção da minha vida. Graças a Deus, deu tudo certo. E foi um sonho realizado com felicidade em dobro, porque, além de estar entre as melhores do mundo, foi diante da minha família. Inesquecível".
Agora, o objetivo da Natália é fazer história mais uma vez e se classificar para a segunda olimpíada consecutiva. O caminho mais acessível é buscar a vaga através do Pan-americano da modalidade, que deve ocorrer até junho do ano que vem. “Se mantiver minha posição dos Jogos Pan-americanos do ano passado (bronze), ficando atrás apenas das americanas, estaria classificada para Tóquio. Os Estados Unidos já conquistaram as vagas pelo Mundial de Baku do ano passado. A tendência é que eu e a Bárbara Domingos briguemos pela vaga com as mexicanas e as canadenses”, projeta Natália, que também foi quarta colocada no aparelho fita em 2018 e finalista em 2019 na Copa do Mundo de Portimão (Portugal). “De um tempo para cá, estamos quebrando marcas importantes. Estamos abrindo portas para as próximas gerações, mostrando que as brasileiras são muito fortes no individual também, não só nas disputas em conjunto”, diz.
Para os Jogos de Paris, em 2024, quando Natália estará com 31 anos, ela mantém cautela. “Quem sabe, né? Mas vou deixar a vida me levar. Nunca fui de fazer muitos planos a longo prazo. Prefiro deixar as coisas acontecerem, ainda mais nesse momento. Nem sabemos se as Olimpíadas vão acontecer em 2021, então vou dar tempo ao tempo. Vou vivendo um passo de cada vez”, disse a ginasta em live nas redes sociais da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).
*Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional
SÃO CARLOS/SP - A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) informa que o horário do comércio não essencial continuará sem sofrer nenhuma alteração. O anuncio foi feito nesta sexta-feira, 10, depois que o governador João Doria divulgou a sexta atualização do Plano São Paulo. A região central, cuja cidade de São Carlos faz parte, continua na Fase Laranja.
O presidente da ACISC, José Fernando Domingues, lembra que as atividades comerciais não essenciais devem continuar funcionando de segunda a sexta-feira, das 12h às 16h, e aos sábados das 09h às 13h. “Não tivemos nenhuma alteração na classificação da nossa região, de acordo com o governador. Por esse motivo, seguimos na fase laranja e com os mesmo horários que já haviam sido definidos anteriormente”, afirmou.
Com a atualização, o atendimento presencial de bares, restaurantes e similares [apenas delivery e drive-thru], bem como, salões de beleza e estética ou academias, continuam proibidos, devendo ser retomados apenas na Fase Amarela do Plano SP, mantendo recomendações de segurança.
Na semana passada, o governador também anunciou que as atividades culturais, convenções e eventos com pessoas sentadas, respeitando distância mínima de 1,5 metros, serão retomadas desde que a região esteja 28 dias consecutivos na Fase Amarela.
Mais uma vez, Zelão ressalta que as atividades não essenciais que estão autorizadas ao atendimento presencial, devem continuar vigilantes. “Vale lembrar que o funcionamento nessa fase que estamos deve ser com capacidade de 20% e horário de funcionamento de 4h seguidas diárias e as normas sanitárias são as mesmas para todos os segmentos: disponibilizar higienização para funcionários e consumidores com álcool gel 70% em pontos estratégicos; os funcionários devem utilizar máscaras durante toda a jornada de trabalho, assim como os consumidores; o acesso e o número de pessoas nos estabelecimentos devem ser controlados; manter todas as áreas ventiladas; e a fila deve ter distanciamento de 2 metros entre as pessoas”, lembrou.
A nova classificação deverá ser anunciada daqui a uma semana, ou seja, no dia 17 de julho.
WebHall EPM acontece em agosto com participação do ex-ministro Mandetta e grandes nomes nacionais e internacionais da medicina
SÃO PAULO/SP - O mundo parou para vivenciar a pandemia do coronavírus. Traçar quais serão os caminhos da medicina para o enfrentamento da Covid-19 e também como é preciso se preparar no pós-pandemia é o tema que será discutido no WebHall EPM promovido pela Escola Paulista de Medicina, de 12 a 16 de agosto.
Em sua primeira versão, o evento acontecerá no formato 100% online para que estudantes e toda a classe médica possam absorver da melhor forma o conhecimento que será compartilhado nas cinco salas virtuais do congresso.
Com participação de convidados renomados como o ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta, doutor Andre Kalil líder das pesquisas de cura da doença coronavírus, além da doutora Lily Weckx, responsável pelo teste de vacinação contra a COVID-19 no Brasil e o epidemiologista especializado no estudo do envelhecimento Alexandre Kalache, o WebHall EPM contará também com nomes internacionais da medicina. O time de profissionais discutirá temas importantes de várias especialidades médicas, incluindo também outras áreas de saúde, educação, gestão hospitalar, ciência e tecnologia.
“Estamos observando uma velocidade muito grande na divulgação de dados sobre a Covid-19. Porém, muitas informações são de qualidade duvidosa, gerando ansiedade e desinformação. Com isso identificamos a nossa responsabilidade, como instituição universitária, de produzir e divulgar conhecimento consolidado traçando também expectativas e possíveis cenários futuros”, afirma o Prof. Dr. Manoel Girão, Diretor da Escola Paulista de Medicina.
As inscrições para o Web Hall já estão abertas, pelo link webhallepm.com.br/inscricao. O investimento para participação do congresso sai a partir de 25,00 reais. Todo o valor arrecadado durante o evento será direcionado para os projetos do Hospital São Paulo (Hospital Universitário da EPM/UNIFESP) que atua na linha de frente no combate a pandemia e mensalmente realiza milhares de atendimentos à população.
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