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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - Em seu primeiro discurso de eliminação no “BBB22“, nesta terça-feira (25), Tadeu Schmidt, manteve a tradição do programa ao deixar recados nas entrelinhas, ou até bastante explícitos, para os participantes na casa.

Durante a edição que eliminou o bailarino Luciano Stevan, com 49,31% dos votos, em um paredão contra Naiara Azevedo e Natália Deodato, Tadeu fez questão de alertar aos brothers e sisters que permaneceram no reality de que eles, talvez, não devessem fugir do jogo lá dentro.

“Quando vi essa primeira semana [do programa], a pergunta que me veio à cabeça foi: ‘O que que você quer?’ (…) Vem pra cá e não se compromete? Vem pro jogo e não quer jogar?”, começou o apresentador.

O discurso de Tadeu faz referência direta ao posicionamento dos participantes da casa que, após a formação do paredão no último domingo (23), e da ameaça de desistência de Naiara Azevedo, tiveram conversas e atitudes na casa que apontavam um direcionamento “paz e amor” entre eles, na tentativa de evitarem conflitos entre si, com direito até a roda de louvor.

“Quem só quer curtir aí dentro, acha que as pessoas estão curtindo isso aqui fora? São as pessoas aqui fora que decidem quem ganha esse jogo, e muitas delas fariam de tudo para estar aí. Então, o que que você quer? (…) Quer jogar ou quer brincar?”, questionou Tadeu, emparedando os participantes.

Inscrições, online, estão abertas de 25 de janeiro até 25 de fevereiro

 

O Cursinho Pré-Universitário Educação e Cidadania (CEC), do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que prepara as pessoas para o ingresso no Ensino Superior, está com inscrições abertas, de 25 de janeiro a 25 de fevereiro, para a formação de novas turmas em 2022. As aulas estão previstas para começarem no dia 7 de março. 
O CEC é um projeto de extensão gratuito que visa fomentar, de forma interdisciplinar e por meio da democratização dos meios de produção científica, a formação cidadã crítica de educandos para que não apenas sejam aprovados em vestibulares, mas também tenham condições de vivenciar os diversos aspectos da vida universitária, o exercício do diálogo e da democracia. 
O Cursinho Educação e Cidadania iniciou suas atividades em 2009, idealizado por docentes da UFSCar com a finalidade de preparar estudantes de baixa renda que pretendam transpor a barreira do vestibular para ingressar o Ensino Superior público. Desde o inicio das atividades do CEC, mais de 600 alunos fizeram parte do projeto.

No imóvel foram encontrados tijolos e porções menores de crack, cocaína e maconha

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 39 anos, que foi surpreendido armazenando tijolos de drogas em casa. O flagrante foi realizado, no começo da tarde da última sexta-feira (21), no município de Ribeirão Preto.

Os trabalhos foram realizados por uma equipe da 2ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) local, que estava em diligências para combater o tráfico quando identificou que um homem estaria armazenando drogas em um apartamento.

Os policiais então foram até o endereço apurado e encontraram o suspeito saindo do condomínio com um veículo Ônix. Foi realizada abordagem e ele imediatamente admitiu que guardava drogas dentro do imóvel.

Foi então realizada vistoria no local e encontrados, dentro de caixas de sapatos, sob o guarda-roupas, oito tijolos de cocaína, seis de crack, um de maconha e seis porções de substância branca.

REINO UNIDO - As denúncias de festas envolvendo o primeiro-ministro Boris Johnson durante o restrito lockdown do Reino Unido fez com que a opinião pública atacasse duramente o político. Apesar de pedir desculpas aos britânicos, o premiê afirma que não pretende renunciar ao cargo, que deve ocupar até 2024.

No entanto, com a atual situação, existe uma pressão para que o partido do primeiro-ministro, o partido Conservador, retire o apoio a Johnson e que seja escolhido um novo nome antecipadamente. Vale lembrar que não é a população que elege quem ocupa essa posição no sistema parlamentarista, mas os membros do partido ou da coalizão com maior número de parlamentares eleitos.

Mesmo neste cenário incerto, a professora da ESPM e doutora em relações internacionais pela London School of Economics Carolina Pavese acredita que Johnson ainda tenha alguns meses à frente do Reino Unido.

“Não há um nome consensual dentro do partido de quem possa substituir Johnson. Há uma pressão para se esvaziar a cadeira, mas não há uma configuração de um candidato para substituir ou uma definição de nomes”, explica Pavese.

As medidas restritivas impostas pelo governo do Reino Unido na pandemia foram uma das bandeiras de Johnson em 2020, levando a população à ira com a revelação do escândalo batizado pela imprensa britânica como Partygate, uma referências as festas realizadas na residência oficial e que violaram as regras de isolamento do país.

“O sentimento geral é de revolta, de indignação e de injustiça. Essas regras de lockdown foram muito restritas no Reino Unido em todas as ondas”, destaca Pavese. “Essa vivência desse lockdown é ainda muito presente na relação dos cidadãos britânicos com a pandemia e uma característica muito forte de como o governo lidou com o coronavírus”.

Johnson assumiu o cargo de primeiro-ministro em 2019 após a saída da contestada Theresa May, em meio a uma tentativa de viabilizar o Brexit — apelido dado à saída do Reino Unido da União Europeia. Logo de início, o jeito atrapalhado e pouco tradicional para um político britânico fez com que a imagem do premiê ficasse cada vez mais desgastada.

O Partygate, por si só, arranha ainda mais a imagem de Johnson, que atualmente enfrenta a deserção de parte da equipe de ministros, incluindo renúncias por suspeitas de fraude em auxílios que podem chegar a 3,4 bilhões de libras esterlinas (cerca de R$ 25 bilhões).

Porém, soma-se a isso as acusações de chantagem dentro do partido Conservador e um caso de islamofobia contra a ex-ministra júnior de Transportes de Johnson, Nus Ghani. Todas essas questões sensíveis à sociedade britânica dificultam a vida do premiê no cargo.

“Nus Ghani fala que na época procurou Johnson, que já era primeiro-ministro, e levou a ele essa denúncia, dizendo que havia acontecido islamofobia dentro do partido. Johnson disse que não iria se envolver com essa questão”, conta Pavese, destacando outros casos de xenofobia envolvendo o atual primeiro-ministro.

Na visão da professora e doutora em relações internacionais, a imagem de político pouco convencional de Jonhson, que um dia alavancou a carreira do premiê, pode estar contribuindo negativamente neste momento.

“Johnson enfrenta também um certo esgotamento com essa imagem de fanfarrão, que é um político atípico e que de certa forma alavancou a carreira dele quanto líder populista, mas que não é um perfil tradicional do político britânico.”

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