Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) junto ao CME (Conselho da Mulher Empreendedora) entregou esta semana presentes de Natal a ONG Projeto Cor Ação e a Casa do Caminho com as presenças da Presidente do CME, Juliana Tomase e, outras conselheiras. A iniciativa foi recebida com muita emoção em ambos os locais. “Esta campanha fazemos todo ano e, este ano resolvemos contemplar o Projeto Cor Ação e a Casa do Caminho. Foram 182 brinquedos no total doados pela ACISC mais as sacolinhas com guloseimas doados pelas conselheiras”, afirmou Juliana.
O Projeto Cor Ação, é uma organização sem fins lucrativos, fundada em outubro de 2017, no bairro Cidade Aracy em São Carlos, atende atualmente cerca de 60 crianças e adolescentes, entre 5 a 16 anos de idade, em dois períodos distintos (manhã/tarde), assistindo 50 famílias e mais de 300 pessoas da comunidade.
A ONG proporciona e disponibiliza diversas atividades internas e externas que gerem crescimento e desenvolvimento aos assistidos, suas famílias e a comunidade a fim de beneficiá-los de forma integral. Possuem aulas de informática, música, artes etc. Fortalecem a importância da identidade pessoal, social e de grupo, através de atividades lúdicas e de aprendizagem, com práticas de valores morais, através de princípios de amor, respeito, confiança, coragem, compromisso e responsabilidade, contribuindo dessa maneira com a rede de proteção social.
Oferecem oficinas como: Oficina Brincar com Literatura, Reciclagem Artística, Recreação e Gincana, Oficina Vida Saudável, Oficina da Mente, Empreendedorismo, Inteligências Múltiplas, Cidadania, Teatro, Música, Circo, Informática, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Oficina de Artes-Desenho e Pintura, Aprendendo a Comunicação não-violenta entre outras.
Já a Casa do Caminha São Carlos vem há décadas divulgando o Espiritismo e promovendo ações assistenciais em benefício da comunidade do bairro do Tijuco Preto e de toda a cidade.
Como instituição Espírita, a Casa do Caminho oferece cursos aos iniciantes na Doutrina, das Obras Básicas da codificação, realizando atividades relativas à prática doutrinária, palestras, fluidoterapia em sua sede e na casa daqueles que não podem se locomover.
Creche Meimei
Além de sua programação de cursos e palestras, da distribuição de sopa para famílias carentes e a distribuição de enxovais para gestantes, a Casa do Caminho é a mantenedora da Creche Meimei, que atende a 75 crianças de 0 a 3 anos.
Em atividade desde 13 de Julho de 1984, a Creche Meimei é uma das atividades da Casa que ultrapassa a questão assistencialista para atingir o objetivo de disseminar o cristianismo nas atitudes e não apenas em discurso.
A Creche Meimei tem capacidade de atendimento para 75 crianças e mantêm convênio com o poder público municipal, seguindo as diretrizes nacionais designadas ao setor.
Atualmente, funciona de segunda à sexta-feira, em período integral. A metodologia está baseada na proposta de levar a criança a explorar e descobrir todas as possibilidades do seu corpo, das relações, do pensar.
SÃO CARLOS/SP - Duas pessoas que são presidiários na P1 na cidade de Itirapina acabaram fugindo nesta última quarta-feira, 14, mas não fugiram do presidio, mas de um pomar onde estavam colhendo laranjas.
De acordo com o agente penitenciário, um grupo de detentos que cumprem pena em regime semiaberto, estavam trabalhando em uma fazenda localizada no Distrito de Santa Eudóxia, com o serviço prestado a pena de cada detento diminui. Porém, A.B.A de 32 anos e G.H.R de 26 anos, decidiram diminuir por conta própria a pena e fugiram sem deixar rastros.
A ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária e a dupla está sendo procurada.
PEQUIM/XANGAI - A China buscava vacinar as pessoas mais vulneráveis nesta quinta-feira, antecipando-se a ondas de infecções por Covid-19, com alguns analistas prevendo que o número de mortos suba depois que o país afrouxou os rígidos controles que manteve por três anos.
A pressão por imunização ocorre quando a Organização Mundial da Saúde também levantou preocupações de que a população de 1,4 bilhão da China não foi vacinada adequadamente e os Estados Unidos ofereceram ajuda para lidar com um aumento nas infecções.
Na semana passada, Pequim começou a desmantelar seus rígidos controles de 'Covid-zero', eliminando os requisitos de teste e facilitando as regras de quarentena que causaram estresse mental para dezenas de milhões e atingiram a segunda maior economia do mundo.
O afastamento da política de "Covid-zero" incentivada pelo presidente Xi Jinping ocorreu após protestos generalizados sem precedentes contra ela. Mas, o diretor de emergências da OMS, Mike Ryan, disse que as infecções estavam disparando na China bem antes da decisão do governo de eliminar gradualmente seu regime rigoroso.
"Há uma narrativa no momento de que a China suspendeu as restrições e, de repente, a doença está fora de controle", disse Ryan em Genebra.
"A doença estava se espalhando intensamente porque acredito que as medidas de controle em si não estavam impedindo a doença."
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, afirmou na quinta-feira, 14, que a China tem "vantagens institucionais" para combater a Covid.
"Certamente seremos capazes de superar o pico da epidemia", disse ele em uma coletiva de imprensa regular em resposta à afirmação do porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, John Kirby, de que os EUA estão prontos para ajudar se a China solicitar.
Há sinais crescentes de caos durante a mudança de rumo da China - com longas filas do lado de fora das clínicas, corridas por remédios e compras de pessoas em pânico em todo o país.
Um vídeo postado online na quarta-feira mostrou várias pessoas em roupas grossas de inverno ligadas a soros intravenosos enquanto se sentavam em bancos na rua em frente a uma clínica na província central de Hubei. A Reuters verificou a localização do vídeo.
O temor de Covid na China também levou pessoas em Hong Kong, Macau e em alguns bairros da Austrália a procurar remédios para febre e kits de teste para familiares e amigos no continente.
Por todos os seus esforços para conter o vírus desde que surgiu na cidade central de Wuhan no final de 2019, a China agora pode pagar um preço por proteger uma população que carece de “imunidade de rebanho” e tem baixas taxas de vacinação entre os idosos, disseram analistas.
“As autoridades permitiram que os casos em Pequim e outras cidades se espalhassem a ponto de que retomar as restrições, testes e rastreamento seria amplamente ineficaz para controlar os surtos”, disseram analistas do Eurasia Group em nota na quinta-feira.
"Mais de 1 milhão de pessoas podem morrer de Covid nos próximos meses."
Outros especialistas estimam o número potencial em mais de 2 milhões. A China registrou apenas 5.235 mortes relacionadas à Covid até agora, número extremamente baixo para os padrões globais.
A China, que disse que cerca de 90% de sua população está vacinada contra a Covid, decidiu agora lançar a segunda dose de reforço para grupos de alto risco e idosos com mais de 60 anos.
O porta-voz da Comissão Nacional de Saúde, Mi Feng, disse na quarta-feira que era necessário acelerar as vacinações, de acordo com comentários relatados pela mídia estatal.
Por Brenda Goh e Albee Zhang / REUTERS
EQUADOR - Já não é novidade para ninguém que, nos últimos séculos, a quantidade de lixo desenfreada que estamos produzindo é absurda. Alguns rios e lagos, inclusive, são conhecidos como depósitos de lixos à céu aberto. Já nos oceanos ao redor do mundo, além do despejo de esgoto, petróleo, óleos combustíveis e outros dejetos provenientes dos navios e da economia marítima, as pessoas descartam qualquer tipo de sujeira nas areias.
Seria ruim o suficiente se esse lixo só ficasse por ali, não é mesmo? Mas ele também se desloca para os mares, afetando os animais marinhos e obrigando-os a viver num “mar de lixo”. Além de, claro, afetar diretamente o equilíbrio da natureza e do meio ambiente. Infelizmente, evitar que a poluição se alastre mundo à fora está em última lugar na vida de milhões de pessoas.
Assim como o descaso da população com a multiplicação sem precedentes da poluição, existem algumas localizações que acabam sendo deixadas de lado pelo resto do mundo, e são raramente lembradas pela imprensa ou pelos líderes mundiais, por exemplo. Entretanto, essa realidade é modificada quando um desses lugares se torna rota do lixo mundial que flutua pelas correntes oceânicas. Esse, infelizmente, é o caso da Ilha da Ascensão, que depois de anos esquecida, virou notícia recentemente por ser habitada pelo lixo gerado pelas mais de 8 bilhões de pessoas ao redor do mundo.
História da ilha
Localizada no Oceano Atlântico, no meio do caminho entre o Brasil e a Angola, a Ilha da Ascensão recebeu esse nome quando foi redescoberta justamente no Dia da Ascensão, pelo Grande, o César do Oriente, o Leão dos Mares, o Terribil e o Marte Português – Afonso de Albuquerque. Antes, havia sido encontrada – sem querer – por João da Nova, em 1501. Entretanto, naquela época, os portugueses não estavam tão interessados em invadir o lugar, visto que o comércio com o Oriente era mais importante naquele momento.
Ascensão foi ocupada, durante muito tempo, por aves marinhas e tartarugas que viajavam milhões de quilômetros, a partir do Brasil, para procriar. Os primeiros humanos só foram habitar a Ilha em 1815, quando a Marinha Real Britânica montou ali um acampamento para vigiar Napoleão Bonaparte, que estava exilado a quase 1,3 mil quilômetros a sudeste da Ilha da Ascensão. Depois disso, o local ganhou importância geopolítica e abriga até uma base área da Força Real Britânica.
Atualmente, o local possui pouco mais de mil habitantes – a maior parte da população são os funcionários da base e suas famílias –, com uma área total de 88 km², fazendo parte do território britânico Agora, como uma Ilha tão importante geopoliticamente, e sendo habitada por várias famílias, pode ter virado um depósito gigante de lixo? A gente te explica!
A poluição do mundo todo que vem pelo mar
De acordo com reportagem produzida pela BBC, o lixo encontrado no litoral da Ilha veio de países como África do Sul, China e Japão. Uma equipe ambientalistas e pesquisadores da Sociedade Zoológica de Londres (ZSL), passou cinco semanas avaliando o tamanho da poluição no local, e qual a gravidade da situação. Eles chegaram a conclusão de que mais de 900 espécies da vida marítima estão ameaçadas pela poluição encontrada no local. É o caso da ave fragata, do caranguejo terrestre e de milhares de espécies de aves, peixes, tartarugas e até tubarões.
Foram mais de 7 mil pedaços de plásticos encontrados na costa sudoeste da Ilha durante a expedição de pesquisadores da ZSL. Segundo a bióloga marinha Fiona Llewellyn, os animais estão ingerindo e ficando enroscados em grandes pedaços de plástico, causando dano à saúde dos mesmos. "Os tipos de plásticos mais comuns encontrados no local são garrafas, pedaços de plástico rígido que se romperam, equipamentos de pesca e pontas de cigarro", completa.
Um agravante da situação, é que a maior parte do lixo se encontra encalhado em penhascos que são perigosos e difíceis de alcançar, o que acaba dificultando o processo de limpeza.
A equipe de conservação ambientalista da Sociedade Zoológica de Londres juntou esforços para uma campanha de combate a poluição plástica do local, em conjunto com o governo da Ilha de Ascensão, o governo da Ilha de Santa Helena, a Universidade de Exeter e a Universidade Nelson Mandela. O projeto terá duração de três anos, e consistirá em identificar as garrafas plásticas, avaliar as suas datas de validade e entender quando, como e onde elas podem ter entrado no mar.
por Maria Fernanda Coutinho / MEGA CURIOSO
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.