Jornalista/Radialista
ARARAQUARA/SP - O grupo Sorriso Maroto está na estrada com seu novo show. A banda se apresenta dia 14 de julho, no Bazuah Eventos, em Araraquara.
O repertório é formado por canções repletas do melhor pagode, experimentações unindo gêneros e gerações, e uma mensagem de transformação coletiva através da música. A novidade fica por conta de músicas como Volta Pra Casa e Como Antigamente que fazem parte do trabalho recém-lançado, “Sorriso Maroto – Como Antigamente”, com 13 faixas inéditas na voz do grupo e quase todas autorais. Mas singles como 50 Vezes, que marcou uma virada do Sorriso Maroto após 20 anos de carreira, 100 Likes, que alcançou o Single de Ouro, Eu Topo e todos os sucessos do grupo também farão parte do set list.
Sorriso Maroto, formado por Bruno Cardoso (voz), Cris Oliveira (percussão e vocal), Sergio Jr (violão e vocal), Vinícius Augusto (teclado e vocal) e Fred (percussão), surgiu em 1997 em Grajaú, bairro tradicional da Zona Norte do Rio de Janeiro. Prestes a completar 25 anos de carreira, o grupo carrega um legado de produzir novos conteúdos e entregar lançamentos periódicos sem perder as referências.
O grupo lançou no final de 2022 o álbum “Sorriso Maroto – Como Antigamente”, com 13 faixas inéditas na voz da banda e quase todas autorais. O trabalho foi gravado em julho, no Polo Cine Vídeo, no Rio de Janeiro, ao vivo, sem público e com uma estética de sessions minimalista. No projeto audiovisual, Bruno, Sergio, Cris, Vini e Fred ganham evidência com um jogo de luz pensando exclusivamente para a gravação, que têm como fundo, cavaletes com fotos de cada integrante mais novos (entre 14 e 16 anos, quando começaram a cantar), atualmente e como seriam mais velhos.
SERVIÇO
Show Sorriso Maroto
Local: Bazuah Eventos
Data: Dia 14 de julho | sexta-feira
Horário: 21h
Preço: De R$60 a R$300
Vendas | https://quero2ingressos.com.
IBATÉ/SP - O Centro de Formação Artística Anna Ponciano Marques - Centro Cultural de Ibaté, está com as inscrições abertas para alguns cursos que são oferecidos ainda em 2023.
Este ano o Centro Cultural trouxe novidades, dentre elas: Violino, Jazz, Robótica, Desenho/Grafite, Informática para a melhor idade e Canto/coral para crianças.
As vagas abertas são remanescentes e limitadas, por isso os interessados devem ir até o Centro Cultural para preencher o formulário de matrícula.
Quem optar para os cursos que são utilizados instrumentos musicais, os alunos não precisam ter o instrumento, pois o Centro Cultural oferece toda a infraestrutura para que todos tenham a oportunidade de participar.
O diretor de Esportes e Turismo de Ibaté – Gestor do Centro Cultural, Joziel Gama, destaca que as inscrições estão por ordem de chegada, por isso os interessados devem se apressar. “No total o Centro Cultural oferece 19 cursos e em parceria com a Secretaria Municipal de Promoção e Bem-Estar Social, através do CRAS com o curso de cabeleireiro, e em parceria com a Secretaria de Esportes e Turismo o curso de Tae-kwon-do”, conta.
Gama lembra que os profissionais que fazem parte dos Projetos de formação artística e cultural, são os mais renomados do interior Paulista, oferecendo um desenvolvimento diferenciado e de extrema qualidade.
O início das aulas é imediato e para se inscrever, basta ir de forma presencial no Centro Cultural na Rua Benedito Barreto s/n Jardim Cruzado ao lado do PSF.
Mais informações podem ser obtidas por telefone: (16) 3343.4676, de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 17h.
ARÁBIA SAUDITA - A Arábia Saudita e a Rússia anunciaram na segunda-feira que fariam cortes adicionais no fornecimento de petróleo, já que uma desaceleração econômica global paira sobre as perspectivas para a demanda de energia.
A Arábia Saudita – o maior exportador mundial de petróleo bruto – disse que estenderá um corte de 1 milhão de barris por dia em sua produção de petróleo pelo menos até o final de agosto. O corte, que entrou em vigor no sábado, foi inicialmente planejado para durar o mês de julho, em uma tentativa de sustentar os preços do petróleo.
O vice-primeiro-ministro da Rússia, Alexander Novak, disse que seu país cortaria voluntariamente o fornecimento em 500.000 barris por dia em agosto, cortando as exportações.
Os anúncios fizeram com que os preços do petróleo Brent, referência global do petróleo, subissem 0,7%, sendo negociados a US$ 76 o barril. O WTI, referência dos EUA, subiu 0,8%, para US$ 71. Os preços do petróleo caíram mais de 40% desde março do ano passado, quando atingiram a maior alta em 14 anos após a invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia.
A Arábia Saudita precisa que o petróleo Brent seja negociado a cerca de US$ 81 o barril para equilibrar seu orçamento, de acordo com o Fundo Monetário Internacional. O reino caiu novamente em um déficit orçamentário este ano, depois de registrar um superávit em 2022 pela primeira vez em quase uma década.
O estado do Golfo anunciou pela primeira vez seu corte de 1 milhão de barris após uma reunião em junho entre membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Rússia e outros produtores menores, uma aliança conhecida como OPEP +.
“Este corte voluntário adicional vem reforçar os esforços de precaução feitos pelos países da OPEP + com o objetivo de apoiar a estabilidade e o equilíbrio dos mercados de petróleo”, disse a agência de notícias saudita, citando uma fonte oficial do Ministério da Energia na segunda-feira.
Na reunião de junho, Riad também disse que estenderia um corte de produção de 500.000 barris por dia – anunciado pela primeira vez em abril – até o final do ano que vem. Juntos, os cortes reduzirão a produção total de petróleo da Arábia Saudita para nove milhões de barris por dia.
Outros membros da OPEP+ prometeram reduzir a produção até o final de 2024 em meio a uma perspectiva decepcionante para a demanda global e uma forte recuperação pós-pandemia na economia chinesa parece cada vez mais improvável.
Os dados da pesquisa industrial chinesa, divulgados na segunda-feira, mostraram apenas um crescimento modesto na atividade na segunda maior economia do mundo no mês passado, com algumas empresas cortando pessoal porque as vendas ficaram mais fracas do que o esperado.
“O otimismo em torno das perspectivas de 12 meses para a produção diminuiu para uma mínima de oito meses em junho, já que algumas empresas expressaram preocupações com as condições de mercado relativamente fracas”, escreveram analistas da S&P Global no relatório de segunda-feira.
por diegof / ISTOÉ DINHEIRO
PUERTO IGUAZÚ - O chanceler do Uruguai, Francisco Bustillo, indicou na segunda (3) que o país cogita deixar o Mercosul como Estado-membro caso o bloco não "se flexibilize". Montevidéu insiste há dois anos no desejo de firmar um acordo bilateral com a China -o que Brasil e Argentina veem como uma violação às normas do grupo.
"[A participação no bloco] é algo que, sem nenhuma dúvida, em algum momento, o Uruguai terá que considerar", disse Bustillo à imprensa uruguaia após uma reunião de ministros. "Seja para modificar o próprio tratado fundador, ou eventualmente cogitar a possibilidade de sair do Mercosul como Estado fundador e tornar-se associado."
Ele ponderou, no entanto, que a decisão teria de passar por várias instâncias. "Mas todas essas considerações, que estão sobre a mesa como uma possibilidade, são questões que me transcendem, e que serão consideradas por todas as forças políticas que compõem o Uruguai", acrescentou após o encontro em Puerto Iguazú.
O Mercosul atualmente é formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, e tem como países associados os outros sete sul-americanos, com exceção da Venezuela, suspensa em 2016 por violar as cláusulas do bloco. Já a Bolívia está desde 2012 em um processo de adesão que depende da aprovação do Congresso brasileiro -o chanceler Mauro Vieira afirmou que quer avançar nos trâmites nos próximos meses.
Questionado sobre a existência ou não de estudos jurídicos sobre a eventual saída do bloco, o ministro Butillo afirmou: "Existem estudos. Os caminhos podem ser percorridos. O mais importante seria que existisse a vontade política, assim como existia na época de ingressar no Mercosul e fundá-lo".
Procuradas, as chancelarias do Brasil, da Argentina e do Paraguai não comentaram as declarações de Bustillo. Segundo membros do governo brasileiro que participaram das reuniões, uma eventual saída do Uruguai não chegou a ser citada na cúpula de ministros. O país, dizem, participou ativamente dos debates.
O uruguaio usou seu discurso para pressionar por flexibilização. "China aguarda, Uruguai também aguarda. Como temos falado reiteradamente, para o Uruguai é sempre melhor estar acompanhado, em qualquer mesa de negociação, da Argentina, Brasil e Paraguai. [...] A única coisa que não vamos permitir é o imobilismo."
Também fez oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que vem criticando novas exigências ambientais da União Europeia para ratificar um acordo de livre-comércio entre os blocos -cujas negociações já duram mais de 20 anos. O Itamaraty afirmou que deve apresentar uma aguardada resposta às exigências "em alguns dias".
"Sobre a União Europeia, basta dizer que lamentamos não ter conseguido corresponder às nossas propostas, expectativas e circunstâncias. No início deste semestre concordamos que a prioridade seria a UE", disse Bustillo.
"Ao final desta Presidência [semestral] da Argentina, confirmamos que não avançamos nas negociações. Tínhamos acertado um cronograma de reuniões para todo o semestre entre as delegações do Mercosul e da UE, e nenhuma delas pôde ser realizada", continuou.
Em janeiro, o presidente uruguaio, Luis Lacalle Pou, já havia criticado o que chama de protecionismo do Mercosul na Cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos). Ele pediu que líderes da região parassem de "reclamar para dentro" e compreendessem que é preciso avançar na integração global.
O discurso destoou do de seus correspondentes do Brasil e da Argentina, que falavam em uníssono na necessidade de combater o avanço da ultradireita. Na ocasião, Mauro Vieira afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo que a efetivação das negociações significaria a destruição do bloco.
Júlia Barbon / FOLHA de S.PAULO
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