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Henrique

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Uma moradora que pediu para não ser identificada, entrou em contato com nossa redação contando que no Bairro Santa Angelina na Rua Geraldo Belline Filho com a João Petruceli, próximo a C.E.M.E.I. Deputado Vicente Botta , existem dois terrenos baldio que serve de criadouro da Dengue.

Segundo a moradora, os terrenos estão completamente abandonados, com o mato muito alto e, além disso, o terreno virou “lixão”, lugar de descarte de lixo.

No Local  há  muitas Embalagens plásticas que podem acumular água, propícia à proliferação do mosquito da dengue.

Ela pede a ajuda das autoridades competentes, que possam averiguar o caso e tomar as devidas providências

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SÃO PAULO/SP - A Polícia Militar de São Paulo fez um esquema especial de segurança antes da chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao velório do neto Arthur. Ao todo, seis PMs armados estão na capela onde o corpo do menino está sendo velado. Além disso, mais de dez viaturas estão no entorno do local e uma barreira feita na entrada do cemitério causou incômodo à família de Lula.
 
Entraram seis PM armados na capela onde está sendo velado o corpo e chegou caminhão com grades. O deputado estadual Emídio de Souza e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, conversaram com o comando da Polícia Militar no local pedindo que os agentes sejam menos ostensivos e reclamando de exageros na operação. O comandante da PM afirmou que o combinado é a entrada apenas de familiares e amigos da família.
 
O clima no velório era de profunda tristeza. Sandro, filho caçula de Lula e pai de Arthur, chorava em uma cadeira ao lado do caixão branco do garoto, sob o qual foram postos um par de chuteiras e uma bola de futebol.
 
A imprensa está concentrada do lado de fora do cemitério Cemitério Jardim das Colinas, onde prevalece o silêncio, que só foi rompido por uma manifestante solitária que xingou Dilma Rousseff de ‘vagabunda’ em sua chegada — a única reação dos outros presentes foi de constrangimento. A petista, assim como o ex-deputado José Genoino, seguiu direto para o interior do cemitério.
 
Ao chegar, o deputado federal Rui Falcão disse que a família de Lula está preocupada com sua saúde. Do lado petista, um pequeno grupo começou a gritar “Lula livre” assim que aumentou a movimentação de policiais antes da chegada do ex-presidente. Os portões só foram abertos ao público às 10h.
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a superintendência da Polícia Federal em Curitiba por volta das 7h deste sábado, 2, rumo a São Bernardo, onde participa do funeral de seu neto Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, vítima de meningite meningocócica.
 
Lula deixou a sede da PF em Curitiba onde cumpre pena, em um helicóptero da corporação. Pouco depois ele embarcou no avião oficial do governo do Paraná no aeroporto Bacacheri, de onde seguiu para Congonhas, em São Paulo. De lá, Lula embarcou em outro helicóptero da PF em direção a São Bernardo.
 
A cremação de Arthur está marcada para 12h no cemitério Parque da Colina, onde também foi cremada a avó do garoto, Marisa Letícia, morta em 2017.
 
Durante a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado parentes, amigos da família e aliados de Lula estiveram no local para prestar solidariedade à família. Entre eles a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, os ex-ministros Alexandre Padilha, Gilberto Carvalho e Paulo Vannuchi, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e o médico Roberto Kallil Filho. De manhã chegaram o deputado estadual Emidio de Souza e o advogado Marco Aurélio Carvalho.
*Ana Weiss/VEJA.COM
(com Estadão Conteúdo)

SÃO CARLOS/SP - Na tarde deste sábado de carnaval (02), a Polícia Militar deteve um homem com entorpecentes na Avenida João Dagnone esquina com a Rua Gildiney Carrery, no bairro Santa Angelina, em São Carlos.

De acordo com informações, a viatura da PM composta pelo Tenente Rocha e o Soldado Manfrin, faziam patrulhamento, quando avistaram o homem com uma bolsa na mão. Ao fazer a abordagem e revista, foi encontrado drogas dentro da bolsa.

O sujeito foi encaminhado ao Plantão Policial, onde ficou a disposição do delegado.

Pátria amada

Mar 30, 2026

RIO DE JANEIRO/RJ - Causou discussão um pedido do Ministério da Educação, para que seja lida uma mensagem do Ministro e depois se cante o Hino Nacional diante da Bandeira do Brasil. Cantar o hino diante da bandeira é o óbvio ululante. Estar com a bandeira no alto do mastro todos os dias é o óbvio que se espera de uma escola, onde se consolidam a nacionalidade, a cidadania e o patriotismo. O MEC pedia que a ocasião fosse filmada e remetida ao Ministério. Obviamente nenhuma escola é obrigada a isso; obviamente, nenhuma escola vai filmar suas crianças sem consultar os pais. Diante da discussão, o Ministro retirou o pedido de filmagem.

O problema maior está na mensagem do Ministro Vélez Rodriguez. Embute uma propaganda ao dizer “vamos saudar o Brasil dos novos tempos”. Um pecadilho se considerarmos os milhões que governos anteriores gastaram, dos nossos impostos, em propaganda e, afinal, a cada minuto que passa chegamos a novos tempos. A questão maior está no encerramento da mensagem, com o que foi um slogan de campanha: “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”. Mais tarde, o ministro se arrependeu e mandou outra mensagem, sem o slogan, para substituir a original.

Ora, direis, a campanha acabou, portanto o slogan já não é de campanha para um candidato. Além disso, o Brasil precisa mesmo estar acima de tudo. Tudo bem, aceitável. Mas aí vem a conclusão: “Deus acima de todos”. Um candidato pode ter essa preferência, opção, ou crença, e se apresentar assim aos eleitores. Mas não um agente do Estado Brasileiro. Porque o estado é laico. É uma democracia, não uma teocracia, como o Irã ou o Vaticano. E a que deus se refere? Ao dos cristãos e judeus? Ao do Islã, dos xintoístas, dos budistas? Como se sentiriam os jovens brasileiros, em crescente descrença num deus? Estatísticas mostram que um em cada cinco são ateus. A CNBB se diz preocupada com o crescimento dessa ausência de religião. Não estou entre os ateus, mas entre os que acreditam que o estado não deve misturar questões de fé.

Comecei esta semana cantando o Hino a plenos pulmões, para acompanhar as crianças que estavam no palco do auditório do Centro de Instrução dos Fuzileiros Navais, na Ilha do Governador. Me perdoem os fãs da Marselhesa, mas ela tem sangue e degola. O nosso hino é um poema sinfônico belíssimo na letra e música. Nos fins de semana, a bandeira está sempre no topo de minha casa, e é saudada. Durante toda minha infância, no grupo escolar, de 1946 a 1950, hasteávamos a bandeira cantando o hino, na hora cívica de sábado. Nada a ver com governo, mas com o Brasil. Pena que não encontrei na Constituição atual, na parte que trata da Educação, nada sobre estímulo ao patriotismo. Será que nossa Educação é apátrida?

 

*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.

Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.

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