Jornalista/Radialista
PRESIDENTE BERNARDES/SP - Uma atuação integrada entre as Polícias Civis dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Bahia resultou na prisão de 15 integrantes envolvidos em furtos de máquinas retroescavadeiras e tratores agrícolas em cidades do interior paulista e mineiro. As prisões foram realizadas na manhã de terça-feira (23), após cumprimento de mandados expedidos pela Justiça durante a segunda fase da Operação Interestadual Logro. O valor dos equipamentos furtados chega a R$ 2,5 milhões.
A investigação começou em 2021 quando duas retroescavadeiras foram furtadas em uma área rural do município de Presidente Bernardes, no interior de São Paulo. O esquema funcionava após os suspeitos “comprarem” propriedades com o uso de nomes falsos, onde realizavam serviços de terraplanagem. Durante a noite, antes de realizarem o pagamento, as máquinas eram furtadas e levadas em um caminhão guincho até o estado de Minas Gerais.
O grupo criminoso emitia notas fiscais falsas e alterava todos os documentos relacionados ao transporte, frete e seguro para burlar a fiscalização. Com base nas informações, foi realizada em 2022 a primeira fase da operação, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliares.
Ontem, durante a segunda fase, 15 suspeitos foram presos após a Delegacia de Polícia de Presidente Bernardes dar continuidade aos mandados de prisão preventiva e de medidas cautelares. Ordens judiciais de sequestros de bem móveis e bloqueio de contas de pessoas físicas e jurídicas também foram realizadas.
A ação foi deflagrada nas cidades de São Paulo, Presidente Prudente, Guarulhos, Mogi das Cruzes e Atibaia (SP), em Pouso Alegre, Itaú de Minas e Pratápolis (MG), em Maringá (PR) e Alagoinhas (BA). Participaram da operação cerca de 150 policiais civis.
Ao todo foram esclarecidos o furto de nove retroescavadeiras e tratores agrícolas nas cidades de Presidente Bernardes, Paulínia, Indiana e Cruzeiro (SP) e em Alpinópolis (MG). O prejuízo causado pela quadrilha gira em torno de R$ 2,5 milhões.
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio dos setores de Fiscalização e Vigilância Epidemiológica, intensificaram na terça-feira (23), o trabalho de fiscalização para manutenção da limpeza de terrenos e imóveis na região central de Ibaté.
A fiscalização sobre esses locais foi realizada devido ao aumento do número de denúncias, já que o mato alto e o acúmulo de entulhos criam um ambiente propício para a reprodução de insetos. Totalizando 143 pontos vistoriados, entre imóveis e terrenos.
O mato, quando alto, pode servir de habitação para animais peçonhentos e outras pragas, que se aproveitam da sujeira para se proliferarem. “É o caso de escorpiões e é o caso do mosquito da dengue. Os escorpiões gostam de estar em restos de madeira, lixo e entulhos. O Aedes aegypti, por sua vez, se reproduz em água parada, que normalmente se acumula em recipientes jogados a céu aberto e que podem estar escondidos em meio ao mato alto”, explicou Hewerton Henrique Costa Clement, supervisor de Controle de Vetores.
RIO DE JANEIRO/RJ - Henri Castelli, 46, em entrevista ao podcast Papagaio Falante, sobre a agressão que sofreu em 2020, em Alagoas.
O QUE HENRI DISSE
Sobre a agressão. "Não foi briga, foi uma covardia, tentaram me matar. Graças a Deus tinha um promotor de Justiça de Belém, que hoje virou um grande amigo, que presenciou e se posicionou, como profissional. Ele disse: 'Vi o que aconteceu. Você não fez nada'. Nem beber eu tinha bebido."
Motivo ainda é desconhecido. "Foi numa marina, que estava fechado. Eu não sei o porquê. Ninguém falou. Eles fizeram um acordo com a promotoria, foram condenados. Um pegou pelo pescoço, me desmaiou, o outro chutou por baixo.
Vieram do nada. Eu não sei o motivo. Eu falo isso aqui, parece mentira, mas não sei."
"Eu lembro quando acordei. Acordei no chão já. Me tiraram de lá. Dois dias depois que fui saber o que tinha realmente acontecido, na delegacia, IML", disse Henri Castelli.
Henri teve uma fratura exposta na mandíbula e outras lesões causadas por chutes e socos. "Tive uma fratura no maxilar. Oito depois ainda viajei porque minha médica falou. Você vai viajar amarrado e depois vai operar. Vida normal.
Sequelas. "Tem a dormência [no maxilar], ainda sinto. Se colocar um alfinete aqui, eu não sinto dor. Tem uma cicatriz aqui que é uma placa."
Ressentimentos? "Tenho problema nenhum, ressentimento zero. Perdão, tá tudo certo."
A agressão aconteceu na Barra de São Miguel (Alagoas) em 30 de dezembro de 2020. A princípio, ele disse ter sofrido um acidente na academia, e depois explicou que não queria assustar seus familiares: "Optamos por falar sobre o acidente na academia para não assustar a minha família. Ligar para a minha mãe para contar sobre a agressão não era a melhor coisa a fazer."
Henri só falou da agressão duas semanas depois, após passar por uma cirurgia e sair do hospital. "Eu fui agredido covardemente, sem chance de me defender. Eu estava com alguns amigos e, do nada, fui puxado pelas costas, jogado no chão e fui agredido, vítima de socos e chutes no rosto".
POR FOLHAPRESS
EUA - Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone, dois dos maiores ícones do cinema de ação, concederam uma entrevista conjunta para o 'TMZ Presents: Arnold & Sly: Rivals, Friends, Icons'.
Abordando sua antiga rivalidade, especialmente notada nas décadas de 80 e 90, os atores reconheceram a importância mútua em suas carreiras.
"Ele foi muito influente na minha carreira, porque estabelecia um padrão que eu desejava alcançar", observou Schwarzenegger, atualmente com 76 anos.
"Quando o vi, foi instantâneo - dois machos alfa. Se nos encontrássemos em uma festa, ficaríamos frente a frente por alguns segundos e então eu pensava: 'Tenho que superá-lo. Ele ainda não falhou em nada, mas vai falhar'", lembrou.
Schwarzenegger também confessou que foi ele próprio quem iniciou a rivalidade ao começar a "fazer comentários bobos" e a ser "competitivo".
Antigos rivais, hoje são amigos. Arnold destacou ainda sua admiração pela "dedicação e paixão" de Stallone.
Por outro lado, para Stallone, o que mais chamava a atenção em Schwarzenegger era sua segurança.
"É como uma estação que nunca muda. É muito organizado, calculista, ponderado. Eu não sou assim, sou bastante emotivo e posso ser afetado por coisas que não fazem sentido lógico. E é aí que você comete erros, quando o coração lidera em vez do cérebro", concluiu.
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.