fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

RIBEIRÃO PRETO/SP - A Polícia Militar apreendeu mais de 300 quilos de cocaína em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, na segunda-feira (6). A droga era transportada na caçamba de uma caminhonete. O motorista, de 41 anos, foi preso em flagrante. 

Os militares do 11º Batalhão de Ações Especiais (Baep) realizavam patrulhamento pela região, quando receberam informações sobre um veículo suspeito que praticava furtos nas redondezas.

Em seguida, a equipe localizou o automóvel. Ao perceber a aproximação da viatura, o motorista tentou fugir, mas foi detido.

Durante a vistoria na caminhonete, foram encontrados 320 tijolos de cocaína. A polícia também recolheu dois celulares.

O suspeito foi encaminhado à delegacia, onde o caso foi registrado como tráfico de drogas e localização e apreensão de veículo na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ribeirão Preto.

Levantamento do IEMB-Acirp a partir de dados do Caged mostra saldo de 5,2 mil vagas na cidade e aponta mercado em expansão, apesar do aumento nas demissões

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - Levantamento da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) aponta que o mercado de trabalho da cidade ampliou o número de empregos formais no período de janeiro a julho deste ano.

A análise é do Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB - Acirp) com base em dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O estudo mostrou que o município alcançou em julho de 2025 um total de 258,1 mil vínculos ativos, crescimento de 2,6% em relação a 2024.

Foram registrados também 94,4 mil admissões e 89,1 mil desligamentos, resultando em saldo de 5.248 vagas, ligeiramente abaixo do obtido no mesmo período do ano passado (5.339).
O setor de serviços segue liderando a geração de postos, com 3.489 novas vagas, acima das 2.518 em 2024. O comércio manteve a segunda posição, mas reduziu seu saldo para 613 vagas, frente a 1.535 no ano anterior.

A indústria avançou levemente, de 673 para 736 vagas, enquanto a construção civil criou 409 postos e a agropecuária apenas 1 vaga líquida.

A composição do emprego formal na cidade permanece praticamente estável: serviços (56,1%), comércio (27,7%), indústria (10,4%), construção civil (5,3%) e agropecuária (0,5%).

De acordo com Lucas Ribeiro, analista do IEMB-Acirp, os dados indicam que Ribeirão Preto mantém sua capacidade de gerar empregos e ampliar o estoque total de postos, mas enfrenta o desafio de reduzir a rotatividade. “É essa questão que vem limitando a percepção de avanço no mercado de trabalho da cidade”, pondera Ribeiro.

MUNIQUE - A BMW reduziu sua previsão de lucratividade para o ano, já que a fabricante alemã de carros continua enfrentando uma demanda fraca na China. O grupo, que abriga sua marca homônima, bem como as marcas Mini e Rolls-Royce e um negócio de motocicletas, disse na terça-feira que os volumes de vendas cresceram na Europa e nas Américas nos primeiros nove meses do ano, mas não na China.

A empresa afirmou que as entregas de veículos aumentaram 8,8% globalmente, totalizando 588.300 unidades no terceiro trimestre, com um crescimento de 25% nos EUA e 9,3% na Europa, mas uma queda de 0,4% na China. A BMW disse que estava reduzindo suas previsões de volume para o mercado chinês no quarto trimestre.

A empresa também mencionou que uma redução nas comissões dos bancos chineses para concessionárias pela intermediação de produtos financeiros e de seguros para clientes pesaria sobre a lucratividade.

A BMW espera que os lucros antes dos impostos diminuam ligeiramente este ano em relação aos 10,97 bilhões de euros (US$ 12,85 bilhões) em 2024. Enquanto isso, o fluxo de caixa livre em seu segmento automotivo deve ficar acima de 2,5 bilhões de euros este ano, em comparação com uma estimativa anterior acima de 5 bilhões de euros.

O grupo Mercedes-Benz relatou ontem uma queda de 12% nas vendas trimestrais, culpando os desafios no mercado chinês, bem como o impacto das tarifas dos EUA.

A BMW publicará os resultados do terceiro trimestre em 5 de novembro.

 

 

por Estadao Conteudo

EUA - O tamanho dos desastres causados por incêndios florestais disparou de 2015 para cá, com quase metade das ocorrências mais destrutivas acontecendo ao longo da última década, afirma um novo estudo. Há um forte elo entre a magnitude dos incêndios e o aumento da frequência de condições extremas de secura e vento, muito provavelmente geradas pela emergência climática global.

A situação é particularmente preocupante em áreas com clima e vegetação semelhantes aos do Mediterrâneo (com verões secos e florestas relativamente "ralas", combinando árvores, arbustos e gramíneas) e em regiões temperadas com matas de coníferas (pinheiros e seus parentes).

A notícia menos pior é que áreas de savana tropical, como o cerrado brasileiro, não estão expostas aos riscos mais graves, ao menos por enquanto.

"Não estou dizendo que as coisas não estão mudando também nas savanas tropicais, ou que não há risco nessas áreas, mas apenas que elas não estão enfrentando os riscos mais altos", declarou à Folha o coordenador da pesquisa, Callum Cunningham, da Universidade da Tasmânia, na Austrália.

Ele assina o novo estudo, publicado no periódico especializado Science, junto com colegas australianos e americanos e com um pesquisador da divisão de análise de riscos ambientais da Munich Re, multinacional alemã da área de seguros.

A seguradora teve participação importante no estudo justamente por causa de sua ampla base de dados global sobre desastres de todos os tipos, um tema que, claro, interessa muito às empresas do ramo. O banco de dados da empresa alemã foi combinado com informações compiladas pelo Centro de Pesquisa sobre a Epidemiologia de Desastres, disponibilizadas publicamente pela Universidade de Louvain, na Bélgica.

Nas duas bases de dados, os pesquisadores buscaram identificar os principais desastres causados por incêndios segundo dois critérios básicos: os que causaram mortes de dez ou mais pessoas e os que ficaram entre os 200 maiores em termos de prejuízos econômicos, levando em conta o PIB (produto interno bruto, a soma das riquezas produzidas por um país no ano) de cada nação no momento da catástrofe.

O que a análise feita com base nesses critérios mostrou é que, no período entre 1980 e 2023, não houve propriamente um aumento constante do risco de incêndios catastróficos.

Embora a frequência desses eventos tenha aumentado 4,4 vezes de 1980 para cá, 43% dos incêndios mais arrasadores aconteceram nos últimos dez anos da sequência de dados. O prejuízo, em termos do PIB mundial, aumentou cinco vezes no período, enquanto os desastres com dez ou mais mortes ficaram três vezes mais frequentes (ou seja, um ritmo bem superior ao crescimento da população mundial, que aumentou apenas 1,8 vez dos anos 1980 para cá).

Tanto pelo critério econômico quanto pelo populacional, faz sentido que os piores incêndios florestais atinjam regiões do mundo desenvolvido. Entre os "campeões" da lista, portanto, estão regiões do Mediterrâneo (Portugal, Espanha, Grécia) e áreas com clima e vegetação semelhantes no oeste dos EUA (sul da Califórnia, por exemplo) e sul da Austrália.

As exceções nesse caso, também com clima "mediterrâneo", são a África do Sul e o Chile. Outro tipo de ecossistema, as florestas de coníferas, explicam por que as regiões ocidentais da América do Norte, incluindo o Canadá, também estão sendo muito afetadas.

A relação com alterações nos extremos do clima global parece difícil de negar. No mesmo período, a equipe verificou mudanças como um aumento de três vezes na gravidade de eventos de seca e de 2,5 vezes na falta de vapor d'água em determinados momentos do ano, por exemplo, o que facilita os incêndios.

"Nosso trabalho mostra que o risco de desastres é mais alto onde os incêndios intensos surgem em áreas densamente povoadas. A razão-chave pela qual as regiões de savana do Brasil, da África e do norte da Austrália apresentam risco relativamente mais baixo de um grande desastre é porque os incêndios nesses ambientes normalmente não são muito intensos do ponto de vista energético", explica Cunningham.

"Isso, em parte, deve-se ao fato de que o fogo é mais frequente na savana, o que impede o acúmulo de material combustível visto em outros biomas. Também é provável que exista o impacto da velocidade dos ventos: os mais rápidos e extremos tendem a ocorrer fora dos trópicos."

Além do esforço para reduzir as emissões de gases causadores da mudança climática, o pesquisador e seus colegas defendem que é preciso levar em conta as características de cada ambiente para tentar impedir que os incêndios se tornem ainda mais catastróficos.

Para isso, é preciso achar maneiras de diminuir o acúmulo de material combustível nas matas e reaprender técnicas de queima controlada, por exemplo -medidas que já eram praticadas por muitos povos originários antes da colonização na Austrália e na América do Norte, por exemplo.

 

 

 por Folhapress

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Março 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
            1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31          
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.