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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Guarda Municipal, Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano em trabalho conjunto com a Polícia Militar, impediu na noite de sexta-feira (10/12) e madrugada de sábado (11), a realização de uma festa funk em um imóvel localizado na rua Geminiano Costa na região da Praça do Mercado. O Departamento de Fiscalização recebeu denúncias na última quinta-feira (08) da realização de uma festa funk ilegal com a apresentação prevista do MC LELE JP no dia 09 de dezembro.

Os fiscais do Departamento de Fiscalização localizaram o proprietário da casa de eventos Madri Night Club e verificaram que o estabelecimento não possuía o Alvará de Licença e o AVCB - Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros para o devido funcionamento.  “Além disso, a fiscalização verificou que o imóvel estava sem condições mínimas de segurança com risco aos participantes, o que resultou na interdição do estabelecimento ”, disse o Diretor de Fiscalização Rodolfo Tiberio Penela. O local foi vistoriado e interditado e as equipes verificaram o cumprimento do Auto de Interdição.

A operação envolveu ainda a vistoria em  22 bares da cidade. Uma casa de forró na região do Cidade Aracy também foi interditada pela ausência de Alvará de Licença e do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. O Secretário Municipal de Segurança Pública e Defesa Social Samir Antônio Gardini disse que as operações em bares e festas irregulares inibem a pratica de ilícitos penais. “Nosso trabalho também é preventivo para impedir possíveis tragédias e acidentes em lugares sem condições para a realização de festas de grande porte”, finalizou o secretário Samir Gardini

SÃO CARLOS/SP - A Rádio Sanca está no local onde um aconteceu um incêndio em uma casa na manhã deste sábado, 10, na Rua Jonas Novaes, no bairro Santa Felícia, em São Carlos.

De acordo com informações no local, um casal de idosos foi encontrado carbonizados e sem vida. As primeiras informações, dão conta de que o Corpo de Bombeiros teria encontrado todas as bocas do fogão abertas.

O SAMU e a Polícia Militar e Civil estão no local para tentar desvendar as causas do incêndio.

A mulher tinha 73 anos e o homem tinha 76 anos, e foram encaminhados ao IML de São Carlos.

SÃO CARLOS/SP - Em 2022 já foram registradas em São Carlos 4.719 notificações, com 1.971 casos positivos de Dengue, sendo 1.865 autóctones e 106 importados com 1 morte registrada. Para Chikungunya foram registradas 53 notificações, com 52 casos descartados e 1 aguardando resultado de exame. Para Febre Amarela foram registradas 2 notificações com 2 resultados negativos. Para Zika foram registradas 23 notificações, com 23 casos descartados.
2021 - Foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados. 
2020 - Foram registradas 1.638 notificações para Dengue com 640 casos positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos. Para Chikungunya não foi registrada nenhuma notificação.


Iniciativa pioneira conta com a participação de docentes, pesquisadores e profissionais da Enfermagem

 

SÃO CARLOS/SP - Estabelecer um grupo de cooperação técnica de enfermeiros sobre resistência antimicrobiana (RAM) e Programa de Gestão Antimicrobiano (PGA), de modo a fomentar discussões científicas sobre esses temas, desenvolvimento de pesquisas na área e contribuição para difusão de conhecimento e engajamento de enfermeiros frente a essa problemática no Brasil: esse é o objetivo central da Rede Brasileira de Enfermeiros para o Enfrentamento da Resistência Antimicrobiana (REBRAN). O grupo foi criado em outubro e tem a participação de profissionais da Enfermagem de diferentes locais do Brasil, além de docentes e pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EE-USP).
De acordo com Rosely Moralez de Figueiredo, docente do Departamento de Enfermagem da UFSCar (Denf) e integrante da REBRAN, a RAM e o PGA são temas relevantes para a saúde global e a criação da rede é uma iniciativa pioneira e importante para atuar de forma efetiva nesse cenário. "O tema é um dos grandes problemas de saúde pública mundial e todas as iniciativas para minimizar a RAM são muito bem-vindas. Uma rede de enfermeiros, abordando esse tema, é pioneira no mundo", destaca a professora.
A RAM é um grave problema em todo o mundo. "O uso de antimicrobianos de forma indiscriminada é muito frequente. Os serviços de saúde estão se organizando de diferentes formas para enfrentar esse problema, mas ainda há muito o que ser feito", reflete Rosely Figueiredo. A RAM põe em risco a eficácia da prevenção e do tratamento de um número cada vez maior de infecções por vírus, bactérias, fungos e parasitas. A RAM ocorre quando microrganismos (bactérias, fungos, vírus e parasitas) sofrem alterações diante dos antimicrobianos (antibióticos, antifúngicos, antivirais, antimaláricos ou anti-helmínticos, por exemplo) e, com isso, os medicamentos se tornam ineficazes e as infecções persistem, aumentando sua gravidade e o risco de propagação para outras pessoas. Pode chegar, inclusive, à situação em que não há opção de antimicrobiano para tratamento de determinada infecção.
Segundo Figueiredo, enfermeiras e enfermeiros já têm atuação na RAM, mas ainda de forma incipiente. Dentre as ações já realizadas por esses profissionais, a professora da UFSCar enumera a distribuição das medicações prescritas ao longo do dia; levantamento de histórico de alergias do paciente; administração de antimicrobianos; avaliação de condições da rede venosa e do acesso vascular dos pacientes; análise da capacidade de ingestão via oral, presença ou não de sondas para alimentação; identificação precoce de sinais de infecção e monitoramento de piora ou melhora desdes sinais durante o uso de antimicrobianos.
"Os profissionais praticam ações de extrema relevância para o PGA, mas muitas vezes ainda de forma desarticulada com o programa e com os demais profissionais", aponta. A partir da criação da REBRAN, uma rede inédita no Brasil, a ideia é estabelecer um grupo de cooperação técnica entre os enfermeiros cujas ações promovam discussão de aspectos relevantes sobre o papel da Enfermagem no enfrentamento da RAM e PGA no Brasil; contribuição para formação de enfermeiros líderes que sejam produtores e disseminadores de conhecimento dos contextos institucionais; além da articulação de líderes de opinião que fomentem a disseminação de informações sobre RAM e PGA por mídias sociais e outras ferramentas de comunicação.
Interessados em conhecer as ações e propostas a REBRAN podem acessar o Instagram (https://bit.ly/3FvVvIC) e o Twitter (https://bit.ly/3ujwyJT) da Rede.

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