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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Ex-ministro do governo Jair Bolsonaro (PL), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) disse na sexta-feira (7) que "nenhuma oposição pode ser contra o Brasil". A declaração acontece após a Câmara aprovar a reforma tributária rejeitada pelo ex-presidente.

"O Brasil precisa mudar. Precisa porque o povo não pode esperar 4 anos sofrendo, abandonado, enquanto questões que são de país, e não de governos, precisam ser enfrentadas", escreveu o líder do PP no Twitter.

"Nenhuma oposição pode ser contra o Brasil", continuou.

Bolsonaro fez campanha pela rejeição da reforma. Ele divulgou uma nota se manifestando contra a proposta sem citar nenhum argumento técnico, dizendo que, se fosse deputado, votaria "contra tudo que viesse" do PT.

Também ex-ministro, o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) apoiou a reforma e gerou atrito com ex-presidente. Em vídeo, Tarcísio é interrompido durante uma reunião e vaiado. Depois, Bolsonaro disse ter ficado "chateado" com o aliado.

 

 

FOLHA de S.PAULO

Entidade entende que o texto aprovado na Câmara dos Deputados penaliza setores relevantes da economia, como serviços e comércio

 

SÃO PAULO/SP - O texto da Reforma Tributária aprovado na Câmara dos Deputados não resolve o seu principal dilema: o aumento da carga tributária para o setor de serviços, correspondente a 70% do Produto Interno Bruto (PIB) e que gerou 56% dos postos de trabalho no ano passado. É o mesmo impacto observado para o comércio, cujas projeções indicam avanço de até 41% nos tributos. Em outras palavras, as alterações realizadas pelos parlamentares para a aprovação da proposta são insuficientes, sendo necessárias correções mais profundas no seu escopo durante o debate no Senado.
 
Nesse sentidoa Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e seus sindicatos filiados, como representantes dos empresariados paulista e nacional, vão seguir atuando para que seja realizada uma reforma que não onere setores fundamentais da economia do País.
 
Mais do que isso, a Federação entende que essa é uma oportunidade para o texto ser discutido com mais profundidade tanto no Congresso Nacional quanto com a sociedade — incluindo empresas e contribuintes — antes de se tornar legislação. Nos últimos dias, o presidente do Conselho de Assuntos Tributários da Entidade, Márcio Olívio Fernandes da Costa, o presidente do Conselho de Serviços, Luis Cesar Bigonha, a presidente do Conselho do Comércio Varejista, Gisela Lucas de Araújo Lopes, e a assessora jurídica Sarina Manata ouviram argumentos de diversos deputados envolvidos na tramitação do projeto. Eles atuaram intensamente em agendas públicas e privadas dentro e fora da Câmara. Em muitas dessas conversas, ficou evidente a falta de conhecimento dos parlamentares sobre o projeto votado.
 
Do ponto de vista econômico, a FecomercioSP vem alertando, há meses, que haverá aumento na tributação dos setores de serviços e do comércio, especialmente para as empresas de médio porte, tributadas pelo lucro presumido, fundamentais para a saúde econômica do Brasil e, ao mesmo tempo, mais vulneráveis às mudanças na legislação tributária. Segundo cálculos preliminares e considerando uma alíquota de 25%, essa majoração poderia chegar a até cerca de 171% no caso dos serviços.
 
Contudo, não é só isso: atingirá também relevantes segmentos centrais desses setores, resultando em demissões, fechamento de negócios e queda de desempenho econômico como um todo. Empreendimentos esses que vão de salões de beleza até pequenas lojas de varejo, de agências de locação de imóveis e carros até franquias de vestuário, de empresas de segurança privada até redes comerciais inteiras.
 
Nos últimos dias, autoridades de diversas instâncias estiveram em negociações em Brasília para tentar adaptar o texto da Reforma Tributária às demandas desses setores produtivos. No entanto, seguiu-se o critério da manutenção das alíquotas diferenciadas para atividades específicas dos serviços, como saúde e educação, além de outras que foram adicionadas nos últimos instantes da votação, mas sem ampliar os segmentos abrangidos, o que não é suficiente para minorar os efeitos nocivos da reforma.
 
Na verdade, se a ideia da PEC de prever uma tributação diferenciada tem como objetivo evitar o sufocamento dos serviços, esse procedimento deveria ser estendido para todos os demais segmentos que o integram. Justamente por ser o setor que mais emprega na país, sua maior despesa é com a folha de salários, que não gera crédito e, consequentemente, acaba sendo penalizado nessa sistemática.
 
A Federação e os sindicatos filiados seguem, agora, atuando no Senado Federal, mais do que nunca contrários a qualquer proposta que possa aumentar a carga tributária e favoráveis a uma reforma que avance em direção à simplificação, à modernização e à desburocratização do sistema tributário brasileiro. A legislação atual, fruto de debates há três décadas, penaliza o empresariado e prejudica o ambiente de negócios nacional. Entretanto, é importante que essa mudança aconteça preservando os pilares da economia do Brasil — e não os enfraqueça.
 
Para a FecomercioSP e seus filiados, três pontos são fundamentais para a aprovação da Reforma Tributária: 


1. Redução (ou, ao menos, manutenção) da carga tributária setorial, uma vez que os contribuintes já suportam elevadíssima tributação; 

2. Simplificação do sistema tributário, mediante a adoção de legislação nacional do ICMS e do ISS, com tributação no destino e cadastro e nota fiscal unificados, além de eliminação de obrigações acessórias em duplicidade — ocasionando a consequente redução do elevado custo de conformidade fiscal — e extinção das multas abusivas e desproporcionais;​ 
 

3. Segurança jurídica, com a manutenção das terminologias já adotadas e consagradas, cujos limites e conceitos levaram anos para serem consolidados pela jurisprudência.

Com 11 faixas, o álbum disponível nas plataformas digitais a partir do dia 7 de julho, traz samba com influências ancestrais de ritmos como congado, afoxé, moçambique, maracatu e jongo

 

Nascida em Itabirito, criada em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto(MG), Silvia Gomes vem trilhando os seus caminhos artísticos há mais de 25 anos por terras mineiras. A força pulsante do samba de Minas Gerais, vivido pela artista nas cidades de Ouro Preto e Belo Horizonte, dá sustentação ao seu primeiro álbum solo, intitulado “Canto pra Recomeçar”.

Com 11 faixas, as músicas do álbum trazem sonoridades e estéticas do “samba da roça”, como destaca a cantora Silvia Gomes. "É um samba visitado por intenções plurais como o congado, o afoxé, o moçambique, o maracatu e o jongo. Canto pra Recomeçar tem a proposta de enaltecer a ancestralidade tão presente no cancioneiro mineiro e brasileiro", afirma a artista. O disco foi lançado na sexta-feira, dia 7 de julho, nas principais plataformas digitais, e o pré-save está disponível aqui.

O projeto foi gravado em um período desafiador, o auge da pandemia de Covid-19, financiado com os recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc. "O meu primeiro álbum solo chega ao mundo num período de esperança e renovação, demonstrando, através da arte, que 'só recomeça quem tem fé'", destaca a artista.

Nas palavras do pianista Túlio Mourão, “o canto de Silvia Gomes faz conexão e metaboliza elementos do Afro e, mais que importantes, são estruturantes na vida e na história de Ouro Preto: Uma cidade, uma sociedade, uma cultura, erguida sobre o trabalho negro escravo”. Ao longo de sua trajetória, Silvia Gomes coleciona parcerias com grandes nomes do cenário musical como Mestre Jonas, Wilson Souza e Dé Lucas. Em seu novo disco, a artista traz a participação do cantor e compositor Sérgio Pererê, do trompetista Tiago Viana, e parcerias de composição com diversos artistas brasileiros.

Faixa a faixa

A faixa que abre o trabalho é “Volta de Lua”, um samba inédito de Miguel dos Anjos, compositor e amigo de longa data da artista; contém uma citação do “Ponto de Malandro”, um tradicional tema de domínio público ligado às religiões de matriz africana. A segunda faixa é “Não Pagarei com o Mal”, um samba que sempre esteve presente nos repertórios de shows da artista. É uma composição do saudoso Mestre Jonas, importante parceiro da artista, que faz uma conexão com o momento político vivido pelo país nos últimos anos.

O disco segue com a regravação do samba “Clássico Ballet”, do compositor belo-horizontino Dé Lucas, que retrata o amor, aludindo a uma estrela no palco. “Canto pra recomeçar”, dos cariocas Fernando Procópio e Tinho Brito, dá nome ao projeto e celebra a amizade e a conexão entre a cantora e os compositores. O samba reafirma a sabedoria de perceber o tempo da espera e de reencontrar caminhos com lucidez e leveza.

“Kayala” é um poema feito especialmente para anteceder a faixa “Canto Pra Janaína", escrito pelo multiartista Dhu Rocha. É um diálogo com a mensagem da letra do samba evocando a religiosidade afro-brasileira, a luta e a resistência. “Canto pra Janaína", de Gabriel Goulart e Luiz Lobo, foi escolhida para ser o primeiro single do projeto, lançado no dia 02 de fevereiro de 2023, e saúda à orixá Iemanjá, contemplando sua força “mesmo das montanhas de Minas”.

“Mira os olhos minha sabiá”, de Milena Torres, foi composta exclusivamente para este trabalho e contou com a participação luxuosa do trompetista Tiago Viana. A composição reflete sobre a vida e a carreira de Silvia Gomes, revelando na letra momentos de sua trajetória.“Santos e Luz" é mais uma canção de Mestre Jonas, com a participação da cantora e pesquisadora mineira Letícia Afonso. Feito em parceria com Miguel dos Anjos e Mário Roberto Ferreira, a música homenageia três grandes nomes da cultura mineira, Moacyr Luz, Luiz Carlos da Vila e Moacir Santos.

O álbum também traz um samba paulistano, uma parceria de Everton Formiga e Sidney Melodia, autores de “Remanescentes”, que também contou com a participação do trompetista Tiago Viana. Da seara de compositores mineiros temos a presença no álbum de Sérgio Pererê, autor de “Estrela Guia”.

Encerrando o álbum a composição “Reza”, de Miguel dos Anjos, conta com uma a prece evocada por Sérgio Pererê. A canção versa sobre a fé do povo mineiro e foi construída de forma coletiva, com direção musical de Wesley Procópio, que divide os arranjos com Fernando Costa.

Com exceção das faixas “Clássico Ballet” e “Não pagarei com o mal”, que foram arranjadas por Pablo Dias. Com a produção musical de André Lanari e produção artística da cantora, o álbum foi gravado em processo de imersão no estúdio das Macieiras, na cidade de Entre Rios de Minas. Algumas gravações aconteceram também na Casa da Ópera, em Ouro Preto, e no Estúdio Motor, em Belo Horizonte. A mixagem e a masterização são assinadas por Rodrigo de Castro Lopes. A capa e criação do encarte do álbum foi produzida pelo designer Pedro Miranda à partir da tela feita pela artista plástica mineira Leonora Weissmann.

 

Sobre a artista

Cantora e atriz, Silvia Gomes iniciou seus estudos artísticos em 1994, no Instituto de Filosofia e Artes da Universidade Federal de Ouro Preto. Quatro anos depois, em 1998, deu o pontapé inicial para a carreira musical, quando integrou o grupo Mandrágora. Em 2003, lançou o álbum “Fuscazul”, em parceria com o compositor e cantor Mestre Jonas. No mesmo ano, recebeu o prêmio de melhor intérprete na Mostra Cauê de MPB, em Belo Horizonte.

De 2007 a 2013, foi intérprete convidada do Projeto do Grupo Candonguêro, de Ouro Preto, intitulado “Era uma vez o carnaval”. Em 2010, ocupou uma cadeira no projeto “Divina Luz”, roda de samba comandada pelo compositor Dé Lucas, em Belo Horizonte. Entre 2013 e 2014, integrou, como intérprete, o projeto “Samba da Madrugada”, também na capital mineira. Em 2012, idealizou o show “Uma voz, Uma intenção", um projeto com canções inéditas, dedicado ao Mestre Jonas, que havia falecido no ano anterior. Em 2013, realizou o show “Eu Vim”, em parceria com o violonista Philippe Lobo. No ano de 2015, voltou à cena com o show intitulado “Quantidade”.

De 2016 a 2018, Silvia Gomes idealizou e executou, acompanhada de um time de mestres, sua roda de samba intitulada “Esse samba todo é nosso", em Ouro Preto. Com edições mensais, a intérprete recebeu como convidados especiais diversos músicos, cantores e compositores, com intuito de celebrar e manter viva a linguagem do samba. Em 2018 participou, como atriz, do espetáculo musical “Um Cisco, a vida de Chico Xavier", que ficou em cartaz em Outubro, na cidade de Curitiba, Paraná. No mesmo ano gravou o álbum “Sabiá Grande: Não sabe que é feita de sal”, em parceria com o violonista Wilson Souza. O trabalho foi lançado nas plataformas digitais em março de 2020. Em 2021, participou do Festival Internacional Tudo É Jazz – edição online. Também realizou o show "Santo Forte", uma homenagem ao compositor e cantor Mestre Jonas. O espetáculo integrou as programações de eventos importantes como os projetos "Salve o Compositor", do SESC Palladium e "Som e Fúria", do Galpão Cine Horto. A cantora gravou, durante o período de isolamento social, o seu primeiro álbum solo intitulado “Canto Pra Recomeçar", em 2023, mais novo lançamento da artista 2023.

 

Serviço:

Lançamento disco “Canto pra Recomeçar” - Silvia Gomes

Pré-save do disco: https://tratore.ffm.to/silviacanto

A Influencer, Fernanda Campos entra na plataforma após escândalo com o jogador do Paris Saint-Germain

 

SÃO PAULO/SP - Ela faz o marketing dela! Após se envolver em um escândalo amoroso com o jogador Neymar e a sua noiva grávida, a influenciadora Bruna Biancardi, a blogueira, Fernanda Campos de 26 anos, viu a sua vida mudar completamente da noite para o dia e passou a ser requisitada pela imprensa e até por marcas famosas para publicidade, e está sabendo aproveitar muito bem toda essa fama, e as polêmicas não param por aí!  

Recentemente, descobrimos que a mineira deu um passo ousado e surpreendente: ela entrou para a plataforma de venda de conteúdo adulto mais utilizada na América Latina, a Privacy. 

Conhecida por seus cursos na internet, nos quais ensina técnicas de conquista através da "lei da atração", Fernanda Campos está agora explorando um novo mercado. Após a traição de Neymar à sua namorada, a influencer perdeu seu perfil no Instagram, mas parece que encontrou uma maneira de se reinventar e causar ainda mais alvoroço. 

Segundo informações divulgadas por Fábia Oliveira, do Metrópoles, Neymar teria traído Bruna Biancardi na véspera do Dia dos Namorados, o que gerou grande repercussão nas redes sociais. O jogador chegou a admitir seu erro em uma publicação, alimentando ainda mais o escândalo em torno do caso. 

A entrada da Fernanda na Privacy levanta questões sobre sua nova empreitada e a exploração de sua sexualidade. Na bio do seu perfil na plataforma: @fecampos, faz questão de explorar o motivo que a trouxe para a mídia: “Oi oi, eu sou a Fe campos, aquela do menino N****” 

Com a estreia da blogueira na Privacy, muitos especulam o teor do conteúdo que ela irá divulgar e a pergunta que não quer calar é: será que ela vai expor na plataforma todos os seus conteúdos com o menino Ney? Ou quer apenas surfar nos minutinhos de fama? Vale a pena acompanhar o desenrolar dessa fofoca boa! 

No momento, Fernanda Campos ainda não publicou nenhum conteúdo, mas já estipulou o valor da sua assinatura mensal na Privacy: R$99,90 com opções de planos de 3 ou 6 meses com desconto dado pela criadora.  

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