SÃO CARLOS/SP - O Parque Ecológico “Drº Antônio Teixeira Vianna” tem um novo morador: um filhote de bugio vermelho (Alouatta guariba clamitans). Ele nasceu no dia 20 de julho com 200g. Esse é o primeiro filhote da espécie que nasce em São Carlos.
Os quatro bugios vermelhos da Mata Atlântica que estão no Parque Ecológico de São Carlos foram resgatados da natureza em situação de risco, passaram por um centro de triagem, foram agrupados e formaram família. Ano passado ganharam um novo recinto, dividido em duas áreas e interligado por uma passagem de fauna, uma espécie de “passarela” para animais.
“Eles não são da mesma família, foram forçados pelas condições, já que cada um foi resgatado em diferentes regiões de São Paulo, a formar essa família. Em 2018 os quatro bugios do Parque foram transferidos para o novo recinto. A nossa ideia foi dar o máximo de liberdade para o animal com segurança, inovando nos conceitos de abrigos para essa espécie. E o resultado foi a reprodução de uma espécie ameaçada pela perda e fragmentação do habitat, o primata é classificado como “Criticamente em Perigo”, categoria anterior à “Extinto”. O resgate deu certo, a recuperação deu certo e o agrupamento deu certo”, comemora o diretor do Departamento de Defesa e Controle Animal as Secretaria de Serviços Públicos, Fernando Magnani.
“Além de um recinto adequado, os animais do Parque recebem alimentos preparados de forma especial pelos tratadores e o carinho dos visitantes. Parabéns a equipe do Parque”, agradeceu Mariel Olmo, secretário de Serviços Públicos.
Bugios - São animais sociais, vivendo em grupos familiares, geralmente, de 3 a 15 indivíduos, mas podendo chegar a 40 indivíduos, sempre liderados por um macho. Das relações sociais praticam a catação entre os indivíduos como forma de estreitar laços e demonstrar submissão. A reprodução acontece o ano inteiro e a gestação dura, aproximadamente, 5 meses, nascendo normalmente apenas 1 filhote. Este filhote ficará sob os cuidados da mãe até tornar-se independente. A alimentação é basicamente de folhas, mas ingerem flores e frutos.
O Parque Ecológico “Dr. Antônio Teixeira Vianna” está localizado na Estrada Municipal Guilherme Scatena, km 2. O Parque é aberto para visitação pública gratuita de terça-feira a sábado, das 8h às 16h30 e aos domingos, das 8h às 17h30, inclusive aos feriados. Outras informações podem ser obtidas pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelos telefones (16) 3361-2429 ou 3361-4456.
BRASÍLIA/DF - O governo confirmou ontem (24) que os estados de Roraima, Rondônia, Tocantins e Pará pediram ajuda do Executivo federal para combater incêndios florestais. Segundo o Ministério da Defesa, cerca 44 mil militares das Forças Armadas estão continuamente na Região Amazônica e poderão ser empregados nas operações.
A confirmação foi feita pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante entrevista à imprensa. Salles adiantou ainda que aguardava os pedidos de ajuda do Acre e de Mato Grosso. Ele participou de uma reunião na manhã deste sábado com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva.
Sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que autoriza o emprego das Forças Armadas para ajudar no combate aos incêndios na Floresta Amazônica. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) vale para áreas de fronteira, terras indígenas, unidades federais de conservação ambiental e outras áreas da Amazônia Legal.
Segundo o ministro da Defesa, a adesão dos governos locais é importante para que o trabalho de combate a crimes ambientais e a incêndios não se limitem às áreas federais.
"É importante a adesão dos governos senão nós vamos ficar limitados às áreas federais, que são as unidades de conservação e as terras indígenas. Já é alguma coisa, mas não é o suficiente. Tem que ser uma união de todos. Todo mundo ajudando é melhor", disse o ministro.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que os estados terão apoio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgãos que pertencem à pasta, para o combate aos incêndios.
"Não é possível desenvolver atividades de fiscalização sem o apoio estadual. Com a GLO Ambiental tenho certeza que, com envolvimento do Ministério da Defesa, das Forças Armadas, teremos muita efetividade naquilo que já vínhamos tentando fazer com muita força desde o início do ano", afirmou.
Segundo o Estado-Maior das Forças Armadas, que coordena as operações, as primeiras medidas foram tomadas neste sábado. Um helicóptero do Ibama e dois aviões de combate a incêndios serão enviados para Porto Velho.
Um centro de operações instalado no ministério coordena as ações.
Recursos
O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, também disse que a pasta tem previsto no orçamento R$ 28 milhões para gastos com ações de GLO, mas o valor está contingenciado. No entanto, segundo ele, o descontingenciamento já foi acertado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante uma reunião. "Eu estou numa fase em que eu só acredito quando eu abrir o cofre e ver", afirmou.
Presidente
O presidente Jair Bolsonaro comentou o trabalho do governo federal ao sair ontem (24) do Palácio do Alvorada a caminho de um almoço marcado com o vice-presidente, Hamilton Mourão, no Palácio do Jaburu.
“O que nós podemos fazer estamos fazendo. Se eu tivesse milhões de pessoas não conseguiria fazer prevenção. Pessoal faz queimada. É quase uma tradição da região”, afirmou Bolsonaro, destacando que, se for preciso, vai à Amazônia conferir de perto a situação.
Apoio aéreo
A Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou duas aeronaves C-130 Hércules para apoio aos trabalhos de combate aos incêndios florestais. Os aviões que saem de Porto Velho (RO) já estão sobrevoando as áreas atingidas pelo fogo.
De acordo com a FAB, as aeronaves tem um equipamento composto por cinco tanques e dois tubos que se projetam pela porta traseira do avião, podendo carregar até 12 mil litros de água.
*Por André Richter* – Repórter da Agência Brasil/Colaborou Jonas Valente
Iniciativa do Governo Federal busca estimular empresas a oferecerem mercadorias e serviços com preços promocionais.
SÃO CARLOS/SP - Com o intuito de fomentar também o comércio de São Carlos, a Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) apoia a Semana do Brasil, que ocorre entre os dias 6 e 15 de setembro, e convida comerciantes a participarem da ação. Criada pelo Governo Federal, a campanha busca estimular empresas a oferecerem mercadorias e serviços com preços promocionais.
Para José Fernando Domingues, presidente da ACISC, mesmo que seja algo recente, a campanha será um diferencial, mas é importante que os comerciantes aproveitem a oportunidade para ‘vestir a camisa’.
“A ACISC entende a importância de se estimular o comércio também no mês de setembro também, e iremos instruir nossos associados a respeito. É importante que todos entendam o objetivo da campanha e explorem essa iniciativa, decorem as lojas e se coloquem em evidência”, disse.
Sobre a campanha
De acordo com o Governo Federal, a Semana do Brasil é um movimento que une o poder público e a iniciativa privada para movimentar a economia brasileira, gerando oportunidades únicas para o empresário e para o consumidor.
O nome da ação também faz alusão ao dia 7 de setembro, data em que é comemorada a Independência do Brasil. O objetivo é resgatar o sentimento de patriotismo, unindo o poder público e a iniciativa privada.
Empresas e empreendedores de todos os setores e tamanhos podem participar. Os interessados podem se cadastrar no site da campanha para ter acesso ao selo oficial e manual de identidade visual.
*Por: ACISC
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