DOURADO/SP - Dom Eduardo Malaspina, esteve na Igreja Matriz São João Batista, em Dourado, na quinta – feira (29) de agosto para uma missa festiva em comemoração ao primeiro ano do SOS Oração – Ser Orante Sempre que ocorrem todas as quintas feiras, denominada.
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Foto: Diocese de São Carlos[/caption]
No inicio desta celebração em ação de graças, Padre Kécio Henrique Feitosa, pároco de Dourado, agradeceu os presentes e os que durante esses 12 meses compareceram e vivenciaram este momento de fé e espiritualidade:
“É um encontro onde os católicos são convidados a fazer experiências da sua própria fé, da sua religião com outro jeito de ser, ou seja, é um projeto onde cada um é capaz de descobrir uma pessoa orante”, disse o pároco Padre Kécio.
Dom Eduardo Malaspina é o idealizador do SOS, foi o próprio Bispo Auxiliar de nossa Diocese que há mais de 10 anos iniciou estes encontros em sua ex – paróquia e hoje segue levando a palavra de Deus em paróquias da Diocese de São Carlos: ” SOS é uma escola de oração, é uma escola da palavra, é uma escola de conversão , é uma escola para curar os corações, é uma escola de mergulho na misericórdia de Deus, é uma escola a voltar a amar a Deus e as pessoas, se aprender a amar a Deus e as pessoas”, disse Dom Eduardo Malaspina.
Ao final da missa teve comemoração festiva com o Padre Kécio acendendo a velinha de um bolo que marcou os 12 meses do encontro.
*Por: Sidney Prado/ DSC
SÃO CARLOS/SP - Os casos de intolerância religiosa estão cada vez mais presentes no dia a dia das cidades. A falta de respeito ao pluralismo religioso demonstra que é necessário aumentar o diálogo, promover ações, eventos de caráter propositivo e educativo para garantir a paz e a segurança.
Pensando nisso foi criado o Coletivo pela Defesa da Diversidade Religiosa/São Carlos. Formado por representantes de algumas vertentes religiosas e do poder público como a Defensoria Pública e a Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Cidadania e Assistência Social, o Coletivo deu início, na última semana, ao Ciclo de Palestras “A Justiça e o Sagrado”.
Nesse ciclo, serão abordadas algumas interfaces entre elas: a discriminação, intolerância religiosa e justiça. “Nossos eventos, como esse ciclo de palestras, defendem e celebram a beleza do pluralismo, a liberdade de pensamento, consciência e religião ou crença. A linha condutora das 3 palestras é o ordenamento jurídico, a defesa do direito humano à liberdade religiosa assegurada por leis nacionais e internacionais, perspectiva alinhada ao trabalho da Defensoria Pública, co-organizadora do evento, junto com o Coletivo”, explicou Soraya Mattar Gonçalves, psicóloga, agente de Defensoria e uma das coordenadoras do evento.
A primeira palestra “Religião, Liberdade e o Direito” foi realizada na última sexta-feira (30/8), no Paço Municipal, com a participação da deputada estadual e membro do Fórum Permanente Inter-Religioso por uma Cultura de Paz e Tolerância Religiosa da Secretaria da Justiça do Governo de São Paulo, Damaris Moura Kuo.
Damaris Kuo foi uma das fundadoras e presidiu a Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo. “Só será possível transformar a realidade da intolerância por meio da educação. Todas as iniciativas que versam sobre informar e conscientizar, apresentar e mostrar a forma mais adequada de exercer os direitos serão os caminhos mais eficientes e seguros para combater qualquer face da violência, entre elas a intolerância religiosa”, destacou a deputada Damaris.
Considerada “crime de ódio”, previsto na legislação brasileira, dados divulgados pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos apontam que em 2018, o Disque-100 recebeu 506 denúncias de intolerância religiosa. Somadas as ações de intolerância registradas contra a umbanda, candomblé e matrizes africanas foram 146; contra as testemunhas de Jeová (31) e alguns segmentos evangélicos (23).
Com a reestruturação administrativa, a Secretaria de Cidadania e Assistência Social criou a diretoria de Direitos Humanos que hoje trabalha de forma mais abrangente com os mais variados temas. “Nossa perspectiva é sempre trabalhar com o respeito, com o conhecimento das diferentes realidades e com a promoção e conhecimentos de informações para que nós possamos ter práticas cada vez mais inclusiva e respeitosa nas mais diferenças crenças e na nossa sociedade”, contou a secretária de Cidadania e Assistência Social, Glaziela Solfa Marques.
O prefeito Airton Garcia e os vereadores Robertinho Mori e Daniel Lima participaram da primeira palestra.
Coletivo pela Defesa da Diversidade Religiosa/São Carlos- Iniciou suas reuniões em março desse ano com a proposta de promover ações, eventos, diálogos de caráter propositivo, educativo, de tomada de consciência para a recuperação do sentido primário da religiosidade. “Todos, independentemente da fé que professam, ou do fato de não professarem nenhuma fé, são iguais em dignidade e merecimento de profundo respeito. O Coletivo tem planejado eventos que sensibilizem as pessoas de formas diferentes, como por exemplo, uma apresentação de cantos devocionais de várias religiões, que deve ser realizado em dezembro” informou Soraia.
As próximas palestras do Ciclo serão no Paço Municipal nos dias:
06/09 – 14h às 17h
Palestra e debate
“Laicidade do Estado e respostas à intolerância religiosa”, com André Ricardo de Souza, do Departamento de Sociologia e do programa de Pós Graduação em Sociologia da UFSCar.
05/10 – 09h às 12h30
“Religiões afro-brasileiras e o enfrentamento do racismo religioso”, com Jáder Freire der Macedo Júnior do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-brasileiras (IDAFRO).
Os eventos são abertos ao público e as inscrições podem ser feitas no dia e local do evento. Informações sobre o coletivo pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
SÃO CARLOS/SP - No início desta semana, o presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Lucão Fernandes, participou de uma reunião na Associação de Moradores do Residencial Itamarati.
Em pauta, esteve a discussão dos detalhes para a execução da obra de pavimentação das ruas Angelina P. Gualtieri e Francisco dos Santos, cujos recursos foram conquistados pelo vereador Lucão.
A reunião também contou com a participação do presidente da Associação, Cleber de Souza Cláudio; do secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Peronti; do engenheiro Mário Henrique; e do engenheiro da Associação, Eduardo de Oliveira.
Durante visita in loco, constatou-se a necessidade de algumas intervenções antes da efetiva pavimentação. “Com a presença do Peronti e do Mário, respectivamente, secretário e engenheiro da Secretaria de Obras Públicas, verificamos um problema ainda maior. O local exige algumas obras de drenagem para conduzir a água ao córrego, de forma devida, antes de receber o asfalto. Então, teremos que buscar recursos para realizar uma obra completa, da maneira que a população do Itamarati merece”, destacou o parlamentar.
Peronti ressaltou que antes de qualquer ação, vai solicitar da Secretaria Municipal de Serviços Públicos a limpeza e desobstrução dos bueiros e bocas de lobo que existem no local. “Feito isso, vamos verificar onde estão os dissipadores de energia e todas as bocas de lobo, pois a gente não consegue identificar no momento. A partir daí, vamos fazer os cálculos para ver se as bocas-de-lobo estão sendo suficientes ou não. Em seguida, montaremos um projeto, para depois pavimentar. A gente queria chegar aqui e resolver tudo isso, porém, enquanto não resolvermos o problema da drenagem, não será possível”, destacou o secretário.
Para o presidente da Associação, a obra não seria possível sem o esforço do vereador Lucão que buscou os recursos e vem acompanhando de perto o andamento do processo todo. “O vereador Lucão vem nos apoiando em diversas frentes que a gente tem levado a ele, lá na Câmara. Essa questão do asfalto é uma demanda dos moradores, de mais de 20 anos. Graças ao apoio do Lucão, já temos esses recursos conquistados. Porém, agora com a presença dos técnicos, a gente percebeu que a pavimentação é o menor dos problemas, pois não adianta investir esse dinheiro, sem antes cuidar da drenagem”, relatou Cleber.
Lucão cumprimentou a Associação, representada pelo seu presidente, e reafirmou seu compromisso pelas melhorias no bairro. “Além dessas obras, ao lado do Cleber, já intervimos na melhoria da sinalização de trânsito, tapa-buracos, limpeza de mato alto, falta d’água, vazamento, projeto de uma academia ao ar livre, que vai custar em torno dos R$ 600 mil, enfim, seguiremos trabalhando pela melhoria do Residencial Itamarati”, finalizou.
SÃO PAULO/SP - O dono da Universidade Brasil, José Fernando Pinto da Costa, preso preventivamente nesta terça-feira na Operação Vagatomia, é parceiro financeiro de grandes clubes de futebol, como o Corinthians e o Flamengo. A camisa atual dos dois times tem o logo “Universidade Brasil” estampado no ombro dos jogadores.
Resultado de oito meses de investigação, a operação apura um esquema de fraude na concessão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e na comercialização de vagas e transferências de alunos do Paraguai e Bolívia para o curso de medicina na Universidade Brasil, em Fernandópolis, no interior de São Paulo.
Segundo as investigações, “vagas para ingresso, transferência e financiamentos FIES para o curso estariam sendo negociados por até 120.000 reais por aluno”. Conforme os cálculos da Polícia Federal, 500 milhões de reais em bolsas do Fies e Prouni foram concedidos de forma irregular nos últimos cinco anos.
Costa foi preso em São Paulo e é apontado como o chefe do esquema. Em nota, a PF diz que ele “não só tinha conhecimento como também participava dos crimes em investigação”. Ao todo, a Justiça Federal de Jales (SP) expediu 22 mandados de prisão e 45 de ordem de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de 250 milhões de reais dos alvos.
Eles são investigados pelos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informações e estelionato. Somadas, as penas podem chegar a 30 anos de prisão.
Costa também teve parceria de mais de um ano com a seleção brasileira de 2017 a 2018.
*Por; Eduardo Gonçalves/VEJA.com
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