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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Uma mulher de 32 anos, e um homem de 39 anos, compareceu ao Plantão Policial na noite de ontem, 14, para registrar um boletim de ocorrência (B.O), contra três pessoas que teriam lhes ameaçado.

Segundo a vítima, as duas irmãs e uma tia a teriam ofendido com palavras chulas ‘vagabunda’, ‘macaca’ e ‘encardida’.

O caso foi registrado e será investigado, pois, entre as palavras possivelmente ditas, no caso, ‘macaca’ acaba sendo injúria racial.

INJURIA RACIAL

Injúria Racial é ofender alguém com base em sua raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência. O Código Penal, em seu artigo 140, descreve o delito de injúria, que consiste na conduta de ofender a dignidade de alguém, e prevê como pena, a reclusão de 1 a 6 meses ou multa.

O crime de injúria racial está previsto no parágrafo 3º do mesmo artigo, trata-se de uma forma de injúria qualificada, na qual a pena é maior, e não se confunde com o crime de racismo, previsto na Lei 7716/2012. Para sua caracterização é necessário que haja ofensa à dignidade de alguém, com base em elementos referentes à sua raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência. Nesta hipótese, a pena aumenta para 1 a 3 anos de reclusão.

SÃO CARLOS/SP - A vereadora Professora Neusa (Cidadania), destinou parte de sua emenda parlamentar para as secretarias municipais de Saúde e Cidadania e Assistência Social, nos valores de R$ 20 mil cada, conforme ofícios que foram protocolados na Prefeitura Municipal nos dias 15 de março e 5 de abril deste ano.

A parlamentar destaca que a verba destinada à Saúde está intrinsecamente relacionada ao apoio desempenhado pelo Município ao combate à COVID-19, bem como a verba endereçada à Cidadania é para uso indiscriminado no amplo auxílio aos munícipes “que hoje, diante da grave crise econômica que passamos, necessitam da distribuição de cestas básicas”.

“Não podemos desamparar a Saúde e a Assistência Social de nossa querida cidade, principalmente neste momento tão delicado. Todos os cidadãos necessitam de nosso apoio e precisamos nos manter unidos para passarmos juntos por toda essa dificuldade”, disse a vereadora Professora Neusa.

SÃO PAULO/SP - É treta no mundo sertanejo! Na tarde desta quarta-feira, dia 14, Eduardo Costa revelou que está magoado com Leonardo, seu antigo parceiro do projeto Cabaré. Em entrevista à jornalista Fabíola Reipert, Costa assumiu que não gostou do nome da nova live de Leonardo e Gusttavo Lima, a Live Cachaça Cabaré, que foi exibida nas redes sociais no último dia 3 de abril. No depoimento enviado ao Balanço Geral, programa da Record TV, o intérprete de Ainda Tô Aí aproveitou para reclamar a ideia do projeto Cabaré.

- Eu idealizei o Cabaré lá atrás, há mais de dez anos. Eu só gravaria o Cabaré com o Leonardo, não gravaria com outro artista. E eu, por exemplo, não faço live usando o nome Cabaré. Vamos imaginar que eu fosse fazer uma live com Zezé Di Camargo, ou com Daniel, ou com o próprio Gusttavo... Eu jamais usaria o nome Cabaré.

Mesmo com a mágoa, Costa garante que não julga a escolha de Leonardo - mas cita que Gusttavo Lima apareceu do nada no projeto.

- Lá eles colocaram Live Cachaça Cabaré, mas para mim é a mesma coisa. É um projeto para cantarmos eu e ele [Leonardo]. Mas isso é uma coisa muito mais minha do que dele. Eu não julgo ele por ter feito. Aliás, o Gusttavo caiu de paraquedas ali.

Que cutucada, hein? Veja o vídeo abaixo:

 

*Por: ESTRELANDO

RIO DE JANEIRO/RJ - A empresária e ex-diretora de programas da Xuxa na Globo, Marlene Mattos, registrou boletim de ocorrência em que acusa a rainha dos baixinhos de calúnia. O motivo da ação foi uma entrevista que a apresentadora concedeu à VEJA, em janeiro. As duas trabalharam juntas por 18 anos, entre 1984 e 2002.

Na entrevista, a apresentadora afirma ter sido "roubada, enganada, usada e manipulada" por diversas pessoas durante sua carreira, inclusive por Marlene. Xuxa também afirma que hoje em dia poderia ser duas ou três vezes mais rica.

"Fui tudo o que as pessoas imaginam: enganada, usada, manipulada, roubada. Quando falo disso, vem logo a imagem da Marlene, mas não foi só ela. Insisto em dizer que confiei demais em todas as pessoas próximas a mim. Fui passada para trás por coreógrafo, maquiador, fotógrafo. Digo sem vergonha que fui inocente, boba, burra mesmo".

De acordo com Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o BO foi registrado por Marlene foi na 42ª DP, no Rio, no dia 29 de janeiro. No final de março, a acusação foi encaminhada ao 9º Juizado Especial Criminal, do Tribunal de Justiça do Rio.

 

 

*Redação VEJA São Paulo

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