fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Henrique

Henrique

URL do site: https://www.cybernauta.com.br/ E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Lucão Fernandes (MDB), solicitou apoio do presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Benedito Carlos Marchezin, para resolver um problema de rede de esgoto no bairro Jardim São Paulo.

Lucão contou que foi procurado pelo morador Valdir Trevisolli, relatando que a empresa Consigaz doou uma área para a abertura de uma rua, visando melhorar o acesso às empresas daquela região. “Só que as máquinas da Prefeitura acabaram entupindo a rede de esgoto, trazendo um grande transtorno para a própria Consigaz e, talvez, aos outros estabelecimentos daqui”, contou. 

Trevisolli ressaltou que o SAAE resolveu o problema do entupimento, porém, as caixas de inspeção ficaram todas abertas. “O SAAE, prontamente, esteve aqui e desentupiu o esgoto, só que as caixas ficaram abertas. Por esse motivo, entrei em contato com o Lucão, o qual acionou o presidente da autarquia e aqui estamos para tentar resolver esse problema. Agradeço a presença do vereador Lucão, que está nos ajudando muito nessa causa”, disse.

Na presença do morador e de Lucão, Marchezin se prontificou resolver o problema. “Você [Lucão] me ligou ontem e estamos aqui para resolver essa questão. Vamos fazer as tampas de concreto para tampar essas caixas de inspeção, o que vai evitar chuva ou mesmo o arraste de material dentro da rede para entupir, ocasionando uma situação complicada nos banheiros da Consigaz”, relatou.

Lucão ressaltou que o presidente do SAAE tem honrado os compromissos que assume. “Toda vez que fiz as minhas solicitações ao presidente, temos um final feliz. Então, tenho certeza que, mais uma vez, vamos ter a solução desse problema”, contou.

RIO DE JANEIRO/RJ - Preso desde novembro de 2016 e já condenado a 198 anos e seis meses de prisão, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) afirmou nesta quinta-feira à Justiça Federal no Rio que comprou por US$ 2 milhões os votos de nove integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) para garantir que o Rio de Janeiro fosse escolhido sede da Olimpíada de 2016. Segundo Cabral, a negociação foi feita com o senegalês Lamine Diack, presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo de 1999 a 2015.

Entre os votos comprados estariam os do ex-nadador russo Alexander Popov, dono de quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de1992 e 1996, e do ucraniano Sergei Bubka, considerado o maior atleta de salto com vara na história. “O COI tem uma cota de atletas que votam. Me garantiram o nome do ex-atleta Serguei Bubka e de Alexander Popov, grande campeão da natação”, afirmou Cabral.

A eleição ocorreu em Copenhague, na Dinamarca, em 2 de outubro de 2009. A votação ocorreu em três turnos. No primeiro, Madri teve 28 votos, o Rio recebeu 26 e Tóquio, 22. Chicago ficou em último, com 18, e foi eliminado. Em teoria, sem os nove votos comprados, o Rio teria 17 e ficaria em último, sendo eliminado. No segundo turno, o Rio teve 46 votos, Madri 29 e Tóquio, 20 - a capital japonesa foi eliminada. Na última etapa, o Rio teve 66 votos e Madri, 32. Cabral e seu grupo temiam que o Rio fosse eliminado na primeira etapa: “Era fundamental ter a garantia desses votos (no primeiro turno). Depois foi a política. A política com ‘p’ minúsculo na primeira fase e a com ‘p’ maiúsculo nas demais fases”, contou ao juiz.

Cabral é um dos réus em uma ação que tramita na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio, e investiga se houve compra de votos para eleger o Rio sede da Olimpíada. A investigação teve origem na Operação Unfair Play, que em outubro de 2017 prendeu o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, e Leonardo Gryner, ex-diretor de marketing do COB e de operações do Comitê Rio-2016. Além dos dois e de Cabral, é réu na ação o empresário Arthur Soares Filho, conhecido como “Rei Arthur”, que manteve contratos milionários com o governo do Rio nas gestões de Cabral. Ele está foragido. A investigação brasileira sobre compra de votos para a Olimpíada foi motivada por um pedido feito no fim de 2016 pelo Ministério Público francês, que, durante investigação sobre doping no atletismo, encontrou indícios de corrupção na candidatura do Rio.

Em depoimentos anteriores, Cabral havia negado a compra de votos, mas em dezembro passado mudou de advogado e em fevereiro passou a admitir outras acusações de que foi alvo. Sua defesa pediu ao juiz Marcelo Bretas o depoimento desta quinta-feira, para Cabral discorrer sobre a compra de votos. Ele contou ao magistrado que em agosto de 2009, dois meses antes da votação, foi procurado por Nuzman, que pediu um “encontro urgente” após um evento esportivo em Roma. “Nuzman vira pra mim e me fala: ‘Sérgio, quero te abrir que o presidente da IAAF, Lamine Diack, ele é uma pessoa que se abre pra vantagens indevidas. Ele pode garantir cinco ou seis votos. Ele quer, em troca, US$ 1,5 milhão'’”, narrou o ex-governador do Rio.

Cabral disse que então perguntou a Nuzman de onde viriam os votos e qual era a garantia de que eles seriam de fato obtidos. Nuzman teria respondido que viriam de membros africanos do COI e também de representantes do atletismo. O ex-governador teria então autorizado Nuzman a seguir com a negociação. "Eu chamei o Arthur Soares e falei pra ele da necessidade de conseguir o dinheiro para os votos. Isso foi debitado do crédito que eu tinha com ele. Fui eu que paguei. Eu dei o telefone do Léo (Leonardo Gryner, ex-diretor de operações da Rio 2016) e eles acertaram com esse Papa Diack, filho de Lamine Diack”, contou o ex-governador.

Em setembro de 2009, dias antes do jantar que ficou conhecido como a “Farra dos Guardanapos”, Gryner e Nuzman teriam avisado Cabral sobre a possibilidade de garantir mais votos: “Em Paris, no hotel, eu fui chamado no canto pelo Léo e pelo Nuzman, que me falaram de um problema. O Nuzman falou que Papa Diack disse que conseguiria mais votos. Ele disse que poderíamos chegar em nove votos no total, mas que precisava de mais US$ 500 mil. Eu disse pra ele que seria feito", contou Cabral. Segundo ele, essa conversa ocorreu em 14 de setembro e o pagamento foi feito 15 dias depois, por intermédio do “Rei Arthur”.

Segundo Cabral, o então prefeito do Rio, Eduardo Paes, à época no MDB e hoje no DEM, e o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) souberam da negociação, mas não participaram nem obtiveram vantagens com ela. O ex-governador afirmou ter contado a Lula sobre a negociação no dia da votação: “Eu fiquei muito nervoso e ele não entendeu porque estava comemorando (após ser aprovado na primeira votação). Falei para ele: ‘O meu medo era passar dessa fase. Nessa fase tive um arranjo político assim, assim e assado’. Ele fingiu que não ouviu. Disse: ‘Você está me contando algo que já aconteceu, tá bom, tá ótimo’”, narrou Cabral.

OUTRO LADO

O advogado de Nuzman, João Francisco Neto, afirmou que Cabral não tem provas de que houve compra de votos e que, “se tivesse havido, seria corrupção privada, não considerada crime no Brasil”. Segundo o advogado, Nuzman “não recebeu qualquer valor à guisa de propina e não teve qualquer benefício pessoal em razão das obras realizadas (para o Rio sediar a Olimpíada)”. “Cabral rechaçou denúncia ao dizer que Nuzman não integrou sua organização criminosa, jamais recebeu vantagem indevida em razão da Olimpíada e nunca esteve envolvido com esquemas em obras públicas”, completou Francisco Neto.

Em nota, a defesa de Gryner afirmou que "ficou claro que Cabral falta com a verdade e não apresenta qualquer prova de seus relatos, mantendo-se íntegra a prova produzida na instrução criminal, que isenta Leonardo Gryner de qualquer responsabilidade. Se houve compra de votos, ele não participou".

O ex-prefeito Eduardo Paes afirmou que "como ele (Cabral) disse, não participei de compra de voto nenhuma e também não fui informado disso. Essas conversas eu nem tenho. Tanto é assim que, pelo que conta o ex-governador, Nuzman procurou somente a ele para tratar desse tema. Não teria coragem para tratar comigo".

A assessoria do ex-presidente Lula afirmou que "é inverídica e sem provas" a referência feita por Cabral ao ex-presidente.

 

*Por: Fábio Grellet/RIO/ESTADÃO

SÃO CARLOS/SP - O Prefeito Airton Garcia, acompanhado dos secretários de Saúde, Marcos Palermo, de Esportes e Cultura, Edson Ferraz e do vereador Robertinho Mori, participou na manhã desta quinta-feira (4/7), da inauguração da nova Unidade de Cuidados Diários da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), local onde agora são atendidas as pessoas acamadas, sem nenhuma mobilidade. 

Denominado “Professora Mildread Battiston Pásseri” a unidade faz o acolhimento humanizado dos usuários com deficiência intelectual/sensório-motora grave, associadas ao comprometimento neurológico, ortopédico, respiratório, disfagia, síndromes e anomalias congênitas que requerem acompanhamento interdisciplinar contínuo e reavaliações frequentes. O atendimento é feito por um período de 4 a 8 horas diárias

Segundo a gerente administrativa da APAE hoje são atendidas 45 pessoas na Unidade. “Como aqui atendemos pessoas, desde criança até adultos, que se alimentam por sonda e sem nenhuma mobilidade, foi necessário mais espaço para os atendimentos realizados por uma equipe multidisciplinar que envolve médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas”, explicou Cristina Schiabel.

O prédio foi construído com recursos de emenda parlamentar do vereador Robertinho Mori no valor de R$ 218.000,00. “A APAE desenvolve um trabalho de excelência na cidade e por isso a procura aumenta a cada dia. Destinamos essa emenda para ajudar na construção do novo espaço, bem como já destinamos outras emendas, uma de R$ 183.150,00 e outra de R$ 164.800,00 para ampliação da unidade que atende os autistas. Na verdade desde 2004 destino emendas para a APAE, o que totaliza até o momento R$ 805.188,26. Desde o início da administração do prefeito Airton Garcia já repassamos R$ 566.88,26 e agora com ajuda da Prefeitura vamos destinar mais R$ 200 mil para a cobertura da quadra”, anunciou o vereador Robertinho Mori.

 “Eu conheço o trabalho realizado pela entidade. Sei que o recurso é usado para melhorar, ainda mais, o atendimento oferecido aos deficientes. Tudo que for possível vamos fazer para ajudar essa entidade que garante os direitos fundamentais de cidadania das pessoas com deficiência. A APAE realiza um trabalho de excelência”, disse o prefeito Airton Garcia confirmando que o município vai ajudar na cobertura da quadra.

A APAE São Carlos atende pessoas com deficiência intelectual, múltipla, com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e com transtorno do espectro do autismo. Hoje, são mais de 600 alunos. A entidade tem convênio com várias instituições e também recebe doações. Atualmente conta com uma infraestrutura para fazer atendimento e diagnóstico, atendimento educacional, semi-internato, inclusão no mercado de trabalho e na escola regular.

[masterslider id="357"]

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito comunica que a partir do próximo dia 6 de agosto os semáforos da avenida São Carlos, no período da meia noite a cinco da manhã, também passam a operar em amarelo intermitente.

A medida será tomada em cumprimento a Lei Nº 18.964/19 de autoria do vereador Robertinho Mori que dispõe sobre o funcionamento dos semáforos em amarelo piscante.

De acordo com a Lei os semáforos instalados no município deverão funcionar com sinal de alerta amarelo intermitente depois das 23 horas às 5 horas do dia seguinte e ficará vedada a aplicação de multas neste período, desde que observado o limite de velocidade permitida.

Ainda conforme a Lei ficam excluídos do funcionamento intermitente os semáforos instalados nas vias cujo porte e limite de velocidade permitida indiquem que a medida adotada possa causar periculosidade ao trânsito de veículos.

Já operam nos sistema amarelo intermitente os semáforos localizados na avenida Capitão Luiz Brandão com rua Primo Lazarine, na avenida Capitão Luiz Brandão sob a Rodovia SP-310 no acesso ao bairro São Carlos VIII e na passagem da rua Bernardino Fernandes Nunes sob a SP-310 no acesso ao bairro Jockey Club.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Abril 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.