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Henrique

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Próxima etapa do evento em São Carlos vai incentivar a promoção da saúde em crianças e jovens

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário Prof. Dr. Horácio Carlos Paneppucci (HU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está apoiando o programa "SBC vai à escola", promovido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em todo o Estado de São Paulo. O objetivo é formar monitores para conscientização sobre doenças cardiovasculares e a importância de preveni-las. Além da equipe do HU, docentes e alunos do curso de Medicina da UFSCar também participam da iniciativa que pretende alcançar 63 mil estudantes paulistas nas atividades que serão realizadas no Dia do Coração, em setembro.
Pela primeira vez São Carlos recebeu o programa e reuniu, no último dia 27 de junho, integrantes da SBC, estudantes e professores de escolas públicas de São Carlos e da UFSCar e equipe do HU para um encontro de formação de monitores. Esse grupo vai promover, no dia 25 de setembro (Dia do Coração), práticas em escolas públicas da cidade, estimulando hábitos saudáveis, baseados em exercícios físicos e alimentação balanceada, em prol da saúde e para evitar doenças cardiovasculares.
O evento foi realizado na Diretoria de Ensino de São Carlos e teve apoio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), cuja Diretora Regional em São Carlos é Meliza Goi Roscani, docente do Departamento de Medicina (DMed) da UFSCar e chefe da Divisão do Cuidado do HU.
De acordo com Carla Lantieri, cardiologista e representante do Comitê da Criança e do Adolescente da SBC, as doenças cardiovasculares são as que mais matam no Brasil e no mundo. "Nós perdemos no mundo, por ano, 17 milhões de vidas por conta das doenças cardiovasculares e, no Brasil, são mais de 300 mil vidas perdidas anualmente. A nossa meta com o programa ‘SBC vai à escola’ é chegar a 210 escolas do Estado, atingindo 63 mil estudantes, para falar sobre a prevenção dessas doenças e da saúde como um todo", diz Lantieri. Ela também destaca a importância da parceria da Universidade na ação realizada em São Carlos: "A UFSCar está conosco nessa grande batalha, que é a prevenção das doenças cardiovasculares e a promoção da saúde dos nossos jovens".
"Nós sabemos que a obesidade infantil é um assunto relevante nos dias atuais e que leva, a longo prazo, a várias doenças cardiovasculares. Nosso objetivo é combater a obesidade infantil, conscientizando as crianças da rede pública sobre a importância de uma dieta saudável e das atividades físicas", ressalta Roscani.
De acordo com Kátia de Angelis, da SBC, os índices de sedentarismo atuais são alarmantes. "Na população adulta o sedentarismo atinge entre 40 e 50%, e entre crianças e adolescentes, esse índice sobe para 60 e 70%", aponta. Angelis defende que é preciso reduzir o comportamento sedentário nas crianças, diminuindo o tempo dedicado aos dispositivos eletrônicos e promovendo atividades ao ar livre e até tarefas dentro de casa.
A próxima etapa do "SBC vai à escola" será realizada em setembro e também terá o apoio do HU e da UFSCar. A projeção da Sociedade Brasileira de Cardiologia é estender o programa para o todo o País em breve.

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes (MDB), recepcionou prefeitos, padres e fiéis da região que participaram de um Famtour do Caminho da Fé para conhecerem o trecho do ramal denominado “Centro Paulista do Caminho da Fé”.

O convite partiu do ex-vereador Ubirajara Teixeira, o Bira, que tem trabalhado para fortalecer o Caminho da Fé na cidade de São Carlos. “Recebemos administradores e representantes das prefeituras e das igrejas, os quais, juntamente, com o presidente da Comissão Provisória do Ramal Centro Paulista, Márcio Cardoso de Oliveira, participaram desse passeio turístico-informativo para fomentar o Caminho da Fé na nossa cidade. Pessoalmente, vim reafirmar meu apoio ao amigo e ex-vereador Bira, nesse seu trabalho de fortalecimento desse projeto religioso e turístico”, comentou Lucão. 

FAMTOUR - Bira destacou que “o Famtour visa proporcionar aos participantes um conhecimento detalhado de todo o trajeto do Caminho da Fé, além de apresentar as características e peculiaridades de cada município”, disse o ex-vereador.

Ele ressaltou que no dia 25 de junho, houve uma primeira reunião no município de Trabiju. Também houve outro encontro em Borborema. Os representantes das Prefeituras e igrejas seguiram de ônibus até Itápolis. “Em cada trecho, os participantes puderam obter informações relacionadas a cada município sobre turismo, religião, economia, entre outros assuntos”, destacou Bira.

Em São Carlos, a recepção aconteceu na Catedral, com representantes da igreja católica. “Esse encontro serviu para apresentarmos São Carlos e o que a cidade oferece aos peregrinos”, destacou o ex-vereador Bira, que fez questão de agradecer a atenção e apoio de Lucão. “Convidei todos os vereadores e contamos apenas com a presença do Lucão, ao qual quero agradecer pelo apoio e atenção dispensada ao Caminho da Fé, na nossa cidade”, finalizou.

CAMINHO DA FÉ - É inspirado no milenar Caminho de Santiago de Compostela (Espanha). Foi criado para dar estrutura às pessoas que sempre fizeram peregrinação ao Santuário Nacional de Aparecida, oferecendo-lhes os necessários pontos de apoio e infraestrutura.

 Com ajuda de um mapa e partindo de Águas da Prata, foi imaginado um caminho que chegasse até Aparecida privilegiando a rota mais lógica e que atendesse ao perfil peregrino, sem interferência política. O Caminho da Fé foi inaugurado em 11 de fevereiro de 2003, em Águas da Prata/SP. Dando continuidade, seu traçado poderá sempre ser alterado, visando agregar outras cidades. Atualmente, a rota é composta por cerca de 970 km, dos quais aproximadamente 500 km atravessam a Serra da Mantiqueira por estradas vicinais, trilhas, bosques e asfalto, proporcionando momentos de reflexão e fé, saúde física e psicológica e integração do homem com a natureza.

Para Entidade, órgão deve priorizar a regulamentação da lei prevendo um tratamento diferenciado às microempresas e empresas de pequeno porte
 

São Paulo/SP A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avalia como positivas as modificações da Medida Provisória (MP) n.º 869/2018, sancionada na última terça-feira (9/7) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, convertida na Lei n.º 13.853/19, que criou a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e alterou alguns dispositivos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Contudo, a Entidade alerta que a ANPD tem papel fundamental para consubstanciar a efetividade da legislação específica de proteção de dados no Brasil e deve pautar a atuação de maneira a construir um diálogo aberto e permanente com o setor privado, garantindo a implementação gradual da legislação e privilegiando ações instrutivas, sendo a aplicação de penalidades a última opção.
 
A MP, que havia sido apresentada em dezembro de 2018, sofreu alterações no texto original e teve reguladas questões que geraram polêmica, como a indicação de um encarregado de proteção de dados (DPO) – figura obrigatória em todas as empresas que realizam tratamento de dados nos termos da lei – e a previsão da revisão pelos titulares de dados de todas as decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado.
 
A FecomercioSP considera que o órgão terá papel fundamental para estabelecer um equilíbrio das obrigações impostas pela lei e deve priorizar a regulação de tratamento diferenciado às micros e pequenas empresas, conforme previsão constitucional, em função da condição econômica ou do volume de operações de tratamento realizadas por essas instituições.
 
Sobre o assunto, a Federação tem como pleitos a solicitação de mais prazo para adaptação à lei e aplicação de penalidades, bem como a flexibilização de pontos como a obrigatoriedade de nomeação de um encarregado, especialmente em relação às microempresas e empresas de pequeno porte. A FecomercioSP ressalta que esses empreendedores nem sempre podem arcar com o custo da contratação de um funcionário detentor de conhecimento jurídico regulatório e apto a prestar serviços especializados em proteção de dados, conforme demanda a lei, tampouco contratar empresa especializada.
 
Alterações na LGPD 
Com a aprovação da MP n.º 869/18, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que deve entrar em vigor em agosto de 2020, sofreu diversas alterações. Entre elas, destacam-se as seguintes:

- A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) deve observar a exigência de mínima intervenção – os regulamentos e as normas editados devem ser precedidos de consulta e audiência públicas e análises de impacto regulatório;
 
- A ANPD, que ganhou autonomia técnica e decisória, sendo o único órgão competente para aplicar as sanções previstas na lei, deve manter fórum permanente de comunicação com órgãos e entidades da administração pública, responsáveis pela regulação de setores específicos das atividades econômica e governamental, inclusive por meio de cooperação técnica;
 
- A ANPD deve regulamentar os casos em que os titulares de dados podem requerer a revisão de decisões tomadas, mas que esta revisão deverá ser realizada por procedimento automatizado, levando em consideração a natureza e o porte da empresa ou o volume de operações de tratamento;
 
- É possível que o Poder Público transfira ao setor privado e ao setor público, dados pessoais constantes das suas bases ou daquelas às quais tenha acesso, mediante requerimento, a fim de manter abastecidas as informações para o regular exercício de diversas atividades públicas.
  

Vetos
É importante ressaltar que a lei foi promulgada com vetos do presidente da República, Jair Bolsonaro, cancelando, por exemplo, a possibilidade de cobrança de taxas e emolumentos pelos serviços prestados pela ANPD. Além disso, vetou a proibição de compartilhamento de dados entre órgãos públicos e empresas e a extensão de sanções administrativas, mantendo apenas como sanção a advertência e a multa de até 2% do faturamento empresarial.
 
Outros dispositivos foram mitigados pelo chefe do Executivo, como a revisão pessoal de decisões de algoritmos, que será realizada mediante procedimento automatizado, além de dispensar a existência de um encarregado com conhecimento jurídico regulatório para controle dos dados.

SÃO CARLOS/SP - Centro de Inclusão Social (CIS) da Universidade de São Paulo (USP), do campus de São Carlos, oferece bolsas de pré-iniciação científica para estudantes da rede pública de ensino. Atualmente, onze alunos recebem o incentivo para que tenham aulas de matemática na universidade, em busca de qualificação profissional.

Para facilitar o entendimento da disciplina, as aulas proporcionam aos estudantes um aprendizado interativo, com o auxílio de robôs. Drones, carrinhos, braços robóticos, bolinhas programáveis e diversos itens ajudam a transmitir conteúdo por meio de uma metodologia mais atraente.

“Já utilizamos os robôs para ensinar conceitos de função, ângulos, velocidade, gráficos e até gravidade”, revela Walter Bezerra Neto, monitor da turma e aluno do curso de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).

Oferecidas pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Sistemas Autônomos Cooperativos (InSAC), sediado na USP, as bolsas de estudo são um instrumento de estímulo aos jovens para que eles fortaleçam seu conhecimento e se preparem para os desafios na carreira.

Atividades

Escolhidos pela Diretoria Regional de Ensino de São Carlos para integrar o projeto, os onze alunos participantes têm entre 14 e 16 anos e assistem às aulas todas as quartas-feiras, no período da tarde.

“Utilizar a tecnologia para se aprofundar em tópicos matemáticos pode ser muito importante para que eles, por exemplo, se saiam bem no vestibular. Além disso, essa experiência contribui para que os adolescentes vislumbrem as carreiras que desejam seguir”, ressalta Marco Henrique Terra, coordenador do InSAC e professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL), da EESC.

“Depois que eu entrei no projeto, vi o quanto a matemática é realmente difícil. Sempre tive facilidade na disciplina simples da escola. Tomei um choque de realidade”, avalia o bolsista Daniel Henrique Lourenço, de 15 anos.

“Minha participação mudou a forma como eu comecei a enxergar os cálculos matemáticos. O professor Walter conseguiu passar a ideia de que não é só pegar uma conta e resolvê-la, mas sim entender o raciocínio de uma maneira mais completa”, salienta o estudante Abel Correia, também de 15 anos.

Segundo Walter Bezerra Neto, após alguns meses de atividades, o feedback obtido dos estudantes tem sido positivo. O monitor, que decidiu participar do projeto pelo interesse na área de ensino, revela que os jovens chegam até mesmo a pedir lista de exercícios para fazer em casa

“Isso mostra que eles realmente querem aprender. É muito gratificante quando um aluno interage com o robô e diz que entendeu a matéria. Sem dúvida, é uma recompensa enorme saber que eles levarão na bagagem pelo menos uma parte do conhecimento que foi passado”, acrescenta o futuro engenheiro.

 

*Por: GOVERNO DE SP

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