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Henrique

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SANTA RITA DO PASSA QUATRO/SP - Neste último domingo(28) um homem de 63 anos foi preso pela Polícia Rodoviária na Rodovia Anhanguera em Santa Rita do Passa Quatro, transportando animais silvestres dentro de caixas.

Segundo as informações mais de 130 aves foram encontradas e três macacos- pregos., O homem já era procurado pela justiça.

O ônibus saiu do Maranhão, sentido a São Paulo, quando os Policiais Rodoviários parou o mesmo na cidade de Santa Rita do Passa Quatro.

A Polícia ambiental de São Carlos-SP foi acionada e a ocorrência foi registrada na delegacia de Porto Ferreira-SP.

Assista Vídeo

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*Por: REVISTA DAQUELE MODELO

LUIZ ANTÔNIO/SP - Um acidente na tarde deste domingo(28) deixou um bebê e dois homens feridos, após colisão de um veículo na traseira de um caminhão na Rodovia Anhanguera SP 330 no km 267 em Luiz Antônio.

Segundo as primeiras informações a criança de 11 meses estava na cadeirinha, no banco traseiro e o passageiro e o motorista estavam presos em ferragens.

O Resgate da concessionária e os Bombeiros foram acionados realizaram a retirada das vítimas, e foram removidos a um hospital de Ribeirão Preto não informado a nossa reportagem.

O Caminhão estava carregado de milho e o motorista não se feriu, a polícia rodoviária esteve no local, a rodovia ficou interditada, sendo liberada no fim da tarde.

 

*Por: REVISTA DAQUELE MODELO

RIO DE JANEIRO/RJ - O Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro realizou ontem (28), pelo quinto ano consecutivo, a Marcha das Mulheres Negras, na orla de Copacabana, zona sul da capital, com o tema "Mulheres Negras resistem: em movimento por direitos, contra o racismo, o sexismo e outras formas de violência". O ato contou com a presença de mulheres negras de todas as idades, desde bebês a “vovós” de mais de 80 anos.

Coordenadora do fórum, Ana Gomes disse à Agência Brasil que o intuito do evento é mostrar para o público as questões que afligem e mobilizam as mulheres negras no Rio de Janeiro e no país. Uma das reivindicações é dar visibilidade ao fato de que as mulheres negras são as maiores vítimas do feminicídio. Ainda segundo ela, apesar de a violência doméstica contra as mulheres brancas ter diminuído, os números referentes às mulheres negras aumentaram.

O ato também denuncia o genocídio da juventude negra.  “Na medida em que morre um jovem negro, é uma mulher negra que está na ponta sofrendo”, destacou Ana.

A falta de creches, a precariedade das escolas e o acesso restrito às urbanidades, além da violência praticada contra os povos tradicionais de matriz africana também estão entre as críticas das mulheres negras. “Tanta coisa que o racismo acaba nos colocando nessa situação de desprestígio, de desumanização”, explicou Ana Gomes.

A Marcha das Mulheres Negras também comemora o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, instituído no dia 25 de julho de 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, realizado na República Dominicana.

Homenagens

Uma oficina de cartazes, realizada pela manhã no Posto 4 da Praia de Copacabana, abriu a marcha que se estendeu até o Leme. Durante o evento, várias homenagens à vereadora Marielle Franco, assassinada com seu motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018.

Na Praça Heloneida Studart, foi montada a exposição “Vitrine Negra”, com trabalhos artesanais de afro-empreendedoras. O evento será encerrado à noite, com a roda de samba “Divas Negras – Nossa Africanidade”.

Adesão

A marcha contou com a participação de movimentos de mulheres negras de vários municípios e regiões fluminenses. A organização não governamental (ONG) Mulheres Yepondás, que desenvolve ações sociais, culturais e artísticas, montou um “painel de afroestima”, no qual as pessoas podiam colocar um turbante ou outro acessório disponibilizado pelo grupo e tirar fotografias.

O professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Walkimar Carneiro compareceu à marcha pela primeira vez. “As mulheres e, particularmente, as mulheres negras, ainda estão em uma situação difícil no país. Se a gente olhar para o mercado de trabalho, para as condições de vida como um todo, para o tratamento das pessoas, ainda há muita discriminação. Portanto, acho importante que haja essas manifestações. Todos temos que apoiar”, destacou.

Luíza de Figueiredo, 12 anos, disse que os cartazes cobrando respostas para o assassinato de Marielle chamaram a sua atenção. Estudante da 8ª série do ensino fundamental, Luíza defendeu as mulheres de todas as raças.

“Nós, mulheres, em geral, somos sempre diminuídas. E as mulheres negras, principalmente, são colocadas em um patamar muito inferior ao dos homens e das mulheres brancas. Então, acho muito importante a mulher negra mostrar que ela é também mulher e tem os mesmos direitos de todo mundo, assim como as mulheres têm os mesmos direitos dos homens.”

 

*Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - Um dia, atleta; posteriormente, universitária. Mas hoje, professora de basquete. Com uma vida dedicada a modalidade esportiva, Márcia Viola Arana, 56 anos, natural de Itapira, dedica-se na atualidade a ensinar basquete para jovens de ambos os sexos (de 6 a 18 anos) na escola de basquete Meneghelli, no ginásio de esportes Clube dos Bancários.

Formada em Química e Educação Física, quando atleta, Márcia dedicou-se 20 anos ao basquete e defendeu equipes de sua cidade natal, onde iniciou a prática da modalidade esportiva, Piracicaba, Jundiaí e São Carlos. Entre outras.

“Era ala/armadora e durante minha carreira tive a felicidade de comemorar títulos paulista, dos Jogos Regionais e Abertos do Interior”, lembrou. “Estou realizada como atleta. O basquete é minha vida. Me transformou como pessoa”, disse. “Estudava na USP e nunca parei de jogar. Conciliei o esporte e a educação. Não atrapalhou em nada”, disse, salientando que um dia teve que parar de jogar, pois teve que trabalhar. “Tinha 27 anos. Era Química e não dava para treinar em alto rendimento. Mas nunca me afastei do basquete. Treinava, competia de forma amadora”.

Durante 10 anos Márcia atuou profissionalmente como Química. Aos 37 anos, o basquete falou mais alto e decidiu estudar novamente. Mas Educação Física e com 41 anos formou-se. Foi quando iniciou as atividades como professora na Escola de Basquete Meneghelli. “Sou do esporte, está no meu sangue”, justificou.

REALIZADA

Márcia garante que hoje é uma pessoa realizada. Como ex-atleta e agora, professora. E, para ela, o esporte é tudo na vida de uma criança e de um jovem. “O pai tem que entender que uma atividade física é fundamental para um filho. Tem que investir no futuro do filho. Tenho um exemplo em casa (é mãe de Camila Arana, hoje na França). É uma mulher que se formou na quadra e estudou. É tudo que eu pedi a Deus. Uma cidadã exemplar”, disse. “Praticar uma modalidade esportiva, contribui para a formação do jovem.

AGORA, PROFESSORA

Hoje Márcia é uma professora habilitada pela metodologia NBA Basketball School e recentemente participou de um treinamento ao lado de Nivaldo Carlos Meneghelli Júnior na capital paulista. Assim, procura ensinar todos os fundamentos da modalidade para seus alunos (de 6 a 18 anos).

“Passo para meus alunos ainda outros ensinamentos. Nunca desistir nunca e lutar por suas metas. Mas estudar sempre. A vida no esporte é curta e é necessário tem uma formação profissional. Assim, procuro fazer com que cada jovem respeite o esporte, seja educado e se forme um cidadão”, complementou.

 

*Por: Marcos Escrivani

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