SÃO CARLOS/SP - NESTA SEGUNDA-FEIRA (29/7) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:
RADAR 1 - Avenida Comendador Alfredo Maffei (CENTRO/BAIRRO) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;
RADAR 2 - Avenida Getúlio Vargas (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;
RADAR 3 - Avenida Dr. Heitor Jose Reali (rodovia/bairro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.
SANTOS/SP - O Santos venceu o Avaí por 3 a 1 na tarde deste domingo, na Vila Belmiro, e assumiu a liderança isolada do Campeonato Brasileiro, com dois pontos à frente do Palmeiras após 12 rodadas. É a primeira vez na liderança desde agosto de 2016.
O Peixe construiu a vitória com gols de Derlis González, Carlos Sánchez e Felipe Jonatan. O gol dos catarinenses foi de João Paulo. O técnico Jorge Sampaoli mostrou que tem estrela: Derlis foi a surpresa na escalação e Felipe entrou no intervalo, no lugar de Alison, improvisado no meio-campo.
O Alvinegro não teve vida fácil para vencer o lanterna. Os donos da casa abriram o placar, sofreram o empate e desempataram ainda no primeiro tempo. Na etapa final, o jogo ficou aberto, com chances para os dois lados.
O Santos voltará a campo para enfrentar o Goiás, domingo, novamente na Vila. O Avaí receberá o Botafogo, no mesmo dia.
O Santos foi para cima desde o primeiro minuto, empurrando o Avaí no campo de defesa. E o gol não demorou a sair. Aos 8 minutos, Sánchez cruzou, a zaga afastou mal e a bola sobrou no pé de Derlis. O uruguaio bateu forte e abriu o placar.
Empurrado pela torcida, o Peixe seguiu na pressão e teve duas chances com Sasha. Na sequência, porém, diminuiu o ritmo e o Avaí equilibrou as ações.
No minuto 23, Aguilar salvou em chute de Ferrareis. E aos 27, o Avaí se aproveitou do atendimento médico a Diego Pituca, tocou bem a bola e encontrou João Paulo, livre, para deslocar Everson e empatar.
O Alvinegro “acordou” e logo desempatou. Soteldo, melhor em campo na primeira etapa, entortou a defesa e cruzou na cabeça de Sánchez na pequena área. O uruguaio deslocou Lucas Frigeri e colocou os donos da casa de volta à frente quando o placar marcava 32′ jogados.
SEGUNDO TEMPO
O Santos passou a ter maior controle do jogo no segundo tempo e o Avaí ofereceu menos perigo nos contra-ataques. A primeira chance real, porém, só veio aos 23 minutos.
Felipe Jonatan arriscou de fora da área, Lucas Figeri rebateu e Sasha, sozinho, bateu na trave depois do goleiro tocar na bola. Após dois minutos, Felipe deu um chapéu e deixou Marinho sozinho. O atacante chutou nova grande defesa de Frigeri.
No minuto 25, o Avaí respondeu. Pedro Castrou lançou Gegê e o atacante girou e bateu para intervenção providencial de Everson, a primeira do goleiro santista.
E depois de dar emoção ao jogo, o Santos garantiu a vitória e liderança do Brasileirão aos 32 minutos. E foi um golaço de Felipe Jonatan. O lateral-esquerdo deu um chapéu em Betão e chutou, com desvio em Pedro Castro, para encobrir o goleiro Lucas.
Nos minutos finais, o Avaí esteve entregue. O Santos seguiu no ataque e poderia até ter construído uma goleada. O Peixe é líder pela primeira vez desde agosto de 2016.
*Por: Lucas Musetti Perazolli/GAZETA ESPORTIVA
ALEMANHA - Era emoção que você queria? Pois o Grande Prêmio da Alemanha, no circuito de Hockenheim, entregou isso na manhã deste domingo para os fãs da Fórmula 1. Com chuva, trocas de pneus e estratégias a todo momento, o vencedor da prova foi Verstappen, da RBR, mas o grande destaque ficou com Sebastian Vettel, da Ferrari, que ficou na segunda colocação após ter largado em último. Kvyat, da Toro Rosso, completou o pódio, o primeiro da escuderia desde o GP da Itália, em 2008.
Stroll, da Racing Point, foi o quarto. Você deve estar se perguntando o que aconteceu. Pois é, a “corrida maluca” teve muitos contratempos que colocaram muita emoção. Leclerc, que largou em décimo e chegou até a quarta colocação, bateu e abandonou a prova, para a loucura da Ferrari.
Na mesma curva dessa batida, o então líder e pole position Lewis Hamilton, da Mercedes, perdeu o controle e foi punido em cinco segundos por volta irregular aos boxes. Ele ainda rodou na pista em outro momento, mas conseguiu voltar e terminou a prova na 13ª colocação – a última posição, já que Hulkenberg, Norris, Ricciardo, Pérez, Bottas e Gasly abandonaram a prova.
A Fórmula 1 retorna no dia 4 de agosto, no circuito de Hungaroring, na Hungria, às 10h10 (de Brasília). Em 2018, Hamilton foi o campeão do GP, seguido de Vettel e Raikkonen, em terceiro, ambos da Ferrari.
A corrida – Com a chuva que caía em Hockenheim, a dúvida inicial era se seria necessária ou não a entrada do safety car. Após a formation lap, que durou mais de uma volta, acabou irritando inicialmente os pilotos, que queriam ir logo para a pista. Com essas voltas, a corrida caiu de 67 voltas para 64.
Na largada, parada, Hamilton largou bem e permaneceu na primeira posição, enquanto Verstappen não fez bom início e caiu para a quarta posição, atrás de Haikkonen. Nesse meio tempo, Vettel e Leclerc, em corrida de recuperação, foram ganhando posições.
Com sete voltas, o alemão ocupava a oitava posição (largou em 20º) e o monegasco estava em quarto (largou em 10º). A Ferrari acabou punida por conta de uma saída perigosa do box, quando Leclerc quase bateu em Grosjean, da Haas. O piloto, porém, não sofreu as consequências.
Na volta 16, a corrida acabou para Ricciardo. O motor do carro explodiu e ele precisou abandonar a prova. Ele se juntou a Pérez, que bateu sozinho no início da prova. Enquanto isso, Leclerc vinha forte, tentando desbancar Verstappen, que estava na cola de Bottas. Vettel, então, mudou de estratégia e colocou pneus macios, para tentar se aproximar das primeiras posições. Lewis Hamilton seguia na primeira colocação, mas a briga pela segunda e terceira posições seguiam firmes.
Na volta 28, Norris precisou abandonar a prova por problemas mecânicos. Enquanto isso, pilotos trocavam pneus para médios em pista seca, casos de Verstappen e Bottas; já Leclerc com macios. Estratégias foram mudadas de acordo com o clima e interesse de cada escuderia. Mas, como na prova classificatória, a bruxa estava solta na Ferrari…
Loucura do meio para o fim!
Acertou na estratégia, mas Leclerc acabou passando reto na curva da volta 29 e bateu. Hamilton bateu no mesmo ponto e precisou trocar os pneus, mas uma lambança no box faz a equipe fazer a troca em quase um minuto. Ele, inclusive, foi punido em cinco segundos por volta irregular aos boxes. O britânico perdeu posições e caiu para quinto. Verstappen na ponta, Hulkenberg em segundo e Bottas em terceiro.
Hulkenberg, que vinha fazendo uma ótima corrida, bateu no mesmo ponto de Leclerc e deu adeus à prova, lembrando que o safety car trabalhou bastante neste GP. E a corrida seguia “maluca” por lá: na volta 50, o pódio era composto por Verstappen, Stroll em segundo e Kvyat em terceiro.
Partindo para o fim da corrida, Hamilton, após cumprir punição, caiu para baixo do top 10 e ainda rodou na pista, caindo para a última colocação, na 15ª posição. A bruxa continuou solta… Bottas bateu forte e precisou abandonar a prova também. Dia nada bom para a Mercedes no GP da Alemanha, e olha que era aniversário de 125 anos de envolvimento com esporte a motor da escuderia.
Quem veio fazendo uma bela prova foi Sebastian Vettel, que largou em último e chegou no fim atacando Stroll, na busca pela terceira colocação e ele conseguiu, mas não foi o bastante. Logo depois, ele conquistou a segunda colocação, deixando Kvyat para trás.
Verstappen terminou em primeiro, a segunda vitória da Honda desde o retorno da marca à F1, Vettel em segundo e Kvyat em terceiro. Foi o primeiro pódio do Toro Rosso desde o GP da Itália, em 2008.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
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