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Rodrigo Stein

Rodrigo Stein

Vendedor e Jornalista.
Ajudo a compor as materias e deixar a rádio sanca mais conhecida positivamente na cidade

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SÃO CARLOS/SP - É com grande tristeza que a Rádio Sanca, mais uma vez, noticia o que pode ser sido a pior enchente que São Carlos já viveu. O Jornalista Ivan Lucas esteve na baixada do mercado e mostrou com exclusividade os estragos causados pela chuva desta quinta-feira, 26 de novembro de 2020.

O ano de 2020 foi o pior na história de muita gente. No inicio do ano, em 12 de janeiro de 2020, os comerciantes da baixada do mercado presenciaram, o que até aquele momento, foi a pior enchente que a cidade já viveu, na mesma semana a cidade passou pelo mesmo episódio duas vezes, e quando o comerciante começou a se recuperar, pensar positivo, veio a pandemia que atingiu o mundo todo, mas principalmente os comerciantes, que ficaram com suas lojas de portas fechadas por mais de 6 meses, voltando quase a normalidade a pouco tempo, a menos de 3 meses, e quando as noticias apontavam uma melhora, quando a estimativa com relação ao crescimento das vendas do comércio eram altas e quando os comerciantes se prepararam com novos produtos para vender na Black Friday que será no dia de amanhã, veio a pior enchente de todos os tempos, que DESTRUIU COMPLETAMENTE as lojas da baixada do mercado.

A única coisa que podemos fazer neste momento, é pedir que o Poder Público a partir desses 4 anos seguintes busquem recursos para realizarem obras para acabar ou minimizar as enchentes, é inadmissível uma população viver a mercê do medo, uma cidade como São Carlos, considerada a capital da tecnologia, não se pode esperar que estragos como esse aconteçam para então buscar saídas.

A Rádio Sanca se solidariza com os comerciantes e deixamos aqui nosso sentimento de tristeza, pois neste momento, não foram só os comerciantes que perderam seus produtos, mas foi todo povo de São Carlos, que perdeu a sua felicidade, pois como São-Carlenses, nos solidarizamos pela situação do nosso próximo, e estamos todos em luto pela situação e pelas perdas desta quinta-feira.

SÃO PAULO/SP - Secretaria municipal de Saúde abrirá 200 novos leitos de enfermaria nos Hospitais da Brasilândia e de Parelheiros para casos leves

O secretário de saúde da cidade de São Paulo, Edson Aparecido, afirmou nesta quinta-feira (26) que a taxa de ocupação de pacientes com covid-19 nos hospitais municipais privados é de 66% dos leitos e nos hospitais estaduais da cidade, 60%.

O secretário afirmou ainda que a pasta abrirá mais 200 novos leitos de enfermaria nos Hospitais da Brasilândia e de Parelheiros para internação de pacientes com casos leves de covid-19.

"Continuamos nessa gravíssima pandemia. Criamos o Plano São Paulo que garantem o aumento da restrição ou a flexibilização e fazemos isso de forma heterogenea. São Paulo não esconde dados", disse o governador São Paulo.

 

Executivo da empresa afirmou que eficácia de 90% do imunizante obtida após administração de meia dose seguida de dose completa não foi proposital

MUNDO - A AstraZeneca, farmacêutica que desenvolve a vacina de Oxford contra a covid-19 junto à Universidade de Oxford, admitiu que a eficácia obtida de 90% do imunizante com a adminstração de meia dose seguida de uma dose completa um mês depois ocorreu após um erro. A informação foi publicada nesta quinta-feira (26) pelo jornal norte-americano The New York Times.

"O erro na dosagem foi cometido por uma empresa contratada. Uma vez descoberto, os reguladores foram imediatamente notificados e assinaram o plano de continuar testando a vacina em diferentes doses", afirmou o executivo da AstraZeneca Menelas Pangalo em entrevista na quarta-feira (25) citada pelo jornal.

A AstraZeneca foi uma das fabricantes de candidata à vacina contra a covid-19 a anunciarem resultados preliminares positivos neste mês, além da Pfizer, Moderna, CoronaVac e Sputinik V. De acordo com as doses administradas, a vacina de Oxford apresentaria eficácia de 62% a 90%, sendo a média de 70%.

A administração do imunizante que não estava prevista e apresentou resultado mais eficaz, de 90%, estava relacionada a participantes que receberam meia dose da vacina na primeira dose e uma dose completa um mês depois. Já aqueles que receberam duas doses completas, da primeira e segunda vez, tiveram resposta imune menos eficaz, de 62%.

Cerca de 2.800 pessoas teriam recebido a dosagem menor, segundo o New York Times, sendo que 8.900 participantes receberam duas doses completas. Os voluntários são do Reino Unido.

 Os participantes que foram beneficiados com o erro tinham menos de 55 anos, ainda de acordo com o jornal, que ressaltou que o principal grupo de risco, que são os idosos, não passaram, portanto, pelo teste que resultou em melhor resultado.

O executivo da AstraZeneca afirmou à Reuters na segunda-feira (23) que a empresa não pretendia que nenhum participante recebesse meia dose e que ela ocorreu por um erro de cálculo, o que permitiu que os pesquisadores encontrassem uma adminstração do imunizante mais promissora.

A vacina de Oxford também passa por testes no Brasil com coordenação da Unifesp (Universidade de São Paulo), sendo uma das candidatas a serem distribuídas no país.

Representantes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) têm previsão de visitar a fábrica da vacina da Oxford na China de 7 a 10 de dezembro. Eles já estão no país. A inspeção faz parte do protocolo para registro da vacina no Brasil.

Já existe um acordo entre a Universidade de Oxford e o governo brasileiro para a compra do imunizante e transferência da tecnologia, caso a vacina seja aprovada nos testes. No Brasil, será produzida pela Bio-Manguinhos, laboratório da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), no Rio de Janeiro.

Os testes começaram no Brasil em 20 de junho e englobam 10 mil pessoas. Os testes globais chegaram a ser suspensos em setembro depois que uma voluntária no Reino Unido apresentou reação adversa grave, mielite transversa, uma manifestação neurológica que afeta os nervos periféricos da coluna. Mas os testes foram retomados dias depois.

BRASÍLIA/DF - O Brasil criou 394.989 vagas com carteira assinada em outubro, segundo os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Economia. Este é o quarto mês consecutivo que o país tem mais contratações do que demissões.

O saldo é resultado de 1.548.628 admissões e de 1.153.639 desligamentos. No mesmo mês de 2019, foram criadas 70.852 vagas formais.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o resultado de outubro foi o melhor da série histórica do Caged, iniciada em 1992. “Esse mês de outubro foi o mês em que geramos mais empregos na série histórica do Caged. Desde 1992, o Brasil não criava tantos empregos em um mês. Tivemos quase 400 mil empregos, 394 mil empregos. Então, a economia brasileira continua retomando em V, em um ritmo acelerado”, disse Guedes.

Segundo o Ministério da Economia, "o desempenho reforça a retomada da economia brasileira após os efeitos econômicos gerados pela pandemia de covid-19".

O salário médio das contratações foi de R$1.691,92 em outubro.

O resultado de outubro foi positivo nas cinco regiões do país, com destaque para o Sudeste, com a criação de 186.884 postos; e no Sul, 92.932 novas vagas. No Nordeste foram criados 69.519 empregos formais; no Centro-Oeste, 25.024; no Norte, 20.658 vagas.
Setor de serviços contratou mais

Em outubro, houve mais contratações do que demissões em quatro dos cinco grupamentos analisados pelo Caged.

O maior saldo ficou no setor de serviços (+156.766 postos), principalmente nas atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+103.443 postos).

Em seguida, aparece o comércio; com destaque para reparação de veículos automotores e motocicletas (+115.647 postos), seguido de indústria geral (+86.426 postos), e construção (+36.296 postos).

Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi o único Grupamento com saldo negativo em outubro (-120 postos).
Resultado de 2020

De janeiro a outubro deste ano, o Brasil registrou 12.231.462 admissões e 12.402.601 demissões, resultando no fechamento de 171.139 vagas formais.

Os setores de serviços e comércio fecharam 268.049 e -231.245 vagas, respectivamente, de janeiro a outubro deste ano. Em contrapartida, houve criação de vagas na indústria, construção e agropecuária - com saldos de, respectivamente, 86.991, 138.409 e 102.911 empregos com carteira assinada.

Por R7

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