fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Diante da Catedral repleta de fiéis, o Bispo Dom Luiz afirmou, no começo da missa, ser esse um momento de “grande alegria, fé e gratidão a Deus pelas vocações”.

 

SÃO CARLOS/SP - Na noite da sexta- feira, 04, pela imposição das mãos do Bispo Diocesano Dom Luiz Carlos Dias, dez Seminaristas foram ordenados diáconos. “Enviai sobre eles, Senhor, nós vos pedimos, o Espírito Santo que os fortaleça com os sete dons da vossa graça, a fim de exercerem com fidelidade o seu ministério.”

Em silêncio e ajoelhados no presbitério, dez jovens seminaristas ouviram este trecho da prece de ordenação diaconal, proferida por Dom Luiz Carlos na Catedral de São Carlos, na sexta, 4.

A prece e a imposição das mãos pelo Bispo Diocesano constituíram a parte central do rito de ordenação dos agora Diáconos: Adão Santana, Bruno Richard de Moraes Ferreira, Cristiano Aparecido Maciel, Davi Celestino Peccin, Giovani Teixeira Ballione, João Vicente de Aquino Junior, Laudemir Antunes de Carvalho Júnior, Ronaldo Cesar Bressan Fazio, Tadeu Aparecido Germano e Vagner Peruchi.

Diante da Catedral repleta de fiéis, o Bispo Dom Luiz afirmou, no começo da missa, ser esse um momento de “grande alegria, fé e gratidão a Deus pelas vocações”, mas, também, de oração para que sempre surjam novos vocacionados.

NO SERVIÇO DO ALTAR, DA PALAVRA E DA CARIDADE

Na homilia, o Bispo Diocesano de São Carlos explicou que, no início da Igreja, os apóstolos, movidos pelo Espírito Santo e desejosos de dedicar mais tempo à oração e à pregação da Palavra, escolheram sete homens de bem para ajudá-los no serviço diário, em especial na prática da caridade com os mais pobres. Surgiu, assim, o diaconato.

“Sem o exercício da caridade, o exercício da Palavra se torna barulho vazio, como dizia Santo Agostinho. Sem a caridade, também a Eucaristia perde o sentido. Assim, não se pode separar uma coisa de outra”, afirmou, pedindo aos fiéis que rezem pelos novos Diáconos, os vocacionados e todos os ministros ordenados, “para que sejamos fiéis ao dom e à missão que nos foi dada, para que possamos servir bem ao povo de Deus e para a edificação da Igreja viva: servir a Igreja na Eucaristia, na Palavra e na caridade”, enfatizou.

O RITO

O rito de ordenação começou após a proclamação do Evangelho, com a apresentação dos candidatos ao diaconato. Padre Antônio de Marco Filho, Reitor

do Seminário de Teologia São Carlos Borromeu, confirmou ao Bispo Diocesano que os candidatos são dignos para a Ordem do Diaconato, os mesmos confirmaram a opção de se colocarem a serviço do povo de Deus.

Após a homilia, os eleitos para a ordem diaconal assumiram publicamente, perante o Bispo, as exigências desse ministério: ser consagrado ao serviço da Igreja; desempenhar, com humildade e amor, o ministério diaconal como colaborador da ordem sacerdotal; guardar o mistério da fé e proclamá-la por palavras e atos; guardar para sempre o celibato; perseverar e progredir no espírito de oração; e imitar o exemplo de Cristo. Além disso, cada um deles prometeu respeito e obediência ao Bispo e a seus sucessores.

Na sequência, com os diáconos prostrados no presbitério, foi entoada a Ladainha de Todos os Santos, após a qual se seguiu a imposição das mãos e a prece de ordenação feita por Dom Luiz Carlos.

Depois, cada um dos novos diáconos foi revestido da estola e da dalmática, como sinal do serviço ministerial para o qual foram ordenados. As vestes foram levadas a cada um deles por um familiar ou pessoa próxima escolhida pelo ordenando, que teve a ajuda de um padre para vesti-la.

Já de volta ao presbitério, os dez novos diáconos receberam do Bispo Diocesano o livro dos Evangelhos e, na sequência, o abraço da paz, primeiro de Dom Luiz Carlos, depois do Bispo Auxiliar Dom Eduardo Malaspina. O neo-diácono Cristiano em nome dos demais diáconos dirigiu palavras de gratidão, pelas orações e rendeu graças a Deus pela alegria de estar compartilhando esse momento com toda comunidade católica da Diocese de São Carlos.

SÃO CARLOS/SP - No final de semana mais uma pessoa foi vítima de bandidos em São Carlos, desta vez foi no bairro Boa Vista.

A mulher de 38 anos disse aos policiais que estava pela Rua Quintino Bocaiuva, se dirigindo para igreja, quando dois bandidos apareceram e sob fortes ameaças pegou a bolsa, retirou o celular, empurrou a moça e saíram correndo.

O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de São Carlos.

SÃO CARLOS/SP - Uma mulher de muita fé e batalhadora quer realizar o sonho de sua filha Vitória que vai completar 15 anos em fevereiro de 2023, e para isso acontecer precisa de nossa ajuda.

O sonho é ter uma festa de aniversário, apenas isso, ou seja, comemorar a vida!

Segundo a Ana, a mãe da jovem, a menina sofre de depressão por motivos que não podemos nem descrever e com a realização do sonho essa dor com certeza será amenizada. Se cada um doar um pouquinho que seja a meta será atingida, e claro a meta é o sorriso no rosto na adolescente.

Quem puder ajudar basta clicar no link abaixo. Doe o que o seu coração mandar.

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-para-a-festa-de-aniversario-da-minha-filha

SÃO PAULO/SP - Durante uma entrevista ao colunista Leo Dias, a dupla Bruno & Marrone, que já tem quarenta anos de carreira, relembraram algumas polêmicas. Ao serem questionados se teve algum momento em que a dupla quase chegou a se separar, os sertanejos logo revelaram o que ninguém esperava.

“Ah, já sim. Teve um momento que eu xinguei o Marrone de tudo. O Marrone ele treme assim de nervoso. Mas depois passa”, respondeu Bruno, entre risadas. “Eu queria dar uma porrada na cara dele”, comentou Marrone.

Em seguida, Bruno esclareceu que os dois sempre faziam as pazes: “É impressionante que as nossas raivas elas passam. Parece que não aconteceu nada. A gente não guarda rancor”. Marrone acrescentou: “Eu conheço gente que já separaram, que são irmãos, não vou nem citar, que são irmãos de sangue. O ego, muita vaidade, e as vezes orgulho. No caso nos dois não somos irmãos. Eu acho que espiritualmente a gente é mais evoluído do que muitos que já se separaram”.

“Não é questão de evolução, a gente tem a capacidade de perdoar melhor. Nós dois. Ele me perdoa mais porque eu encho mais o saco dele”, finalizou Bruno.

 

Quarenta anos de carreira

A história de Bruno & Marrone no mundo sertanejo começou com a ajuda do cantor Leonardo. Bem no começo da carreira, a dupla passou por várias dificuldades e cada um ganhava em torno de R$ 100 por show. Quarenta anos depois, eles formam uma das maiores duplas da história.

Com tantos anos de carreira e parceria, Bruno & Marrone afirmam que a ligação entre eles é coisa de outras vidas, mesmo não sendo irmãos de sangue. “Não sei se na outra vida nos matamos ou fomos irmãos”, afirma Marrone. “Tem dias que não olho para Marrone”, acrescenta Bruno.

 

 

Por: Camilla Tochetto / METROPOLITANA

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Maio 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.