fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Henrique

Henrique

URL do site: https://www.cybernauta.com.br/ E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

SÃO CARLOS/SP - O vice-prefeito e secretário de Segurança, Defesa Civil e Mobilidade de Rio Claro, coronel Marco Bellagamba, acompanhado de seu secretário-adjunto, Luís Ikikura, se reuniu no início da semana com o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Samir Gardini e com chefe de gabinete da pasta, Paulo César Belonci, para conhecer o Plano Municipal de Segurança Pública de São Carlos.

Aperfeiçoar o sistema de segurança pública do município por meio de um conjunto integrado de propostas e ações que articulem políticas de segurança, políticas sociais e ações de integração e colaborarão comunitárias, que contribuam para otimizar os recursos e meios destinados a prevenir e reprimir a criminalidade; reduzir a impunidade, coibir e desestimular as práticas violentas; atuar positivamente na indução da maior participação comunitária no combate a violência, resgatando o sentimento de segurança e tranquilidade do cidadão nos seus direitos essenciais como fator fundamental da qualidade de vida e integração nacional de políticas públicas efetivas para a segurança pública estão entre os objetivos do Plano de Segurança Pública de São Carlos.

A criação da ROMU (Ronda Ostensiva Municipal) que tem como objetivo o patrulhamento ostensivo no município com vistas ao uso e tráfico de drogas, combate a violência e criminalidade; criação da Ronda Maria da Penha, tropa especializada na prevenção e enfrentamento a violência contra mulher e aprimoramento do trabalho da Defesa Civil foram os projetos mais discutidos durante a reunião. “A ideia é aproveitar projetos já desenvolvidos ou previstos no Plano de São Carlos para implantação em Rio Claro. Foi uma troca de experiência, alguns projetos eles já implantaram, outros querem conhecer melhor”, explicou Samir Gardini.

Os secretários de Segurança dos dois municípios também iniciaram a articulação para a realização de um operação em conjunto.

SÃO PAULO/SP - Palmeiras e Santos fizeram um bom clássico neste domingo, no Allianz Parque, mas não conseguiram balançar as redes. Depois de um primeiro tempo apenas com duelos táticos e novo gol incrível perdido por Borja, a partida ganhou emoção na etapa final e os dois times pararam em grandes defesas de Weverton e Everson. Pior para o Verdão que viu os quase 34 mil pagantes vaiarem após o apito final.

O clássico começou interessante no Allianz Parque. As duas equipes buscaram a marcação no campo ofensivo, mas a pressão dos mandantes durou poucos minutos. Logo, a apatia de Miguel Borja e o despreparo físico de Raphael Veiga pesaram para que o Verdão desse espaço ao Santos.

Isso, somado à boa ‘saída de três’ armada por Sampaoli, com Yuri sendo recuado quase como terceiro zagueiro, deu espaço para Jean Lucas, o melhor do Peixe aparecer no jogo. Quando Moisés avançava para tentar acirrar a marcação, o camisa 30 do hoje dourado Santos aparecia bem às costas dos volantes palestrinos, mas nada que evoluísse para jogadas claras de gol.

O Alviverde, por sua vez, tentava copiar a fórmula de saída de bola adversária, mas o passe de Thiago Santos dificultou o recurso. Foi o primeiro time misto do Maior Campeão do Brasil na temporada. Ao invés das já conhecidas formações ‘A’ e ‘B’, Felipão misturou suas duas escalações e o Verdão sofreu.

Apenas Felipe Pires conseguiu destaque, infernizando o inseguro Copete pelo lado direito. Dudu tentou dobradinha com Victor Luis na esquerda, mas pouco apareceu, enquanto Raphael Veiga e Borja fizeram nova péssima partida. Com todo este cenário, a única real oportunidade de gol do clássico saiu após 40 minutos já jogados.

Dudu tentou jogada individual pela esquerda, perdeu a bola e ela sobrou para Victor Luis, que avançou até a área e cruzou rasteiro. Everson e Raphael Veiga tentaram alcançar, mas a bola chegou no segundo poste, onde Borja entrou livre. O colombiano deu um carrinho com o pé direito, mas ela bateu em seu pé esquerdo e foi fraca na direção do gol. Em cima da linha, Gustavo Henrique afastou.

Segundo tempo ganha emoção no Allianz Parque

O panorama da etapa final foi diferente. Por erros de passe, botes e cobertura, os dois times conseguiram criar. Com apenas três minutos, Derlis González teve espaço para arriscar de fora da área e Yuri entregou uma bola para Raphael Veiga dominar sozinho, na meia-lua e finalizar duas vezes em cima da zaga. Felipe Pires, livre pela direita, reclamou muito do companheiro.

O Alvinegro, por sua vez, reclamou de duas penalidades. Primeiro, de um toque de mão de Gustavo Gómez em finalização de Jean Lucas. Depois, de um empurrão em Jean Mota após cruzamento na área.

Contando com as falhas visitantes e abusando das jogadas pelas pontas, o Palmeiras foi encurralando o Santos, mas abrindo espaço para os contra-ataques. Tentando armar, o Peixe só conseguia respiro quando seus dois zagueiros, além de Yuri, tocavam a bola.

Com 14 jogados, após cruzamento de Dudu, três palmeirenses tocaram de cabeça, mas ninguém mandou para as redes. Pouco depois, o camisa 7 levantou mais uma área, Felipe Pires finalizou, mas a bola estava muito alta e foi para fora.

A esperança verde aumentou com a entrada de Ricardo Goulart, já metade do segundo tempo. As arquibancadas vibraram quando o camisa 11 foi chamado por Felipão, mas chiaram quando a placa indicou que Raphael Veiga era quem deixaria o campo, ao invés de Borja. Ambos fizeram péssima jornada e o último reforço do ano melhorou o Verdão.

O placar só não foi alterado na reta final pela bela defesa de Weverton, em finalização de Matheus Ribeiro e os milagres de Everson. O goleiro do Santos fez um milagre para defender a cabeçada de Dudu e mostrou reflexo para parar Gustavo Gómez, em nova jogada pelo alto.

 

*Por:Bruno Calió e Lucas Musetti/GAZETA ESPORTIVA

RIO DE JANEIRO/RJ - O Ministro da Educação pediu desculpas por ter dito, em entrevista à Veja, que o brasileiro no exterior comporta-se como um canibal, roubando coisas dos hotéis e até assento salva-vidas do avião. Pediu desculpas “a quem tiver se sentido ofendido” – quer dizer, aos que fazem isso. Se a moda pega, vou ter que pedir desculpas àquela senhora que antes de desembarcar em Brasília, colocou a coberta da TAP na sua sacola. Terei que pedir desculpas para a brasileira que em Lisboa atrasou o voo para Roma, fazendo gritaria, porque queria guardar a bagagem dela na classe executiva, embora viajando na econômica. Vou ter que me desculpar aos brasileiros barulhentos que perturbavam o sossego do restaurante da Galleria Vittorio Emanuele, em Milão, para mostrar que lá estavam, e me envergonhei deles.

Quando saía do hotel em Punta del Este e o funcionário me fez abrir a mala para uma inspeção, fiquei revoltado, mas ele explicou que brasileiros levam toalhas, lençóis, luminárias e até abajur. Fiquei envergonhado de meus conterrâneos, mas, se tiver que repetir o ato do ministro, devo pedir desculpas a esses ladrões de hotéis. Vou pedir desculpas ao meu amigo que levou um pito de um porteiro de prédio, depois de atravessar fora da faixa de pedestre uma avenida de Santiago do Chile. Chamei meu amigo de incivilizado e agora vou pedir desculpas. Peço desculpas aos brasileiros que íam comendo sanduíche e jogando papel no lindo piso da rua Augusta, na baixa lisboeta. Eu os critiquei em pensamento.

Já vi chineses cuspindo no corredor do avião, entre Hong-Kong e Beijing; egípcio acendendo fogareiro dentro do avião, sobre o Saara; americano agindo como bárbaro em Cancún; japonês enlouquecido em Honolulu; argentino fazendo algazarra em Florianópolis. Mas esses não me envergonham. Quando sou acordado à noite por brasileiros aos gritos no corredor do hotel em Viena, ou quando vejo meus conterrâneos pulando roleta no metrô em Paris, aí eu me envergonho. Será que devo pedir desculpas a quem me provoca vergonha? Não seria melhor fazer como o Ministro Vélez Rodríguez na entrevista, e sugerir que a educação talvez possa recuperá-los para a civilização?

Eu não diria “canibais”, mas selvagens. O excelente Paulo Pestana, do Correio Braziliense, usou o “canibais” na sua página de domingo e sugeriu que o Ministro fosse além, falasse sobre furtos em restaurante, xixi na calçada, barulho, grosseria com garçom, cigarro no chão; e recordou o refrão chulo que “gritavam os canibais” para uma russa na Copa do Mundo. Quando postei o assunto no twitter, choveram testemunhos dessa incivilidade e comportamento anti-social no exterior. Então o Ministro não está sozinho nessa constatação. Que não atinge a maioria, mas ensejou o pedido de desculpas porque um advogado pediu no Supremo uma manifestação do Ministro. Talvez o causídico não viaje e não perceba o que nos envergonha. Ou quem sabe seja um dos que se sintam ofendidos.

*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.

Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.

ITIRAPINA/SP - Mais um importante passo foi dado ma manhã hoje, 23 de fevereiro, em relação ao futuro do Balneário Santo Antonio, local que abriga grande parte da margem da Represa do Lobo (Broa), uma das maiores de água doce do Estado de São Paulo, com suas águas classificadas como excelente para banho e recreação (lazer), de acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).

Audiência pública realizada nas dependências da Associação de Moradores e Proprietários de Imóveis no Broa (APIB), evolvendo a associação – presidida pelo empresário Italinho Cardinali, o prefeito José Maria Candido – seus Secretários e Assessores, Vereadores e demais Assessores e, na grande maioria, os moradores e proprietários de imóveis, decidiu pela volta da cobrança na portaria, agora como taxa de conservação ambiental. De cerca de 100 pessoas presentes, apenas 4 foram contrárias, relembrando que a portaria está aberta, ou seja, sem cobrança, desde abril do ano passado.

COMO COBRAR?

Após várias sugestões, argumentações e simulações sobre as formas de se realizar a cobrança, a reunião foi finalizada com a missão do prefeito e sua equipe técnica e jurídica elaborarem um estudo a ser enviado à Câmara, a qual, por sua vez, analisará, retornará ao Executivo Municipal com as considerações, para que uma lei efetiva seja estruturada e percorra os trâmites legais. “Precisamos avaliar os diversos aspectos, para que essa nova lei beneficie os moradores, proprietários de imóveis, comerciantes e promova um turismo sustentável, com geração de emprego e renda, sem danificar o meio ambiente”, considerou o prefeito.

*Por: PMI

 

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Março 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
            1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31          
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.