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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Sérgio Rocha (PTB) apresentou requerimento solicitando informações da Prefeitura sobre a aquisição de máquinas e equipamentos pela Secretaria de Serviços Públicos, o motivo pelo qual ainda não ocorreu a licitação e em qual fase se encontra o processo administrativo relativo à mesma.

Sérgio Rocha destaca que ao final do ano passado foi aprovada pela Câmara Municipal operação de crédito de R$ 4 milhões para compra de novas máquinas e equipamentos para atender a Secretaria de Serviços Públicos

“A maior parte das máquinas e dos equipamentos estão sucateados e sem condições de uso, e isto reflete nas péssimas condições das estradas rurais que ficam por muito tempo sem manutenção”, declarou.

O vereador salienta que essas condições prejudicam a prestação de serviços públicos até mesmo dentro do município, tendo em vista a demora em realizar a limpeza dos Ecopontos, do acúmulo de entulhos nas áreas públicas e na demorada prestação de outros serviços por falta de equipamentos.

“A promessa era de que seriam compradas novas pás-carregadeiras, motoniveladoras, retroescavadeira, caminhões basculantes entre outros para dar mais agilidade ao serviço prestado pela Secretaria de Serviços Públicos. São Carlos tem uma zona Rural muito extensa que está abandonada, muitas chácaras que ficam isoladas, pois não é dada a devida manutenção nas estradas e a compra destes equipamentos ajudaria a diminuir estes problemas”, disse Sérgio Rocha.

Próximo ao solo, gás pode ser extremamente tóxico

 

SÃO CARLOS/SP - Embora estejamos acostumados a associar o ozônio à nossa proteção - já que, em altas altitudes, é essencial para filtrar e amenizar os efeitos da radiação ultravioleta -, o gás é extremamente tóxico quando inalado. Assim, a necessidade de monitoramento e controle ambiental de gases poluentes na atmosfera motivou pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) a desenvolver um sensor de ozônio mais seletivo - ou seja, mais sensível ao ozônio e capaz de diferenciá-lo de outros gases - e de produção mais simples e barata do que os dispositivos já existentes.

Em regiões próximas ao solo, o ozônio é gerado principalmente a partir da emissão de veículos automotores e processos industriais. Dados da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) frequentemente indicam níveis superiores ao máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), particularmente na região metropolitana da cidade de São Paulo, o que favorece o aparecimento de doenças respiratórias. Considerando esse contexto, o novo sensor de ozônio é um dos resultados da pesquisa de Yina Julieth Onofre Ramirez, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF) da UFSCar, sob a orientação de Marcio Peron Franco de Godoy e Luis Fernando da Silva, ambos do Departamento de Física (DF) da Universidade.

O sensor desenvolvido é baseado no comportamento elétrico de um filme fino de óxido de zinco contendo 5% de cobalto (ZnCoO), produzido por uma técnica de síntese relativamente simples e com grande apelo industrial: a spray pirólise. A presença de uma pequena quantidade de ozônio (20 partes por bilhão - ppb -, quando o máximo recomendado pela OMS é 100 ppb) na atmosfera causa aumento substancial da resistência elétrica desse material. Esse aumento é devido a efeitos de superfície associados à transferência de elétrons do filme de ZnCoO para a atmosfera, que cessam assim que o ozônio é removido. Quando colocado em atmosferas contendo outros poluentes - tais como monóxido de carbono, amônia ou óxido nitroso -, as alterações na resistência elétrica do sensor provocadas por esses outros gases são desprezíveis.

Os resultados da pesquisa, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foram publicados recentemente na revista Applied Surface Science (http://bit.ly/2IrlQMf) e contaram com a colaboração de outros pesquisadores da UFSCar (Elson Longo da Silva, professor no Departamento de Química, e Ariadne Catto, pós-doutoranda no DF), do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (Valmor Mastelaro, docente no IFSC-USP) e da Université Aix-Marseille, na França. O trabalho continua em andamento, visando otimizar o funcionamento do sensor e, também, compreender mais profundamente os processos associados.

SÃO CARLOS/SP - Moradores da Rua Major Manoel Antônio de Mattos, entraram em contato com a Rádio Sanca pelo nosso WhatsApp (16) 98136-7545, para falar sobre uma residência que está tomada pelo mato e possíveis focos de dengue.

O internauta nos enviou fotos da casa mostrando que o mato está tomando conta da residência, pois não mora ninguém ali, é nítido também que a casa está bem fechada, mas os moradores relatam a infestação de insetos.

“Por fora a casa está bem fechada, o problema é o matagal que toma conta do quintal e muitas aranhas estão entrando em nossas casas. Sem falar que pode ser que tenha algum recipiente acumulando água e isso pode causar a Dengue” afirmou morador.

Os moradores pedem ao proprietário que limpe, ou que a prefeitura notifique o dono para limpeza urgente do imóvel.

A casa abandonada fica ao lado do numeral 1625, próximo antiga Casa de Saúde na Vila Nery.

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SÃO PAULO/SP - O governo de São Paulo anunciou hoje (22) que vai reduzir o aumento médio do preço do gás, e a prioridade é a indústria. Segundo o governador de São Paulo, João Doria, a partir de 1º de março, o aumento médio do gás para as indústrias paulistas passará de 37% para 23% . Para o consumidor residencial, o aumento cairá de 11% para 8%.

 “Vamos reduzir o impacto do aumento do gás no estado, dentro do que cabe ao governo paulista. Uma ação integrada permitirá a redução do aumento de 37% para 23%, a partir de primeiro de março”, disse o governador.

De acordo com Doria, a redução no aumento em todo o estado de São Paulo foi possível após um acordo com a Comgás (distribuidora de gás encanado em São Paulo), a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), o governo e a indústria paulista. No entanto, ele negou que haverá alguma compensação ou renúncia do governo para que o aumento seja reduzido.

"Primeiro, zero renúncia do governo do estado. Foi um acordo entre o setor, todos buscando a melhor solução. Cada um cedeu um pouco e encontramos uma forma que atendesse tanto o fornecedor como o mercado, para que as indústrias pudessem continuar trabalhando e investindo e para que o setor de gás também tivesse a remuneração do seu produto", disse o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido.

Em maio, quando ocorre a revisão tarifária da concessionária, a diferença será recalculada. “Como 80% do consumo [de gás natural em São Paulo] é industrial, o governador pediu foco nesse aumento de 37%”, disse o vice-governador e secretário de Governo, Rodrigo Garcia. “Todos tiveram uma faixa de redução e, o [consumidor] industrial, a faixa mais significativa."

Composição tarifária

A tarifa final do gás canalizado é formada, essencialmente, por dois componentes: preço do gás e transporte, a Petrobras e a remuneração dos serviços prestados pela concessionária, denominada Margem Máxima, regulada pela Arsesp e reajustada anualmente, com base no contrato de concessão. Segundo o governo, o preço do gás e do transporte sofre variações periódicas que não são repassadas imediatamente à tarifa paga pelo consumidor.

A diferença entre o preço do gás e do transporte considerada na tarifa paga pelo consumidor e o preço real pago pela concessionária ao seu fornecedor (Petrobras) é registrada em uma conta corrente regulatória, também chamada de conta gráfica. Quando essa conta atinge determinado montante, é necessário fazer o repasse do saldo na tarifa final.

Educa SP

Além da redução no aumento do gás, o governador João Doria anunciou hoje um projeto na área de educação, que recebeu o nome de Educa SP, por meio do qual alunos do ensino médio poderão fazer cursos nas universidades públicas e privadas do estado. Os cursos ainda serão sugeridos pelas universidades e faculdades e poderão ser aplicados por professores ou bolsistas. A intenção é que este ano o projeto atenda até 30 mil estudantes do ensino médio. Até março, as universidades deverão inscrever seus projetos, que serão analisados pela Secretaria Estadual de Educação.

O certificado estará atrelado à conclusão do ensino médio, e a carga horária do curso não vai substituir as aulas regulares, que continuam obrigatórias. Um dos objetivos da Secretaria Estadual da Educação é reduzir os índices de evasão e abandono no ensino médio, além do aumento do o rendimento dos estudantes. Segundo o secretário da Educação, Rossieli Soares, 25% dos estudantes não terminam o ensino médio.

Os cursos terão duração de 200 horas e estarão em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). As atividades serão ministradas nas instituições de ensino superior no contra turno escolar dos alunos das escolas estaduais de São Paulo. O investimento do projeto, segundo o secretário, é de cerca de R$ 500 por estudante ao ano.

 

*Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

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