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Henrique

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Em X-Men: Fênix Negra, os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

*Fox Film do Brasil

https://youtu.be/kS08vVQDRPs

SÃO CARLOS/SP - O vereador Paraná Filho (PSB) protocolou na Câmara Municipal um requerimento  solicitando que a Casa realize uma audiência pública  para discutir a possibilidade de reabertura da Casa Abrigo Gravelina Terezinha Lemes, destinada a acolher mulheres vítimas de violência. A Casa Abrigo está desativada desde a administração passada.

Paraná Filho destaca a importância da reativação da Casa Abrigo para ajudar a romper  o ciclo de violência contra as mulheres, oferecendo atendimento e acompanhamento social, apoio jurídico e psicológico, além de atendimento médico às mulheres em situação de violência.

Instituída pela Lei Municipal 12.114, de autoria da ex-vereadora Julieta Lui e implantada em 2001, a Casa Abrigo Gravelina Terezinha Lemes foi a primeira a ser implantada em uma cidade do interior no Brasil, possibilitando moradia segura em um local onde mulheres vítimas de violência e seus filhos e filhas com até dezoito anos poderiam residir temporariamente até que suas vidas se reorganizassem. Gravelina Terezinha Lemes foi morta pelo companheiro e pai de seus oito filhos em São Carlos em 1997.

“O advento da Lei Maria da Penha ampliou a necessidade da Casa Abrigo, que chegou a ser reestruturada para melhorar suas condições de fazer frente a esta problemática, alcançando êxito no processo de ruptura com o ciclo de violência e de continuidade da vida das mulheres atendidas”, afirmou Paraná.

Acrescento que quando a Casa Abrigo foi desativada ainda na gestão anterior, foi dito que seria por motivos de segurança e sigilo, pois o imóvel que abriga as mulheres vítimas de agressão doméstica deveria ser mudado num período ideal a cada dois anos.”Ocorre que esse serviço de assistência não mais foi ativado, o que representa claro prejuízo às mulheres necessitadas desse abrigo – notadamente quando seus agressores transgridem as medidas protetivas determinadas pela Justiça”, observou.

Segundo Paraná “o Poder Legislativo não pode se furtar ao papel de promover Audiência Pública para discutir a reabertura da Casa Abrigo Gravelina Terezinha Lemes a fim de estabelecer as direções e metas no intuito de assistir e proteger mulheres sob violência doméstica, familiar, sexual ou em situação de vulnerabilidade em decorrência de gênero”.

O parlamentar solicitou que a Câmara convide para participar da audiência  representantes das secretarias municipais de Cidadania e Assistência Social, de Segurança Pública,  de Governo, de Planejamento e Gestão, do Ministério Público do Estado de São Paulo, Delegacia de Defesa da Mulher, Defensoria Púbica do Estado de São Paulo, Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de São Carlos, Associação de Promotoras Legais Populares de São Carlos, a vereadora Julieta Lui e representantes da Universidade de São Paulo  (USP) São Carlos e  Universidade Federal de São Carlos  (UFSCar).

RIO DE JANEIRO/RJ - A um dia para o início oficial do carnaval, o Ministério Público do Rio (MP) pediu a interdição do Sambódromo – palco dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial fluminense, um dos principais eventos turísticos do País.

A alegação é que não há segurança para os frequentadores, especialmente em relação ao risco de incêndios. A Passarela do Samba não tem certificado de aprovação dos bombeiros. A ação foi ajuizada na 1.ª Vara de Fazenda Pública, que determinou vistoria nesta sexta-feira, 1º, para determinar se a autorização poderá ser dada.

O Sambódromo da Marquês de Sapucaí, na verdade, já está interditado preventivamente pelos bombeiros para sediar eventos. Sua eventual liberação é condicionada a autorizações especiais. Em nota a às 19h31 desta última quinta-feira (28), o Corpo de Bombeiros afirmou que fará a vistoria prévia, como de praxe: “Por determinação em juízo, (a corporação) vai atuar, como nos anos anteriores, realizando vistoria prévia aos desfiles no Sambódromo com fins de concessão de autorização especial para o evento”. Segundo a nota, os bombeiros terão no Sambódromo “cerca de 200 militares, além de viaturas de atendimento pré-hospitalar e de combate a incêndio, como parte da tradicional Operação Carnaval”.

A prefeitura não informou o que poderia ser feito, limitando-se a dizer que a responsabilidade do evento é da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). A Liga alegou não ter sido notificada oficialmente.

“Em se tratando de local frequentado pelo grande público, deve, obrigatoriamente, observar o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Estado, que fixa os requisitos exigíveis nas edificações e no exercício de atividades, estabelecendo normas de segurança contra incêndio e pânico”, justifica a Promotoria no pedido.

O MP diz que a estrutura, construída no meio dos anos 1980, representa risco à vida e à integridade física de espectadores e integrantes das agremiações que passarão por lá a partir desta sexta-feira. Há arquibancadas com vãos nas estruturas, buracos e vergalhões expostos, como constatou nesta última quinta-feira, 28, o Estadão.

Além da autorização dos bombeiros, o MP pede que a Justiça condicione a liberação do evento também à assinatura de termo de responsabilidade pela Riotur, órgão da prefeitura, e pela Liesa, gestores do carnaval. O documento deverá assegurar que a Passarela do Samba tem condições de segurança.

A ação se baseia em inquérito aberto após o grande incêndio que destruiu diversos barracões das escolas em 2011, na Cidade do Samba, na zona portuária. É ali que as principais escolas preparam os seus desfiles.

“A insegurança no local é uma velha conhecida dos réus, e a ocorrência de sinistro ali é costumeira em virtude dos materiais manuseados na confecção de alegorias e do maquinário utilizado para tais serviços, como maçaricos, isopores e resinas inflamáveis”, sustentam promotores.

A interdição acontece vinte dias após o incêndio que destruiu um alojamento dos times de base no Centro de Treinamento do Flamengo, em Vargem Grande, na zona oeste. Dez jovens atletas morreram, e três ficaram feridos.

Blocos

Tradicionais blocos do carnaval de rua carioca também tiveram o desfile ameaçado por falta de autorização da Polícia Militar. Os grupos conseguiram rever a situação nesta quinta-feira, após reunião com o comando da corporação.

Um dos blocos sob ameaça era a Orquestra Voadora. A agremiação, que em 2019 comemora dez anos, tem apresentação programada para a terça-feira dia 5, quando pretende reunir cerca de 120 mil foliões no Aterro do Flamengo.

A PM havia negado autorização para o desfile, argumentando que o pedido não havia sido apresentado dentro do prazo – de 70 dias, segundo norma estadual. A exigência para que esse prazo fosse cumprido, porém, foi instituída por uma portaria municipal de 2 de janeiro, quando já faltavam menos de 70 dias para o carnaval.

Em nota, a PM informou que “a corporação segue os procedimentos dispostos no Decreto 44.617, de 20 de fevereiro de 2014”. Disse ainda que “flexibilizou os prazos de recebimento de documentações considerando alterações nos procedimentos de autorização dos blocos pela Riotur”. “Essa mudança impactou na análise de ‘nada opor’ (sic). Os blocos que já solicitaram recurso diante da negativa do ‘nada opor’ (sic) serão reavaliados individualmente.”

A Riotur nega ter feito mudanças significativas nas regras para regulamentar os blocos este ano e afirmou que apenas listou exigências já em vigor.

 

*Por: Roberta Jansen/ESTADÃO

SÃO CARLOS/SP - Policiais Militares deteve um jovem com entorpecentes na noite deste último dia de fevereiro, na região sul de São Carlos.

Segundo consta, uma viatura estava fazendo patrulhamento pela Rua Giuseppe Broggio, no bairro Cidade Aracy, quando avistaram um rapaz em atitude suspeita, ao fazer abordagem V.F.N., 21 anos, estava em sua posse com maconha, cocaína e crack.

Sendo assim, o jovem foi encaminhado ao Plantão Policial, onde ficou à disposição do delegado.

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