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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal, vereador Lucão Fernandes (MDB), dirigiu-se ao Jardim Botafogo acompanhado do secretário municipal de Obras, Reginaldo Peronti e do diretor de Trânsito Paulo Luciano, para encaminhar o atendimento de dois abaixo-assinados entregues na sala da presidência pelos moradores do bairro.

Os moradores reivindicam o recapeamento das ruas Vereador Delmas Penteado Machado, João Coza, Santa Teresa e Francisco Gregoraci, e também a mudança de direção das ruas Vereador Delmas e João Coza, que atualmente são vias de mão dupla. Os documentos foram entregues ao secretário de Obras e ao diretor de Trânsito.

Lucão Fernandes obteve do secretário de Obras a informação de que o Jardim Botafogo está “incluso” no cronograma da pasta para a execução do recapeamento.

Após verificar a solicitação dos moradores e usuários, o vereador entrou em contato com o Secretário de Serviços Públicos, Mariel Olmo e solicitou uma intervenção paliativa, mas necessária da operação tapa-buracos, “pois os buracos estão prejudicando o tráfego de veículos no local, causando transtornos e dificuldade para desviar, onde existe o risco de colisão de veículos”.

“São notáveis dezenas de buracos e até crateras, que prejudicam e põem em risco a vida de motoristas que passam pelo local diariamente”, alertou Lucão Fernandes.

Sobre a mudança da mão de direção das ruas, o diretor do Departamento de Trânsito, Paulo Luciano, comprometeu-se em apresentar em 15 dias, um estudo aos moradores para aprovação.

O parlamentar ainda expôs o problema de infraestrutura que atinge também os pedestres e ciclistas. “O trecho nos horários de pico, o tráfego é intenso e necessitamos de uma atenção com urgência”, finalizou Lucão.

Ações são gratuitas e abertas ao público

 

SÃO CARLOS/SP - Na próxima segunda-feira, dia 29 de abril, a Unidade Saúde Escola (USE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) promove atividades para celebrar o mês da conscientização sobre o Parkinson (abril). As atividades são gratuitas e abertas a portadores de Parkinson, seus familiares e o público interessado. O evento é uma iniciativa da Linha de Cuidado em Neurologia da USE.
O Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva. É causado pela diminuição intensa da produção de dopamina, neurotransmissor que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas. Os principais sintomas da doença são lentidão motora, rigidez entre as articulações do punho, cotovelo, ombro, coxa e tornozelo, e os tremores de repouso notadamente nos membros superiores e desequilíbrio. Esses são os chamados sintomas motores da doença, mas podem ocorrer também sintomas não-motores como diminuição do olfato, alterações intestinais e do sono. O diagnóstico do Parkinson é essencialmente clínico e o tratamento inclui medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia, suporte psicológico e nutricional e atividade física para melhorar a qualidade de vida do paciente.
A programação na USE começa às 14 horas com oficina de origami e, às 15h30, haverá um café comunitário. Às 16 horas, terá roda de conversa "Convivendo com o Parkinson". As atividades acontecem na sede da USE, que fica na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar. Não é preciso fazer inscrição e os interessados podem levar contribuições para o café.

SÃO PAULO/SP - O São Paulo estreou de maneira bem-sucedida no Campeonato Brasileiro 2019. Na ensolarada tarde deste sábado, no Morumbi, o time dirigido pelo técnico Cuca não encheu os olhos dos mais de 26 mil torcedores que compareceram ao estádio, mas jogou o suficiente para vencer o Botafogo por 2 a 0, com gols de Everton e Hudson.

A partida inaugural do Brasileirão marcou uma série de estreias. Pelo São Paulo, os reforços Alexandre Pato, Tchê Tchê e Vitor Bueno atuaram, enquanto Jonas Toró fez sua primeira aparição como profissional. No Botafogo, o técnico Eduardo Barroca comandou a equipe de forma inédita.

Com seus primeiros três pontos somados, o São Paulo enfrenta o Goiás na próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Serra Dourada, pela segunda rodada do Brasileiro. No dia seguinte, a partir das 20 horas, o Botafogo tentará se reabilitar diante do Bahia, no Engenhão.

O Jogo – Sem contar com os lesionados Luan e Liziero, Cuca colocou Igor Vinícius na lateral direita para armar o meio-campo com Hudson, Tchê Tchê e Igor Gomes. No comando de ataque, Alexandre Pato começou auxiliado por Antony e Everton.

Com a formação nova, o São Paulo teve dificuldades para penetrar na defesa alvinegra no início da partida. Do outro lado, além de pouco incomodar ofensivamente, o Botafogo tornou o jogo violento com faltas duras, tendo três jogadores amarelados em 22 minutos de bola rolando.

Com falta de ritmo, os estreantes Pato e Tchê Tchê pouco apareciam. O atacante carimbou a barreira em cobrança de falta e chegou a marcar de cabeça, mas estava impedido e o gol foi anulado.

Na parte final do primeiro tempo, trocando mais passes, o São Paulo se encontrou e abriu o placar. Aos 40 minutos, Antony recebeu na direita, limpou a marcação e cruzou na medida para Everton testar na entrada da pequena área, sem chances de defesa para Gatito Fernández.

O São Paulo quase ampliou a sua vantagem no começo da etapa final. Aos quatro minutos, Igor Gomes correu pelo meio e acionou Pato na esquerda. O camisa 7 passou pela marcação, foi até a linha de fundo e cruzou para Tchê Tchê chegar batendo. O chute, porém, não saiu forte e Gatito fez grande defesa.

Aos poucos, o Tricolor foi perdendo força ofensiva e chamando o Botafogo para o seu campo de defesa. Cuca, então, colocou Hernanes e Jonas Toró nos lugares de Igor Gomes e Pato. As alterações surtiram efeito, e o São Paulo melhorou. Em seu primeiro toque na bola, o atacante de 19 anos arrancou do campo de defesa, cortou para o meio e soltou a pancada da entrada da área, tirando tinta da trave.

Aos 37 minutos, o Tricolor garantiu o triunfo: após Tchê Tchê recuperar a bola na esquerda, Hernanes fez o pivô para Hudson bater de fora da área e dar números finais à partida. Cuca ainda teve tempo de promover a estreia de Vitor Bueno, que entrou na vaga de Tchê Tchê.

 

*Por: José Victor Ligero/GAZETA ESPORTIVA

BRASÍLIA/DF - Esses últimos dias estiveram prenhes de datas marcantes, a nos lembrar de nossa História e ainda impregnados da religiosidade das festas judaico-cristãs da Aleluia e Páscoa. Dia 19 foi Dia do Índio e Dia do Exército. O Dia do Índio me recorda a reportagem que fiz, em disputa com outros candidatos, que me valeu uma vaga na maior escola de jornalismo da época, o Jornal do Brasil, em 1971. Dia do Exército nos lembra que a instituição se forjou com índios, negros, luso-brasileiros e portugueses, que se uniram, há 371 anos, na colina dos Guararapes, para derrotar e expulsar os holandeses. Eu fiz o primário no Grupo Escolar Vidal de Negreiros; minha irmã no Grupo Escolar Fernandes Vieira, nomes dos chefes vitoriosos. Com eles, o negro Henrique Dias e o indígena Filipe Camarão. Cidadãos em armas, tal como hoje, marcam o início da nacionalidade, no Brasil ainda colônia.

Dia 21 foi o aniversário do enforcamento e esquartejamento, de um precursor da Independência, o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Aconteceu 141 anos depois da expulsão dos holandeses. Um imposto de 20% sobre o ouro encontrado foi a causa da conspiração, que a coroa portuguesa português reprimiu exemplarmente. Isso no mesmo ano em que começava a Revolução Francesa, pelas liberdades. Hoje nossa carga tributária mostra que pagamos quase o dobro disso para os três níveis de governo. Dia 21 também marca os 59 anos da inauguração de Brasília, uma decisão estratégica já prevista nas constituições desde 1891. Brasília inaugurou a ocupação do território, antes concentrada no litoral.

No dia 22, foi o aniversário oficial do Brasil: 519 anos desde a Descoberta. Na verdade, uma carta náutica de 1424 já identificava, no Atlântico Sul, uma ilha chamada de Braxil, por seu pau cor de braxa. O pesquisador Lenine Barros Pinto escreve que Vasco da Gama reabasteceu sua frota em direção às índias, de água fresca e frutas, no saliente nordestino. Era uma rota secreta portuguesa, que evitava calmarias e piratas da costa africana. Afirma que que Cabral, antes de seguir para as índias, fora mandado chantar(plantar) marcos portugueses, com a Cruz da Ordem de Cristo, para assinalar a posse, prevenindo-se dos espanhóis, que já haviam chegado no novo continente. Fez isso por “2 mil milhas de costa”. O último marco está em Cananéia, São Paulo. Contada essa distância para o norte, vai dar em Touros, RN, e não em Porto Seguro, como pensava o historiador Varnhagen. O Cabugi vê-se do mar; o Monte Pascoal, não. Ao fim dessas memórias sobre nosso passado, deixo aqui a polêmica, para que busquemos a verdade sobre nosso nascimento.

 

*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.

Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.

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