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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - Em reunião na manhã desta terça-feira (21), no Paço Municipal, com o prefeito Airton Garcia e com os secretários de Planejamento e Gestão, Caco Colenci e de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação, José Galizia Tundisi, além do procurador da Prefeitura, Valdemar Zanette, o diretor executivo da empresa Passaredo Linhas Aéreas, Eduardo Busch, garantiu que a empresa vai operar voos com saídas de São Carlos para Ribeirão Preto com aeronaves ATR 72-500, com capacidade para até 68 passageiros.

A ampliação da malha aérea no Estado é resultado do programa “São Paulo Pra Todos”, que reduziu o imposto da alíquota cobrada sobre o querosene de aviação de 25% para 12%. Como contrapartida, as companhias aéreas passarão a oferecer mais voos a partir de diversos aeroportos do interior. A desoneração tributária terá efeito a partir de 1º de junho e será compensada pelo impacto econômico gerado pelas contrapartidas.

“Nós temos um compromisso com o Governo do Estado por meio “São Paulo Pra Todos”, programa que está sendo aprovado para agregar novas operações nos aeroportos do interior. Inicialmente vamos oferecer o trecho São Carlos-Ribeirão Preto, porém os passageiros poderão seguir direto para Brasília ou para Guarulhos pela Passaredo, sem necessidade de um novo check-in e nem de novo despacho de bagagem. Também será possível conexão com as nossas parcerias LATAM e Gol”, explica Eduardo Busch, diretor Executivo da Passaredo.

Questionado quando a empresa começa operar em São Carlos, Busch disse que depende das obras de infraestrutura que serão realizadas pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP). “Hoje não temos como operar, apesar do aeroporto de São Carlos possuir uma pista fantástica, o terminal ainda não atende os requisitos legais, infraestrutura que será providenciada pelo Governo do Estado. Somente após essa definição é que poderemos planejar a data de início da operação. São Carlos é uma cidade pujante, é um centro regional, por isso acreditamos existir demanda. Não vamos colocar voos somente para atender o programa. A nossa intenção é de prestar um serviço de qualidade para futuramente aumentar a oferta”, finaliza o diretor executivo da Passaredo.

 De acordo com o secretário de Planejamento e Gestão o próximo passo é a criação de um plano de desenvolvimento para o aeroporto. “Vamos marcar uma reunião no DAESP para saber o projeto de desenvolvimento do Estado com relação ao nosso aeroporto e saber quais as melhorias já devem ser realizadas no terminal para que a Passaredo possa operar em São Carlos. Vamos reunir todas as forças políticas da cidade e aproveitar a internacionalização do Aeroporto Mário Pereira Lopes para trazer mais benefícios para a toda a região”, afirmou Caco Colenci.

“A internacionalização foi o primeiro passo. Agora vamos trabalhar para aumentar os serviços oferecidos aqui no nosso aeroporto. A cidade tem grandes universidades, centros de pesquisa, grandes empresas, muitos pesquisadores e cientistas, portanto esse será o primeiro de muitos voos que teremos partindo da Capital Nacional da Tecnologia”, acredita o prefeito Airton Garcia.

Pelo acordo firmado em fevereiro com o Governo do Estado de São Paulo, o setor aéreo se comprometeu a criar 70 novos voos e 490 partidas semanais, aumentando a oferta de destinos em todo o Brasil.

SÃO CARLOS/SP - Um jovem de apenas 17 anos foi detido pela Polícia Militar no início desta 3ª feira (21), por tráfico de drogas, no bairro Cidade Aracy, em São Carlos.

Segundo consta, os militares faziam patrulhamento, quando na Rua Hilário Martins Dias, foi abordado o menor e em revista corporal foi encontrado 30 porções de maconha, 04 pedras de crack, 30 porções de cocaína e R$ 80,00 em dinheiro.

Assim sendo o jovem foi conduzido ao Plantão Policial, onde foi qualificado e liberado.

BRASÍLIA/DF - Os Correios buscam tornar a operação mais rentável e produtiva, depois de prejuízos bilionários durante a crise. Por isso, anunciaram o fechamento de 161 agências em todo o país até julho deste ano.

O atendimento deve ser absorvido por outras agências próximas, “sem prejuízo da continuidade e da oferta de serviços e produtos”, afirma a estatal. A maior parte dessas unidades ocupam imóveis alugados e os funcionários devem ser transferidos para outras agências ou optar por mudar de atividade.

“A iniciativa visa, dentre outros objetivos, assegurar maior produtividade e garantir unidades rentáveis, sem comprometer, no entanto, a universalização dos serviços postais”, diz a companhia em nota. Os Correios têm cerca de 11 mil pontos de atendimento em todo o país e estão presentes em mais de 5.500 municípios.

A empresa, que durante a crise de 2015 e 2016 acumulou prejuízos de 4 bilhões de reais, busca enxugar a operação. Em 2017 fechou 250 agências e, no ano passado, outras 41. A estatal também lançou um plano de desligamento voluntário (PDV) no início do mês, com inscrições até julho, em que espera alcançar 7.300 funcionários.

Além dos Correios, outras seis empresas estatais tiveram as propostas de PDV aprovadas pelo Ministério da Economia, que devem resultar no desligamento de mais de 21 mil empregados e proporcionar economia de R$ 2,3 bilhões por ano.

Mais do que mudar o tamanho da operação, os Correios estudam transformar sua estrutura. O presidente Bolsonaro aprovou, em abril, um estudo para a privatização da companhia.

Já o Ministério da Ciência e Tecnologia, comandado por Marcos Pontes, tem defendido maior reflexão sobre a estratégia para as empresas que estão sob sua tutela, incluindo os Correios. Ele pede que a decisão seja baseada em fatos, números e um plano de negócios bem estruturado, que leve em conta as necessidades estratégicas do país, o retorno para o governo e principalmente a garantia dos direitos dos servidores.

 

*Por: Karin Salomão/EXAME.com

SÃO CARLOS/SP - Um fiscal do SAAE registrou uma queixa no 1º e 4º DPs nesta 3ª feira (21), por uma mulher ter adulterado o hidrômetro de sua residência.

O fiscal flagrou um arame onde registrava o consumo de água, ou seja, adulterando assim o real consumo. O flagrante aconteceu na Rua Arnaldo Solci, no Jardim Tangará. O hidrômetro foi desinstalado e segundo informações o caso seria reincidente.

A mulher será chamada para se explicar.

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