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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - Com a queda de temperatura, média de 11 graus na madrugada, o Fundo Social de Solidariedade de São Carlos está intensificando a Campanha do Agasalho “Aumente a Temperatura neste Inverno – Transforme Solidariedade em Felicidade”, com a realização do “Dia D” de arrecadação marcado para 1º de junho, das 9h às 12h, na Praça da XV.

O objetivo do “Dia D” é arrecadar ainda mais agasalhos, cobertores, edredons, calçados fechados e roupas de frios para bebês, tudo em bom estado para distribuir para entidades cadastradas e pessoas que necessitam.

“Como as temperaturas estão mais baixas as pessoas começam a tirar do armário as roupas de inverno, então esse é o momento ideal para fazer aquela separação para doação. Sempre pedimos que sejam doadas roupas, cobertas e calçados em bom estado de conservação e limpos. No dia 1º de junho estaremos na Praça da XV, mas temos vários outros pontos de arrecadação. Ano passado arrecadamos aproximadamente 50 mil peças e agora a nossa meta é chegar a 90 mil”, ressalta a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lucinha Garcia.

A presidente do Fundo Social também solicita aos empresários que colaborem com a doação de cobertores. “Para uma grande empresa a doação de 50, 100 cobertores não é difícil, mas para as famílias carentes adquirir um que seja é quase impossível”.

Todas as peças arrecadadas passam por uma triagem realizada pela equipe do Fundo Social. “Separamos todas as peças por tamanho, por modelo, as cobertas de casal são separadas das de solteiro e somente após essa seleção completa é que realizamos a doação para cerca de 50 entidades cadastradas no município de acordo com o público atendido por cada uma”, explica Lessandra Almeida, diretora do Fundo Social.

As doações podem ser feitas em todas as escolas municipais, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Saúde da Família (USF), secretarias municipais, Paço Municipal, Câmara Municipal, Polícia Militar (38º Batalhão da PM e 38º BPMI - 1º Cia PM), Guarda Municipal, Bombeiros, Tiro de Guerra, PROCON São Carlos, Fundação Educacional São Carlos (FESC), Centros da Juventude do Monte Carlo e do Cidade Aracy II, SENAC, TUSCA – Atlética UFSCar e USP, Iguatemi São Carlos, Instituto MIX, Estação do Circo, Papelão S/A, Ordem DeMolay - Águias do Oriente, bem como nas demais Lojas Maçônicas da cidade, Essencial Nutrição, unidades da Ultragaz, São Carlos ambiental, UNICEP, FATEC e no Grupos dos Escoteiros. Algumas empresas da cidade e escolas particulares também realizam campanhas internas e depois repassam a arrecadação ao FSS.

Quem tiver dificuldade em levar quantidades grandes de roupas, agasalhos, cobertores ou calçados nos postos de arrecadação, o Fundo Social de Solidariedade pode recolher as doações. É só ligar para o telefone 3372-0865.

O Fundo Social de Solidariedade está localizado na rua Francisco Maricondi, nº 375, na Vila Marina.

Pesquisa busca voluntários para avaliações e testes gratuitos visando à diminuição da dor e melhora da qualidade de vida dos pacientes

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está convidando voluntários que tenham osteartrite (artrose) de joelho para comparar treinamentos que possam proporcionar melhora da dor, das atividades funcionais, aumento da força muscular e, consequentemente, mais qualidade de vida aos pacientes. Os voluntários passarão por avaliações e treinamentos gratuitos em laboratório da UFSCar.
O estudo é desenvolvido por Jéssica Bianca Aily, sob orientação de Stela Marcia Mattiello, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar. O principal objetivo é comparar os efeitos do protocolo de treinamento em circuito aplicado via telerreabilitação com os do protocolo de treinamento em circuito presencial, na intensidade da dor, função física e concentração de tecido adiposo intermuscular (IMAT) de indivíduos que tenham artrose no joelho. A doença ataca as articulações promovendo, principalmente, o desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, mas também danifica outros componentes articulares como os ligamentos, membrana e líquido sinovial. A osteoartrite, como também é chamada, não tem cura, mas os tratamentos podem retardar a progressão da doença, aliviar a dor e melhorar a função articular.
De acordo com a pesquisadora, estudos diversos têm relatado que a reabilitação é uma modalidade de tratamento-chave na artrose e amplamente recomendada, mas o método ideal de terapia por exercícios ainda permanece inconsistente. "Portanto, comparar os efeitos de protocolos de treinamento em circuito presencial e via telerreabilitação, nas características clínicas de um paciente com osteoartrite de joelho, é relevante à prática clínica, uma vez que poderá produzir resultados aplicáveis de fácil acesso aos serviços de saúde", defende Aily.
O treinamento em circuito presencial é realizado com o profissional e o paciente no mesmo local executando o protocolo de atividades físicas prescrito. A telerreabilitação diz respeito à reabilitação a distância usando as tecnologias de informação e comunicação como meio de "entrega" das instruções. "Acredita-se que ambos os protocolos de treinamento em circuito, presencial e a distância, irão promover redução da intensidade da dor e do IMAT da coxa, levando a uma consequente melhora das atividades funcionais, força muscular e qualidade de vida dos indivíduos com artrose de joelho", diz Aily que, no entanto, acredita que as pessoas que farão a telerreabilitação manterão os ganhos do protocolo por mais tempo, uma vez que serão condicionadas a praticar exercício físico sem supervisão presencial.
Para realizar o estudo, estão sendo convidados voluntários, homens ou mulheres, a partir de 40 anos de idade, com dor e desgaste no joelho, que não tenham realizado fisioterapia ou exercícios regulares nos últimos seis meses; não tenham feito cirurgia no joelho; e não tenham lesões associadas (ligamentos e meniscos). Os interessados também devem ter Índice de Massa Corporal (IMC) menor que 30 kg/m². Os participantes serão divididos aleatoriamente entre um grupo para reabilitação presencial e outro para a telerreabilitação. Todos os voluntários serão avaliados quanto à intensidade de dor, força muscular, função física, composição corporal e IMAT antes, imediatamente após e três meses depois do término da pesquisa.
As avaliações serão realizadas no Laboratório de Análise da Função Articular (LAFAr), do DFisio. Os interessados podem entrar em contato com os pesquisadores até o mês de dezembro deste ano, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (16) 3351-9579. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 05833118.6.0000.5504).

BRASÍLIA/DF  - Cerca de 3 milhões de clientes em atraso com a Caixa Econômica Federal poderão renegociar as dívidas com desconto de até 90% no valor total, anunciou o presidente do banco, Pedro Guimarães. Segundo ele, o programa ajudará a estimular a economia.

“Com os descontos, a maioria das dívidas chegará a R$ 2 mil. Essa pessoa que está pagando 10% de juros ao mês poderá pagar juros de 2%”, disse Guimarães, ao chegar para reunião no Ministério da Economia.

Ele não deu data para o lançamento do programa. Apenas disse que a renegociação se concentrará em clientes com renda de até cinco salários mínimos. O presidente da Caixa destacou que o programa deverá recuperar pelo menos R$ 1 bilhão de um estoque total de débitos, estimado em R$ 4 bilhões.

Para Guimarães, além de recuperar parte dos débitos, o programa tem a vantagem de diminuir o prejuízo da Caixa e permitir a retomada do crédito. “São 300 mil pequenas empresas e 2,6 milhões de pessoas [físicas] que poderão renegociar as dívidas. Todos estão negativados. Esses recursos já estão lançados como prejuízo, fora do balanço. Essas pessoas estão à margem, e poderemos voltar a oferecer crédito, como o consignado”, explicou.

Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, declarou que a Caixa não deveria dar lucro como iniciativa privada. Segundo o ministro, o banco deveria repassar os ganhos para outros objetivos, como reduzir juros.

 

*Por Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO EM OPERAÇÃO NESTA QUARTA-FEIRA (22/5) NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - Rua Coronel José Augusto de O. Salles (centro/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 2 - Rua Coronel José Augusto de O. SalleS (BAIRRO/centro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

 

RADAR 3 – Av. Morumbi (CENTRO/bairro) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 kM/H.

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