SÃO PAULO/SP - O clássico da Disney O Rei Leão, que conquistou o público tanto infantil quanto adulto, nos anos 1990, ganha agora uma versão, que está programada para estrear no dia 18 de julho.
Produção ganhou novo cartaz e o trailer já havia sido divulgado, e vale dar uma conferida, para se ter uma ideia do que vem por aí, além de matar saudade dos personagens.
Dirigido por Jon Favreau, o filme traz de volta a história de Simba, herdeiro do Reino da Pedra, mas que sofre com as más intenções de seu tio, o perverso Scar.
Em meio a muitos conflitos e traições, o pequeno Simba terá de superar diversos obstáculos, mas em sua jornada contará com a ajuda do seus amigos Pumba e Timão.
Na versão original, as vozes são de Donald Glover como Simba, Beyoncé Knowles-Carter como Nala, James Earl Jones como Mufasa, Chiwetel Ejiofor como Scar, Seth Rogen como Pumba e Billy Eichner como Timão.
O filme está programado para estrear no dia 18 de julho; confira o trailer
https://youtu.be/cQ7LgxMCzCg
*Por: Eliana Silva de Souza/ESTADÃO
Kaique Rodrigues de Almeida foi jovem aprendiz e passou por dois cursos no Senac São Carlos antes de abrir o próprio negócio
SÃO CARLOS/SP - Segundo uma pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o número de empreendedores entre 18 e 34 anos cresceu 7% em 2017 e 2018. Entre esses 15,7 milhões de jovens que investiram em negócios próprios no período, está Kaique Rodrigues de Almeida, 24 anos, ex-aluno e ex-aprendiz do Senac São Carlos.
Apaixonado por música, Kaique sempre idealizou empreender na área, ideia que ganhou ainda mais força quando adquiriu sua primeira bateria, aos 18 anos. Ao aliar o que aprendeu na unidade com o passatempo preferido, ele deixou o emprego em uma famosa rede de lojas para investir na própria empresa. Foi aí que nasceu a startup MusiMy em 2016, plataforma de aulas musicais que oferece conteúdos didáticos por meio de assinaturas on-line. Atualmente, o projeto conta com 100 clientes ativos.
Mas para chegar neste nível, o ex-aluno teve que batalhar muito. De família simples, Kaique começou sua trajetória cedo, aos sete anos, recolhendo lixo reciclado e entregando jornais de porta em porta. Aos 13 anos, conseguiu um emprego como mecânico, até que em 2010, ingressou no Programa Senac de Aprendizagem.
“Essa experiência como aluno e funcionário me ajudou demais. Ambas foram essenciais para aprimorar minha comunicação, visão de mundo e mercado, o que facilitou, inclusive, os meus relacionamentos interpessoais. Lá, também fui estimulado a empreender e, isso gerou em mim novas metas e sonhos”, descreve.
Após concluir o curso e sair do programa, Kaique passou por diversas empresas e se estabeleceu na loja C&A. “Na época do processo seletivo, o recrutador comentou durante a entrevista que, além da minha desenvoltura ao me comunicar, um dos pontos que chamou sua atenção foi o nome Senac no currículo. Disse que a instituição é referência em educação profissional e que minha experiência como aprendiz foi um diferencial.”
Dedicado, com menos de 10 meses de trabalho, foi promovido para atuar como líder operacional e, em seguida, como líder de caixa e supervisor. As novas funções o fizeram perceber que precisava buscar mais conhecimento, o que o levou de volta ao Senac. Então, em 2014, ele se matriculou no curso Auxiliar Administrativo.
Kaique seguiu no emprego até 2016, quando abriu a startup. No entanto, a área de vendas não ficou para trás. Já empreendendo, foi convidado para liderar a área comercial de uma loja de atacado em São Carlos e aceitou. “Entendi que precisaria de mais dinheiro para continuar a investir no meu negócio e foi a melhor decisão que tomei. Em um ano conciliando as duas atividades, consegui realizar muitos sonhos e ajudei financeiramente minha família.”
Relembrando sua trajetória, ele avalia tudo o que passou e ressalta o aprendizado como um divisor de águas. “Sou muito grato ao Senac por ter chegado até aqui. Há nove anos eu era apenas mais um jovem entre tantos que desejam empreendedor no Brasil. Agora, como empresário, sei que posso ajudar muitas pessoas"
Serviço:
Endereço: Rua Episcopal, 700, Centro - São Carlos/SP
Informações: www.sp.senac.br/saocarlos
CDMF
O CDMF, além do apoio da Fapesp, recebe investimento do CNPq, a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN). Multidisciplinar e com inserção internacional, o Centro reúne pesquisadores da UFSCar, Unesp, Universidade de São Paulo (USP), Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Centro de Tecnologia de Informação Renato Archer (CTI). O CDMF atua no desenvolvimento de materiais funcionais e nanoestruturados, que buscam atender as novas demandas da sociedade em três áreas estratégicas: Energia, Saúde e Meio Ambiente e Sustentabilidade. Mais informações sobre o CDMF podem ser encontradas no site do Centro, em http://cdmf.org.br/.
SÃO CARLOS/SP - Quando o tema é comportamento humano, é necessário ressaltar que se trata de um leque muito grande, com diversas possibilidades de ser apresentado. Desta forma, o comportamento socialmente habilidoso é uma possibilidade.
Não há consenso a cerca da definição sobre o comportamento socialmente habilidoso, pois os autores consideram que a compreensão do contexto, ou seja, o meio que a pessoa esta inserida, é essencial quando o assunto é ‘habilidade social’. E outro ponto de destaque é que esse meio é bastante mutável (escola, trabalho, família, amigos), portanto para cada ambiente as pessoas selecionam os comportamentos que julgam necessário para alcançar seu objetivo.
Habilidades sociais devem ser compreendidas dentro da cultura que o indivíduo está inserido e levando em conta características interpessoais, como a idade, gênero e classe social. A habilidade social, por fim, é uma classe de comportamentos voltados à comunicação (transmissão de informações, solicitações, conversas informais). Com isso, é importante destacar três formas de se comunicar e interagir com as pessoas, sendo elas: passivo, agressivo e assertivo.
Passivo: é um perfil de comunicação que estabelece um padrão de omissão, pois tem grandes dificuldades pra expressar opiniões, está sempre “engolindo os desaforos”, foge de conflitos, pede desculpas sempre (mesmo que não tenha feito nada de errado) e geralmente seus direitos são ignorados.
Agressivo: é um perfil de comunicação que estabelece um padrão de comportamento que agride o outro, assim como a definição sugere. Com perfil dominador, impõe sua vontade, menospreza e deprecia o outro, é autoritário, intolerante e viola os direitos das pessoas ao seu redor. Geralmente é visto como o “pavio curto”.
Assertivo: trata-se de um perfil de comunicação, pelo qual as pessoas buscam aumentar a probabilidade de conseguir o que quer e trata-se também de uma comunicação mais adequada, pois respeita a opinião e os direitos do outro, transmite as informações com tranquilidade, expressa suas emoções de forma honesta e direta, sabe ouvir o outro com atenção e também sabe ouvir críticas sem partir pro ataque.
Ressalta-se que o termo “assertividade” não quer dizer que se trata da pessoa mais correta moralmente, mas de uma forma de se comunicar que visa aumentar a probabilidade de alcançar seus objetivos. Outra ressalva é de que a pessoa que se comunica assertivamente não possui garantias que o outro vai corresponder, é apenas uma maneira de aumentar significativamente as chances.
A comunicação é uma habilidade essencial para as relações estabelecidas, no trabalho, no ambiente familiar, com os amigos e a comunicação assertiva pode proporcionar maior satisfação pessoal, autocontrole, redução da ansiedade e principalmente maior qualidade nos relacionamentos.
É importante destacar que o texto se trata de um recorte básico, pois o tema é bastante vasto, com diversas pesquisas e protocolos de treino para desenvolver esta habilidade.
Referências:
CABALLO, V. E. Manual de técnicas de terapia e modificação do comportamento. In: O treinamento em Habilidades Sociais. São Paulo, Livraria Santos Editora, 2008.
DEL PRETTE, A. DEL PRETTE, Z.A.P.Psicologia das Habilidades Sociais: terapia, educação e trabalho. Modelos Explicativos da área de treinamento de habilidades sociais. Petrópolis, Vozes, 2012.
*Por: Psicóloga Larisse de Souza- CRP 06 150514
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.';document.getElementById('cloak0c0cb463b067b96c0eac3226a297da34').innerHTML += ''+addy_text0c0cb463b067b96c0eac3226a297da34+'<\/a>';
Clínica SUPERA
Fone: 3411-1798 ou 99270-2164
Endereço: Rua Desembargador Júlio de Faria, 895- Vila Prado.
Assista a entrevista:
https://www.facebook.com/radiosancawebtv/videos/351033382266378/
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.