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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - As bibliotecárias Kelly Cristina da Silva Marcomini e Estela Maris Ferreira, indicadas pelo SIBI (Sistama Integrado de Bibliotecas), receberam respectivamente os títulos de “Bibliotecária do Ano” e “Bibliotecária Homenageada do Ano” na Câmara Municipal na última sexta-feira (22). A solenidade, presidida pela vereadora Laíde Simões teve como orador oficial o vereador Marquinho Amaral. A mesa principal da sessão teve presenças de Nino Mengatti (secretário municipal de Educação), Cesar Augusto de Paula Maragno (diretor do SIBI) e professor André Luiz Cardinal (diretor do Colégio Anglo). O evento cumpriu o disposto na  Lei Municipal No. 14.194, de 2007, que instituiu o Dia Municipal do Bibliotecário, transcorrido em 12 de março.

Durante a sessão, o vereador Marquinho Amaral saudou as homenageadas observando que “ambas são profissionais altamente representativas do papel exercido pelos bibliotecários,.um setor caracterizado pelo trabalho de pessoas guiadas pela ética, competência e espírito de inovação, sempre abertas a novos aprendizados e novas realizações”.

“Nos dias de hoje o bibliotecário é também conhecido como gestor de informações. É de fato um agente muito ativo no que diz respeito ao acesso à informação e ao saber, um mediador entre a sociedade e o conhecimento”, ressaltou.

Marquinho enfatizou ainda que no país onde a desigualdade social transforma o livro em privilégio, o bibliotecário também reúne o papel de um agente cultural cumprindo uma função pedagógica. “Existem muitas maneiras para se medir o grau de evolução de uma sociedade. Com toda a certeza, uma das maneiras é conhecer a quantidade de bibliotecas  de bibliotecários nela existentes”, declarou.

Kelly Cristina da Silva Marcomini graduou-se em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar – e formou-se também em  Licenciatura em Ciências pela  Universidade de São Paulo,campus de São Carlos.

Em 2004 ingressou no quadro da Prefeitura Municipal de São Carlos, trabalhando nas Escolas do Futuro Arthur Natalino Deriggi, Dalila Galli e Angelina Dagnone de Melo.

Desenvolveu atuação na Secretaria Municipal de Educação e atualmente no Sistema Integrado de Bibliotecas do Município de São Carlos, colaborando na Gestão de Desenvolvimento de Coleções.

Estela Maris Ferreira se formou em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Universidade Federal de São Carlos, onde iniciou a vida profissional trabalhando como auxiliar bibliotecária junto ao departamento Nenem (Núcleo de Estudo em Neuropediatria e Motricidade).

No período de 2009 e 2010 foi auxiliar administrativa e atendente junto ao Instituto Cultural Janela Aberta.Bolsista/Pesquisadora do CNPq nos anos de 2011 e 2012, foi  estagiária na  “Biblioteca do Futuro Dalila Galli” até 2013 e nos dois anos seguintes, Bibliotecária Catalogadora junto à empresa “Espaço Conhecimento e Cultura”, projeto UNESP. Desde 2016 Estela Maris é Bibliotecária chefe do Colégio Anglo São Carlos.

SÃO CARLOS/SP - O Buffet Requinte, em Bauru, recebe sábado, 23, os destaques do campeonato de 2018 da Liga Centro Oeste Paulista para a Festa de Premiação MPV. O evento contou com a presença do presidente da Federação Paulista de Basquete Enyo Correia, de jogadores profissionais do Bauru Basket que disputa a NBB, além da ex-jogadora da seleção brasileira Suzete Gobbi e de Simone Brighetti, patrona do torneio do ano passado.

São Carlos esteve presente com três representantes da equipe sub17, campeã invicta da Liga em 2018. O melhor técnico foi Nivaldo Carlos Meneghelli Júnior, além de Lucas Celestino (Luquinha), lateral e Pedro Santos, armador. Ambos foram eleitos para a seleção de ouro, sendo que Pedro foi eleito ainda o MVP da categoria.

A festa marcou os 20 anos de participação de Meneghelli na Liga Centro Oeste. Feliz, disse que o evento foi organizado e que reuniu autoridades do basquete paulista.

“Tudo esteve perfeito. Desde a confraternização e a premiação. Atletas e dirigentes marcaram presença e a festa foi em alto nível. Posso assegurar que a Liga Centro Oeste e o basquete estão em alta. Me sinto grato em poder fazer parte desta família”, disse Meneghelli.

 

*Por:Marcos Escrivani

BRUMADINHO/MG - Exatos dois meses após o rompimento da barragem do Córrego do Feijão em Brumadinho, a mineradora Vale tem R$13,65 bilhões bloqueados pela Justiça. O montante visa a assegurar recursos para reparar não apenas os danos causados na tragédia ocorrida em 25 de janeiro, mas também os prejuízos provocados pelas evacuações ocorridas em cidades onde outras estruturas teriam risco de se romper.

A Defesa Civil de Minas Gerais já confirmou a morte de 212 pessoas, outras 93 estão desparecidas. Além disso, quase mil pessoas que moram próximas a barragens da Vale estão fora de suas casas, não apenas em Brumadinho, mas também nos municípios mineiros de Barão de Cocais, Nova Lima, Ouro Preto e Rio Preto.

O primeiro bloqueio de recursos da Vale ocorreu já na noite de 25 de janeiro, na mesma sexta-feira do rompimento. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) bloqueou R$1 bilhão no âmbito de um processo aberto pelo governo de Minas Gerais para cobrar a reparação dos danos. Posteriormente, a mineradora foi autorizada a assegurar R$ 500 milhões desse total bloqueado na forma de garantias com liquidez corrente, fiança bancária ou seguros. Os outros R$ 500 milhões permanecem sendo recursos financeiros que a empresa não pode movimentar de suas contas.

Nos dois dias subsequentes à tragédia, a mineradora foi impedida de movimentar mais R$ 10 bilhões, dessa vez, atendendo pedidos formulados em ação civil pública movida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Em 26 de janeiro, foram travados nas contas da Vale R$ 5 bilhões com o objetivo de assegurar recursos para recuperar o meio ambiente e, no domingo, em 27 de janeiro, outros R$ 5 bilhões com intuito de garantir a reparação dos danos causados aos atingidos.

A Justiça trabalhista bloqueou mais R$ 1,6 bilhão ainda em janeiro, atendendo a pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT). Esses recursos se destinam a garantir indenizações trabalhistas, tendo em vista que grande parte das vítimas afetadas em Brumadinho é formada por empregados da Vale e de empresas terceirizadas que prestam serviço à mineradora. De acordo com a decisão do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG), R$ 800 milhões do total de R$1,6 bilhão bloqueados são exclusivamente para garantir a indenização por danos morais coletivos.

Evacuações

Os bloqueios de R$ 1 bilhão e de R$ 10 bilhões determinados pelo TJMG respectivamente nas ações movidas pelo governo de Minas Gerais e pelo MPMG e de R$1,6 bilhão definidos no âmbito da Justiça Trabalhista totalizam R$12,6 bilhões para assegurar reparação dos prejuízos causados na tragédia de Brumadinho. Além desse montante, mais R$ 1,05 bilhão foi travado das contas da Vale em decorrência de evacuações em outras cidades de Minas Gerais.

Para assegurar o reparação dos prejuízos causados aos moradores que foram retirados de suas casas em Barão de Cocais (MG), o TJMG concordou no início do mês com o bloqueio de R$0,05 bilhão. Posteriormente, há cerca de duas semanas, uma nova decisão impediu a mineradora de movimentar mais R$ 1 bilhão com o objetivo de garantir recursos voltados à reparação dos danos sofridos pela população afetada na evacuação em Macacos, distrito de Nova Lima (MG). Essas duas decisões atenderam a pedidos formulados pelo MPMG e pela Defensoria Pública de Minas Gerais.

Tramitam ainda outras ações em que o MPMG requer bloqueio de recursos, nas quais ainda não houve decisão da Justiça. No documento movido no dia 13 de março, por exemplo, pede-se que a mineradora fique impossibilitada de movimentar R$ 50 bilhões com o intuito de garantir o custeio das ações de reparação ambiental na região atingida pela lama.

O total de R$ 13,65 bilhões bloqueados é mais que o dobro do que foi gasto até hoje com a reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana (MG), ocorrido em novembro de 2015, quando se rompeu uma barragem da Samarco, que tem a Vale como um de suas acionistas juntamente com a anglo-australiana BHP Billiton. Cerca de R$ 5,26 bilhões foram empregados até o fim do ano passado, segundo dados da Fundação Renova, que é mantida com recursos das três mineradoras e tem a responsabilidade de gerir as ações necessárias. Para o ano de 2019, o orçamento divulgado pela entidade prevê a destinação à reparação de mais R$ 2,94 bilhões, dos quais 36% exclusivamente para indenizações e auxílios mensais aos atingidos.

 

*Por Léo Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

CASA BRANCA/SP - Uma mulher foi detida neste último domingo (24), ao tentar entrar com maconha e cocaína no presídio da cidade de Casa Branca.

De acordo com informações, a mulher é mãe de um detento e ao tentar entrar na penitenciária Joaquim de Sillos Cintra, foi abordada para revista, os agentes penitenciários encontraram 27 cigarros com maconha e 11 cigarros com cocaína. Havia mais maços de cigarro, mas estes estavam sem violação.

Diante dos fatos a senhora foi conduzida ao Plantão Policial, onde ficou a disposição da justiça.

 

 

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