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Henrique

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Crianças (0 a 7 anos) e mulheres (14 a 44 anos) devem ir até a unidade de saúde de referência

 

SÃO CARLOS/SP - Até o dia 31 de maio, crianças com idade entre 0 e 7 anos e mulheres entre 14 a 44 anos, beneficiários do programa Bolsa Família, devem procurar a unidade de saúde de referência para a realização da pesagem obrigatória. Quem não cumprir esse requisito pode ter o benefício bloqueado.

A pesagem é realizada duas vezes ao ano, uma em cada semestre. O objetivo principal é realizar o acompanhamento do estado nutricional dos mesmos.

Além disso, as famílias beneficiárias do Programa devem manter atualizado o calendário de vacinação das crianças de 0 a 7 anos; além de atualizar anualmente o Cadastro Único.

O Bolsa Família também tem como requisito a frequência escolar mínima de 85%, para os alunos de 6 a 15 anos e 75% para os de 16 a 17 anos.

Por meio das condicionalidades, o governo federal consegue identificar as famílias que estão com dificuldade de acessar os serviços de educação e saúde. Nesses casos, elas passam a receber atenção prioritária da assistência social para que os problemas sejam solucionados.

A pesagem deve ser feita até o dia 31 de maio nas unidades de saúde. É necessário apresentar o cartão do Bolsa Família, do SUS e da unidade de saúde, caso tenha.

GOIÂNIA/GO - A Universidade Federal de Goiás (UFG) anunciou o desenvolvimento de uma nanopartícula capaz de capturar a cocaína em circulação na corrente sanguínea e, assim, evitar os efeitos da droga, até mesmo quando consumida em quantidades que causam “overdose” e podem levar à morte.

A nanopartícula é administrada por meio de medicamento intravenoso. Testes feitos com ratos nos laboratórios do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Fármacos, Medicamentos e Cosméticos da UFG, o FarmaTec, indicam a capacidade de captura de até 70% da cocaína no organismo e o retorno quase imediato da pressão arterial e dos batimentos cardíacos ao estado normal.

“A pressão arterial e os batimentos cardíacos começam a voltar ao normal cerca de dois minutos após a administração da nanopartícula que desenvolvemos”, diz a farmacêutica Sarah Rodrigues Fernandes, em material de divulgação da UFG. Ela é autora da pesquisa, que resultou em sua dissertação de mestrado defendida há três semanas no Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da universidade.

“Ao capturar a cocaína, a nanopartícula mantém a droga aprisionada em seu interior. Não permite que a droga se difunda pelo cérebro ou outras regiões do organismo. Possibilita, então, que haja tempo para uma terapia de resgate”, explica à Agência Brasil a farmacêutica Eliana Martins Lima, orientadora do trabalho e professora de nanotecnologia aplicada à área farmacêutica.

A cocaína aprisionada na partícula é retida pelo fígado na passagem da corrente sanguínea e é destruída no metabolismo feito pelo órgão.

“O que nós buscamos com isso foi viabilizar uma forma de que, no momento em que o paciente começa a perder sinais vitais, seja possível ao médico ou ao Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência] salvá-lo, reduzindo aquela dose tóxica que está na corrente sanguínea”, acrescenta a orientadora, que trabalhou como professora visitante no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos.

Inovações

O experimento bem-sucedido traz duas inovações. Além de obter resultados quase imediatos para diminuir os efeitos da cocaína, a pesquisa muda e acrescenta o modo de usar nanotecnologia em terapias com medicamentos.

Desde os anos 1990, a nanotecnologia é utilizada para levar de forma mais eficaz partículas aos alvos no organismo que precisam de recuperação e proteção. O experimento mostra que a nanotecnologia também pode ser proveitosa para buscar e aprisionar substâncias e reverter um quadro crítico.

As chamadas partículas nanométricas, obtidas a partir de componentes químicos orgânicos naturais (lipídeos) e de moléculas de baixa massa (polímeros), são extremamente pequenas (1 nanômetro é 1 milhão de vezes menor que o milímetro) e, por isso, eficientes na circulação sanguínea.

Comercialização

A eventual disponibilização do medicamento para uso no socorro de pessoas em processo de overdose depende de parceria entre a universidade e laboratórios farmacêuticos. Até poder ser utilizado em seres humanos, o medicamento deve ser submetido a testes clínicos exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A produção de medicamento é investimento de médio a longo prazo. Além dos testes, a indústria farmacêutica precisa custear os laboratórios de fabricação em massa e fazer a comercialização. O laboratório que venha a se associar para a produção deverá fazer o registro para a venda.

“Nosso papel como universidade pública é formar pessoas altamente qualificadas, jovens cientistas, pesquisadores e, no meio desse caminho, produzir conhecimento novo. É muito importante, agora, que as indústrias farmacêuticas, percebam a capacidade de contribuir com esse processo de inovação e, dessa forma, identifiquem que vão conseguir manter um espaço importante no mercado”, diz Eliana.

 

*Por Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - A Guarda Municipal de São Carlos lançou na tarde desta quinta-feira (9/5), no auditório do Paço Municipal, os Sistemas Eletrônicos de Serviços para Todos Acessarem (SESTA), um programa de gerenciamento da corporação.

O SESTA é uma solução web responsável pelo gerenciamento de toda a informação administrativa da Guarda Municipal e está à disposição de todos os seus integrantes. O sistema foi cedido, sem custos, pela Guarda Municipal de Indaiatuba e passou por adequações e aprimoramento para o uso em São Carlos.

“Agilidade na transmissão das informações, economia com a compra de material e maior controle administrativo e controle operacional são algumas das vantagens do programa para a Prefeitura. Os agentes poderão acessar o sistema até pelo celular e poderão fazer registro eletrônico de ocorrências, ordens de serviço, além de verificar a escala de trabalho ou até mesmo a troca de serviço. As informações serão passadas em tempo real, otimizando o serviço da GM. Hoje somente Indaiatuba e São Carlos possuem esse sistema”, explicou Samir Gardini, secretário de Segurança Pública e Defesa Social afirmando que o programa será ampliado e também utilizado na ronda rural.

Michael Yabuki, comandante da Guarda Municipal, garante que o SESTA é um ambiente digital de fácil acesso, onde as informações de grande relevância podem ser compartilhadas de forma simples. “A principal vantagem para os agentes é a agilidade no acesso as informações. Pelo sistema os guardas podem fazer qualquer tipo de solicitação, podem acessar o holerite, receber comunicados e checar documentos. O sistema vai eliminar grande parte do fluxo de documentos internos”, garante o comandante.

O Guarda Municipal Evandro Gimenes Mione, diretor de Tecnologia e Informação, foi o responsável pela ampliação, aprimoramento e adequação do programa para implantação em São Carlos.

Participaram do lançamento do programa os diretores da Secretaria de Segurança Pública Paulo César Belonci, Aparecido Donizetti Penha, o diretor da Defesa Civil, Pedro Caballero, os secretários Edson Ferraz (Esportes e Lazer), José Galizia Tundisi (Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação), os vereadores Daniel Lima e Moisés Lazarine, representantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar.

Durante a solenidade os agentes da Guarda Municipal responsáveis pelas principais ocorrências do primeiro quadrimestre de 2019 foram homenageados pela Prefeitura de São Carlos.

Evento é gratuito e acontece neste sábado, no Ginásio de Esportes Milton Olaio Filho, a partir das 8h30

 

SÃO CARLOS/SP - Acontece em São Carlos no próximo sábado, dia 11 de maio, a primeira etapa do XI Campeonato Paulista de Handebol em Cadeira de Rodas, promovido pelo Departamento de Educação Física e Motricidade Humana (DEFMH) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer da cidade.
O campeonato, que tem como objetivo difundir o handebol em cadeira de rodas enquanto modalidade de esporte adaptado a pessoas com deficiência, conta com a participação de seis equipes paulistas, duas delas compostas por atletas de São Carlos, duas de Campinas, uma de Hortolândia e outra de Sorocaba.
Todos os atletas das equipes de São Carlos são residentes na cidade e região e um deles é aluno do segundo ano do curso de Engenharia Mecânica da UFSCar. O técnico é Welson Luciano Coelho, graduando do último ano do curso de Educação Física da Universidade, que está realizando uma pesquisa de iniciação científica que tem como tema esta modalidade esportiva.
A competição terá três fases: a primeira neste sábado, e as outras duas programadas para o segundo semestre de 2019, quando também acontecem os campeonatos Brasileiro e o Panamericano. A etapa são-carlense tem a coordenação da professora Mey de Abreu Van Munster, do DEFMH, é gratuita, aberta ao público e acontece a partir das 8h30, no Ginásio de Esportes Milton Olaio Filho, localizado na Rua Ernesto Gonçalves Rosa Júnior, na Vila Alpes.

Sobre o esporte
O handebol em cadeiras de rodas é uma das modalidades esportivas que integram o projeto de extensão "Atividades físicas, esportivas e de lazer adaptadas para pessoas com deficiências", coordenado por Munster e criado em 2006.
Esta modalidade de esporte adaptado surgiu na final de década de 1990 como uma forma de recreação e de participação social de pessoas com deficiência nos esportes, tendo suas regras sistematizadas em 2005. Os jogos são disputados em duas variantes: a HCR4, com quatro jogadores em cada equipe e é uma derivação do handebol de areia; e a HCR7, com sete jogadores em cada equipe e que tem como base o handebol convencional.
"As pessoas com deficiência buscam o esporte adaptado com várias expectativas que vão desde a preocupação com a habilitação física até a manutenção das capacidades funcionais. Outros buscam o esporte pela questão da participação social e a interação. Porém, hoje, os atletas estão focados na questão do rendimento e da competição", afirma Munster.
Além do handebol em cadeiras de rodas, o projeto da UFSCar também conta com natação adaptada para pessoas com deficiências intelectual, visual e física, em parceria com a Liga Central de Natação; e rollerski (esqui com rodas), em parceria com a Confederação Brasileira de Desportos na Neve.

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