SÃO CARLOS/SP - No último sábado, dia 11 de março, na cidade de Sertãozinho, no Ginásio “Docão”, foram realizadas duas importantes competições de Judô: Paulista Fase Inter-regional das classes Sub 9, Sub 11 e Sub 13 e a Copa Educa Judô. Os atletas de São Carlos da Fábrica de Campeões/SMEC (Secretaria Municipal de Esportes e Cultura) participaram da competição.
No Paulista Fase Inter-regional os atletas de São Carlos Vinicius Okido, Sub 9 meio leve, Thiago Galeote, Sub 13 meio pesado e Eduardo Okido, Sub 13 pesado, buscavam uma vaga para final do Paulista que será realizado nos dias 8 e 9 de junho em São Carlos. Vinicius e Thiago fizeram ótimas lutas, mas não conseguiram se classificar, já Eduardo venceu duas excelentes lutas por ippon, mas perdeu na final, mesmo assim garantiu vaga na final do Paulista.
Já na Copa Educa Judô que é organizada pela Associação Corpore Sano, judocas de várias regiões participaram do evento e os atletas da Fábrica de Campeões/SMEC se destacaram. Participaram da Copa os alunos do professor Sebá que treinam na sede da associação e no salão de eventos da USP, alunos da professora Maria Maia que treinam no clube do SESI e no “CEU” do São Carlos VIII e os alunos da professora Ana Paula que treinam na ONG Nave Sal da Terra no Zavaglia. Todos conquistaram medalhas.
Caio Satoshi Furuya da Cunha, Mateus Kioshi Furuya da Cunha e Lucas Fabiano foram os campeões. Arthur Bassi e Juliana Lemes vice-campeões. Ryan Gordo, Alice Bassi, Sabrina Rossi conquistaram o terceiro lugar na classificação.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social, juntamente com as equipes técnicas do Fórum (Vara da Infância e da Juventude), da Casa de Acolhimento e com a Diretoria de Proteção Social Especial e Acolhimento Familiar, realizou na última semana a primeira reunião de sensibilização com as famílias que manifestaram interesse em participar do Programa de Apadrinhamento.
O Programa de Apadrinhamento, criado pela Lei Municipal 18.032/2016, tem como objetivo fortalecer o trabalho desenvolvido com as crianças e adolescentes que se encontram nos serviços de acolhimento institucional e com poucas possibilidades de retorno à família de origem, extensa ou substituta (adoção). Em São Carlos o programa é desenvolvido por meio de parceria entre a Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social e a Vara da Infância do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Comarca de São Carlos.
O Programa de Apadrinhamento está organizado em duas modalidades: Apadrinhamento Afetivo que tem como objetivo estimular os vínculos afetivos ampliando as oportunidades para convivência comunitária por meio do contato direto entre o “padrinho” e o “apadrinhado” e Apadrinhamento Financeiro que consiste em contribuição econômica para atender as necessidades das crianças e adolescentes.
De acordo com a secretária de Cidadania e Assistência Social, Glaziela Solfa Marques, das 14 famílias que manifestaram interesse em participar, somente 3 compareceram. “Realizamos o encontro exatamente para esclarecer o que é o apadrinhamento afetivo, quem pode fazer parte e como fazer, além de diferenciar e também explicar o processo de adoção, o acolhimento institucional e o familiar”, explicou a secretária lembrando que as famílias interessadas ainda passarão por avaliação de uma equipe multidisciplinar composta por profissionais da Secretaria, da Vara da Infância a e do Serviço de Acolhimento.
Para participação na modalidade de Apadrinhamento Afetivo as famílias que desejarem ingresso no Programa deverão realizar o Cadastro
Outras informações sobre o Programa podem ser obtidas no CREAS (Centro de Referência Especial de Assistência Social), localizado na rua Treze de Maio, nº 1732, no Centro ou pelo telefone (16) 3307-7799.
SÃO CARLOS/SP - Um novo espaço público foi inaugurado na manhã desta terça-feira (14/5), no Jardim Nova São Carlos. A Praça Professor João Ribas é o primeiro espaço público criado por uma empresa privada na cidade. A Serasa Experian investiu R$ 1,2 milhão em uma área de oito mil metros quadrados.
O local proporcionará um ambiente de lazer e esportes para toda população, além de possuir a intenção de provocar reflexão sobre a importância da saúde financeira para o exercício pleno da cidadania. Totalmente inclusivo, o espaço tem rampas de acessibilidade e vagas reservadas a idosos e deficientes.
Uma das principais atrações do local é a “Amarelinha Financeira” inspirada numa antiga brincadeira popular de criança, mas adaptada a estimular, de forma lúdica, o consumo consciente e a educação financeira. A sequência de nove casas traz mensagens que compartilham com as crianças a importância de começar desde cedo a poupar, a evitar desperdícios, a economizar água e energia elétrica, e a pensar duas vezes antes de consumir.
“A Praça Professor João Ribas é um presente nosso para a comunidade, pois simboliza o nosso compromisso de promover bem-estar aos moradores e uma reflexão sobre a importância da educação financeira para o exercício pleno da cidadania”, afirma o presidente da Serasa Experian, José Luiz Rossi.
“São Carlos ganha hoje um novo espaço para esporte, lazer e educação financeira. Essas parcerias são extremamente importantes para o município. Elas atendem a demanda da cidade sem onerar os cofres públicos”, disse o prefeito Airton Garcia.
Além da “Amarelinha Financeira” para o público infantil, os 16 bancos distribuídos na praça trazem frases com dicas para os adultos sobre o que priorizar na hora de cuidar da saúde das finanças.
Homenagem - João Ribas foi responsável pelo tema de diversidade e inclusão na companhia de 2001 a 2014. Ao longo de seus 13 anos na empresa, Ribas ajudou na concretização de um modelo de inclusão, baseado na educação e formação profissional de deficientes, e na valorização da diversidade como fator de desenvolvimento das empresas. Ribas que faleceu aos 59 anos em 2014, devido a problemas de saúde, foi pioneiro no país a trazer o tema de inclusão para a agenda corporativa.
BRASÍLIA/DF - Pelo menos 75 das 102 universidades e institutos federais do País convocaram protestos para esta quarta-feira (15), em resposta ao bloqueio de 30% dos orçamentos determinado pelo Ministério da Educação (MEC). Eles terão apoio de universidades públicas estaduais de diversos Estados – incluindo São Paulo, onde os reitores de USP, Unicamp e Unesp convocaram docentes e alunos para “debater” os rumos da área. Um dos alvos do protesto, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta terça-feira, 14, que as universidades precisam deixar de ser tratadas como “torres de marfim” e não descartou novos contingenciamentos.
Cientistas e pesquisadores de diversas instituições e estudantes de faculdades privadas também vão aos protestos convocados. É o caso, por exemplo, de PUC-SP e Mackenzie. Além da comunidade do ensino superior, a rede básica também aderiu à paralisação. Pelo menos 33 dos principais colégios particulares de São Paulo vão integrar o movimento, apesar da federação nacional das escolas sugerir corte de ponto de funcionários faltosos. A Apeoesp, sindicato dos professores da rede estadual pública de São Paulo, o maior da América Latina, convocou os professores a paralisarem – o mesmo foi feito pelos sindicatos da rede paulistana.
Atos em todos os Estados vêm sendo chamados pelas maiores entidades estudantis e sindicais do País, incluindo a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Em Brasília, o prédio do MEC já amanheceu nesta terça cercado por homens da Força Nacional de Segurança Pública. O secretário executivo da pasta, Antoni Paulo Vogel, afirmou que a proteção foi pedida pelo governo federal. “Temos de estar preparados para evitar qualquer tipo de problema. Simples assim.”
Autonomia e custos
O ministro Weintraub afirmou nesta terça ser favorável até à entrada da polícia nas universidades. “Autonomia universitária não é soberania”, disse, durante café da manhã com jornalistas. Ele argumentou que, no passado, a regra pode ter feito sentido, “mas atualmente é dispensável”.
Ele destacou ainda que a autonomia das instituições deve se dar também na área financeira, com a criação de mecanismos que permitam a busca de recursos e patrocínios. “Hoje elas não podem... Não estou falando em cobrar, sou contra cobrar dos alunos de graduação.” Mas, emendou, “o ideal seria a criação de mecanismos para que empresas se tornem patronas de instituições, possam construir prédios, colocar nomes nas novas instalações”, disse. “Essas torres de marfim que a gente criou impedem que renda possa ser gerada para ser usada na pesquisa.”
O ministro se esquivou de fazer comentários sobre a greve, mas condicionou a liberação dos recursos bloqueados à aprovação da reforma da Previdência e não descartou novos cortes. Weintraub procurou ainda reduzir a importância do bloqueio sofrido pela pasta que lidera, citando outros ministérios que tiveram contingenciamentos maiores, como a Defesa.
O ministro disse ter recebido 50 reitores desde que assumiu e, de acordo com os relatos, a conta das universidades está em dia e “a vida segue normal”. Ele reiterou que o bloqueio só deve ser sentido no segundo semestre. “Se tiver algum problema, vou até o Ministério da Economia, para abrir exceção.”
À tarde, em entrevista à Rádio Jovem Pan, Weintraub voltou a negar o contingenciamento de 30% – anunciado pelo próprio MEC. “Mostrem os números. Parem de mentir. Estamos contingenciando 3,5%.”
Pela manhã, ele havia sido dramático ao falar sobre seu curto período à frente do Ministério da Educação. Transcorridos menos de dois meses da sua posse, ele se queixa de perseguição. “Estou sendo caçado com taco de beisebol e machadinha. O inimigo número 1 de tudo”, disse. “Estou sendo moído.”
Justiça
A juíza Renata Almeida de Moura Isaac, titular da 7.ª Vara Cível de Salvador, solicitou que a União justifique, em até cinco dias, cada um dos bloqueios orçamentários que impôs às instituições de ensino superior no País. O pedido é consequência da ação popular impetrada pelo deputado federal Jorge Solla (PT-BA), no dia 30 de abril, que pediu a “anulação imediata” dos cortes, sob alegação de que o ministro Abraham Weintraub (Educação) atribuiu publicamente a decisão à uma reprimenda às instituições que “promoviam balbúrdia”.
*Por:Lígia Formenti e Isabela Palhares/ESTADÃO
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