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Henrique

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SÃO PAULO/SP - Junior usou as redes sociais, na última terça-feira (04), para revelar que começaram os ensaios da turnê que fará com a irmã, Sandy. Para contar a novidade, o músico posou em um estúdio todo sorridente.

“Dada a largada nos ensaios. Que vibe!”, escreveu na legenda da foto.

Xororó, pai dos dois, aparece observando o filho. O caçula do sertanejo brincou com o clique: “Detalhe do corujão no fundo da foto”.

Vale lembrar que a primeira apresentação dos irmãos acontecerá no recife, no dia 12 de julho. Ao todo, serão 15 apresentações de Sandy e Junior até o mês de outubro.

 

*Por: KLEBER SALLES/FAMOSIDADES

Desafio é detectar e distinguir entre Zika e Dengue

SÃO CARLOS/SP - Tendo como especialidade, desde há alguns anos, o desenvolvimento de “chips” destinados a detectar doenças infecciosas, o Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia do IFSC/USP (GNaNo), liderado pelo Prof. Dr. Valtencir Zucolotto, acaba de concluir a primeira parte de um grande projeto para a criação de um sensor que consegue detectar a presença do vírus da Zika, distinguindo-o do vírus da Dengue.

Este trabalho foi tema da tese de doutoramento do Dr Henrique Faria, desenvolvida no GNano, e recentemente insere-se em um grande projeto denominado RENEZIKA*, do qual o GNaNo faz parte junto com o Ministério da Saúde, uma rede implementada em maio de 2015 e formalizada no ano seguinte, através da Portaria nº 1046 de 20/05/2016, logo após o surgimento do vírus da Zika, que se expandiria pelo nosso país.

“O trabalho de nosso grupo se concentrou em desenvolver um sensor que detecta e distingue o que é Zika e o que é Dengue, ou seja, ele consegue ler o material genético e confirmar se é Zika, ou não”, esclarece Zucolotto. De fato, existem já sensores destinados à Dengue (testes rápidos), cuja missão, na maioria das vezes,é identificar uma proteína que o paciente infectado tem presente no seu corpo, que é liberada pelo vírus após a infecção, designada NS1. “O problema é que o vírus Zika também expressa a NS1 e aí você não sabe se o paciente está contaminado com Zika ou com Dengue”, explica o pesquisador.

A primeira parte deste complexo trabalho está pronta, onde os autores mostraram o conceito e o desenvolvimento da tecnologia. O projeto continua, envolvendo vários alunos de Pós-Graduação e Iniciação Científica (IC) buscando otimizar a tecnologia e utilizar outras moléculas para detecção, como os anticorpos, o que tornaria o biossensor relativamente mais simples de utilizar.Contudo, a equipe do GNaNo está bastante animada com o progresso do trabalho e com as sucessivas etapas alcançadas rumo à concretização da criação deste sensor genético.

*São objetivos da rede RENEZIKA:

I - Subsidiar o Ministério da Saúde com informações de pesquisas relacionadas ao vírus Zika e doenças correlatas no âmbito da vigilância, prevenção, controle, mobilização social, atenção à saúde e ao desenvolvimento científico e tecnológico;

II - Contribuir na formulação e aperfeiçoamento de protocolos e outros documentos técnicos do Ministério da Saúde relativos ao tema;

III - Fortalecer a capacidade de produção de análises epidemiológicas e desenvolvimento de projetos de pesquisa prioritários sobre o assunto para o Sistema Único de Saúde (SUS);

IV - Buscar fontes potenciais de financiamento para pesquisas relacionadas ao tema, otimizando a seleção e execução de parcerias;

V - Promover a participação em eventos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica;

VI - Apoiar e organizar eventos com especialistas nesta área de atuação; e

VII - Fomentar o desenvolvimento de estudos multicêntricos sobre o vírus Zika e doenças correlatas.

A coordenação da Rede é feita por uma Secretaria Executiva, formada por representantes de todas as secretarias do Ministério da Saúde e coordenada pelo representante da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos - SCTIE.

Para alcançar os objetivos traçados, o trabalho em Rede é feito por meio de Grupos de Trabalho com temas específicos.

O funcionamento da Rede é estabelecido por meio do seu Regimento Interno.

A Rede é formada tanto por especialistas e gestores, como por representantes de instituições estratégicas. Os membros da Rede possuem as mais variadas formações, procurando abranger todo o espectro de especialidades necessárias para o enfrentamento da epidemia e suas doenças correlatas.

 

(Rui Sintra - Assessoria de Comunicação - IFSC/USP)

SÃO CARLOS/SP - Ao lado de importantes autoridades, o presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes, participou na noite desta terça-feira, 04, da solenidade de abertura do 2º CONEXIDADES, que aconteceu no Cenacon, localizado no Hotel Nacional Inn.

O evento, que acontece entre os dias 04 e 08 de junho na Capital Nacional da Tecnologia, vai atrair a atenção de prefeitos, vereadores e demais agentes interessados em discutir novos modelos de administração pública e pretende promover um amplo diagnóstico e um grande debate sobre a situação atual das cidades e possíveis práticas de soluções para problemas correntes e recorrentes. A temática, dessa vez, vai ter uma extensa programação dedicada às parcerias público-privadas e Gestão Pública com Transformação Digital.

Em seu pronunciamento, Lucão contou sobre sua trajetória e falou da oportunidade de participar, como presidente do Legislativo São-carlense, desse importante evento. “Estar em uma mesa com tantas autoridades importantes, vivendo em uma cidade conhecida como a terra de doutores e de grandes cientistas, me remete a pensar na minha história. Uma pessoa que tenha oportunidade na vida, consegue planejar seus sonhos, ir para uma escola e dentro dos estudos, às vezes estudando de manhã, tendo a parte da tarde livre ou vice versa, consegue no final concluir os seus sonhos. Porém, existem pessoas que não tem tantas oportunidades ou talvez nem as tenha. Dai temos que olhar para um ser inexplicável, que é nosso DEUS todo poderoso, que encontra pessoas com poucas oportunidade e a faz se assentar em uma mesa com tantas autoridades importantes como as que estão aqui, fazendo de um cortador de cana, um homem da roça que usava uma mesa e uma lamparina para fazer a sua lição durante a noite, pois estudava de manhã e a tarde ia para o corte de cana para ajudar seus irmãos. Essa é a minha história, onde DEUS me dá essa oportunidade de, mesmo sem ter muitos sonhos, poder estar aqui hoje em um grande evento como esse”, falou emocionado.

O prefeito anfitrião Airton Garcia; o presidente da UVESP, Sebastião Misiara; o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi; o presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Roque Citadini; do deputado federal Herculano Passos (MDB), entre outras, também participaram do evento de abertura que contou com diversas falas importantes para os gestores públicos.

“Um encontro que vai reunir todos os municípios e compartilhar tantas dificuldades que encontramos no dia-a-dia das nossas comunidades. 2º Conexidades, São Carlos os recebe de braços abertos. Estamos de braços abertos para todos vocês. Sejam bem-vindos”, finalizou Lucão.

2º Dia

Na manhã desta quarta-feira, 05, também no Cenacon, Lucão Fernandes presidiu o Painel Meio Ambiente e Sustentabilidade, que discutiu a Segurança de Voo e Meio Ambiente: desafios da gestão de resíduos sólidos e da segurança aeroportuária e também o equilíbrio necessário aos empreendimentos em área de Segurança Aeroportuária com aterros sanitários, frigoríficos, abatedouros, entre outras atividades. O Painel contou com as palestras de Patricia Iglecias, presidente da CETESB e do Brigadeiro do Ar, Frederico Alberto Marcondes Felipe, chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.

Mostras, que são gratuitas e abertas ao público, trazem telas coloridas e as temáticas sustentabilidade e movimento negro

 

SÃO CARLOS/SP - Neste mês de junho, a Biblioteca Comunitária (BCo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) apresenta três exposições: "Universo colorido", "Flash Fiction" e "Negrumes em palavras: um treze de maio à goela abaixo". A primeira, de autoria de Claudio Rosante, tem pinturas em telas - que procuram, com simplicidade, retratar a consciência harmônica das cores - produzidas com técnicas variadas como lápis de cor, aquarela, pintura a óleo, pintura acrílica, grafite, giz pastel, nanquim e carvão. Rosante é químico industrial, matemático, pedagogo, artista plástico, pós-graduado em Metodologia Científica e mestre em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade de São Paulo (USP). É, também, docente no Senac e coordenador das oficinas de Artes Visuais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, além de professor da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Suas obras estão disponíveis no saguão principal da BCo, na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar.
Outra mostra que pode ser visitada no saguão, "Flash Fiction", é composta por desenhos e contos em Inglês. São 17 ilustrações feitas por alunos - entre 17 e 25 anos - da escola de Inglês The Four. Os desenhos acompanham contos em Língua Inglesa, de autoria da revisora e tradutora Jane Godwin Coury, relacionados à sustentabilidade e a diversas identidades humanas. Segundo Coury, ora os desenhistas produziram suas próprias interpretações dos contos após a leitura, ora ela mesma escrevia os textos inspirada nos desenhos já feitos pelos estudantes. A mostra revela a fusão entre traços e palavras. O intuito de expor os trabalhos na BCo é destacar que a leitura pode e deve ser estimulada de diversas formas. Os desenhos e contos expostos são fruto de uma parceria da The Four, coordenada por Silvana Dibo, com a empresa Native English, coordenada por Coury, e faz parte da série de e-books "Help! Preciso de atividades para meus alunos", do volume "Reading", de autoria de Dibo e Coury.
Já a exposição "Negrumes em palavras: um treze de maio à goela abaixo" contempla escritos e fotografias sobre o movimento negro no Brasil, em uma espécie de complemento entre as linguagens imagética e poética. Os poemas são de autoria de Bruno Caldeira, escritor e estudante do curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação da UFSCar, e as fotos foram tiradas pelo fotógrafo Filippo Ferreira da Costa Pugliesi. "O intuito da mostra é retratar um outro 13 de maio, distinto daquele que existe no imaginário da população brasileira", explica Caldeira.
Segundo o escritor, o destaque da exposição está nas vozes das pessoas negras, contando suas próprias histórias e trajetórias. "O objetivo é causar inquietação junto ao público, provocando reflexões que sejam capazes de desconstruir um imaginário racista, e revelar que a população negra vem sofrendo um grande silenciamento sobre suas narrativas", destaca. Nesse sentido, as obras evidenciam aos visitantes que existem outros tipos de narrativas relacionadas ao movimento negro, daí a importância de realizar um exercício de escuta do outro. Esta mostra está disponível no Piso 2 da Biblioteca.
As exposições são gratuitas, abertas ao público e podem ser vistas até o dia 28 de junho, de segunda a sexta-feira, das 8 às 22 horas, e aos sábados, entre 8 e 14 horas.

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