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Henrique

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Ações foram aplicadas em colégio de Uberaba (MG) e selecionadas para compor o Circuito Urbano do projeto ONU-Habitat

 

SÃO CARLOS/SP - Implementar atividades com caráter socioambiental em uma escola pública da cidade de Uberaba (MG). Este é o principal objetivo do projeto "Amigo do meio", que integra as ações práticas da pesquisa de doutorado de Ricardo Almeida, do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realizada sob orientação do professor Carlos Roberto Massao Hayashi, do Departamento de Ciência da Informação (DCI) da Universidade.

Segundo Almeida, a pesquisa adota metodologia participante e envolve cerca de mil alunos, com idade entre 5 e 16 de anos, da Escola Municipal Santa Maria, de Uberaba, além de pais, professores e funcionários. "O projeto é derivado de um diagnóstico participativo que apontou a escola como um dos principais atores sociais que interagem com os moradores. Além disso, esta escola foi selecionada para integrar a pesquisa por atuar com grupos de liderança formados por alunos da própria instituição", explica ele. 

Os grupos de liderança constituem um trabalho coordenado pela Secretaria Municipal de Educação de Uberaba que incentiva a formação política e cidadã de jovens do Ensino Fundamental. "Com a parceria firmada com esses grupos, em 2017 demos início às atividades de observação e de desenvolvimento de práticas socioambientais no âmbito escolar", conta o pesquisador. De acordo com Valéria Salgado dos Santos Cruz, Diretora da escola, a Educação Ambiental faz parte do projeto político-pedagógico adotado. "Ela permeia nossas atividades diárias, em que estudantes e professores se dedicam a conscientizar à comunidade para que possamos ter um mundo melhor", garante ela.

Ao longo da pesquisa, a comunidade escolar passou por etapas de planejamento e implantação de práticas socioambientais. "Fizemos sinalização educativa por toda escola, abordando o consumo consciente de água e de energia elétrica; desenvolvemos atividades de divulgação em salas de aula e refeitório; e organizamos coletores de materiais recicláveis, orgânicos e de resíduos eletrônicos. Também criamos uma central de coleta seletiva para armazenamento de resíduos e firmamos parceria com uma cooperativa de catadores. Outra ação consistiu na oferta de oficinas de reciclagem e na promoção de bazares e mostras de empreendedorismo a partir dos produtos confeccionados nas oficinas, como forma de gerar renda para a sustentabilidade financeira do projeto", enumera Almeida. 

Além disso, a comunidade escolar construiu hortas com a utilização da água da chuva e de fertilizante produzido pela técnica de compostagem com restos de frutas. Também foram realizadas visitas técnicas na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), na Cooperativa dos Recolhedores de Recicláveis de Uberlândia e na Usina Hidrelétrica de Igarapava (SP), oportunizando aos alunos conhecer, na prática, o funcionamento dessas organizações. 

As atividades foram conduzidas pelo pesquisador, em parceria com a coordenação dos grupos de liderança, e contou com o engajamento dos estudantes que, além de colocarem a "mão na massa" e concretizarem as ações na escola, também promoveram a conscientização ambiental e o empreendedorismo social entre eles. "Nossas ações foram inéditas no âmbito da escola e promoveram transformações de acordo com a demanda da instituição. Todas elas desencadearam uma mudança de hábitos, seja em relação à utilização dos recursos naturais - água e energia elétrica -, ou à preservação do bem público e ao descarte de resíduos sólidos. Antes do projeto, esses temas ficavam limitados apenas às abordagens teóricas; após a implantação, avançamos para o processo de transformação de práticas e fortalecimento de atitudes sustentáveis. Envolvemos, assim, teoria e prática para difundir o conhecimento nas ações cotidianas da comunidade escolar", avalia Almeida.

De acordo com o pesquisador, a implantação de processos de ensino-aprendizagem em Educação Ambiental potencializou o protagonismo dos grupos de liderança e despertou a comunidade escolar para a responsabilidade socioambiental. Na opinião da professora Mary Cruvinel, orientadora dos grupos de liderança, a construção de um mundo melhor começa com esses estudantes. "Nossa principal contribuição enquanto educadores é desenvolver a consciência e as atitudes dos nossos alunos para que eles sejam os protagonistas das transformações positivas na sociedade", destaca ela.

Seleção do projeto pelo Circuito Urbano ONU-Habitat
O projeto foi aprovado para integrar o Circuito Urbano do ONU-Habitat, Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (https://nacoesunidas.org/agencia/onuhabitat/), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que tem o objetivo de dar visibilidade às ações socioambientais relevantes implementadas no Brasil. Em 2018, o ONU-Habitat teve como tema "Construindo cidades sustentáveis e resilientes", com 102 projetos inscritos e 63 aprovados, totalizando 29 cidades participantes. 


Com a aprovação do projeto, Almeida elaborou e apresentou um vídeo de divulgação, que traz um resumo das principais práticas socioambientais desenvolvidas com a comunidade escolar durante dois anos de pesquisa participante. O vídeo contou com o protagonismo dos estudantes, que apresentaram as atividades realizadas e, sobretudo, mostraram as atitudes e os conhecimentos adquiridos ao longo do projeto. Para Almeida, ter sido selecionado pelo programa da ONU é um grande reconhecimento dos esforços empreendidos. "Foi muito importante para estimular e valorizar o trabalho educativo realizado por todos nós na escola, uma vez que a visibilidade contribui para fortalecer parcerias e mostrar que é possível desenvolver a Educação Ambiental de forma gradativa e transformadora", afirma.

Segundo o pesquisador, a perspectiva é que as atividades realizadas desencadeiem um processo de apropriação por parte da comunidade escolar, promovendo, de forma contínua, hábitos saudáveis. "Acredito que a proposta também possa inspirar outras escolas e comunidades a replicar as ações", conclui. A tese deve ser defendida pelo autor em 2020. O vídeo de divulgação do projeto pode ser acessado no YouTube (https://youtu.be/Ktkt_iAdKUI).

BRUMADINHO/MG - O número de mortos no desastre de Brumadinho (MG) subiu para 176. Os dados são da Defesa Civil de Minas Gerais. Cento e trinta e quatro pessoas continuam desaparecidas.

A barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão rompeu-se em 25 de janeiro. Os bombeiros, no momento, fazem buscas na região de um almoxarifado da Vale.

“Foi localizado e retirado um corpo que estava as imediações do almoxarifado até o momento. Escavações continuam no local e devem prosseguir amanhã também”, disse Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, por mensagem no WhatsApp.

Segundo Aihara, trabalham lá desde o fim da tarde de 4ª feira (20.fev). Há possibilidade de encontrar outros corpos na área.

“A gente já retirou um corpo do local e deve retirar mais corpos em breve, mas ainda depende das escavações. Como a estrutura está parcialmente destruída, a gente tem um carreamento de estrutura de corpos que estão na lama. Só quando a gente fechar a escavação é que vai ter este tipo de dado”, disse à Agência Brasil.

De acordo com a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, até 4ª estavam identificados 171 corpos de mortos na tragédia de Brumadinho e havia 139 desaparecidos.

 

*Por: AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - CONFIRA OS LOCAIS QUE AS EQUIPES DE TAPA-BURACO ESTARÃO TRABALHANDO NESTA SEXTA-FEIRA(22):

 

EQUIPE 1 – Vila Prado - Rua João Paulo XIII (CONTINUAÇÃO);

 

EQUIPE 2 – Cidade Aracy - Avenida José Antonio Migliato (CONTINUAÇÃO);

SÃO CARLOS/SP - NESTA SEXTA-FEIRA (22) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO NAS SEGUINTES VIAS:

RADAR 1 – Rua Miguel Petroni (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - Av. João de Guzzi x Rua Marcos Vinicius de M. Moraes - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 – Avenida Trabalhador São-carlense (RODOVIÁRIA/USP) - VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

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