SÃO CARLOS/SP - Cerca de 1.500 pessoas prestigiaram os três dias de realização do 1º Festival de Coros São Carlos, realizado no último fim de semana na cidade. Foram mais de 9h de música de qualidade, além da oportunidade de conhecer a Capital Nacional da Tecnologia.
Quem acompanhou as apresentações dos 18 Coros de 13 municípios paulistas na sexta (24/5), no auditório do Paço Municipal, no sábado (25/5) no CENACON - Centro de Convenções do Hotel Nacional Inn e no domingo (26/5) na Igreja São Sebastião e na Praça da XV se emocionou cantando junto os variados estilos musicais apresentados pelos Coros.
No repertório canções de Alceu Valença, Zé Ramalho, Gilberto Gil, Ary Barroso, Adoniran Barbosa, Milton Nascimento, Tim Maia, Dorival Caymmi, Chico Buarque, Nando Reis, Chico César, Pixinguinha, música sacra, clássica (Schubert, Johann Sebastian Bach), Freddie Mercury, Lennon e McCartney, entre outros compositores.
O Festival de Coros São Carlos realizado pela Prefeitura de São Carlos, através da Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda – Departamento de Fomento ao Turismo, em parceria com o Coro Paulista São Carlos, faz parte do “Programa de Festivais Turísticos para São Carlos”.
Além das apresentações musicais foram realizadas oficinas temáticas para regentes e aspirantes a regentes, além da oficina com trabalho de técnica vocal voltada para os coristas, com os palestrantes Marco Antonio da Silva Ramos, professor titular de Regência Coral do Departamento de Música da Escola de Comunicações da USP e a maestrina Susana Cecília Igayara Souza, professora de Repertório Coral e de Práticas Corais da USP.
O secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda, Walcinyr Bragatto, ressalta que nesse primeiro festival turístico se apresentaram coros com qualidade acentuada somada a qualidade dos excelentes coros de São Carlos. “Quero agradecer a todos que contribuíram na realização desse festival, a população esteve presente, lotando os espaços das apresentações. Essa é a nossa disposição, aquecermos a economia da cidade, trazermos turistas para participarem de apresentações culturais e com isso, geramos mais oportunidades de trabalho e renda para as pessoas que aqui atuam”, disse Bragatto.
Flávia Bombonato, maestrina do Coro Paulista São Carlos e coordenadora técnica artística do evento, ressaltou que o Festival foi um momento importante onde “pudemos perceber que existem vários estilos de coros em diferentes níveis e categorias. Uma mistura feliz onde todos puderam mostrar o que fazem e principalmente aprender com o que viram. Enfim, a união dos coros, das pessoas, uma troca valiosa, a paixão pela música”, destacou.
Para Hipólito Ribas, maestro do Coral Unimed Campinas, o Festival foi fundamental para a divulgação do canto coral na região e no Estado de São Paulo. “Uma troca de experiência importante para cada coro. Saímos daqui muito melhor, fator importante para a caminhada de cada um dos coros”.
“Eu moro em São Carlos há mais de 30 anos, essa é a primeira vez que um festival como esse é realizado aqui. As pessoas têm descoberto que música faz bem para a alma e a medicina que o que faz bem para a alma faz bem para o corpo. Um festival que reuniu coristas preocupados com a integração das pessoas, manter uma relação social, atividade mental, interatividade em grupo e isso nos fortalecem”, enfatizou José Ricardo Ocampos, maestro do Coral da Unesp “Rairaram e Uirapuru”.
Ricardo Cardim, maestro do Coral do Guarujá, explicou que a realização de Festival de Coros é sempre essencial, em qualquer cidade traz aprendizado. “Os coristas aprendem vendo outros tipos de repertórios e interpretações, outras formas do regente fazer”. Sérgio Alberto de Oliveira, Maestro do Coral da USP São Carlos, elogiou a organização do evento. “Estávamos precisando de um Festival de Coros há muito tempo. A iniciativa foi fantástica e primorosa, toda a estrutura, a acústica, a sonorização foi bem feita, foi de primeira ordem. Adorei a organização, o cuidado com os detalhes, a atenção devida, isso deve permear o resto do tempo e a gente precisa incentivar essa atividade”.
O regente do Coral de Fernandópolis, Sandro Muniz destacou a humildade do grupo. “Eu trouxe eles muito mais para ouvir do que para cantar, promover o contato com diferentes técnicas, grupos de performance gestual e cênica. Um evento que nos agregou e que somos gratos pela oportunidade de participar”.
Simone Rosa, maestrina do Coral Mokiti Okada, de Campinas e Jundiaí definiu como “uma iniciativa maravilhosa porque os corais precisam do incentivo de um festival como esse, tão bem organizado, para trocar experiências musicais e de vida”.
Renato Teixeira Lopes, maestro do Coral da PUC/SP analisou como “um lindo festival, com belíssimos corais, arranjos, gente para todo lado salvando tudo e deixando tudo organizado e impecável”.
Matildes Zabeu assistiu a apresentação na Praça da Rua XV e achou “tudo lindo, maravilhoso, gostei muito, um coral com idosos e crianças, não tem diferença, porque a música cabe em qualquer lugar”.
Maristela Stamato também se encantou. “Fiquei encantada acompanhei desde sexta-feira e o Festival foi de alto nível. Está de parabéns a Prefeitura, a regente Flávia, espero que venham mais festivais porque tinha desde coral sacro até popular”.
Julio Costa Campos, representante da Ala Jovem do Coral Arco-Íris CREARE de Itirapina disse que “o canto coral une as pessoas e nos ajuda a nos comunicar melhor com o público que conhece a nossa música”.
Murilo Barbosa, pianista assistente do Coro Paulista São Carlos, “o Festival ajuda a plantar uma semente e levantar uma bandeira na cidade, no estado e no Brasil de que música é uma coisa que se faz com as pessoas de uma forma acessível, barata, que consegue unir pela cultura. O canto coral é a voz íntima do ser humano, mas que esta trabalhando em conjunto”.
Silvana Silva, corista do Coro Paulista São Carlos “o festival foi uma experiência única, gratificante, com boa organização e a satisfação de poder passar para as pessoas o que a gente sente, porque a música é um sentimento e víamos no rosto das pessoas a alegria de estarem assistindo”.
Também participaram da abertura e das atividades do 1º Festival de Coros São Carlos o secretário municipal de Esportes e Cultura, Edson Ferraz, representando o prefeito Airton Garcia, os vereadores Roselei Françoso, Daniel Lima, Dimitri Sean e a vereadora Bete do Broa de Itirapina, o Diretor do Departamento de Fomento ao Turismo Willians Maggi Júnior, a secretária de Cidadania e Assistência Social, Glaziela Solfa Marques e Andreia Rosa Souza, assessora especial de gabinete do prefeito.
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SÃO CARLOS/SP - As equipes de limpeza de áreas públicas da Secretaria Municipal de Serviços Públicos de São Carlos, estarão durante essa semana nos seguintes locais:
- CANTEIRO CENTRAL DA AVENIDA TRABALHADOR SÃO-CARLENSE;
- AVENIDA GRÉCIA;
- JARDIM BOTAFOGO;
- COMENDADOR ALFREDO (EDUCATIVA ATÉ O CENTRO);
- REGIÃO CENTRAL;
- REGIÃO DO SHOPPING.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Serviços Públicos, está trabalhando na recuperação de 43 playgrounds (parquinhos infantis) instalados em áreas públicas.
O serviço está sendo realizado pela a empresa vencedora do processo licitatório no valor total de 68.500,00. Os brinquedos estão sendo recuperados e se necessário trocados já que muitos balanços de madeira não apresentavam mais condições de recuperação.
Além de recuperar os playgrounds, a Secretaria de Serviços Públicos está revitalizando as praças, com a viabilização de um conjunto de serviços, como melhorias no paisagismo, plantio de grama e folhagens. A areia de todos os parquinhos também está sendo trocada e a iluminação recuperada.
“A empresa está fazendo essa revitalização em 15 parquinhos, porém já estamos contratando para fazer as outras 28 áreas, totalizando as 43 que possuem brinquedos. Com equipe da própria Prefeitura isso não seria possível, pois além dos brinquedos estamos refazendo as calçadas, guias, melhorando o paisagismo e a iluminação. Conversamos com o prefeito Airton Garcia e ele entende que com a finalização desse trabalho vamos oferecer locais adequados para a recreação das crianças que moram no entorno dessas praças”, explica Mariel Olmo, secretário municipal de Serviços Públicos.
O município possui 164 praças públicas, sendo que as áreas que não possuem parquinho também estão recebendo a limpeza pública, serviço realizado por meio de outra empresa licitada para fazer a capinação e roçagem em todas as áreas públicas da cidade.
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BRASÍLIA/DF - Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu a realização de operações policiais em universidades, caso seja constatada propaganda eleitoral irregular dentro dos campus. Para a AGU, as universidades devem adotar "postura imparcial", "para evitar influência tendenciosa" na disputa do processo eleitoral.
O órgão do governo Jair Bolsonaro também defende a tese de que a Lei das Eleições é clara ao proibir qualquer espécie de propaganda eleitoral no interior de prédios e órgãos públicos, inclusive no caso de universidades públicas.
Na avaliação da AGU, a universidade deve sim ser reconhecida como "um espaço de livre debate de ideias, mas sem a prevalência de corrente de pensamento específica, e que, eventualmente, essa parcialidade possa interferir no processo eleitoral de forma ilegal".
"A legislação eleitoral conferiu concretização adequada aos princípios constitucionais da liberdade de expressão e da autonomia universitária, que devem ser exercidos dentro dos limites necessários à garantia da higidez da disputa eleitoral. Isso significa que as universidades devem adotar postura imparcial, de modo a se evitar influência tendenciosa na disputa do processo eleitoral", escreveu o advogado-geral da União, André Mendonça.
"Permanece autorizada a discussão de ideias no âmbito das universidades, sempre com espaço para posições divergentes, desde que semelhante debate possua pertinência com as atividades acadêmicas e não se converta em autêntica propaganda eleitoral", frisou Mendonça.
A manifestação da AGU foi feita ao Supremo no âmbito de uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para assegurar a livre manifestação do pensamento e de ideias em universidades e de reunião de estudantes e de professores nas instituições de ensino.
A PGR acionou o Supremo durante a campanha eleitoral do ano passado, após juízes eleitorais proibirem supostas propagandas eleitorais irregulares em universidades pelo País, atingindo ao menos 17 instituições em nove estados.
Liminar
Na véspera do segundo turno das eleições, a ministra Cármen Lúcia (relatora da ação) suspendeu liminarmente os atos judiciais e administrativos que determinaram o ingresso de agentes em universidades públicas e privadas pelo País.
Na ocasião, Cármen afirmou que "toda forma de autoritarismo é iníqua" e "pior quando parte do Estado". "Pensamento único é para ditadores. Verdade absoluta é para tiranos", assinalou a ministra à época.
A liminar de Cármen acabou sendo confirmada pelo plenário do Supremo por unanimidade em 31 de outubro do ano passado.
Naquela sessão, os ministros fizeram discursos enfáticos em defesa da pluralidade de ideias, com duras críticas à repressão da ditadura militar. Também reafirmaram a defesa da liberdade de cátedra, de reunião e de expressão.
O Supremo ainda deve julgar o mérito da ação da PGR. Não há previsão de quando o novo julgamento vai ocorrer.
*Por: Rafael Moraes Moura/ESTADÃO
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