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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - Uma aluna da escola Militão de Lima teve o seu celular furtado por um colega, nesta última sexta-feira (31), em São Carlos.

De acordo com o informado, a moça ligou no 190 e imediatamente uma viatura foi averiguar o rapaz ao ver os PMs se aproximando ele deixou seus pertences no chão. Ao averiguar a mochila do aluno o celular estava no interior da mesma. Ao ser questionado o jovem confessou o crime.

Os PMs foram até a casa do adolescente encontrando o chip do celular da colega de escola. Diante da situação o rapaz foi conduzido ao 1º DP, onde foi registrado a ocorrência.

O celular foi devolvido à estudante e o menor foi liberado à família.

BRASÍLIA/DF - Os efeitos positivos no Brasil do combate ao tabagismo podem se perder, em parte, caso os cigarros eletrônicos tenham a venda liberada no país. A coordenadora do Comitê de Controle do Tabagismo da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Jaqueline Scholz, disse que é preciso manter a proibição, porque os impactos desse produto são maiores do que os dos cigarros convencionais. Para a médica, seria um grande retrocesso a abertura do mercado a esses produtos.

“Toda essa política antitabaco, de prevenção e de cessação poderia ser perdida, na medida em que você vem com outros produtos que ainda não estão queimados porque não existe trabalho do ponto de vista de saúde pública mostrando o impacto do real dano que isso vai provocar”, disse em entrevista à Agência Brasil.

De acordo com a médica, o Juul, que é tipo de cigarro aquecido no formato de um pen drive, vendido nos Estados Unidos, além de causar mais dependência, libera uma quantidade maior de nicotina. Segundo a coordenadora, lá, a FDA [Food and Drug Administration], agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos está preocupada com os jovens que são a maioria dos consumidores desse produto.

“Para nós é de assustar ver no mundo, por exemplo, o juul, o cigarro aquecido, que desde 2015 quando foi lançado é líder de mercado. O FDA está desesperado com o número de usuários com dificuldade de cessação, porque o produto libera mais nicotina. Um pen drive pequeno libera mais nicotina do que quase dois maços de cigarro convencional, e os adolescentes são aprisionados na dependência à nicotina”, disse. Segundo ela, na Universidade na qual esteve na semana passada para a formatura do seu filho, um colega dele foi expulso após ser flagrado três vezes com um juul.

De acordo com Jaqueline Scholz, essa expulsão é apenas um dos casos que têm preocupado diretores de escolas americanas por causa do uso de cigarros eletrônicos entre os alunos. “Há relatos de diretores de escola solicitando auxílio porque os adolescentes não conseguem se privar. Eles têm abstinência rápida. É uma forma de nicotina diferente dos outros cigarros ou mesmo dos outros cigarros eletrônicos. Isso faz com que a absorção seja maior e a concentração do produto também é maior, então, o impacto cerebral é muito grande. É impressionante. A gente não quer isso aqui”.

A médica fez questão de acentuar os efeitos nocivos sobre a saúde de quem faz uso do juul, que atinge também o lado emocional da pessoa. “O custo psicoemocional é muito grande. A pessoa precisa ser medicada em uma crise de abstinência, porque se privou do produto, não consegue ter controle emocional e tem sintomas como irritabilidade, falta de concentração, angústia por não ter o produto. Isso destrói o cérebro”, disse. “Essa para mim é a grande questão. A questão da dependência e de como o indivíduo depende da droga a cada momento para poder pensar, raciocinar e viver”, completou.

Tânia Cavalcante, secretária-executiva da Comissão Nacional para a implementação da Convenção Quadro para controle do Tabaco, da Organização Mundial da Saúde (OMS), da qual o Brasil é signatário, também alerta para os efeitos nocivos do cigarro eletrônico. Para a médica do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a falta de um relatório de segurança de uso e de eficácia, porque o produto é apresentado também como uma alternativa de uso do cigarro convencional, exigido na regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), acaba provocando a proibição de venda no Brasil.

“Ninguém nunca apresentou esse relatório e, por enquanto, a Anvisa não liberou, mas existe uma pressão muito grande, agora que as grandes empresas de cigarros convencionais aderiram aos cigarros eletrônicos, já que teve um crescimento desse produto no mercado mundial”, disse à Agência Brasil, acrescentando que nem os eletrônicos, nem os convencionais são inócuos.

“Alguns dos cigarros eletrônicos líquidos pesquisados, mostraram que têm menos substâncias tóxicas que nos convencionais. Não tem alcatrão e não tem monóxido de carbono, mas não é um produto inócuo. Tem substâncias cancerígenas, tem partículas que causam danos no pulmão interfere no sistema cardiovascular, então, não é um produto para criança e adolescente usar”, afirmou.

A médica do Inca chamou atenção que independentemente da regulamentação da Anvisa, sites brasileiros oferecem a venda cigarros eletrônicos. “É uma violação da legislação no Brasil. Anvisa está tentando. Ela fecha um site, outro abre. É uma coisa muito difícil. É uma briga muito inglória. A internet é um território de ninguém. No Brasil, não teve a epidemia como nos Estados Unidos porque a Anvisa embarreirou”, disse.

Fumante passivo

Outra questão que preocupa os especialistas da área, são os fumantes passivos. Aqueles que não fazem uso de cigarro, mas acabam sofrendo os efeitos do produto por estarem em ambiente com a presença da fumaça provocada causada por quem fuma. O presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, Roberto Sacilotto, disse que essas pessoas correm o risco de adquirirem doenças pulmonares crônicas, asma, bronquite. “Se o fumante tem hábito de fumar em ambiente fechado, em casa, nos quartos pode levar ao tabagismo passivo”, disse.

O médico destacou que a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular alerta ainda para outros impactos que os fumantes podem sofrer além das doenças cardíacas e pulmonares. “Se ele continua a fumar durante muito tempo tem uma chance de mais de 11% de evoluir para uma amputação de um membro inferior. É um dos fatores importantes. Não é o único. O tabagismo entra junto com aumento de colesterol, aumento de pressão, diabetes. O tabagismo pode modificar a evolução de uma doença, como a aterosclerótica, uma doença de membros inferiores”, alertou.

 

*Por Cristina Índio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal recebeu na manhã desta última sexta-feira (31) alunos do 2º ano do ensino médio da Escola Estadual Professor Gabriel Félix do Amaral, que participaram do projeto Visite a Câmara. Os estudantes estiveram acompanhados do professor Lesley de Souza.Durante a visita guiada por funcionários da Câmara, os alunos conheceram as instalações do prédio e obtiveram informações sobre as atribuições dos vereadores, a história do Edifício Euclides da Cunha e o funcionamento da Biblioteca Jurídica Francisco Xavier Amaral Filho. Eles também puderam tirar dúvidas e saber como acompanhar o trabalho dos parlamentares.O projeto Visite a Câmara está inserido na política da atual Mesa Diretora, sob a presidência do vereador Lucão Fernandes (MDB), e busca ampliar os mecanismos de interação entre o Legislativo e a comunidade. Criado em 2009, o projeto tem caráter educativo e é voltado para grupos de todas as idades de escolas das redes pública e particular, assim como estudantes universitários, historiadores, aposentados, trabalhadores e para o público em geral.

Para agendar uma visita, entre em contato pelo telefone (16) 3362-2088 ou 3362-2042.

Ação integra programação do Dia Mundial do Meio Ambiente na Universidade, que terá palestra e mostra fotográfica

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com apoio da Reitoria, realiza no dia 5 de junho uma série de atividades em comemoração ao Dia Internacional do Meio Ambiente. Uma delas, inédita na Universidade, será uma gincana para contabilização e auditoria das marcas de plásticos mais utilizadas no campus sede da Instituição. Uma exposição fotográfica sobre a beleza da fauna e da flora do Campus São Carlos e uma palestra sobre animais silvestres também estão na programação.
Para a realização da gincana, foram disponibilizadas nove lixeiras específicas em vários locais do Campus São Carlos. Elas serão recolhidas no dia 5 de junho, quando será feito o levantamento do número e das marcas dos resíduos. "Para iniciarmos os trabalhos associados à redução do consumo de plástico na UFSCar, há a necessidade de caracterizarmos os materiais. Uma das etapas dessa caracterização é a quantificação do material e a tipologia - copos, embalagens, sacolas etc.", explica Raquel Stucchi Boschi, engenheira agrônoma da SGAS.
O objetivo de verificar quais são as marcas que mais contribuem para a geração de resíduos plásticos é ter uma ideia de como as grandes corporações colaboram para o problema da poluição. "Essa é uma iniciativa inspirada no projeto do Greenpeace 'Million Acts of Blue'. Com essa ação, a SGAS pretende iniciar um processo de conscientização sobre a importância da redução do consumo de plástico de uso único. O sucesso da redução de consumo desse material depende da participação e apoio de toda a comunidade UFSCar", ressalta Boschi.
Ela explica que, este ano, o material escolhido foi o plástico por se tratar de um algo criado para facilitar a vida em sociedade - pela praticidade associada a sua utilização -, mas cujo consumo desenfreado está resultando em sérios danos ambientais, sendo associado à morte de diversos animais.
Segundo dados divulgados pela SGAS, apenas 9% desse material é reciclado; o restante enviado à natureza. Os resultados são impactos ambientais de proporções gigantescas: sobrecarga dos aterros sanitários - o plástico demora 400 anos para degradar -, contaminação dos oceanos, mortandade de animais aquáticos, entre outros. "Quando nos deparamos com os dados ficamos realmente espantados. Cerca de 12,7 milhões de toneladas de plástico entram nos oceanos a cada ano, o que equivale a um caminhão de resíduos a cada minuto. Os cientistas já documentaram 700 espécies marinhas afetadas pelo plástico, até os animais que vivem em pontos muito profundos", relata a engenheira.
A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que o problema está também na forma como o plástico é utilizado, em especial o plástico de uso único. A UFSCar há 15 anos vem promovendo iniciativas para reduzir o consumo de copos de plástico por meio do Projeto Canecas, que distribui canecas reutilizáveis à comunidade universitária. Apesar dos esforços, em 2016 a Universidade consumiu 783 mil copos plásticos. Nesse contexto, a proposta atual da SGAS dá início a uma série de ações para estimular ainda mais a diminuição do consumo de plástico nos campi da Instituição. "O nosso Planeta merece um cuidado melhor", conclui Boschi.

Como participar?
As lixeiras foram disponibilizadas no Campus São Carlos desde o dia 29 de maio. Na área Norte, estão nas cantinas da Unidade Saúde Escola (USE), da Biblioteca Comunitária (BCo) e da Engenharia de Materiais e na Prefeitura Universitária (PU). Na área Sul, foram alocadas na cantina próxima ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) e na cantina do Pão de Queijo (PQ), na Reitoria e no Anexo da Reitoria. Também foi instalada lixeira no Restaurante Universitário (RU).
Os interessados em integrar a Gincana #desplastificaUFSCar podem contribuir com o depósito de resíduos plásticos nesses recipientes além de participar da ação de contagem e classificação, que acontecerá a partir do dia 5 de junho, próximo ao RU. Os resultados da gincana serão divulgados pelo site da SGAS (www.sgas.ufscar.br) e via Instagram (sgasufscar).

Exposição fotográfica e palestra
Além da gincana, será realizada, de 3 a 7 de junho, uma exposição fotográfica com imagens produzidas no âmbito do projeto de extensão Quadros da Natureza e, também, de participantes independentes. O objetivo é mostrar a beleza natural da flora e fauna do Campus.
O projeto Quadros da Natureza, coordenado por Luciano Elsinor Lopes, professor do Departamento de Ciências Ambientais (DCam), tem como objetivos valorizar a riqueza de plantas nativas utilizadas no ajardinamento e arborização do Campus São Carlos da UFSCar e aumentar a variedade de espécies de aves e de abelhas sem ferrão. Além disso, busca aproximar as comunidades interna e externa da Universidade ao ambiente do Campus, por meio da observação de aves e abelhas.
A mostra, gratuita, poderá ser visitada na sede da SGAS, na área Norte do Campus São Carlos, das 10 às 16 horas. Os interessados em participar como expositores podem encaminhar e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
No dia 5, das 13 às 14 horas, acontece a palestra "Um indivíduo de uma espécie doméstica é mais importante que um indivíduo de uma espécie silvestre?", no Auditório 2 da BCo. O tema será abordado pelo Secretário Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade da UFSCar, Marcelo Nivert, que irá discutir a relação da comunidade com os animais silvestres do Campus. A atividade, gratuita, é aberta ao público.
Mais informações sobre as atividades em prol do meio ambiente no Campus São Carlos podem ser obtidas pelo telefone (16) 3351-8317.

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