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Henrique

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SALVADOR/BA - A vantagem do Palmeiras na liderança do Campeonato Brasileiro aumentou. Nesta terça-feira, em Salvador, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) determinou que a partida entre Botafogo x Palmeiras não será anulada. Sendo assim, o Verdão tem 25 pontos, cinco a mais que o vice-líder Santos.

A votação do STJD terminou com o placar de 9 a 0 contra a anulação do jogo. Segundo Paulo César Salomão Filho, presidente do Tribunal, houve apenas erro de procedimento do VAR. Apesar da derrota, o Botafogo ainda pode entrar com um recurso no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), com sede na Suíça.

O jogo era válido pela 6ª rodada do Brasileirão, e terminou com vitória palestrina por 1 a 0, gol anotado por Gustavo Gómez, em cobrança de pênalti. O time de General Severiano entrou com uma ação no STJD pedindo a anulação do confronto, alegando o uso irregular do VAR.

No entender do Botafogo, o lance que decretou a vitória palmeirense foi ilegal porque o árbitro Paulo Roberto Alves Junior já havia determinado o reinício da partida quando decidiu analisar as imagens pelo árbitro de vídeo e acabou marcando o pênalti que decretou a vitória do Palmeiras. Para pedir a anulação da partida, os advogados do Glorioso alegaram que um erro de direito foi cometido que acabou prejudicando os cariocas.

A equipe carioca, por sua vez, está em 7º com 15 pontos ganhos. O Brasileiro está parado em função da disputa da Copa América, no Brasil. A competição terá reinício no dia 13 de julho. O próximo compromisso do Botafogo será contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte. Já o líder, terá o clássico diante do São Paulo, no Morumbi.

 

*Por: GAZETA ESPORTIVA

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) da Secretaria de Saúde promoveu na última sexta-feira (14/6), um encontro para a atualização de informações sobre vacinação em gestantes. O evento reuniu 208 profissionais da área de saúde, entre eles enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e médicos da rede municipal e privada, além dos profissionais dos municípios que compreendem a Região Coração, estudantes das áreas de saúde e também  da articuladora da Rede Cegonha do DRS III Araraquara, Rosangela Luco. 

A atividade foi realizada em parceria com a empresa GSK com participação da gerente científica e farmacêutica, Esthefanie Ribeiro. Ela focou o trabalho nas vacinas especificas para as gestantes que constam no calendário do Programa Nacional de Imunização - PNI, disponíveis em todas as Unidades de Saúde do Município.

Um dos destaques foi a importância da vacinação de coqueluche, uma doença infecciosa aguda e transmissível, que compromete o aparelho respiratório. A vacina contra a coqueluche é a tríplice acelular dTpa, que protege também contra tétano e difteria, e está disponível na rede pública de forma gratuita.

Segundo Kátia Spiller, supervisora da Vigilância Epidemiológica, a cobertura vacinal da dTpa em gestantes ainda é muito baixa (42,07%) em São Carlos, assim como em todo o país. “A baixa cobertura nos preocupa. A vacina é  capaz de proteger  a mãe e o bebê contra Coqueluche, Tétano e Difteria, e o maior objetivo da vacina dTpa em gestantes é diminuir a incidência da coqueluche, principalmente nas crianças menores de 1 ano de idade”, contou. 

A proposta da capacitação foi a atualização de conhecimentos e processos desenvolvidos, sempre buscando melhorar o atendimento a população. “A capacitação foi de extrema relevância para aprimorar o conhecimento de todos os profissionais presentes envolvidos na assistência à gestante e conscientiza-los sobre a importância de trabalharmos a prevenção através do aumento da cobertura da Vacina dTpa e ofertar um melhor atendimento ao público alvo”, explicou a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Crislaine Mestre.

São ofertados laudos para exames, consultoria em casos clínicos e diagnósticos, além de capacitação

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário Prof. Dr. Horácio Carlos Panepucci (HU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está oferecendo à rede pública de saúde de São Carlos e região serviços de telemedicina, que envolvem tele-educação, teleconsultoria e telediagnóstico. As ofertas são gratuitas e têm por objetivo melhorar a qualidade do ensino e dos atendimentos em saúde prestados pelo HU para a comunidade. A novidade foi tema de reunião entre o HU e o Departamento Regional de Saúde (DRS III) de Araraquara, que abrange 24 municípios.
A telemedicina trata do uso das tecnologias de informação e comunicação para o fornecimento de dados e atenção médica a pacientes e a profissionais de saúde situados em locais distantes. Os serviços ofertados pelo HU-UFSCar são em três frentes: a teleconsultoria é um canal direto entre os profissionais e teleconsultores em diversas especialidades. O profissional pode tirar dúvidas simples, discutir casos clínicos ou pedir orientações sobre processos de trabalho. O objetivo é apoiar os agentes de saúde na tomada de decisão sobre diagnósticos, terapias e definição prognóstica, com base no melhor nível de evidência científica e proporcionando, assim, o aperfeiçoamento contínuo do profissional e dos atendimentos. Até o momento, as especialidades clínicas disponibilizadas pela equipe do HU são: Cardiologia; Endocrinologia; Geriatria (cuidados paliativos); Clínica médica; Oncologia (cuidados paliativos); e Nefrologia. Também há uma equipe multiprofissional que prestará teleconsultoria nas especialidades de Disfagia adulto e Reabilitação auditiva (Fonoaudiologia); de Cuidados Paliativos (Terapia Ocupacional); e de Enfermagem (curativos). Além disso, há consultoria para o exame de Eletrocardiograma.
Outro serviço é o de telediagnóstico, que possibilita e emissão de laudos de exames a distância, diminuindo custos com deslocamento de pacientes e aumentando a resolubilidade da Atenção Básica. E, por fim, há iniciativas de tele-educação, com cursos, aulas, treinamentos e capacitações para profissionais em diversas temáticas. Ações de tele-educação já são promovidas para a equipe do próprio HU e também da UFSCar, como os Grupos de Interesse Especial (SIGs), que são sessões educacionais entre profissionais de saúde para o aprofundamento do conhecimento nas diversas temáticas da Medicina. Essa atividade é promovida pela Rede Universitária de Telemedicina (Rute), à qual o HU está vinculado.
Flávia Pileggi, Gerente de Ensino e Pesquisa do HU, afirma que a oferta dos serviços da telemedicina é uma diretriz da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que administra o HU, por meio das unidades e-Saúde instaladas nos hospitais da rede. "Através dos serviços prestados por essa unidade, o HU pretende contribuir tanto para a melhoria de suas práticas internas, quanto para a qualidade do cuidado com a saúde da população", diz Pileggi.
Rodrigo Santos Aguiar, médico do HU, destaca que a telemedicina combate o isolacionismo que muitos médicos enfrentam em territórios distantes dos grandes centros. "A teleconsultoria, por exemplo, é uma ferramenta de aperfeiçoamento permanente em que a busca por soluções de problemas é amplificada e dividida por uma rede multidisciplinar de retaguarda e, por isso mesmo, com maiores chances de sucesso", defende o médico que já teve experiências com a teleconsultoria em outros locais.

Oferta dos serviços
Todas essas ações são realizadas pela unidade e-Saúde do HU-UFSCar, que está integrada ao Programa Nacional de Telessaúde Brasil Redes, instituído em 2007 e redefinido em 2011, e coordenado pelas secretarias de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e da Atenção à Saúde (SAS) do governo federal.
O sistema de tele-educação poderá ser utilizado por professores, pesquisadores, estudantes e profissionais de saúde. Os serviços de telediagnóstico e teleconsultoria são voltados a profissionais de saúde e de nível superior, com registro profissional ativo e que estejam com o cadastro atualizado no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).
Os interessados devem preencher este formulário online (https://forms.gle/drV6vKHVn1fgSK1Y6) que levará para o atendimento adequado conforme a demanda. As respostas da teleconsultoria têm prazo de até 72 horas para serem enviadas ao solicitante. No telediagnóstico, inicialmente, serão avaliados apenas laudos de eletrocardiograma, que serão analisados duas vezes por semana.
Em parceria com a Secretaria Geral de Educação a Distância (SEaD) da UFSCar, a equipe do e-Saúde do HU está construindo uma plataforma digital para reunir todos serviços. Até que esse trabalho seja finalizado, o acesso pode ser feito pelo link do formulário online.

Reunião com o DRS
Uma equipe com seis representantes do DRS III participou de reunião no HU-UFSCar para que os profissionais do Hospital apresentassem os trabalhos e a proposta dos serviços para as cidades que compõem a regional. Ficou alinhada a disponibilização das ações de tele-educação, teleconsultoria e telediagnóstico para os municípios e a realização de reuniões de sensibilização nas cidades que serão indicadas pelo DRS e que devem começar no próximo mês.
As reuniões serão conduzidas pela equipe do HU com o intuito de mostrar aos profissionais de saúde a contribuição que esses serviços podem trazer para a qualidade do trabalho desenvolvido por eles. A ideia é que os encontros sejam projetos-piloto que serão aplicados nos demais municípios que integram o DRS-Araraquara. Para Rodrigo Aguiar, sensibilizar o profissional a utilizar a teleconsultoria como auxílio tecnológico nas demandas do dia a dia da Atenção Básica é muito importante. "A utilização da ferramenta permite melhoria da qualidade dos atendimentos no SUS, com resultados positivos na resolubilidade do nível primário de atenção; expressiva redução de custos e do tempo de deslocamentos; fixação dos profissionais de saúde nos locais de difícil acesso; maior agilidade no atendimento prestado; e otimização dos recursos dentro do sistema como um todo", ressalta o médico.
Antonio Martins de Oliveira e Sonia Souza Silva, respectivamente, Diretor e Diretora de Planejamento do DRS III, participaram da reunião e acreditam que os serviços promoverão melhoria da qualidade do atendimento na Atenção Básica. "O suporte dos especialistas contribuirá para que a Atenção Básica seja resolutiva e reduza gradativamente os encaminhamentos desnecessários, gerando maior vínculo entre as equipes de Atenção Básica e usuários, bem como redução nos gastos e gargalos na atenção de média complexidade", concluem.

Discussão é importante para a composição do Plano Municipal de Logística Reversa

 

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio das secretarias de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação e Serviços Públicos, está trabalhando para a implantação do Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos. Na última sexta-feira (13/6), representantes das duas secretarias se reuniram com representantes do CIESP/FIESP para a discussão de alguns pontos.

Durante a reunião foram discutidos problemas técnicos referentes à gestão ambiental de resíduos, a organização de um diagnóstico de volumes e tipos de resíduos produzidos pela indústria de São Carlos, a inclusão no Plano Municipal de Gestões para uma integração da legislação, ações estruturantes e avanços necessários.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação, José Galizia Tundisi, o plano é norteado por cinco ações fundamentais. “O Plano de Gestão vai contemplar a coleta seletiva por cooperativa e catadores individuais, a logística reversa aplicada a resíduos volumosos da indústria, a logística reversa aplicada ao comércio, ações práticas sobre disposição e tratamento de resíduos sólidos”, disse o secretário.

Tundisi explica que os temas serão tratados em discussões, seminários, audiências. Depois disso, anteprojeto do Plano será encaminhado à Câmara Municipal. Previsão é que até o início de outubro, o projeto seja encaminhado para votação.

Participaram da reunião José Galizia Tundisi, secretário de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação (SMMACTI); Mariel Olmo, secretário Municipal de Serviços Públicos, Thamiris Cristina Costa Basílio, diretora do Departamento de Gestão Ambiental SMMACTI, Francisco Porto Filho, engenheiro Civil da SMMACTI, o vereador Daniel Lima, a Profª Drª Kátia Sakiama Ventura, da UFSCar, Emerson Chu, presidente do CIESP; Jorge Luiz Silva Rocco, especialista em Projetos de Gestão Ambiental do CIESP, Túlio Queijo de Lima e Fernanda Correa da FIPAI.  

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