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Henrique

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IBITINGA/SP - A população de Ibitinga terá mais um evento familiar para curtir. Dessa vez, a iniciativa é pela preservação do meio ambiente, através da Virada Ambiental, com ações que unirão a família em um dia repleto de atividades.

A Virada Ambiental acontece na Praça João Abrão, dia 29, a partir das 16h. Haverá aula de zumba, show sertanejo e outras ações, como troca de livros, ecoponto para descarte de lixo eletrônico, brincadeiras infantis e vários estandes com informações educacionais.

A festa é uma realização da Prefeitura de Ibitinga através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, em parceria com a Fundação Florestal, Corpo de Bombeiros, Centro de Zoonoses, Instituto Pró-Carnívoros, Habite Urbanismo, Turismo Rural e Associação Nossa Senhora dos Navegantes.

Troca de livros

O munícipe poderá levar sua literatura e trocar por outra. Esta será uma maneira de ampliar o compartilhamento da leitura. A troca de livros permite o prolongamento do conhecimento que passa de mãos e mãos em cada evento de troca.

Ecoponto

Prepare-se para descartar aquele eletrônico inservível. A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente receberá o lixo eletrônico e o destinará para o reaproveitamento e descarte correto para que o equipamento não cause prejuízos à natureza. Pilhas e baterias também podem ser descartados no ecoponto móvel, que estará presente no dia do evento.

Zumba

Vá para o evento com roupa confortável, própria para a dança. Ao todo, serão 60 minutos de música e atividade física em clima de descontração por meio do ritmo zumba. Por tanto, você pode usar shorts, calça legging e camisetas apropriadas para a atividade.

Show sertanejo

Quem embala o final da tarde é a dupla ‘Mariel & Alex’, da cidade de Ibitinga. A formação é nova, mas já chamou a atenção do público após participar de alguns eventos sociais. ‘Mariel & Alex’ possui repertório amplo e um dueto afinado para agitar musicalmente o evento.

RESUMO: Virada Ambiental

Data: 29/06

Horário: 16h às 19h

Local: Praça João Abrão

 

Fonte: Prefeitura de Ibitinga

Veículo foi adquirido por meio de convênio com o Governo Estadual

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté adquiriu mais uma ambulância zero-quilômetro. O veículo – uma Van Sprinter, da Mercedes Benz, ano 2019 – custou R$ 163.900,00, por meio de convênio com o Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Saúde, e vai atender aos pacientes usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), do município.

O prefeito José Luiz Parella (PSDB) ressalta que essa nova ambulância receberá equipamentos para atendimento de urgências e emergências. “Esse veículo vai ser equipado para atender aos casos de acidentes, transferências, enfim, alguns casos que exigem mais cuidados, ou seja, funcionará como uma mini UTI”, comentou.

Consciente de que a população merece sempre o melhor, constantemente, a Prefeitura de Ibaté tem adquirido novos veículos, renovando a frota municipal, em especial, os que atendem a área da Saúde. “Quando assumimos a cidade em 2005, tínhamos aqui uma ambulância em situação bastante precária, com muitos anos de uso, trazendo, ao invés de socorro, mais perigo aos usuários. Atualmente, mudamos tudo isso e o Departamento Municipal de Saúde conta com 07 ambulâncias e mais 08 veículos utilizados no transporte de pacientes, que fazem tratamentos mais específicos em outras cidades”, afirmou Zé Parrella.

No início dessa semana, o prefeito já havia apresentado mais uma aquisição da Prefeitura Municipal: uma ambulância, tipo Peugeot, que ficará à disposição no Hospital Municipal e contou com investimentos no valor de R$ 92.000,00. O valor também foi pago com recursos próprios.

“Como sempre digo, todo o dinheiro aplicado em benefício da população é bem aceito. Aqui temos dinheiro pra tudo. Temos dinheiro para construir prédios, investir na Saúde e na Educação, na Segurança, para fazermos os eventos e também para adquirirmos novos veículos e renovar a nossa frota municipal. Ibaté é uma cidade diferenciada das outras porque o dinheiro aqui é muito bem cuidado e empregado. O povo sabe que o dinheiro dos impostos que eles pagam, será bem aplicado”, afirmou Parella. “Apesar da queda na arrecadação, realizamos uma administração séria e transparente, onde os recursos recebidos são utilizados com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população ibateense”, finalizou o prefeito.

A regulamentação da lei ficou parada por mais de 10 anos

 

SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos deu mais um passo importante na área ambiental: criou o Conselho Gestor de Educação Ambiental. Com os membros empossados, a próxima reunião acontecerá no dia 3 de julho, às 14h, na Secretaria de Educação. Na pauta, a elaboração do regimento interno.

O Conselho Gestor de Educação Ambiental do Município de São Carlos - CGEA, instituído pela Lei Municipal nº 14.795, de 28 de novembro de 2008, foi empossado no início de junho.

Entre as competências do Conselho estão: participar da implantação, monitoramento, avaliação e revisão do Programa Municipal de Educação Ambiental; promover ações de divulgação do cumprimento das atividades do Programa; elaborar coletivamente um plano de metas bianual para a educação ambiental no município, com a finalidade de acompanhar e avaliar o seu desenvolvimento; acompanhar a destinação e o uso dos recursos para projetos e ações de educação ambiental no município.

Além disso, cabe ao Conselho de Educação Ambiental propor temas e questões que demandam atenção de políticas de educação ambiental no município aos órgãos de coordenação; definir estratégias e orientações para a formulação, a implementação, o acompanhamento e a avaliação de políticas de educação ambiental.

Também proporcionar espaços de diálogo ampliados para participação dos diversos segmentos da sociedade civil e dos órgãos governamentais das diferentes esferas administrativas, com o objetivo de subsidiar os seus trabalhos e a manifestação de outros assuntos submetidos ao Conselho.

O promotor de Justiça, da área do Meio Ambiente, Flávio Okamoto, participou da posse dos conselheiros e comentou a importância da ação para a área ambiental do município. “A criação do Conselho é de extrema importância, pois é ele que vai definir a política municipal de educação ambiental”. Segundo o Promotor, a lei era bastante antiga e a regulamentação estava pendente. “Foi criado um grupo de trabalho, com apoio da Secretaria de Meio Ambiente, das universidades e ONGs. O decreto foi elaborado por muitas mãos, um trabalho coletivo e democrático que vai concretizar de fato a educação ambiental no município”, afirmou.

Okamoto também comentou que o município tem vários problemas na área ambiental e começar pela educação é bom. “A cidade tem vários problemas: coleta seletiva, o uso e preservação da água são alguns deles. Eu acredito que começar pela educação é sempre o melhor ponto de partida”, concluiu.

Para o secretário de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação, professor José Galizia Tundisi, o Conselho é um passo importante para o meio ambiente. “A educação ambiental é fundamental para que os municípios possam ter capacidade de mobilizar de população referente a questões ambientais. Ela precisa ser incorporada ao processo de gestão, ter programas específicos do ponto de vista de recursos hídricos, reciclagem de material, gestão de resíduos sólidos, enfim, todo conjunto de atividades que envolvam a população. E esse será o papel do Conselho de Educação Ambiental”, afirmou o secretário.

O mandato dos membros do CGEA-SC será de dois anos, permitida uma recondução. E a função não será remunerada.

Representantes do Conselho Gestor de Educação Ambiental:

I - Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação

Titular: Anna Paula Luzia;

Suplente: Simone Aparecida Botega Xavier;

II - Secretaria Municipal de Educação

Titular: Isabela Pelatti;

Suplente: Vivian Priscila dos Santos Messa ;

III - Serviço Autônomo de Água e Esgoto - SAAE

Titular: Leila Jorge Patrizzi de Carvalho;

Suplente: Dirceu Azzolini Filho;

IV - Representantes dos órgãos estaduais de meio ambiente atuantes no município de São Carlos

Titular: Abimael Gonçalves Ramos (Polícia Militar do Estado de São Paulo);

Suplente: Mariano Maudet Bergel (Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo);

V - Diretoria Regional de Ensino em São Carlos da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo

Titular: Marília Faustino da Silva;

Suplente: Adriana Cristina David Pazian;

VI - Representante das universidades atuantes no município de São Carlos

Titular: Liane Biehl Printes (UFSCar);

Suplente: Silvia Aparecida Martins dos Santos (USP);

VII - Representantes de entidades ambientalistas atuantes no município de São Carlos

1º Titular: Flavia Torreão Correa da Silva Thiemann (APASC);

Suplente: Heloisa Chalmers Sisla (APASC);

2º Titular: Fernando Siqueira Magnani (SAPESC);

Suplente: Pedro Manoel Galetti Junior (SAPESC);

VIII - Organizações da sociedade civil de interesse socioambiental atuantes no município de São Carlos

1º Titular: Amanda Camargo Heinrich Carrara (Veracidade)

Suplente: Daniela Baptista (Veracidade);

2º Titular: Lucas Augusto dos Reis Beco (Veredas);

Suplente: Sérgio Henrique Vannucchi Leme de Mattos (Veredas).

BRASÍLIA/DF - Nesta última terça-feira, 25, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou um pedido da defesa para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficasse em liberdade até o julgamento do habeas corpus que pede a suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro no caso do tríplex do Guarujá, que levou o petista à prisão.

Apenas os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski concordaram em conceder uma liminar para tirar o petista da prisão, onde está desde 7 ade abril de 2018, até que o STF tenha uma decisão sobre a parcialidade de Moro na condução do processo, apontada pela defesa do petista. Cármen Lúcia, Edson Fachin e Celso de Mello negaram a liminar.

O que acontece agora?

  • O STF volta do recesso em 1º de agosto, mas a primeira sessão da Segunda Turma será no dia 6 de agosto. O habeas corpus de Lula poderá estar já nessa pauta, mas isso dependerá de o ministro Gilmar Mendes, que pediu vista (mais tempo para análise) devolvê-lo para julgamento.
  • Se Gilmar fizer isso, dependerá da ministra Cármen Lúcia colocá-lo na pauta, mas ela já afirmou, em nota emitida na segunda-feira 24 que habeas corpus de réu preso e cujo julgamento já tenha sido iniciado – a própria Cármen e Fachin já votaram, ambos contra Lula – tem prioridade sobre os demais casos.
  • O habeas corpus foi apresentado pela defesa em novembro de 2018 e, portanto, não incluía as conversas entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, que apontam para uma combinação de estratégias entre juiz e acusação no processo do tríplex do Guarujá, pelo qual Lula foi condenado e que o levou à prisão.
  • Após a divulgação das conversas pelo site The Intercept Brasil, a defesa do petista apenas apresentou uma petição na qual afirma que “fatos públicos e notórios” veiculados nos últimos dias aumenta a convicção de que Moro foi parcial na condução do processo. Mas os advogados do petista não querem que a avaliação das conversas seja a peça central da defesa, já que a autenticidade dos diálogos não foi comprovada oficialmente.
  • No julgamento desta terça-feira, no entanto, alguns ministros, como Lewandowski e Gilmar, já levaram em consideração os diálogos na formulação de seus votos. Ou seja, no julgamento do pedido de suspeição de Moro, parte da Corte pode levar em consideração o que foi revelado pelo The Intercept Brasil e parte, não.
  • A defesa de Lula, no entanto, tenta embasar o pedido de suspeição em outros pontos, como o fato de Moro ter aceitado convite para ser ministro de Jair Bolsonaro, que disputava com o petista a liderança das pesquisas de intenção de voto para a Presidência em 2018.
  • Se a maioria da Segunda Turma concordar que Moro está sob suspeição, Lula pode ser solto imediatamente e o processo que o levou à prisão pode ser anulado. “Se restarem evidências de que a denúncia, peça que inicia o processo, foi instruída pelo juiz, o processo volta ao início”, explica João Paulo Martinelli, criminalista e professor de pós-graduação da Escola de Direito do Brasil (EDB).

 

*Por: André Siqueira/VEJA.com

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