SÃO CARLOS/SP - Com apoio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, por meio do Departamento de Artes e Cultura, será realizado neste domingo, dia 28 de julho, a partir das 16h, no Parque do Bicão, o “Encontro de Violeiros”.
Durante todo período da tarde várias duplas se apresentam no Teatro de Arena do bicão, entre elas Peão Dourado e Paraense, além de diversas duplas do Clube da Viola de São Carlos. A Orquestra de Violeiros do Sindicato Rural encerra o primeiro “Encontro de Violeiros”.
RIO DE JANEIRO/RJ - Foi no sufoco, mas a segunda vitória consecutiva do São Paulo após a seca de resultados positivos veio. Visitando o Fluminense neste sábado, no estádio do Maracanã, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time comandado pelo técnico Cuca contou com a ajuda do VAR para, em um pênalti já nos acréscimos do segundo tempo, garantir o importantíssimo triunfo por 2 a 1 fora de casa. Os dois gols do Tricolor paulista foram marcados por Reinaldo. Yony González descontou para os anfitriões.
Com o resultado, o São Paulo saiu da quinta para a quarta colocação na tabela e atingiu seu primeiro objetivo no Brasileirão, que era entrar no G4, grupo que garante vaga direta à fase de grupos da Copa Libertadores de 2020.
O Fluminense, por sua vez, seguirá na zona de rebaixamento, permanecendo em situação extremamente delicada no torneio por pontos corridos, embora o Cruzeiro tenha perdido para o Athletico-PR e desperdiçado a oportunidade de se distanciar dos quatro últimos colocados.
O jogo – O primeiro tempo começou em ritmo lento no Maracanã. A primeira boa chance de gol só aconteceu aos 15 minutos, quando Alexandre Pato cruzou no segundo pau, e Antony apareceu nas costas da marcação para tentar completar, mas não alcançou a bola, levando as mãos à cabeça e lamentando a oportunidade desperdiçada.
Já aos 19 minutos o São Paulo foi mais feliz e acabou abrindo o placar em jogada de bola parada. Hernanes rolou para Reinaldo, que adiantou a bola e soltou uma bomba do meio da rua para balançar as redes após falha do goleiro Muriel, que passou da bola e não conseguiu fazer a defesa.
Daí em diante o Tricolor recuou, como já havia feito no clássico contra o Palmeiras, no Morumbi, e viu o Fluminense crescer no jogo. Aos 29 minutos, Marcous Paulo tabelou com Ganso e saiu cara a cara com Tiago Volpi, mas o goleiro fez a defesa. No rebote, Ganso tentou encobrir a defesa adversária, mas sem sucesso. Só que a bola continuou com os donos da casa, e Yuri Lima cruzou para Pedro, que apareceu nas costas de Reinaldo para finalizar, mas chutou para fora.
A partida passou a ser praticamente ataque contra defesa, e o São Paulo foi castigado por conta de sua postura conservadora em campo. Aos 35 minutos, Marcos Paulo novamente apareceu bem pela esquerda, nas costas de Igor Vinícius, e encobriu Tiago Volpi, mas carimbou a trave. No rebote, a bola sobrou limpa para Yony González precisar apenas completar de primeira para o fundo do gol e deixar tudo igual antes de as equipes irem para o intervalo.
Segundo tempo
Logo no início da etapa complementar o Fluminense dava sinais de que sua postura não mudaria no restante do confronto. Aos três minutos a equipe comandada por Fernando Diniz fez uma blitz na área adversária e após bate-rebate a bola sobrou para Marcos Paulo finalizar de bicicleta e ver Tiago Volpi fazer boa defesa. O árbitro, contudo, já havia marcado impedimento.
As mexidas de Cuca melhoraram a dinâmica de jogo do São Paulo, que teve uma boa chance de voltar à frente no placar com Antony, que saiu mano a mano com a defesa do Fluminense, mas bateu fraco, facilitando o trabalho do goleiro Muriel. Pouco depois, foi a vez de Tchê Tchê experimentar de fora da área, mas novamente o arqueiro adversário fez a defesa.
Mas era o Fluminense quem conseguia agredir com mais eficiência dentro de campo. Aos 29 minutos, Ganso chegou à linha de fundo após tabela e cruzou na cabeça de Yony González, que subiu mais alto que Reinaldo para chegar arrematando e carimbar o travessão de Tiago Volpi.
Nos minutos finais, o São Paulo parece ter ligado o modo “tudo ou nada” e depois de tanto insistir pelas beiradas de campo acabou chegando ao gol da vitória com a ajuda do VAR, que acusou um pênalti depois de Everton cabecear e a bola bater no braço de Allan. Reinaldo, que já havia aberto o placar, foi para a cobrança e não desperdiçou, batendo firme para assegurar o triunfo do Tricolor paulista.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
SÃO PAULO/SP - O Palmeiras segue sem ter conseguido uma virada sequer nesta terceira passagem de Luiz Felipe Scolari pelo clube. Neste sábado, o Verdão saiu atrás do Vasco no Allianz Parque, buscou o empate em cobrança de pênalti de Gustavo Scarpa, mas acabou no placar por 1 a 1 com vaias e gritos de “Pipoca” ao apito final.
Foi o quinto jogo seguido do Verdão sem vencer (três empates e duas derrotas). A equipe agora pode perder a liderança do Campeonato Brasileiro. Para isso, o Santos precisa apenas vencer o Avaí, na Vila Belmiro, neste domingo. Já o Vasco segue apenas quatro pontos acima da zona de rebaixamento – e a distância pode diminuir ainda nesta rodada.
O Palmeiras chegou ao duelo pressionado pela sequência de quatro jogos sem vencer, mas ostentando a marca de 11 partidas consecutivas sem levar gols no Allianz Parque. A segurança defensiva, marca da equipe no primeiro semestre, porém, logo demonstrou que seguiria em baixa.
Com apenas dois minutos, Valdivia cobrou escanteio aberto no segundo poste, Thiago Santos não subiu com Marrony, e o vascaíno cabeceou para as redes. O tento adversário tinha tudo para desestabilizar o Alviverde, que não conseguiu uma virada sequer nesta terceira passagem de Felipão, mas a torcida palestrina fez a diferença em sua casa.
Atrás no placar, os mais de 33 mil presentes aumentaram o volume da cantoria e mostraram apoio e paciência com o time, que não demorou a corresponder. Hyoran quase marcou de fora da área, Dudu também levou perigo e o Verdão pressionou, mesmo sem encontrar espaços.
Com 13 jogados, Arthur Cabral pegou rebote na área, chutou e a bola bateu no braço de Leandro Castán. A arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro precisou do auxílio do VAR, mas anotou a penalidade, que Scarpa converteu com tranquilidade.
O gol dos mandantes revelou a postura cruzmaltina no jogo: o Vasco seguiu fechado apesar do empate. Valdívia foi deslocado para a referência de ataque e Marrony, perdido entre os zagueiros, acabou pelas laterais do campo. Do outro lado, apesar de melhor na partida e propondo o jogo, o Palmeiras não conseguiu mais levar perigo até o intervalo.
Para a etapa final, Felipão também não mudou sua proposta de jogo. O trio formado por Dudu, Gustavo Scarpa e Hyoran não trocou posições como vinha ocorrendo em outras partidas. Apesar de ainda levar perigo, a opção acabou por prejudicar o lado direito ofensivo (com Hyoran) do Palmeiras, já que Jean não conseguiu apoiar com a frequência de Victor Luis pelo lado oposto.
Mesmo assim, o Vasco passou sufoco. Fernando Miguel salvou chute de Hyoran e rebote de Arthur Cabral logo aos cinco minutos. O rendimento caiu quando Gustavo Scarpa, tendo tarde de altos e baixos, saiu para a entrada de Raphael Veiga. O novo palmeirense em campo sequer foi notado e teve mais uma atuação abaixo das expectativas.
Na sequência, Bruno Henrique foi quem saiu para a entrada de Matheus Fernandes. Um volante pelo outro, apesar do empate no placar. Do lado visitante, Luxemburgo também mexidas questionáveis e sacou Valdívia para a entrada do garoto Talles.
As duas melhores oportunidades do segundo tempo vieram já no final. Primeiro, Hyoran recebeu lançamento espetacular de Dudu, dominou sozinho na área, ajeitou o corpo e bateu fraco na direção da bandeirinha de escanteio. Foi o último lance do meia, que ficou caído em campo e foi substituído por Carlos Eduardo.
Já a chance vascaína foi ainda melhor. Aos 38, Pikacru cruzou rasteiro da direita, Weverton cortou com o pé e, no rebote, Marcos Junior cabeceou por cima do goleiro caído. A bola bateu no travessão e saiu pela linha de fundo. Tudo igual no Allianz Parque: 1 a 1.
*Por: Bruno Calió/GAZETA ESPORTIVA
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