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Henrique

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São Paulo/SP — Após as recentes queimadas na Amazônia, manifestantes organizam pelas redes sociais atos em defesa da floresta em pelo menos 11 cidades para os próximos dias. Em São Paulo, o protesto acontecerá nesta sexta-feira (23), na Avenida Paulista.

Há duas semanas, são registrados diversos pontos de incêndio na Amazônia Legal em estados do Norte, o que tem ganhado destaque na imprensa internacional. Fotos de satélite divulgadas pela Nasa na última quarta-feira (21) mostram que as fortes queimadas podem ser vistas do espaço.

As queimadas que atingem a floresta Amazônica ganharam mais destaque depois que, segundo especialistas, a fumaça provocada pelos incêndios fez a tarde da última segunda-feira (19) virar noite em São Paulo. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre janeiro e agosto, as queimadas aumentaram 83% em relação a 2018. Só em julho, o instituto de pesquisa Imazon calcula que a Amazônia perdeu uma área do tamanho do município do Rio de Janeiro.

Ao comentar o assunto na última quarta (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou, sem apresentar provas, que ONGs podem ser responsáveis pelas queimadas e que os governadores da região estão coniventes com a situação. “Tem estados aí, que não quero citar, na região Norte, que o governador não está movendo uma palha para ajudar a combater incêndio. Está gostando disso daí”, declarou o presidente.

SÃO CARLOS

Um grupo de pessoas estão se mobilizando em São Carlos para realizar a manifestação em prol a Amazônia. Está marcado o manifesto neste sábado (24), às 15h, e o ponto de concentração é a Praça da Igreja São Benedito, no Centro da cidade.

[caption id="attachment_26181" align="aligncenter" width="662"] Instagram/342AMAZONIA[/caption]

*Por: Isabela Rovaroto/EXAME.com

SÃO CARLOS/SP - As conselheiras eleitas para o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, ligado Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Cidadania e Assistência Social, tomaram posse na manhã desta última quinta-feira (22/8), em um encontro no Paço Municipal.

O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher é um órgão consultivo de participação das mulheres e que divide com o poder público a responsabilidade pela construção das políticas públicas na cidade. Trabalha para favorecer relações sociais justas e democráticas e dar visibilidade às relações desiguais de gênero e raça.

“A retomada do conselho é extremamente importante, pois é ele quem acompanha as atividades, ações e as políticas públicas voltadas para as mulheres. Nessa perspectiva, colabora com a avaliação e trabalha com sugestões para essas políticas. Na Conferência tivemos várias propostas e acredito que vamos responder boa parte delas”, afirmou Glaziela Solfa Marques, secretária de Cidadania e Assistência Social.

Em São Carlos, o Conselho estava desativado há alguns anos e a posse das novas conselheiras foi marcada pelo otimismo. Onze titulares e dez suplentes foram eleitas para o biênio 2019/2020. “Esse Conselho vem com conselheiras extremamente capacitadas, mulheres que tem um trabalho bastante efetivo na comunidade, que já estiveram em outros conselhos, que conhecem o setor público e privado. Vamos nos unir para fortalecer o Conselho para que as propostas colocadas aqui sejam realmente colocadas em prática”, afirmou Keila Maria Cândida, representante do Ensino Superior/UFSCar.

A posse das conselheiras foi acompanhada pelo prefeito Airton Garcia, pelo vereador Malabim, além de representantes de várias instituições. A defensora pública, Maria Alice Packness Oliveira de Macedo, também esteve no evento e falou sobre a reestruturação do Conselho dos Direitos da Mulher. “A realidade de violência contra a mulher é constante e vem aumentando. É com a oitiva das pessoas que a gente pode desenvolver políticas públicas que contemple a melhora na qualidade de vida da mulher e por consequência da família como um todo”, disse a defensora.

Conheça quem são as conselheiras:

I - Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social:

Titular: Priscila Cardoso dos Reis

Suplente: Juliane Acquaro

II - Secretaria Municipal de Educação:

Titular: Mariana de Fátima Schiabel

Suplente: Rosana Maria Zaninetti Macedo

III - Secretaria Municipal de Saúde:

Titular: Priscila Souza Cugler

Suplente: Andreia Inácio de Oliveira

IV - Delegacia de Defesa da Mulher:

Titular: Denise Gobbi Szakal

V - Instituição Pública de Ensino Superior de São Carlos:

Titular: Keila Maria Cândido

Suplente: Patrícia Driusso

VI - Eleitas na VI Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, realizada em 29 de junho de 2019:

  1. a) Sociedade Civil:

Titular: Silvia Helena Gasparino

Titular: Mirlene Simões

Titular: Indyara Soares Habitzreuter

Suplente: Carmelita Maria da Silva

Suplente: Laura Seawright Zanatta

Suplente: Letícia Paranhos da Silva

  1. b) Entidades que atuam na promoção dos direitos das mulheres, eleitas naVI Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, realizada em 29 de junho de 2019:

Titular: Raquel Auxiliadora dos Santos (Promotoras Legais Populares)

Titular: Diva Coelho (Associação de Mulheres de São Carlos)

Titular: Eulogia De La Cruz Sprenger Lobo (Conselho da Mulher Empreendedora)

Suplente: Mayra Rodrigues Silva

Suplente: Edna Leão Borges

Suplente: Angela Maria Masselli

Crescente engajamento da população movimenta empresários das áreas gastronômica e hoteleira; conheça medidas simples relacionadas ao tema

ÁGUAS DE SÃO PEDRO/SP - O impacto ambiental resultante das ações comerciais e industriais está impulsionando o consumo consciente entre os brasileiros. O hábito, que prioriza a mínima consequência ao planeta por meio de práticas mais sustentáveis e menos consumistas, ganhou novos adeptos nos últimos anos e deve seguir em crescimento na próxima década.

Esse cenário é exemplificado na 4ª edição do Panorama do Consumo Consciente, pesquisa desenvolvida pelo Instituto Akatu. O levantamento de 2018 mostra que 24% dos brasileiros já são engajados com hábitos sustentáveis, e outros 38% começaram a se preocupar ou praticar alguma ação do tipo. Esse número é 6% maior do que o registrado na análise de 2012 e comprova que a indiferença ao tema está caindo gradativamente.

Os dados também reforçam o fato de que os consumidores, cada vez mais, levam em conta práticas sustentáveis e ambientais antes de adquirir um produto ou fechar um serviço, inclusive nas áreas de gastronomia e hotelaria. Para atender essa demanda, estabelecimentos desses segmentos estão adotando políticas conscientes para atrair a parcela engajada do público, como indica Tiago Brugnerotto, professor responsável pela coordenação da graduação Tecnologia em Gastronomia do Centro Universitário Senac - Águas de São Pedro.

Essa tendência já é notada em cidades mais globais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Nessas capitais e em grandes centros turísticos, existem selos que comprovam a adoção de medidas sustentáveis por restaurantes e lanchonetes. Para o professor, mesmo com o número crescente de consumidores preocupados com as questões ambientais, muitos empresários ainda não conseguem ajustar seus negócios a essa exigência.

"Apesar de algumas iniciativas requisitarem certo investimento, outras simples atitudes já podem fazer a diferença, trazer benefícios e conquistar os consumidores". Entre as propostas de destaque citadas por Tiago, estão: descarte correto de resíduos; separação adequada do lixo; reaproveitamento de água da chuva; gestão da energia elétrica; investimentos em iluminação e ventilação natural; aproveitamento integral de alimentos/ingredientes/produtos; controle adequado de estoque; e equipe de trabalho consciente e engajada.

Para Márcia Akemi, professora responsável pela coordenação da graduação Tecnologia em Hotelaria do Centro Universitário Senac - Águas de São Pedro, essas práticas de sustentabilidade podem ser adotadas tanto em restaurantes quanto em hotéis, pousadas, resorts e hostels. "As grandes redes, normalmente, já investem em políticas do tipo, até pelo grau de mercado que já possuem. Mas as alternativas são válidas para todos", destaca.

Ensino consciente

A crescente conscientização dos consumidores também precisa ser levada em conta pelos futuros profissionais do mercado gastronômico e hoteleiro. Atento a isso, o Centro Universitário Senac trabalha temas relacionados à sustentabilidade e ao comportamento do público nas grades curriculares das graduações Tecnologia em Gastronomia e Tecnologia em Hotelaria.

"Sempre propomos reflexões sobre assuntos contemporâneos, como globalização, responsabilidade socioambiental, desigualdades, diversidade, influências socioculturais e mudanças no mundo do trabalho, para que os alunos se desafiem a encontrar soluções para esses desafios e se preparem para enfrentar as mais diversas situações profissionais", pontua Márcia.

 

Serviço:

Centro Universitário Senac - Águas de São Pedro

Endereço: Pq. Dr. Octávio de Moura Andrade, s/n - Centro, Águas de São Pedro - SP

Informações: www.sp.senac.br/universitarioaguas

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos e a Defensoria Pública do Estado de São Paulo realizam nesta sexta-feira (23), a partir das 13h30, uma audiência pública para discutir as políticas públicas para a população em situação de rua.

“Essa é uma audiência diferente porque tem uma programação feita pela Defensoria Pública”, salientou o vereador Roselei Françoso, responsável pela solicitação da audiência junto à presidência da Câmara.

“Os moradores de rua enfrentam barreiras para ter acesso aos serviços sociais destinados à população de baixa renda e o poder público tem que atendê-los para que possam viver da forma mais digna”, observa Roselei.

Segundo o vereador, com base no que for discutido entre os diversos atores serão traçadas novas políticas públicas para os moradores de rua.  “No ano passado trouxemos o padre Júlio Lancelotti, que milita nessa área há muito tempo. Ele nos deu uma série de contribuições, mas que precisam ser colocadas em prática”, frisou.

DATA –  É celebrado o Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua em 19 de agosto, data que lembra o Massacre da Sé, ocorrido na capital paulista entre os dias 19 e 22 de agosto de 2004, quando 15 pessoas em situação de rua foram atacadas, sete morreram e oito ficaram feridas. Diversas ações surgiram desde então até a regulamentação da Política Nacional da População em Situação de Rua pelo Decreto n° 7.053/2009.

PROGRAMAÇÃO

13h30m – Recepção

14h00 - Abertura

Defensoria Pública do Estado

Câmara Municipal

14h20 – Atuação do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos na defesa dos direitos das pessoas em situação de rua

Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo 

14h30 - Atuação da Secretaria de Assistência Social no atendimento à população em situação de rua

Secretaria Municipal da Assistência Social

14h40– Atuação da Secretaria de Saúde no atendimento à população em situação de rua

Secretaria Municipal da Saúde

14h50 – Atuação da Secretaria de Segurança Pública no atendimento à população em situação de rua

Secretaria Municipal da Segurança Pública

15h00 – Atuação da Secretaria de Habitação no atendimento à população em situação de rua

Secretaria Municipal da Segurança Pública

15h10 – Atuação da Secretaria Municipal de Emprego, Trabalho e Renda

Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda

15h20 – Representante da Pop Rua no Fórum da População em Situação de Rua

15h30 – Representante do Comitê Pop Rua da Sociedade Civil.

15h40 – Intervalo

16h00 – Falas dos participantes da Audiência Pública

16h50 – Respostas das autoridades da mesa e encaminhamentos

17h30 – Encerramento da Audiência Pública

                Defensoria Pública de São Paulo

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