"Condenar a diferença por meio do estigma é brutal"
SÃO CARLOS/SP - Brutal reflete sobre a negação do outro por conveniência do padrão, quando então a mesma autoriza (sutilmente ou não) diferentes formas de chacinas como parte da paisagem do cotidiano. Em contraponto, aparece a arte como possibilidade a atuar na desinstitucionalização dessas forças. E é nessa brecha que o corpo entra como o penetra da festa ou o próprio vírus para fazer o mecanismo entrar em colapso - sua dança traz desequilíbrios; trans movimento a borrar os ideais estéticos da "pureza". Em contracena, eis o "anormal".
Criação: Paulo Emílio Azevedo
Intérpretes-criadores: Amanda Gouvêia, Lucas Fonseca, Lucas Graças, Pedro h. Brum, Salasar Jr. e Zulu Gregório
Assistente de direção: Paula Lopes
Direção técnica: Filipe Itagiba
Desenho de luz: Cristiano Silva
Local: Sesc São Carlos
Dia 17/4, quarta, às 20h
Teatro. Grátis - Retirada limitada a 2 ingressos por pessoa, com 1h de antecedência. Lugares limitados.