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Henrique

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MATÃO/SP - A AB Triângulo do Sol, concessionária do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo, atendendo à sua Política de Achados e Perdidos, divulga os objetos encontrados nas rodovias, que estão à disposição para retirada pelos proprietários:

  • Caixas de amostra grátis do medicamente Vast (atorvastatina cálcica)
  • CNH, cartão Mastercard/Itaú e cartão Mastercard/Citi em nome de L.S.B

 

Caso não haja a retirada ou reclamação dos itens listados acima pelos proprietários em até 30 dias, estes serão doados, descartados, encaminhados à Polícia Militar Rodoviária ou destinados aos Correios. Os proprietários podem entrar em contato com a concessionária pelo telefone 0800 701 1609 para receberem as orientações necessárias para a retirada.

 

AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo

A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo: Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / Nemésio Cadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.

SÃO CARLOS/SP - "Como as florestas brasileiras foram construídas pelos índios: exemplos do sudoeste da Amazônia" é o título da próxima palestra inserida no programa “Ciência às 19 Horas”, que ocorrerá no próximo dia 15 de maio, a partir das 19 horas, no Auditório Prof. Sérgio Mascarenhas, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), e que será apresentada pelo Prof. Eduardo Góes Neves, pesquisador do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP).

Esta palestra trará dados arqueológicos e históricos que mostram como o sudoeste da Amazônia vem sendo ocupado por povos indígenas há cerca de dez mil anos. Novos dados indicam que houve uma grande atividade humana, a tal ponto de tornar impossível separar as paisagens da história dos povos indígenas e de outros povos da floresta que lá viveram. Tais paisagens milenares estão atualmente ameaçadas pelo desmatamento descontrolado, que não apenas leva à perda da biodiversidade local, como, também, ameaça o patrimônio cultural da região.

As palestras do programa “Ciência às 19 Horas”, que ocorrem mensalmente no IFSC/USP, têm entrada gratuita e são abertas à comunidade, contando com transmissão ao vivo pela IPTV.

CURITIBA/PR - O presidente Jair Bolsonaro defendeu ontem (10), em Curitiba, o Decreto nº 9.785/2019, que regulamentou regras para aquisição, cadastro, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo no país. Entre as novidades, a medida amplia a diversidade de calibres de armas de uso permitido, incluindo semiautomáticas; aumenta a quantidade de compra de munições para armas de uso permitido (5 mil unidades por ano) e para armas de uso restrito (1 mil unidades por ano). A norma também estende para 11 categorias, como jornalistas e deputados, o direito ao porte de armamento.

O presidente fez referência ao referendo popular de 2005, que rejeitou o fim do comércio de armas de fogo e munição no país, por 63,9% contra 36,06% dos votos, para defender que seu decreto respeita a vontade popular. 

"Tive a honra de assinar um decreto mais amplo, no limite da lei. Não como uma política pública, mas como direito individual do cidadão à legítima defesa. Afinal de contas, nós temos que respeitar a vontade popular. Em 2005 o povo decidiu pela compra, posse e, em alguns casos, porte de arma de fogo", disse o presidente durante o discurso na inauguração do Centro de Inteligência de Segurança da Região Sul.

O decreto tem sido alvo de controvérsia desde que foi assinado, na última terça-feira (7). Pareceres técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal sugerem inconstitucionalidades em alguns pontos da medida. Uma ação contra o decreto foi protocolada pelo partido Rede Sustentabilidade no Supremo Tribunal Federal e a ministra Rosa Weber, relatora do processo, deu cinco dias de prazo para que o presidente da República esclareça pontos da norma.

Ao ser questionado por jornalistas sobre o assunto durante a viagem ao Paraná, Bolsonaro disse que não pretende negociar mudanças no decreto e que, se ele for inconstitucional, deverá "deixar de existir". "Não tem que negociar. Se é inconstitucional tem que deixar de existir. Quem vai dar a palavra final vai ser o plenário da Câmara ou a Justiça", disse.

Ontem, o Palácio do Planalto também defendeu a constitucionalidade do decreto. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, é normal haver diferentes interpretações sobre o assunto.

“A constitucionalidade do Decreto 9.875 foi analisada previamente à sua assinatura pelo presidente da República. A área jurídica do Palácio do Planalto considerou ser constitucional e o presidente da República chancelou o entendimento ao assinar o decreto. O direito não é uma ciência exata, a existência de interpretações diferentes é natural”, disse.

 

*Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

Câmeras de segurança doadas pela Associação Comercial foram implantadas em quatro pontos.

SÃO CARLOS/SP - A Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) entregou para Prefeitura Municipal na tarde desta sexta-feira (10), quatro câmeras de segurança que serão usadas para o monitoramento da área central. O objetivo é de que outros pontos também sejam contemplados.

Em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social e a Guarda Municipal, as câmeras fixas foram instaladas na altura do calçadão entre a Av. São Carlos e a Rua Nove de Julho, e no cruzamento entre a Rua Geminiano Costa e a Rua Episcopal.

Com o intuito de evitar furtos, roubos e vandalismo, as imagens serão monitoradas pelo sistema implantado na Guarda Civil 24 horas por dia. A Prefeitura ainda está realizando testes para as funcionalidades de leitura facial e vídeos analíticos.

“Hoje fizemos a entrega oficial. Nosso objetivo é que o comércio todo seja monitorado, para que essa região fique protegida e não ocorra os furtos de anteriormente. Esse patrulhamento é essencial para o fortalecimento do nosso comércio”, explicou o presidente da ACISC, José Fernando Domingues.

Ampliação

Como próximo passo, o presidente da ACISC, José Fernando Domingues, e o Coronel Samir Gardini, secretário de Segurança Pública, estudam ampliar o monitoramento para outros pontos que são fundamentais para o comércio.

“Para nós é uma alegria muito grande em ver que a Secretaria de Segurança Pública vem atuando bastante e contribuindo muito para o nosso comércio. Com certeza estaremos ampliando isso para outras regiões comerciais da cidade que necessitam”, concluiu o presidente da ACISC.

 

*Por: ACISC

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