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Henrique

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Palestras serão voltadas para educadores, instituições e comunidade. No dia 24 e 27 de junho, o evento é aberto ao público, com inscrição prévia

 

SÃO CARLOS/SP - A Campanha NÃO PODE terá uma semana dedicada à formação de professores, funcionários da rede, instituições e comunidade. Com a participação especial da pedagoga e educadora sexual, Caroline Arcari, a semana acontece entre os dias 24 e 28 de junho e visa orientar os mais diversos públicos para o combate ao abuso e a exploração sexual infantojuvenil.

Promovida pela Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Especial de Infância e Juventude, os encontros vão abordar o panorama da violência sexual, os mitos sobre a violência sexual, as mudanças de comportamento das crianças e adolescentes que estão sofrendo violência sexual, os meios de denuncia e como promover a autoproteção de crianças e adolescentes e ambientes seguros contra a violência sexual.

Caroline Arcari também é autora do livro infantil Pipo e Fifi que fala sobre prevenção da violência sexual na infância e já chegou em 5 países. Já formou mais de milhares de educadores para o enfrentamento do problema.

Programação

24/06 – Segunda-feira

14h às 17h – Aberto ao público com inscrições prévias

Local: FESC - Campo do Rui

Link para inscrição - https://forms.gle/Dp25dJtZP6LAYyam8

18h30 às 20h15 – HTPC – Professores da Rede

Local FESC – Campo do Rui

25/06 – Terça-feira

9h às 10h – ONG Estrela da Manhã

14h às 15h – ONG Estrela da Manhã

26/06 – Quarta-feira

18h30 às 20h15

HTPC – Professores da Rede

Local: FESC – Campo do Rui

27/06 – Quinta-feira

8h às 17h - Minicurso (aberto ao público com inscrições prévias)

Local: FESC – Campo do Rui

Inscrições Prévias – https://forms.gle/iVU5h7GCe4FXttYZ9

28/06 – Sexta-feira

18h30 às 19h30 – Comunidade Madre Cabrini

Local: Madre Cabrini.

SÃO CARLOS/SP - O dia de Santo Antonio de Pádua está sendo marcado por missas durante todo o dia e pela distribuição dos pãezinhos e a venda do bolo. Milhares de fiéis estão participaram das celebrações ao longo de todo o dia.

A primeira missa foi ao raiar do dia, às 6h30 da manhã, celebrada pelo Pároco Pe. Márcio André Massola Gaido, que foi transmitida ao vivo pela Rádio Sanca, assista abaixo na íntegra.

Padre Márcio em sua homilia destacou a importância de Santo Antonio nas graças alcançadas por seus devotos: “Santo Antônio foi modelo de cristão, exemplo de homem de Deus. Em pouco tempo de vida, fez muito por nós e deixou muitos exemplos a seguirmos. Santo Antonio é lembrado por milhares de fiéis no mundo inteiro, principalmente para aqueles que querem casar”, ressaltou o padre. A única autoridade que foi à primeira missa foi o vereador Marquinho Amaral.

Hoje (13), a última missa será celebrada pelo Bispo Diocesano de São Carlos, Dom Paulo Cezar Costa e concelebrada pelo Pároco e pelo Vigário geral Pe. Marco Aurélio.

Ao final das celebrações milhares de pãezinhos são distribuídos.

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Fotos: Vídeo: Ivan Lucas

https://www.facebook.com/radiosancawebtv/videos/1039705699556260/

 

SÃO CARLOS/SP - No inicio do ano a equipe do vereador Moisés Lazarine foi procurada pedindo pelo recapeamento para toda a extensão da rua Dr. Alderico Viêira Perdigão na Vila Morumbi, que se encontrava abandonada e cheia de buracos.

“Fiz uma solicitação através do requerimento nº 703 de 2019 na esperança de que os responsáveis pelo recape na Prefeitura pudessem atendê-lo e no momento atual me alegra ver a rua toda consertada”, disse o parlamentar.

“Apesar de saber que recapeamento e cuidado com as vias é obrigação do poder executivo, também compreendo que é meu papel levar os pedidos urgentes da população até os governantes, fiscalizar esse trabalho e apontar para as principais necessidades da cidade procurando por solução. Nesse sentido, sempre deixo meu gabinete aberto ao público e minhas redes sociais disponíveis para receber as solicitações dos munícipes São-carlenses”, declarou Lazarine.

Hemocentros de todo o Brasil sofrem com a falta de doadores por causa das baixas temperaturas

   JAÚ/SP - Mesmo com o tempo frio neste começo de junho, o biólogo Tacachi Hatanaka (58) veio de Araraquara – a 75 km de Jaú, para doar plaquetas no Hospital Amaral Carvalho (HAC). Solidário, ele compreende a importância do esforço que ajuda a salvar vidas. Mas nem todos fazem como o senhor Hatanaka: nesta época do ano, por conta das baixas temperaturas, as doações de sangue e plaquetas diminuem consideravelmente.

   Para conscientizar a população sobre a necessidade da colaboração neste período, o governo do estado de São Paulo instituiu a Lei nº 16.389, em 2017, que define a campanha "Junho Vermelho". Responsável pela distribuição de bolsas de sangue e outros hemoderivados para 11 hospitais da região, o Hemonúcleo Regional de Jaú aderiu à ação.

   De acordo com o hematologista responsável pelo Hemonúcleo, Marcos Mauad, o clima é propício para o aumento da incidência de infecções respiratórias, entre outros fatores que impedem a doação. "Para atender nossa demanda, o ideal seria coletarmos 60 bolsas de sangue por dia, mas normalmente, recebemos 30, em média, e no frio, dificilmente chegamos a esse número", comenta.

Motivação

[caption id="attachment_20473" align="alignleft" width="300"] Mesmo com o tempo frio neste começo de junho, o biólogo Tacachi Hatanaka (58) veio de Araraquara – a 75 km de Jaú, para doar plaquetas no Hospital Amaral Carvalho (HAC)[/caption]

Para Tacachi, a doação é também um exercício espiritual. "As pessoas precisam sentir no coração a importância desse componente que traz a vida de volta para quem precisa, e que não pode ser substituído por nenhum remédio".

   Até pouco mais de dois anos, ele também não sabia ao certo como era o processo. Se tornou doador quando um de seus filhos, Daniel, na época com 27 anos, foi diagnosticado com leucemia e passou por um transplante de medula óssea no HAC. "Eu e minha família sentimos na pele o que é essa necessidade de doações. Durante o tratamento, fazíamos campanha para reposição do banco de sangue e comecei a doar", lembra.  Hoje, com o filho bem, Tacachi só volta ao hospital para doar e afirma que espera ansioso pela próxima vinda ao Hemonúcleo. "Conto os dias, respeito todos os requisitos e me cuido para não ficar gripado nem ter que tomar algum medicamento que impeça a doação. Quando saio daqui, saio feliz, com o sentimento de dever cumprido", destaca.

Veja os requisitos para ajudar:

   A triagem de doadores segue normas nacionais e internacionais e visa oferecer segurança e proteção ao doador e ao paciente. Homens podem doar sangue até quatro vezes ao ano, com intervalo de 60 dias entre cada doação. Já mulheres, podem colaborar três vezes, com intervalo de 90 dias. 

Para doar é preciso

  • - Estar em boas condições de saúde;
  • - Ter entre 16 e 69 anos (menores, a partir dos 16 anos podem doar acompanhados de um dos pais ou responsável legal; maiores de 65 anos só podem doar se já doaram antes dos 60 anos);
  • - Pesar mais de 50 kg;
  • - Estar descansado (ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas);
  • - Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa duas horas antes da doação);
  • - Portar documento oficial com foto (obrigatório);

O doador não pode

  • - Estar utilizando determinados medicamentos (informe-se com a equipe do Hemonúcleo quais remédios impedem a doação);
  • - Ter tido hepatite após os 10 anos de idade;
  • - Ter tido evidência clínica ou laboratorial de doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue, como Hepatites B e C, AIDS (Vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
  • - Ter feito tatuagem ou colocado piercing nos últimos 12 meses;
  • - Estar resfriado ou com gripe (aguardar sete dias depois do desaparecimento dos sintomas);
  • - Estar grávida ou amamentando;
  • - Ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas que antecedem a doação;
  • - Ter usado drogas ilícitas injetáveis;
  • - Ter realizado parto normal (esperar 90 dias após o parto) ou cesariana (esperar 180 dias após o parto);
  • - Ter sido exposto à situações de maior risco para contração de doenças sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses);
  • - Ter viajado para os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins - locais com alto índice de malária (aguardar 12 meses).

Contato

Hemonúcleo Regional de Jaú

Telefone: (14) 3602-1355

Endereço: Rua Dona Silvéria, 150 - Jaú, SP

Atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h, e sábado, das 7h30 às 12h.

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