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Henrique

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SÃO CARLOS/SP - A Atividade da Policia Militar, Guarda Municipal e a Fiscalização de Posturas do Departamento de Fiscalização realizaram na tarde desta quarta-feira( 19) uma operação saturação em bares na cidade

Os policais militares realizaram abordagens nas pessoas para verificar a situação criminal, além de verificar e localizar possíveis ilícitos penais nos estabelecimentos. Nenhuma irregularidade foi constatada

Os fiscais de posturas verificaram a documentação dos comércios. Houve a fiscalização do Alvará de Licença, Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e a Licença da Vigilância Sanitária.

O Secretario Municipal de Segurança Pública Samir Antônio Gardini informou que essa ação foi programada na primeira do Gabinete de Gestão Integrada Municipal e tem como objetivo atender as demandas da atividade delegada e coibir ilícitos penais nos estabelecimentos, além de manter a ordem e seguranças nos bairros vistoriados.

 

O resultado foi o seguinte:

08 estabelecimentos vistoriados

02 estabelecimentos Interditados por não possuir o Alvará de Licença

30 pessoas abordadas

00 irregularidade penal constatada

SÃO CARLOS/SP - Um jovem de 22 anos foi preso por tráfico de drogas nesta última 4ª feira (19), no CDHU, em São Carlos.

De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), após denuncia sobre o ato ilícito ocorrendo no CDHU, os Militares e o Canil da PM fecharam o cerco contra o denunciado, que ao ver a movimentação dos PMs, saiu correndo e ao pular um alambrado deu de cara com os Policiais.

Drogas e dinheiro foram encontrados e K.V.A, foi conduzido ao Plantão Policial, onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e depois foi conduzido à cadeia municipal.

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SÃO CARLOS/SP - Podemos observar como característica da sociedade contemporânea o envolvimento rápido e nada sério dos sujeitos. Porém cresce o sentimento de insegurança, a solidão e os laços afetivos vão ficando frouxos ou quase roupem e como consequência, o momento contemporâneo é caracterizado pelo tédio, vazio, o que gera um sentimento de tristeza.

É necessário destacar que houve mudanças de papeis de homem e da mulher na sociedade, desde a década de 1970, ocorreram numerosas transformações. É a notória entrada da mulher no mercado de trabalho, que gerou o aumento da independência e com isso fez com que elas se tornassem menos tolerantes e mais individualistas.

Relacionamento amoroso está sendo prioridade o “ficar” ao invés de manter um relacionamento sério, pode se notar em estudos de pesquisa de campo que está sendo prioridade graduação e a questão profissional. Por vivermos em uma sociedade capitalista, que visa a cultura do consumismo, os sujeitos estão mais centrados em si, se tornando mais individualistas, onde vem o pensamento em trabalho e cursos superior visando uma qualificação, enquanto isso as relações que estabelecem são frágeis, começam rápido e também terminam da mesma forma; tudo é muito rápido e instável.

É possível perceber de acordo com estudos que com as transformações que ocorreram o casamento na contemporaneidade continua sendo desejado, embora não esteja entre os principais projetos de vida dos adultos e jovens solteiros.

O sociólogo Bauman relatou sobre a facilidade de estabelecer relações traves das redes sociais como por exemplo iniciar uma conversa, entretanto também é fácil e rápido desfazer o contato se a conversa não está sendo como era esperado, com apenas um click é possível desfazer uma amizade.

Na sociedade atual é possível observar a descartabilidade, a liquidez dos relacionamentos bem como é muito evidente a exaltação da quantidade de relações ao invés da qualidade. O que se percebe hoje é a diminuição nas relações interpessoais e um aumento na comunicação atravessada pela tecnologia, que em alguns casos até distancia as pessoas. Hoje existem exemplos de familia que estão no mesmo ambiente (casa) e se falam através das redes sociais e não tem mais contato pessoalmente.

SUPERA REABILITAÇÃO

Local: Rua Desembargador Júlio de Faria, 895 - Vila Prado - São Carlos-SP

Psicóloga: Eysi Leticia Munhoz CRP 06/ 136923.

Veja a Entrevista

https://www.facebook.com/radiosancawebtv/videos/2255506834537021/

SÃO PAULO/SP - É muito difícil de acreditar que demorou cerca de 60 anos desde a primeira tirinha publicada para que os personagens de Mauricio de Sousa ganhassem uma adaptação com atores no cinema. "Turma da Mônica: Laços" estreia no dia 27 como um belo retrato do espírito dos gibis – e como o melhor filme genuinamente infantil feito no Brasil.

A afirmação parece um pouco exagerada, porém é justa. O gênero no país até teve alguns bons momentos, mas carece de clássicos, o que facilita a concorrência.

"Laços" é doce, inocente, respeita a essência dos personagens criados há tanto tempo e com certeza irá entreter a criançada, enquanto emociona os pais (que muito provavelmente cresceram lendo os quadrinhos).

E a escalação inspirada dos jovens atores responsáveis por dar vida a Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali somada a uma fotografia belíssima ajudam o espectador a ignorar os pequenos defeitos pelo caminho.

Cala, cadê o Floquinho?

Para quem não conhece, o filme foca num quarteto de crianças, que moram no mesmo bairro, naquela fase da infância na qual a amizade se confunde muitas vezes com brigas e disputas.

Após mais um plano infalível descoberto e mais uma surra nas mãos – e coelhinho de pelúcia – da pequena Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kevin Vechiatto) precisa da ajuda da galera para encontrar seu cão, Floquinho, raptado por um vilão misterioso.

Nessa jornada ao lado de Cascão (Gabriel Moreira) e de Magali (Laura Rauseo), os jovens se aventuram por uma floresta e enfrentam valentões da rua de cima e seus próprios medos.

A história é uma adaptação direta da graphic novel de mesmo nome lançada pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi em 2013, parte da linha que entrega os personagens de Mauricio para outros autores, a Graphic MSP.

Há algumas novidades no roteiro, como inspirada participação do Louco (Rodrigo Santoro) ou o resgate final, mas o sentimento de força na união está lá.

O equilíbrio entre a obra, uma interpretação um pouco mais moderna da turma, e o espírito dos gibis é o grande trunfo do filme dirigido por Daniel Rezende ("Bingo: O rei das manhãs").

Em "Laços", o tom de aventura infantil com inspiração em "Os Goonies" (1985), já destacado no lançamento do original, ganha bom contraste com a inocência de certas cenas, como o golpe arquitetado por Cebolinha logo na abertura.

Disfarçado com um sobretudo e em cima de um caixote de madeira, a ideia do garoto poderia parecer um pouco boba para um filme, mas parece saída tão diretamente dos quadrinhos e feita com tanta honestidade que funciona.

Em carne e osso

A adaptação não funcionaria sem os atores certos para dar vida aos personagens. Giulia, Kevin, Gabriel e Laura provam que a busca de seis meses valeu a pena.

Uma história completamente focada no quarteto, com longos trechos sem qualquer interação com adultos, dependia de atuações naturais. Eles entregam. Mais do que isso, apresentam encarnações convincentes de uma turma que fez parte da infância de muita gente.

O maior defeito de "Laços" é a participação reduzida de Cascão e de Magali. As constantes disputas do outro par pela liderança diminuem sua importância e impedem que suas complexidades realmente apareçam.

Por outro lado, as brigas também rendem o melhor momento da trama, na qual os protagonistas abandonam suas personalidades "quadrinescas" e deixam aflorar um lado humano de verdade. A bela cena deve render alguns tostões aos fabricantes de lenços de papel.

O jeito então é torcer para que o desenvolvimento maior do resto do grupo seja um dos focos de uma eventual continuação.

Material não falta, já que são 60 anos de gibis e outros dois capítulos escritos pelos Cafaggi. Considerando as lágrimas nos olhos de Mauricio ao final da pré-estreia, a vida da turminha nos cinemas deve ser longa.

*Por:CESAR SOTO/G1

https://youtu.be/6LBKMJviLaY

 

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