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Henrique

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Evento, gratuito e aberto ao público, terá a apresentação de coral e de música instrumental

 

SÃO CARLOS/SP - Nesta quinta-feira, dia 4 de julho, acontece na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) mais uma edição da Mostra Musical. Na programação haverá a apresentação do Coral Vivo Canto, do Madrigal UFSCar e do Grupo Instrumental, este último formado por alunos da disciplina "Educação Musical - Prática e Ensino 5", do curso de Licenciatura em Música da Universidade.
O Coral Vivo Canto objetiva compartilhar informações, orientações e conhecimentos práticos para a boa utilização da voz, ao mesmo tempo em que, por meio do movimento corporal, de atividades lúdicas e de técnicas vocais, visa proporcionar bem-estar e alegria. Já o Madrigal UFSCar tem como missão desenvolver a expressão corporal e facial de seus integrantes, por meio de atividades que promovam qualidade de vida.
O evento, gratuito e aberto ao público, tem Coordenação e Direção Musical da docente Jane Borges de Oliveira Santos, do Departamento de Artes e Comunicação (DAC) da Universidade. A Mostra Musical será às 19h30, no Teatro de Bolso, localizado na área Sul do Campus de São Carlos da UFSCar. A realização é do Laboratório Coral Vivo Canto, com apoio do curso de Licenciatura em Música, do DAC e da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx).

SÃO PAULO/SP - O WhatsApp está com instabilidade e não baixa áudio na manhã desta quarta-feira (3). O aplicativo para Android e iPhone (iOS), além da versão web do mensageiro, também apresenta falha no download de mídias e imagens. Segundo relatos de usuários no Twitter, o app parou de funcionar por volta de 10h40 de hoje. O site DownDetector, que monitora o funcionamento de serviços online, mostra que o problema atinge principalmente o Brasil, Argentina, Alemanha e outros países da Europa.

Ao tentar carregar uma foto no app, surge a mensagem: "não foi possível transferir a imagem. Tente novamente. Se o problema continuar a acontecer, tente se conectar a uma rede Wi-Fi". Ainda há reclamações sobre não conseguir fazer o download de mensagens de voz na plataforma. O Instagram e o Facebook também estão com bug no carregamento de mídias. O TechTudo entrou em contato com a assessoria do WhatsApp, porém não houve resposta até o momento.

De acordo com o site DownDetector, o pico de reclamações chegou a 10.520 por volta de 10h50 de hoje. Além do WhatsApp, o Instagram e o Facebook também enfrentam problemas. A rede social de fotos está com falha para postar Stories ou imagem no feed, segundo relatos de brasileiros. A instabilidade do Facebook não permite que os usuários carreguem mídias na linha do tempo ou em perfis. O bug afeta os apps para celular Android e iPhone (iOS), além da versão web.

Vale lembrar que as três plataformas pertencem a mesma empresa de Mark Zuckerberg. Em janeiro deste ano, o WhatsApp assumiu a liderança do ranking de aplicativos mais usados do mundo em celulares com sistema operacional do Google e da Apple, e ultrapassou o Facebook. Apesar disso, a empresa se limita a dar números genéricos sobre o desenvolvimento dos seus principais serviços. No último balanço da companhia, Zuckerberg mencionou que há mais de 2,6 bilhões de usuários para Facebook, WhatsApp, Instagram ou Messenger todos os meses.

WhatsApp fora do ar em 2019

Esta não é a primeira vez que o WhatsApp fica fora do ar em 2019. Em janeiro deste ano, o app apresentou problemas de conexão no Brasil e, no mês de março, parou de funcionar no mundo inteiro. Outra falha recente aconteceu em abril, quando Facebook, WhatsApp e Instagram passaram por uma instabilidade. O mensageiro também teve erros em maio e apresentou bug no envio de imagens e áudio em junho.

 

*Por Anna Kellen Bull/TECHTUDO

SÃO CARLOS/SP - Os PMs Soldados Michel e Lazarine detiveram um homem com drogas nesta última 3ª feira (02), no bairro Antenor Garcia, região sul de São Carlos.

O patrulhamento era realizado pelos Policiais, quando na Avenida Donato Pedrino, um sujeito foi visto em atitude suspeita e assim a abordagem foi feita. Após revista foi localizado 14 eppendorfs de cocaína, 08 porções de maconha, 24 pedras de crack, R$ 87,00 em espécie e 01 aparelho celular.

De acordo com a PM, ao ser questionado o indivíduo confessou a prática do tráfico de drogas. Diante dos fatos o sujeito foi conduzido à DISE, onde foi autuado em flagrante e recolhido ao Centro de Triagem da cidade.

EUA - Uma pesquisa pode ter encontrado o caminho para uma possível cura para a AIDS, que envolve o uso em conjunto de técnicas de alteração genética e tratamento antirretroviral (TARV) para a criação de um tratamento que consegue eliminar totalmente o vírus HIV do corpo do hospedeiro.

A técnica foi desenvolvida por uma parceria entre pesquisadores da Escola de Medicina Lewis Katz da Universidade Temple (EUA) e Centro Médico Nebraska, também dos Estados Unidos. A pesquisa foi encabeçada pelo Dr. Kamel Khalili, professor titular da Universidade Temple e chefe do Departamento de Neurociência, Diretor do Centro de Neurologia e também Diretor do Centro de Estudos de NeuroAIDS da universidade, e contou com a colaboração de diversos virologistas, imunologistas, biologistas moleculares, farmacologistas e farmacêuticos para que o tratamento fosse um sucesso.

Atualmente, os melhores tratamentos de AIDS existentes no mundo são do tipo TARV, que utilizam medicamentos para impedir a reprodução do vírus HIV (causador da AIDS) no organismo dos pacientes. Ainda que esses tratamentos atualmente possuam uma taxa de sucesso bem alta e permitam que aqueles que possuem a doença vivam vidas normais, eles não são uma cura — apenas impedem que o vírus se reproduza e torne a pessoa cada vez mais doente, o que significa que qualquer um que contraia a doença precisa tomar esses remédios literalmente até o resto da vida.

Paralelamente, a equipe do Dr. Khalili já havia tido um certo grau de sucesso na procura por uma cura com a tecnologia CRISPR-Cas9, que permitiu a eles desenvolver uma forma de editar os genes de células infectadas pelo HIV e remover delas o vírus da doença — mas, assim como o TARV, esse tipo de tratamento também não tinha eficácia suficiente para curar a doença por si só, porque a taxa de reprodução do vírus é tão alta que o método simplesmente não consegue afetar todas as células infectadas antes que o vírus se reproduza e infecte novas células.

Foi então que, em seu estudo mais recente, a equipe teve a ideia de combinar ambos os tratamentos para testar como eles iriam se comportar. Assim, eles combinaram ambos os medicamentos com uma nova estratégia de terapia desenvolvida recentemente chamada de LASER ART, que se baseia em, ao invés de “soltar” todo o medicamento retroviral de uma vez, fazer com que ele seja liberado aos poucos, agindo por um maior período de tempo. A vantagem desse tratamento é que ele mantém os níveis de reprodução do vírus HIV em baixa por um período maior de tempo, o que exige que se faça uma administração mais espaçada dos antirretrovirais. A ideia era testar se esse tipo de tratamento poderia suprimir a reprodução do vírus por tempo suficiente para que o tratamento com CRISPR-Cas9 se tornasse algo realmente eficaz.

Para o teste, os pesquisadores usaram ratos geneticamente modificados para produzir células humanas que fossem suscetíveis a uma infecção por HIV, permitindo testar também por quanto tempo a técnica LASER ART conseguiria suprimir a reprodução do vírus em organismos com a doença já em caso avançado. Assim que a infecção fosse confirmada, esses ratos eram tratados com ambos os medicamentos (o antirretroviral e o CRISPR-Cas9) e monitorados para definir se o tratamento estava fazendo algum efeito. Ao fim do período de tratamento, cerca de um terço dos ratos infectados haviam sido totalmente curados da doença, não apresentando nenhum indício da existência do vírus HIV em seus organismos.

A descoberta é um marco importantíssimo na busca do tratamento da doença, pois pela primeira vez encontrou-se claramente um método de não apenas suprimir como também eliminar completamente o vírus de um organismo, deixando claro qual é o caminho que deve ser seguido para o desenvolvimento de uma cura para a AIDS.

 

*Por Rafael Rodrigues Da Silva/CANALTECH

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