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Devido à pandemia do novo Coronavírus, XII Geografando será virtual; atividades são gratuitas e abertas ao público

 

SOROCABA/SP - Em homenagem ao Dia do Geógrafo, celebrado em 29 de maio, a Coordenação do Curso de Licenciatura em Geografia do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), junto aos discentes de graduação do curso, realiza o XII Geografando. O evento, anual, promove o reconhecimento da importância da ciência geográfica na contemporaneidade e, neste ano, devido à pandemia do novo Coronavírus, será realizado pela primeira vez em versão virtual.

O XII Geografando apresenta a palestra "Resistências das Humanidades e organização popular das periferias", com a professora Silvia Lopes Raimundo, do recém-criado curso de Geografia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), além do lançamento do livro "Geografia e Cultura: olhares, diálogos, resistências e contradições", organizado pela professora Neusa de Fátima Mariano, do Departamento de Geografia, Turismo e Humanidades (DGTH-So) do Campus Sorocaba da UFSCar. Na programação cultural, haverá declamação de poemas.

O evento online acontece às 19 horas pela plataforma Google Meet (com acesso no link https://meet.google.com/ccz-vdgi-sbx). Não é necessária inscrição antecipada e haverá emissão de certificados.

Mais informações sobre o XII Geografando podem ser obtidas na página do evento no Facebook (encurtador.com.br/ciTV7). A ação conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSCar.

Evento reflete sobre a promoção de relações não violentas, medidas de prevenção e proteção às vítimas

 

SÃO CARLOS/SP - Nos meses de maio e junho, o Departamento de Metodologia de Ensino (DME) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com o apoio do Núcleo de Formação de Professores (NFP) da Instituição, realiza uma série de rodas de conversa virtuais e interdisciplinares para discutir o cenário atual de pandemia do novo Coronavírus e suas implicações na Educação e nas Ciências.

Os debates online vão abordar temas como autoconhecimento e isolamento social; didática, política e coletividade; masculinidade e mulheres em vulnerabilidade em tempos de crise; violência doméstica em período de confinamento; pandemia e relações étnico-raciais; vacinas e relações entre ciências, política e sociedade; propagação de vírus e divulgação científica; e panorama educacional pós-pandemia. 

A próxima roda de conversa acontece na quarta-feira, dia 27 de maio, das 16 horas às 17h30, via ferramenta Google Meet, e enfocará a temática "Violência doméstica em período de confinamento por pandemia". A iniciativa está sob a coordenação de Aida Victoria Garcia Montrone, docente do DME, e objetiva abordar diferentes tipos de violência de gênero e analisar os impactos da pandemia do novo Coronavírus na violência doméstica, além de refletir sobre a promoção de relações não violentas, medidas de prevenção e proteção às vítimas. 

A roda de conversa terá a participação de Raquel Auxiliadora dos Santos, mestre em Educação com especialização em Educação de Jovens e Adultos, atual Presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de São Carlos; e Márcia Cangiani Fabbro, docente do Departamento de Enfermagem (DEnf) da UFSCar, que desenvolve estudos sobre saúde da mulher na perspectiva de gênero, e coordena, em conjunto com Montrone, o Núcleo de Estudos e Pesquisas de Saúde, Educação, Gênero e Direitos.

O evento é gratuito, aberto a todas as pessoas interessadas e tem inscrições limitadas, a serem feitas por meio do preenchimento de formulário online, disponível em https://tinyurl.com/roda03. A iniciativa conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSCar. Mais informações podem ser obtidas na página do Facebook do NFP (https://bit.ly/3ftVk1h), onde também será disponibilizado o link de acesso ao encontro.

Docentes, técnicos e estudantes dão orientações via telessaúde para garantir cuidado aos pacientes

 

SÃO CARLOS/SP - A Unidade Saúde Escola (USE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) alterou sua rotina de trabalho durante a pandemia de Covid-19. Servidores docentes e técnico-administrativos e estudantes estão atuando de forma remota junto aos pacientes, por meio da telessaúde. Os atendimentos presenciais são somente em casos estritamente necessários, mantendo todas as medidas protetivas para evitar a disseminação do novo Coronavírus. No total, foram 1.739 atendimentos em telessaúde, entre 20 de março e 15 de maio.

Desde o dia 16 de março, o funcionamento da USE foi readequado de forma a garantir o cuidado aos usuários. "Houve a necessidade de adequar a forma de atendimento aos pacientes acompanhados pela Unidade, uma vez que a maioria deles possui vulnerabilidade de saúde e, portanto, risco de complicações da Covid-19. Além disso, foi preciso reduzir a circulação de pessoas, seguindo as regulamentações do Ministério da Saúde, para evitar a disseminação do novo CoronaVírus. Assim, como não poderíamos deixar de acompanhar nossos pacientes, precisamos encontrar uma forma de minimizar os efeitos do isolamento social", diz Adriana Rocha, Diretora Geral da USE.

Do total de atendimentos realizados, foram 326 de teleorientação, 214 de telemonitoramento e 148 de teleatendimento. Além de 124 atendimentos presenciais, 58 para entrega de receitas, teleconsulta, orientações sobre a Covid-19 e auxílio emergencial, e 507 casos que tiveram mais de um tipo de ação simultaneamente. A área com o maior número de atendimentos foi a Psicologia, com 543, seguida pela Fisioterapia, com 510, e Terapia Ocupacional com 139. Também houve atendimentos em Medicina, Enfermagem, Serviço Social, Fonoaudiologia e Farmácia. O meio de contato mais utilizado entre a equipe da USE e os usuários foi o WhatsApp, com 1.195 atendimentos por esse canal. Também foram utilizadas outras vias como videoconferências, e-mail e telefone.

As atividades administrativas e dos conselhos e comissões da USE foram mantidas a distância. Atualmente, a USE conta com 74 docentes, 433 estudantes cadastrados em atividades de ensino, pesquisa e extensão e 18 servidores técnico-administrativos em Saúde e cinco técnico-administrativos de outras áreas.

A readequação permitiu não só a continuidade de ações na USE, mas também foi importante para preparar os estudantes para novas formas de atendimento possibilitadas pela telessaúde. "Diante de todas as dificuldades que estamos enfrentando nesse momento de pandemia, criar estratégias possíveis e seguras para orientar, acompanhar e atender a distância é um grande desafio e algo novo para muitas profissões da Saúde. Assim, considero que está sendo uma rica experiência aos nossos alunos, especialmente para identificar as possibilidades, dificuldades e os limites de utilização da telessaúde", afirma Rocha.

Em paralelo a todo trabalho realizado remotamente, a USE já iniciou ações para o retorno gradativo das atividades presenciais, como elaboração de protocolos e fluxos de entrada para pacientes e estudantes na Unidade; medidas de biossegurança e aquisição de equipamentos de proteção individual para alunos e profissionais; e logística de limpeza e higienização de espaços e de esterilização de materiais após cada atendimento.

84 estudantes da UFSCar se cadastraram no programa O Brasil Conta Comigo. Vinte já estão atuando no HU-UFSCar.

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar) ganhou um reforço no seu quadro de pessoal. Estudantes da área da saúde, cadastrados no programa "O Brasil Conta Comigo", já estão atuando no Hospital. Ao todo 25 estudantes foram convocados pelo HU, sendo 20 do curso de Medicina da UFSCar e 5 de faculdade particular de São José do Rio Preto/ SP. 

O programa "O Brasil Conta Comigo" é uma ação do Ministério da Saúde (MS). Visa fortalecer o enfrentamento ao novo Coronavírus com o apoio excepcional e temporário dos alunos da área de saúde. Estudantes dos cursos de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia e Farmácia puderam participar do cadastro nacional. Na UFSCar, 84 estudantes do curso de Medicina, do 2º ao 6º ano, se cadastraram no programa.

Para receber os estudantes, o HU-UFSCar programou um estágio em Clínica Médica e Pediatria. Os estudantes passam pela enfermaria, pronto atendimento, ambulatórios, Comissão de Controle de Infeção Hospitalar, vigilância epidemiológica, telemedicina, além de Estações de Simulação e atividades teóricas sobre a COVID-19.

"Nós abrimos vagas para os estudantes de Medicina, Enfermagem e Fisioterapia e estamos recebendo esses alunos. Por meio deste estágio, os estudantes aprendem e, ao mesmo tempo, atendem a população. Este atendimento amplia o cuidado ao paciente, qualificando-o, já que vários profissionais assistem os pacientes", contou Flávia Gomes Pileggi Gonçalves, Gerente de Ensino e Pesquisa do HU-UFSCar.

Com a suspensão das atividades acadêmicas e interrupção de alguns dos serviços de saúde, o estágio do internato precisou ser suspenso. O programa "O Brasil Conta Comigo" possibilitou a retomada dos estágios e está ajudando os estudantes. "É uma oportunidade muito boa para nós, enquanto aprendizado, principalmente porque estávamos parados devido à suspensão do internato em razão da pandemia. É muito bom poder atuar novamente, aprender na prática. Uma oportunidade única: ser formado no contexto de uma pandemia e contribuir de alguma forma", afirmou Getúlio Lopes Ferraz, estudante do 6º ano de Medicina da UFSCar.

COVID-19/ HU-UFSCar - Na quarta-feira (20), a nova Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HU recebeu o primeiro paciente com COVID-19. A UTI foi inaugurada na última sexta-feira (15) e tem 10 leitos exclusivos para atendimento de pacientes com suspeita ou diagnosticados com COVID-19. 

O Hospital ainda tem 44 leitos para atendimento de casos leves e moderados relacionados à doença. O HU também mantém alguns atendimentos em outras áreas. Todos os atendimentos são feitos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e os pacientes são encaminhados pela rede municipal de saúde.

Reunião da AUGM, grupo de Universidades da América Latina, aconteceu de forma virtual e orientou ações da Associação para este ano

 

SÃO CARLOS/SP - A Reitora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Wanda Hoffmann, e a Secretária-Geral de Relações Internacionais (SRInter), Maria Estela Antonioli Pisani Canevarolo, participaram na última quarta-feira (20), da reunião plenária da Associação das Universidades do Grupo Montevideo (AUGM). De forma virtual, o grupo discutiu as atividades da rede neste ano marcado pela COVID-19.

Dentre as discussões, o contexto da atual pandemia, a situação das universidades públicas do grupo, a implementação do Planejamento Estratégico da AUGM 2020-2030 e estatuto para as próximas eleições para presidência da AUGM.

Os seis países que compõem a AUGM (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai) estão em quarentena, alguns com maior rigidez, outros menor. Em todos eles, independentemente do número de casos ou mortes, a COVID-19 provocou impactos sociais e econômicos. Sobre a educação superior, os Reitores informaram que os semestres acadêmicos estão sendo afetados, mesmo naquelas Universidades que oferecem disciplinas a distância.

Algumas propostas foram discutidas com o intuito de compartilhar experiências. "Nesse momento, as Instituições têm trabalhado para minimizar o impacto da pandemia nos seus campi. Uma das propostas levantadas foi compartilhar disciplinas virtuais, por meio de parcerias com outras Universidades, abordando questões similares e a diversidade", contou a Reitora Wanda Hoffmann.

Sobre o Plano Estratégico da AUGM - O Plano Estratégico foi construído no período de 2018 a 2019 com o trabalho do Conselho de Reitores, do Secretário Executivo, do Grupo de Delegados Consultivos, Comissões Permanentes, Comitês Acadêmicos e Núcleos Disciplinares, especialmente o grupo Avaliação Institucional, Planejamento Estratégico e Gestão Universitária.

Na reunião, os Reitores avaliaram as metas dos objetivos estratégicos do Plano, metas definidas por representantes de comissões específicas formadas em torno dos eixos temáticos do documento. Aqui, a UFSCar e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) representam as Universidades brasileiras na Comissão de Seguimento dos Programas Escala da AUGM.

O plano responde ao crescimento quantitativo das Instituições que fazem parte da AUGM, bem como à quantidade e magnitude de seus programas. Deverá ser implementado a partir de julho.

Nova reunião com os Reitores da AUGM foi marcada para junho.

BRASÍLIA/DF - Um dos principais personagens da reunião ministerial de 22 de abril, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, gerou outra dor de cabeça para o governo federal em meio a um clima político que já anda bastante conturbado por conta da pandemia do novo coronavírus e do inquérito no Supremo Tribunal Federal contra o presidente Jair Bolsonaro sobre suposta interferência na Polícia Federal. Devido ao tom ríspido e pouco polido adotado por ele ao desabafar sobre o momento do país — quando xingou os ministros do Supremo de “vagabundos” e disse que gostaria de botá-los “na cadeia” —, ele corre o risco de ser processado pelo STF, que avalia a possibilidade de representar contra o ministro na Procuradoria-Geral da República (PGR).

Em outra frente, o Ministério Público Federal deve pedir nesta segunda-feira (25/5) a abertura de inquérito contra Weintraub pelo crime de racismo contra povos indígenas e ciganos. Na reunião ministerial, o ministro diz que “odeia” os termos “povos indígenas” e “povo cigano”. Relator do inquérito em tramitação no STF, o ministro Celso de Mello destacou que “essa gravíssima aleivosia perpetrada por referido ministro de Estado, consubstanciada em discurso contumelioso e aparentemente ofensivo ao patrimônio moral dos ministros da Suprema Corte brasileira (‘Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF’) —,  põe em evidência, além do seu destacado grau de incivilidade e de inaceitável grosseria, que tal afirmação configuraria possível delito contra a honra (como o crime de injúria)”.

Celso de Mello tem consultado os demais 10 integrantes da Corte para saber como proceder contra Weintraub. O ministro Marco Aurélio Mello disse ter ficado “perplexo” com o comportamento do ministro e comentou que se ele fosse o presidente da República “teria um gesto de temperança” e o “instaria a pedir o boné”. “Tudo lamentável, ante a falta de urbanidade. O povo não quer ‘circo’. Quer saúde, emprego e educação”, disse ao jornal O Estado de S.Paulo. “Não sou vagabundo. A carapuça passou longe”, acrescentou.

Congresso

A avaliação de que seria recomendável a Bolsonaro demitir Weintraub também é compartilhada no Congresso, inclusive, por parlamentares da base governista. O vice-líder do governo no Senado, Chico Rodrigues (DEM-RR), reclamou que o ministro da Educação age “sempre de forma despropositada” e abusa de “arroubos de oratória”. “Essa manifestação dele na reunião eu acho que foi absolutamente desnecessária e despropositada. Isso só faz com que se haja uma indignação coletiva e fragiliza cada vez mais a posição dele como ministro”, comentou. “Mais cedo ou mais tarde, no meu entendimento, ele será substituído, pois as suas palavras inadequadas são irrefreáveis. Isso atrapalha tanto a relação do Congresso com o presidente, quanto a determinação de Bolsonaro de mudar a história desse país. Nós queremos ministros que ajam como conciliadores, e não ministros que provocam crises desnecessariamente”, analisou.

Também vice-líder do governo no Senado, Elmano Férrer (Podemos-PI) reclamou que Weintraub tenha sido “muito intempestivo” no encontro ministerial. “Isso é um absurdo e algo inconcebível. Tudo tem limite. Os meus direitos terminam quando começam os dos outros. Não caberia aquilo. Isso é muito grave. Ele foi muito infeliz no pronunciamento e não tratou uma palavra sobre educação”, criticou.

Brasília reage

Outro comentário de Weintraub bastante criticado no parlamento foi o sobre ele querer “acabar com essa porcaria que é Brasília”. O ministro também chamou a capital federal de “um cancro de corrupção, de privilégio” e comentou que “tinha uma visão negativa de Brasília e vi que é muito pior do que eu imaginava”. A bancada brasiliense no Congresso repudia o comportamento de Weintraub. “Weintraub demonstra não conhecer a capital e esquece que o DF tem mais de 3 milhões de habitantes e ainda conta com outros 2 milhões em volta. Ele acha que Brasília é só a Esplanada. Ele é radical, polariza de graça e cria situações desnecessárias”, lamentou o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que teve o respaldo do deputado Luis Miranda (DEM-DF).

“Ele deveria respeitar os milhares de brasilienses honestos e trabalhadores que, literalmente, pagam o salário dele. Não é justo ficar ofendendo uma população que é exemplo de esforço e resultados em todo o Brasil, além de educação, diferente do Weintraub”, frisou Miranda. Já o deputado Israel Batista (PV-DF) analisa que “não há surpresa alguma quando a frase vem do pior ministro de Educação da história brasileira”. “O ministro quer destruir a democracia por dentro, atacando as instituições. Ele faz parte de uma orquestração para implantar um regime autoritário no país. Ele deveria ser afastado do ministério.”

No domingo (24/5), Weintraub utilizou as redes sociais para se defender dos ataques. “Tentam deturpar minha fala para desestabilizar a nação. Não ataquei leis, instituições ou a honra de seus ocupantes. Manifestei minha indignação, liberdade democrática, em ambiente fechado, sobre indivíduos. Alguns, não todos, são responsáveis pelo nosso sofrimento, nós cidadãos.”

Repúdio do Memorial JK

O Memorial JK divulgou uma nota em que repudia os comentários do ministro da Educação na reunião ministerial. “Declarações que, além de agredirem Brasília e os seus cidadãos, demonstram profundo desconhecimento da história do país e da importância da nova capital para a integração nacional e o desenvolvimento econômico e social do Centro-Oeste e do Norte do Brasil. Desrespeita ainda os mais de 2 milhões de brasilienses que vivem, trabalham, pagam impostos e geram riquezas neste magnífico quadrilátero que temos a honra de chamar Brasília”, disse.

Memória

Histórico polêmico

O ministro da Educação sempre esteve vinculado a polêmicas desde que assumiu a pasta. As confusões mais recentes ocorreram em meio à pandemia do novo coronavírus. No mês passado, Weintraub utilizou uma edição da Turma da Mônica para atacar a China. Em uma publicação nas redes sociais, ele fez chacota com o modo de falar português dos chineses, trocando o “r” pelo “l”, do mesmo modo como faz o personagem Cebolinha.

Ele insinuou ainda que a China saiu “fortalecida” da crise do novo coronavírus, obtendo benefícios da pandemia como parte de um “plano infalível” para dominar o mundo. “Geopoliticamente, quem podeLá saiL foLtalecido, em teLmos Lelativos, dessa cLise mundial? PodeLia seL o Cebolinha? Quem são os aliados no BLasil do plano infalível do Cebolinha paLa dominaL o mundo? SeLia o Cascão ou há mais amiguinhos?”, escreveu o ministro, que depois apagou o post.

Também em abril, Weintraub disse que é alta a probabilidade de outra pandemia como a da covid-19 surgir na China nos próximos 10 anos, pois, segundo ele, os chineses “comem tudo que o sol ilumina e algumas coisas que o sol não ilumina comem também”. “Os chineses não vão mudar os hábitos deles dos últimos milhares de anos em 10 anos”, disse.

 

 

*Por: Augusto Fernandes / CORREIO BRAZILIENSE

SÃO PAULO/SP - A assessoria de imprensa do Sesi de São Paulo confirmou ao site Agência Brasil que a entidade demitiu metade do quadro de professores de esporte. O total de profissionais desligados em 53 cidades paulistas foi de 250.

Em nota, o Sesi-SP explicou a decisão à Agência Brasil e disse que "a crise do coronavírus tem castigado todos os setores da economia. O Sesi-SP tem feito todos os esforços para preservar seu quadro funcional. Entretanto, é impossível ignorar a queda de arrecadação causada pela desaceleração da economia, a redução compulsória de 50% da receita nesses meses e o nível de inadimplência, que é imprevisível. Além disso, estamos impossibilitados de manter funcionando as áreas esportivas e culturais. É um momento difícil para todos e até lá o Sesi-SP trabalhará com afinco para que o impacto seja o menor possível".

Segundo a assessoria de imprensa da entidade, os desligamentos foram em sua maioria de funcionários das academias e das aulas de ginástica e não só professores do esporte/modalidades. A assessoria também garantiu, mesmo sem informar o valor da bolsa, que cerca de 740 atletas das categorias de base/formação (idade limite de 21 anos) seguem recebendo uma ajuda de custo.

É importante destacar, que no departamento de esportes, o Sesi-SP fez os primeiros ajustes financeiros logo no início da pandemia da covid-19.  Após a decisão do encerramento antecipado da Superliga de Vôlei masculino 2019/2020, nenhum contrato da tradicional equipe paulista foi renovado, inclusive o técnico Rubinho. O único que permanece no clube é o atual líbero Murilo. O medalhista olímpico e campeão mundial pela seleção brasileira aceitou um contrato com uma remuneração reduzida até a volta das competições.

Ainda segundo a assessoria, outras equipes de destaque como a de basquete masculino, sediada em Franca, e a de vôlei feminino, que atua em Bauru, não tem definição sobre cortes e terão os casos tratados individualmente por terem parcerias locais.

As fortes equipes de modalidades individuais de alto rendimento mantidas pelo Sesi não foram afetadas até o momento.  A entidade mantém fortes equipes de karatê, Wrestling, natação, judô, entre outras. O departamento paralímpico, que tem destaques com a equipe de goalball e de vôlei sentado, também segue sem alterações até o momento.

 

 

*Por: Juliano Justo - Repórter da Agência Brasil

Interessados em cursar o mestrado devem se inscrever até 21 de junho

 

SÃO CARLOS/SP - O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está com inscrições abertas até o dia 21 de junho para ingresso no curso de mestrado regular, com início previsto para o segundo semestre de 2020.

O Programa oferece três linhas de pesquisa: Processamento Digital de Sinais (sublinhas - Processamento de Sinais Biomédicos, Processamento de Sinais para Sistemas Mecatrônicos e Visão Computacional); Fotônica - Materiais e Dispositivos (sublinha - Dispositivos aplicados à Fotônica e Optoeletrônica); e Smart Grids (sublinhas - Planejamento, Análise e Operação, e Eletrônica de Potência e Processamento de Energia).

Podem participar do processo seletivo portadores de diploma no Ensino Superior ou, provisoriamente, de certificado ou documento equivalente. Toda a documentação prevista no edital para a inscrição deverá ser enviada ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., dentro do prazo e com assunto "Inscrição no Edital PPGEE/UFSCar n. 001/2020".

O processo seletivo terá duas etapas, sendo a primeira a análise do currículo e do histórico escolar, de caráter classificatório e eliminatório; e a segunda uma entrevista estruturada com os aprovados na etapa anterior, também de caráter classificatório e eliminatório. O edital completo e mais informações estão disponíveis no site do PPGEE (www.ppgee.ufscar.br)

BRASÍLIA/DF - O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou a prorrogação do prazo de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 para a próxima quarta-feira (27). Pelo calendário inicial, as data limite para os estudantes se inscreverem era hoje (22).

As inscrições começaram no último dia 11 e podem ser feitas por meio da página do Enem na internet.

De acordo com Weintraub, mais de cinco milhões de estudantes já se inscreveram para a prova até a manhã desta sexta-feira (22). “Como já anunciei, os candidatos inscritos serão ouvidos, em junho, pela Página do Participante, do Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira]. Eles, os interessados, vão escolher quando fazer a prova”, explicou o ministro, em outra publicação no Twitter.

Na quarta-feira (20), o Ministério da Educação anunciou o adiamento do Enem por algo entre 30 a 60 dias, em razão dos impactos ocasionados na sociedade pela pandemia de covid-19. As provas impressas estavam previstas para serem aplicadas em 1º e 8 de novembro e as provas do Enem digital para os dias 22 e 29 de novembro.

A estrutura dos dois exames será a mesma. Serão aplicadas quatro provas objetivas, constituídas por 45 questões cada, e uma redação em língua portuguesa. A redação será manuscrita, em papel, nas duas modalidades. Durante o processo de inscrição, o participante deverá selecionar uma opção de língua estrangeira - inglês ou espanhol.

Neste ano, será obrigatória a inclusão de uma foto atual do participante no sistema de inscrição, que deverá ser utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. O valor da taxa de inscrição é de R$ 85 e deverá ser pago até 28 de maio.

Quem tem direito à gratuidade da taxa de inscrição, por se enquadrar nos perfis previstos nos editais do Enem, terá a isenção automática, a partir da análise dos dados declarados no sistema. A regra se aplica, inclusive, aos isentos em 2019 que faltaram aos dois dias de prova e não tenham justificado ausência. De acordo com o Inep, a medida beneficia quem teve dificuldades em realizar a solicitação de isenção devido às restrições impostas pelo isolamento social decretado em razão da pandemia de covid-19.

 

 

*Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 terminam às 23h59 desta sexta-feira (22). As provas, entretanto, foram adiadas na quarta-feira (20) por 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto inicialmente no edital, por determinação do Ministério da Educação. Ontem (21), segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pelo exame, mais de 4, 3 milhões de estudantes tinham feito a inscrição para participar desta edição do Enem.

Neste ano, o Inep também oferecerá o Enem Digital, porém, desde a semana passada, as 101,1 mil vagas ofertadas para a versão informatizada do exame já haviam se esgotado. A aplicação do Enem Digital será em laboratórios de informática, em diversas faculdades brasileiras, e o candidato receberá um cartão de confirmação da inscrição no exame, com o endereço da faculdade e o laboratório de informática onde fará a prova, sob supervisão de fiscais.

Inscrições

Para evitar erros na hora da inscrição, o Inep recomenda que todos os participantes façam o procedimento com calma. O aluno deve, por exemplo, verificar cuidadosamente as informações declaradas, pois, após a conclusão, algumas não poderão ser modificadas.

Os dados que constam na Receita Federal (nome, nome da mãe e data de nascimento) devem ser os mesmos declarados por quem vai fazer o Enem. Quando há divergência, o sistema informa que o participante precisa fazer a correção no órgão. A inscrição poderá ser concluída apenas após a atualização dos dados na Receita.

O participante que já concluiu a inscrição tem a oportunidade de fazer modificações em alguns itens do sistema do Enem, mas somente ao final do prazo de inscrições.

Os inscritos que se enquadram nos requisitos apresentados nos editais como beneficiários da gratuidade da taxa de inscrição ficarão isentos sem a necessidade de um pedido formal. Para os demais, a taxa de R$ 85 deve ser paga até 28 de maio, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), gerada ao final da inscrição.

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Nova data

Nos próximos dias, o Inep fará uma consulta aos inscritos para definir novas datas para o exame, que estava previsto para os dias 1º e 8 de novembro (impresso) e 11 e 18 de novembro (digital).

Os candidatos serão convidados a responder a uma enquete na Página do Participante, para que possam manifestar sua opinião em relação ao melhor momento para realizar as provas.

As informações a respeito do Enem 2020 podem ser acompanhadas no portal do Inep e do Ministério da Educação, assim como nas redes sociais oficiais dos dois órgãos. Dúvidas relativas ao processo de inscrição podem ser sanadas pelo Fale Conosco, do Inep, por meio do autoatendimento online ou do 0800 616161 (somente chamadas de telefone fixo).

Tanto na versão impressa quanto na digital, os participantes farão provas de linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias, com 45 questões de múltipla escolha em cada área de conhecimento. A redação será manuscrita, em papel, nas duas modalidades.

 

 

*Por: AGÊNCIA BRASIL

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